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De Heus inaugura novo escritório em Campinas com conceito global inovador
O novo ambiente De Heus vai reunir todo o núcleo da empresa dedicado à gestão corporativa do Grupo, no País, e também ao suporte às Unidades Industriais e à força de campo dos mercados interno e externo.
Em mais um passo na sua trajetória de crescimento no país, a De Heus inaugurou hoje (20 de abril) uma nova Unidade Administrativa em Campinas/SP, com o objetivo de criar um novo fator de avanço no mercado. “Desde que iniciou operações no Brasil – explica o presidente Hermanus Wigman – a De Heus vem mantendo uma atitude de investimento constante, para dar sustentação a suas estratégias de crescimento acelerado e consistente nos diversos mercados de nutrição animal”
Foram quatro anos em que a empresa mais do que triplicou suas operações no Brasil, período em que também modernizou e implantou novas estruturas, somando hoje cinco unidades industriais, um moderníssimo laboratório de análises nutricionais (integrado à rede mundial laboratorial De Heus) e, agora, as novas e contemporâneas instalações de Campinas.
O novo ambiente De Heus vai reunir todo o núcleo da empresa dedicado à gestão corporativa do Grupo, no País, e também ao suporte às Unidades Industriais e à força de campo dos mercados interno e externo. Sua localização e recursos foram planejados para promover ganhos de eficiência na integração e coordenação da rede De Heus, para assim dar mais dinamismo à atuação da empresa no Brasil e exterior.
Sintonia com o século 21
O projeto da nova Unidade Administrativa De Heus está alinhado com as visões e conceitos mais atuais de arquitetura funcional, que buscam priorizar o bem estar dos funcionários, a integração ágil do trabalho, o estímulo à circulação de informações e a transparência dos relacionamentos e procedimentos funcionais. Uma concepção de organização social e espacial do trabalho denominada, na empresa, por “Workingat De Heus”.
“É o primeiro ambiente funcional que criamos no Brasil em sintonia total com o conceito mundial De Heus de bem estar e motivação laboral”, destaca Hermanus Wigman. “Representa uma evolução em ambiência e gestão de recursos humanos, em flexibilidade e eficiência funcional, e trata-se de um conceito que vamos desenvolver e adaptar gradualmente às circunstâncias e demandas funcionais de outras Unidades. No mercado e dentro de casa, a De Heus nunca para de inovar”, completa Wigman.
Sobre a estrutura De Heus
BRASIL
Unidade Rio Claro/SP 1 — Produtos de nutrição para aves, suínos e bovinos
Unidade Rio Claro/SP 2 — Produtos de nutrição para aves, suínos e bovinos
Unidade Apucarana/PR — Produtos de nutrição bovina
Unidade de Guararapes/SP – Produtos de nutrição bovina
Unidade Toledo/PR — “Fábrica Dedicada” de rações pré-iniciais e iniciais para suínos e aves.
Laboratório de Análises Nutricionais/SP
Unidade Administrativa de Campinas/SP
GLOBAL
O Grupo Royal De Heus, da Holanda, tem 106 anos de atuação, é vanguarda em tecnologia nutricional, conta com estruturas industriais em 13 países e realiza exportações para mais de 50 nações da Europa, Ásia, Oriente Médio, África e América Latina. A De Heus é um dos maiores fornecedores de nutrição animal, do mundo.
Fonte: Ass. de Imprensa De Heus

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel
Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.
Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.
Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.
Benefícios
Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.
