Conectado com

Notícias

Déficit na balança comercial de produtos da piscicultura alcança US$ 914 milhões em 2023

Maior déficit foi registrado no 4º trimestre, totalizando US$ 678 milhões negativos.

Publicado em

em

Foto: Rodrigo Félix Leal

Em 2023, o déficit da balança comercial de produtos da piscicultura atingiu US$ 914 milhões. O maior déficit foi registrado no 4º trimestre, totalizando US$ 678 milhões negativos.

Destaque para o aumento das importações de salmão, que cresceram 4% em valor e 14% em peso, consolidando a espécie como o principal peixe de cultivo importado pelo Brasil no ano passado, alcançando US$ 837 milhões, equivalendo a 89% do total.

O pangasius se manteve na segunda posição, com US$ 97 milhões, seguido por curimatás, com US$ 1,7 milhões, e trutas, com US$ 1,1 milhões.

Por sua vez, a importação de 25 toneladas de tilápia, totalizando US$ 118 mil, na forma de filé congelado, proveniente do Vietnã e destinado ao Estado de São Paulo, fez com que a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) questionasse os ministérios da Pesca e Aquicultura (MPA) e da Agricultura e Pecuária (Mapa) sobre os  riscos sanitários associados ao produto, levando a suspensão, no início de 2024, das importações de tilápia do Vietnã.

Fonte: Com assessoria Peixe BR

Notícias

Filipinas abrem mercado para soja em grãos do Brasil

Medida fortalece inserção no Sudeste Asiático e diversifica destinos de um dos principais produtos da balança agrícola nacional.

Publicado em

em

Fotos: Jaelson Lucas

O governo brasileiro concluiu negociações sanitárias que permitirão a exportação de novos produtos agropecuários para o México e para as Filipinas.

Carne Moída – Foto: Divulgação

A autorização para exportação de carne moída ao México fortalece a relação comercial e abre espaço para um produto de maior processamento, destinado a empresas do varejo e à indústria de alimentos. O país importou mais de US$ 3,1 bilhões em produtos agropecuários brasileiros em 2025, com destaque para carnes, produtos florestais e do complexo soja.

Nas Filipinas, a abertura de mercado para soja em grãos amplia as possibilidades de escoamento de um dos principais produtos da pauta agrícola nacional e reforça a inserção do Brasil no mercado do Sudeste Asiático. O país importou mais de US$ 1,8 bilhão em produtos agropecuários brasileiros no ano passado.

Com esses anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 539 novas aberturas de mercado desde o início de 2023.

Tais resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Fonte: Assessoria Mapa
Continue Lendo

Notícias

Santa Catarina define reajuste médio de 6,49% no piso regional para 2026

Acordo entre federações empresariais e centrais sindicais atualiza valores das quatro faixas salariais e segue agora para envio ao governo estadual.

Publicado em

em

Em comum acordo, representantes do setor produtivo e dos trabalhadores definiram a atualização dos valores do piso salarial - Foto: Filipe Scotti

As entidades sindicais catarinenses representativas dos empregadores (federações empresariais) e dos trabalhadores (Federações e Centrais Sindicais Laborais) fecharam o acordo para atualização do piso regional de salário para 2026. O reajuste médio acordado foi de 6,49% nas quatro faixas existentes.

Conforme a Faesc, o piso da categoria, que se enquadra na 1ª faixa, ficou em R$ R$ 1.842,00. Para as demais faixas, R$ 1.908,00 na segunda faixa, R$ 2.022,00 na terceira e R$ 2.106,00 na quarta. O próximo passo é o envio da proposta ao governo de SC, que após preparar um projeto de lei, encaminha à Assembleia Legislativa (ALESC).

Vice-presidente da Faesc, Clemerson Argenton Pedrozo: “Pelo 16º ano consecutivo, trabalhadores e empregadores chegaram a um consenso sobre a atualização do piso regional, o que consolida um histórico de negociações construído com base em responsabilidade e cooperação” – Foto: Divulgação Sistema Faesc/Senar

O vice-presidente da Faesc, Clemerson Argenton Pedrozo, acompanhou as negociações e destacou que todas as etapas do processo foram conduzidas com diálogo e respeito mútuo entre as partes envolvidas. “Pelo 16º ano consecutivo, trabalhadores e empregadores chegaram a um consenso sobre a atualização do piso regional, o que consolida um histórico de negociações construído com base em responsabilidade e cooperação”.

De acordo com ele, é importante ressaltar que Santa Catarina é o único Estado em que o piso regional é definido por meio de negociação direta entre representantes de trabalhadores e empregadores, com resultados estabelecidos de forma consensual e transparente desde a sua implementação. “Esse modelo de diálogo fortalece a parceria entre as partes e demonstra o compromisso com o desenvolvimento socioeconômico catarinense e com a valorização do trabalho, sem deixar de lado a sustentabilidade das empresas e o bem-estar dos trabalhadores”.

Piso salariar

O piso salarial regional de Santa Catarina foi criado pela Lei Complementar nº 459, de 30 de setembro de 2009 e passou a vigorar a partir de 2010. Desde então, os valores são definidos anualmente por meio de negociação e acordo entre as entidades que representam empregadores e trabalhadores.

Estruturado em quatro faixas salariais, o mínimo regional é destinado aos empregados que não possuem piso fixado por lei federal, convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho. Após a definição consensual entre as partes, os valores servem de base para o encaminhamento de projeto de lei complementar do governo à Assembleia Legislativa.

Confira como ficou cada faixa:

1° faixa – passa de R$ 1.730,00 para R$ 1.842,00:

a) na agricultura e na pecuária;

b) nas indústrias extrativas e beneficiamento;

c) em empresas de pesca e aquicultura;

d) empregados domésticos;

e) em turismo e hospitalidade; (Redação da alínea revogada pela LPC 551/11).

f) nas indústrias da construção civil;

g) nas indústrias de instrumentos musicais e brinquedos;

h) em estabelecimentos hípicos; e

i) empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas.

2° faixa – Passa de R$ 1.792,00 para R$ 1.908,00:

a) nas indústrias do vestuário e calçado;

b) nas indústrias de fiação e tecelagem;

c) nas indústrias de artefatos de couro;

d) nas indústrias do papel, papelão e cortiça;

e) em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas;

f) empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas;

g) empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e

h) nas indústrias do mobiliário.

3° faixa – Passa de R$ 1.898,00 para R$ 2.022,00:

a) nas indústrias químicas e farmacêuticas;

b) nas indústrias cinematográficas;

c) nas indústrias da alimentação;

d) empregados no comércio em geral; e

e) empregados de agentes autônomos do comércio.

4° faixa – Passa de R$ 1.978,00 para R$ 2.106,00:

a) nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico;

b) nas indústrias gráficas;

c) nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana;

d) nas indústrias de artefatos de borracha;

e) em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito;

f) em edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, em turismo e hospitalidade;

g) nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas;

h) auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino);

i) empregados em estabelecimento de cultura;

j) empregados em processamento de dados; e

k) empregados motoristas do transporte em geral

I) empregados em estabelecimentos de serviços de saúde.

Fonte: Assessoria Sistema Faesc/Senar
Continue Lendo

Notícias

Conclusão do contorno viário altera trânsito no acesso à C.Vale

Motoristas que seguem de Maripá e Toledo ao complexo industrial deverão passar sobre o viaduto; trajeto direto entre Palotina e Toledo segue sem desvios.

Publicado em

em

Entroncamento da PR 182 com Ariosvaldo Bittencourt muda na segunda-feira, 2 de março, com abertura para utilização do viaduto

A necessidade de finalização das obras do contorno viário de Palotina (PR) vai alterar o trânsito no entroncamento da PR 182 com a Avenida Ariosvaldo Bittencourt, no acesso ao complexo industrial da C.Vale. A partir de segunda-feira, 2 de março, os motoristas que passarem pelo trecho deverão utilizar as alças laterais para entrar e sair da área industrial. A rótula temporariamente usada para dar acesso às indústrias será desativada.

Para quem se desloca diretamente de Palotina a Toledo ou vice-versa, bastará passar por baixo do viaduto, sem desvios. No centro da PR 182, os funcionários da construtora Castilhos estarão concretando a mureta que vai separar os dois sentidos de tráfego e concluindo o pavimento asfáltico.

Para os veículos que transitarem de Maripá e Toledo com destino ao complexo industrial ou que estiverem saindo de Palotina e precisarem retornar à área urbana, será necessário usar as alças e passar sobre o viaduto. Quem estiver saindo do complexo em direção ao centro de Palotina ou a municípios vizinhos (Assis Chateaubriand, Terra Roxa e Francisco Alves) também deverá utilizar o viaduto. Este será o traçado definitivo de passagem pelo trevo.

O asfaltamento desses trechos foi concluído e agora os operários trabalham na finalização da colocação da grama nas proximidades do viaduto. O prazo para a conclusão das obras do contorno viário se encerra em 31 de março, 20 meses após a retomada dos trabalhos em agosto de 2024. As obras exigiram R$ 170 milhões em investimentos pelo governo do Estado e foram gerenciadas pela C.Vale. Os 15,2 quilômetros do contorno viário passam a se chamar PR 975.

Fonte: Assessoria C.Vale
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.