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De Heus reforça time para mercado de núcleos e suplementos para bovinos

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A De Heus apresentou o zootecnista Ademir Maciel Pereira como seu novo gerente técnico comercial para bovinos no início de janeiro. Mestre em nutrição de ruminantes, com tese em gado leiteiro, Pereira atua no mercado há 17 anos e apresentará ao setor a proposta da multinacional holandesa que tem foco nos pilares do desempenho, qualidade, melhora contínua, empreendedorismo e envolvimento.
Com presença em mais de 50 países, mais de 100 anos de experiência e expressiva presença no Brasil no setor de suínos, a De Heus tem o objetivo de criar um novo mercado no setor de bovinos. “Nossa presença em bovinos ainda é pequena no Brasil e, para ampliá-la, apostamos na união de esforços e compartilhamento de conhecimentos, com o suporte de uma das maiores empresas de nutrição animal do mundo”, comenta.
O profissional explica que a De Heus acredita nas pessoas e nas coisas bem feitas e respeita a cultura, as tradições e costumes de cada lugar para ajudar o cliente a crescer no seu negócio e, por meio da experiência internacional e centenária, impulsionar o progresso. É o que diz o slogan “Powering Progress”.
Segundo Pereira, o objetivo é oferecer produtos e serviços que o cliente precisa, com o grau de envolvimento necessário para o sucesso na produção de carne ou leite. “Estamos montando um time de alto nível, pois acreditamos que o sucesso começa com as pessoas. Com produtos, serviços e programas nutricionais voltados às necessidades específicas de cada cliente, colocaremos a De Heus Brasil entre as três primeiras empresas de nutrição animal no país”, visa.      
A De Heus disponibiliza uma linha completa de premixes, núcleos, suplementos minerais, suplementos minerais proteicos e proteico-energéticos para bovinos para atender todas as necessidades dos clientes. O profissional adianta, ainda, que haverá lançamentos ao longo de 2014.
“Apoiado pelo departamento técnico na Holanda e um know how de mais de 100 anos em nutrição de bovinos, sempre há espaço para inovações. O processo de “Melhoria Contínua”, com o novo laboratório que vamos inaugurar ainda no primeiro semestre, permite transferir novas tecnologias para os produtos”, cita. 
O gerente técnico comercial tem sólido conhecimento sobre o mercado nacional de bovinos pois atuou como gerente técnico de produtos para ruminantes durante 10 anos na Purina, na Cargill Nutrição Animal, um ano como consultor de fábricas de ração e outros seis anos como gerente de mercado de ruminantes na MCassab.
“Posso dizer que a De Heus não seria uma das empresas que mais cresceu no mundo se não fosse competitiva em qualidade e preço. Mas o principal diferencial é que nossos clientes não compram apenas o produto em si mas, sim, o resultado esperado deste produto em sua propriedade. Ou seja, não vendemos meramente produtos mas soluções completas. Os produtos são apenas uma das ferramentas para se atingir o melhor resultado”, explica.
Ele comenta que a proposta de vender soluções completas exige um time de alto nível não só no aspecto técnico, como, também, no atendimento no dia a dia. “Buscamos “encantar” nossos clientes… O time técnico é do mais alto nível para entender a fundo a atividade produtiva do cliente e nosso pessoal interno é bem preparado, valorizado e comprometido com o resultado final. Esta cultura chega aos nossos clientes em cada contato. A De Heus deposita um grande valor nas pessoas e é assim que impulsionamos o progresso onde atuamos”, detalha.

Fonte: Ass. Imprensa da De Heus Nutrifarms

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Notícias Rebanho bovino e bubalino

Adapar alerta sobre importância da vacinação contra a brucelose

Doença é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

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Divulgação/Adapar
A Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) alerta sobre a necessidade de vacinar o rebanho bovino e bubalino contra a brucelose. A doença é causada pela bactéria B. abortus e pode ser transmitida para seres humanos.

O abortamento é o principal sinal, e, ocorre geralmente no último terço da gestação. Outros sinais indicativos da doença é o nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta, corrimento vaginal, inflamação das articulações e inflamação dos testículos.

A brucelose bovina é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

“Assim como a campanha de atualização de rebanhos é necessária para melhor conhecimento, rastreabilidade e análises de risco no Estado do Paraná, a comprovação da vacinação contra brucelose é necessária e obrigatória para a manutenção da sanidade do rebanho bovino e bubalino e para a diminuição da prevalência da doença”, disse a coordenadora do programa, médica veterinária Elenice Amorim.

Vacinação

Uma das principais medidas de controle da brucelose bovina é a vacinação. Fêmeas, entre três e oito meses de idade, devem ser vacinadas obrigatoriamente (Portaria nº 305/2017) e deve ser comprovada a aplicação, uma vez por semestre. No Brasil, é permitida a utilização das vacinas B-19 ou RB-51 (Vacina Não Indutora de Anticorpos Aglutinantes). A B-19 é atualmente a mais utilizada devido ao menor custo. A vacinação deve ser realizada corretamente sob a responsabilidade de um médico veterinário cadastrado na Adapar.

O uso de equipamento de proteção individual (EPI) é fundamental para o vacinador, para evitar acidentes vacinais.

Propriedades não regulares com a vacinação contra brucelose ficam impedidas de movimentarem seus animais (GTA) para qualquer finalidade.

Transmissão 

A brucelose bovina é transmitida principalmente pela ingestão de pastagem contaminada pela urina de bovinos doentes, restos fetais e restos de placenta. A doença pode ser introduzida em um rebanho sadio, pela aquisição de bovinos infectados. Por esse motivo, é importante a realização de quarentena e de novos exames para que os animais possam ser incorporados ao rebanho.

Exames periódicos fazem parte da estratégia de controle da doença. Para fêmeas que receberam vacina B19, os exames podem ser realizados com idade superior a 24 meses. A bezerras vacinadas com a RB-51 e os animais machos podem ser submetidos ao exame a partir dos oito meses de idade, quando não apresentarão anticorpos colostrais, que podem influenciar no resultado dos exames ocasionando falsos positivos.

Notificação 

Nos casos de animais reagentes no teste de triagem, a Adapar deve ser imediatamente notificada para tomada de medidas de confirmação e controle. A notificação deve ser feita pelo médico veterinário habilitado que realizou os testes diagnósticos, em até 24 horas após a leitura.

Fonte: Adapar
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Notícias Apreensão

Frente fria deixa produtores de milho em alerta no Brasil

Preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras.

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Arquivo/Gilson Abreu/AEN

Apesar da expectativa de safra recorde no Brasil, os valores do milho voltaram a subir na semana passada, interrompendo, portanto, o movimento de queda diária consecutiva que vinha sendo verificado desde o encerramento de abril.

Segundo pesquisadores do Cepea, os preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras. Esse cenário tem limitado o ritmo de negócios internos.

Além disso, as cotações também foram impulsionadas pelas altas externas do cereal, que, por sua vez, subiram diante de estimativas oficiais indicando possível queda na produção mundial do cereal, devido ao clima desfavorável nos Estados Unidos e a dificuldades diante da guerra na Ucrânia.

Fonte: Cepea
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Notícias Análise Cepea

Valorização do dólar eleva preço da soja em grão no Brasil

Cenário atraiu importadores para o país, o que resultou em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

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Arquivo/OP Rural

Os preços da soja em grão subiram no Brasil na semana passada.  Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização do dólar frente ao real atraiu importadores para o Brasil, resultando em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

Agora, as atenções de agentes estão voltadas à temporada 2022/2023 no Hemisfério Norte.

Segundo o USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos -, a área mundial a ser cultivada com soja é estimada em 134,93 milhões de hectares, 3,65% maior que na temporada passada e um novo recorde.

A produção também é apontada para ser recorde, de 394,69 milhões de toneladas, 13% superior à safra passada.

Para o Brasil, a área de soja é prevista pelo USDA em 42 milhões de hectares, um novo recorde, resultando em produção de 149 milhões de toneladas, 19,2% a mais que o estimado para a safra 2021/2022 (125 milhões de toneladas).

Fonte: Cepea
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