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Definidas as datas do CDA 2019

As datas do CDA 2019 estão definidas: 22 a 24 de janeiro na Linha Tomazelli – Chapecó

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O largo manto de planos que projetaram os 50 anos da Cooperalfa em 2017, aliados à estratégia de amplificar eventos técnicos noturnos mesorregionais no primeiro trimestre deste ano, motivaram a suspensão do Campo Demonstrativo Alfa 2018. As datas do CDA 2019 estão definidas: 22 a 24 de janeiro na Linha Tomazelli – Chapecó, com abertura oficial dia 22 às 10h30, e de 12 a 14 de fevereiro em Bela Vista do Toldo, tendo solenidade no primeiro dia, às 10h30. Estão previstos 15 mil convidados nos dois encontros, todos associados e familiares Alfa, que terão de fazer inscrições eletrônicas em momento oportuno. A tradicional palestra magna que marca o CDA, fica suspensa para 2019.

O coordenador do evento, agrônomo Alexandre Rogério Ramos, antecipa que serão efetivadas três exposições especiais no período da tarde, transmitidas ao vivo via internet para as pessoas que não puderem estar presente nos parques do CDA. Uma inovação histórica e de resgate do CDA 2019 irá permitir a participação efetiva dos associados e suas famílias, de demonstrar durante o evento aquela receita “tradicional” e esquecida, ou “deixada de lado” nos dias atuais pela comodidade de comprar o que se oferece nos mercados ou padarias. No entanto existem os “segredos” culinários que a pessoa inscrita e selecionada vai apresentar ao público presente, o resultado dessa receita. As demais receitas inscritas, irão compor um livro de receitas tradicionais e familiares da Cooperalfa, disponibilizadas a todos os visitantes do CDA via “e-book”.

"Estamos entrando em um novo ciclo do CDA e nessa edição estaremos proporcionando aos visitantes novas formas do “PENSAR”, do “APRENDER”, do “GERENCIAR” e do “EXECUTAR” as atividades do campo. Seremos como sempre, propulsores para novas ideias, de mudar para o melhor, de encorajar e enfrentar os desafios que chegam até nós a cada dia. Juntos somos grandes e o Campo Demonstrativo Alfa nos eleva a cada edição para novos patamares, pois entramos com um pensamento e voltamos com centenas de milhares de outros, vindos através das pesquisas e das inovações transmitidas pelas pessoas que fazem o CDA inovar a cada edição. Sejam bem vindos ao CDA 2019", afirma Ramos.

Tema

Qual é meu sonho? Onde quero chegar na propriedade? Eu e minha família somos felizes no que fazemos? Já fizemos um diagnóstico? Temos tudo sob controle? E o nosso futuro? Essas são algumas perguntas que nos fazemos todos os dias. Como respondê-las? De acordo com o coordenador do evento, o CDA 2019 vai ajudá os participantes a encontrarem-se, realizar seus objetivos, ou mesmo, seguir no caminho de suas atuais conquistas.

Ramos conta que está alinhando pesquisa interna, conexa ao evento, para saber o quanto o trabalho mútuo (entre associados e, destes com a sua cooperativa), pode levar as famílias a alçar novos voos e prosperar ainda mais nas atividades. "Por isso, o CDA 2019 terá o seguinte mote: Qem conhece, se reinventa!", finaliza.

Fonte: Assessoria

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Notícias Sanidade

Sementes não solicitadas continuam sendo enviadas à população

Todas as sementes recebidas são encaminhadas ao Ministério da Agricultura, que ainda está analisando a procedência e se há perigo quanto as sementes recebidas

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Divulgação/Adapar

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) de Marechal Cândido Rondon, PR, recebeu mais três embalagens contendo sementes não solicitadas da China. De acordo com o fiscal agropecuário da Adapar, Anderson Lemiska, no Brasil há normas nacionais e estaduais para a produção, embalagem, transporte e comércio de sementes e mudas as quais seguem rigoroso controle de qualidade para evitar a disseminação de doenças e pragas que podem afetar as principais culturas agrícolas do país.

O profissional explica que em caso de qualquer problema que ocorra, as sementes produzidas e comercializadas dentro da legalidade também permite os órgãos competentes rastrear a origem e conter rapidamente o problema.

“No entanto, essas sementes supostamente da China chegam até a população sem nenhuma identificação e junto com elas podem estar carregando diversas doenças e pragas que muitas vezes são invisíveis aos nossos olhos. Além disso, o recebimento e cultivo dessas sementes podem introduzir novas pragas ou doenças e causar risco tanto para a agricultura brasileira, quanto para a saúde pública, pois não há como certificar o que estas sementes trazem consigo”, diz. O fiscal adverte à população a não comprar ou receber esse tipo de semente.

Lemiska conta que a Adapar está recolhendo essas sementes e encaminhando para o Ministério da Agricultura analisar e dar a destinação final adequada e segura. “Nós parabenizamos as pessoas que estão entregando essas sementes desconhecidas. Em caso de dúvidas, a população pode entrar em contato com a Adapar mais próxima e entregar as sementes sendo mantido total sigilo das informações. A entrega das sementes desconhecidas é um ato de responsabilidade e apoio à agricultura brasileira”, afirma.

Todas as sementes recebidas são encaminhadas ao Ministério da Agricultura, que ainda está analisando a procedência e se há perigo quanto as sementes recebidas. O Ministério ressalta que ao entregar as sementes adquiridas ou recebidas de remetentes desconhecidos, o cidadão não estará sujeito a penalidades. O mesmo vale para cidadãos que porventura tenha efetuado o plantio. Também não é necessário a identificação no momento da entrega do material, porém é importante o relato se realizou a compra, se recebeu de remetente desconhecido ou se a remessa veio junto com outra compra realizada em site do exterior.

Fonte: O Presente Rural com informações da Adapar
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Notícias Mercado

Unidade de Concórdia da BRF é habilitada para exportar suínos ao Vietnã

Autorização foi publicada pelo Department of Animal Health, órgão das autoridades sanitárias do país do sudeste asiático

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Divulgação/Assessoria

A planta de Concórdia (SC) da BRF foi habilitada pelo Departamento de Saúde Animal do Vietnã (Department of Animal Health – DAH – em inglês) para exportar cortes de suínos para o país do sudeste asiático. A autorização foi publicada no site do DAH, órgão das autoridades sanitárias local. O adido agrícola da embaixada do Brasil em Hanoi, Tiago Charão de Oliveira, enviou o comunicado para o Ministério da Agricultura, que nos próximos dias deve publicar a habilitação da unidade catarinense nos sites oficiais do MAPA.

O vice-presidente de Relações Institucionais, Jurídico e Compliance da BRF, Bruno Ferla, afirma que essa habilitação tem importância estratégica por conta do mercado vietnamita, onde o consumo de proteína animal vem crescendo em maior ritmo entre os países da região. “O Vietnã é um país que tem atraído muitos investimentos de empresas, gerando aumento na renda per capita da população e, por consequência, maior consumo de produtos suínos”, destaca Ferla. “A BRF trabalha com prioridade nesse mercado, ampliando a presença da Companhia na Ásia e na preparação das plantas para futuras habilitações, a fim de atender às demandas crescentes.”

Com mais de seis mil colaboradores, a planta de Concórdia já exporta cortes de suínos para Hong Kong e Filipinas, no sudeste da Ásia, e para a África do Sul.

Fonte: Assessoria
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Notícias Pecuária

Preços médios de toda a cadeia renovam máximas reais em setembro

Demanda aquecida e baixa oferta de animais para abate seguem sustentando elevados patamares de toda cadeia pecuária

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Arquivo/OP Rural

Os valores médios de setembro do bezerro, do boi magro, do boi gordo e da carne renovaram os recordes reais das respectivas séries do Cepea. Segundo pesquisadores, a demanda aquecida, especialmente por parte do mercado externo, e a baixa oferta de animais para abate seguem sustentando os elevados patamares de toda a cadeia pecuária.

No geral, apesar de o preço médio do boi para abate ser recorde, o contexto atual não favorece quem faz a reposição, tendo em vista que o bezerro e o boi magro seguem igualmente negociados nos maiores patamares reais. No caso do pecuarista criador, a situação é semelhante, já que, mesmo com o animal desmamado em valor recorde, estes produtores estão tendo elevados desembolsos com a compra de insumos.

Além dos produtos importados encarecidos pelo dólar alto, os insumos de alimentação – como milho e farelo de soja – estão operando em preços patamares recordes nominais. Ressalta-se, neste caso, que o clima seco reforça a necessidade do uso de complementação, devido à piora nas condições das pastagens. Quanto à carne, o preço recorde da carcaça casada bovina alivia um pouco frigoríficos que trabalham apenas com o mercado interno.

Fonte: Cepea
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