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De Heus Brasil é certificada pelo Great Place To Work Brasil

Através de uma pesquisa de clima, realizada de forma espontânea com os colaboradores, empresa é reconhecida por suas boas práticas em Gestão de Pessoas

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Edmilson Ribeiro, Diretor de RH & HSE - De Heus

A De Heus Brasil recebeu na última semana um dos mais importantes selos de reconhecimento às empresas que valorizam as pessoas, o Great Place To Work (GPTW). Com índice de satisfação de 92%, a certificação reforça a credibilidade, respeito, igualdade, cooperação e o trabalho em equipe – valores que compõem a cultura da empresa e foram reconhecidos em pesquisa de clima, pela ótica dos colaboradores.

De acordo com Edmilson Ribeiro, Diretor de RH & HSE, além de reforçar a dedicação da De Heus Brasil em relação à melhoria contínua do ambiente de trabalho, este reconhecimento também é sinônimo de excelente atendimento e prestação de serviço. “Somos considerados uma das maiores referências em nutrição animal no mundo graças às nossas pessoas. Este é o maior ativo de uma empresa e, por isso, nos sentimos privilegiados por termos um time que diariamente nos ajuda a conquistar a excelência e fazer a diferença no agronegócio”.

Desde que iniciou suas atividades no Brasil, em 2012, a companhia está em constante ritmo de crescimento. “Não temos dúvida de que temos um time extremamente forte e capacitado para lidar com os diferentes acontecimentos. Mesmo durante um período tão desafiador como o que estamos vivenciando desde março de 2020, celebramos grandiosas conquistas e resultados e, por isso, não podemos deixar de reforçar nossa alegria e orgulho, por receber este reconhecimento. Isso é o que chamamos de “Working as one” – slogan que é trabalhado e literalmente abraçado, ano após ano, por nossos colaboradores”, conta o Diretor de RH & HSE.

O caminho da certificação
Uma pesquisa de clima é disponibilizada pelo Great Place to Work para que, de maneira voluntária e anônima, os colaboradores respondam. Dentre alguns temas abordados, são avaliadas questões sobre liderança, reconhecimento, clima, comunicação, trabalho em equipe e benefícios. “Ao mesmo tempo que imaginamos ser um passo ousado, por sermos uma empresa com quase 9 anos de atividade no Brasil, nos sentimos preparados, uma vez que nossas práticas são alinhadas à expectativa do GPTW. Tivemos um excelente índice de satisfação de 92% e pretendemos mergulhar nos resultados para continuarmos a transformar a nossa empresa em um lugar melhor para trabalhar e também atrair mais pessoas alinhadas ao nosso perfil”, explica Ribeiro.

Projeto WOW
Com o propósito de tratar um tema específico, com atuação coletiva e de alto impacto na organização, a empresa apresentou no começo de 2021 o “Projeto WOW”, que reúne iniciativas capazes de contribuir com o desenvolvimento pessoal e profissional dos participantes. A cada ano, um tema é escolhido para ter sua atuação apoiada nos verbos da De Heus Brasil: vencer, ajudar, comunicar e aprender. Neste ano, o tema escolhido foi a gratidão. A ação envolveu todas as unidades e teve alto índice de participação. “Todo sucesso é realizado em conjunto e como temos uma equipe que permanece unida, comprometida, cria, propõe e dá o melhor de si, convidamos nossos colaboradores para juntos, criarmos uma corrente para expressar o “obrigado” aos colegas que fazem a diferença no dia a dia. Além do resultado positivo, a ideia é que cada prática seja incorporada por nosso time e não temos dúvida de isso é possível”, finaliza Ribeiro.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Evonik lança nova solução de hidróxido de potássio 50% de grau alimentício

• Hidróxido de potássio agora disponível em qualidade alimentar
• Teor de clorato especialmente baixo
• Mais alto nível de padrões de higiene

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Divulgação Evonik

A Evonik agora já oferece sua solução de hidróxido de potássio (KOH) 50% como grau alimentício. A denominação destaca as propriedades do produto que são especialmente importantes na indústria de alimentos.

O foco aqui se concentra sobre o teor particularmente baixo de clorato da solução. Christiane Neels, responsável pelo segmento de mercado Life Sciences, fala sobre o desenvolvimento do produto: “Após mudar para o processo de membrana para a produção de KOH em 2018, o teor de clorato se tornou uma preocupação importante para os nossos clientes. Estamos orgulhosos de poder oferecer, após intensas pesquisas, um produto que atende as exigências dos clientes mais rigorosos dos setores alimentício e farmacêutico. Com a garantia de um teor de clorato abaixo de 5 mg/kg, a Evonik é definitivamente confiável”.

A nova denominação também tem o objetivo de sustentar os altos padrões de higiene e de consistência de qualidade da Evonik – ambos critérios essenciais à produção de alimentos.

O lançamento do grau alimentício do KOH faz parte do posicionamento da linha de negócios Functional Solutions como parceira da indústria alimentícia. Hans Put, diretor de vendas na linha de negócios, explica: “Já no ano passado, com a extensão da certificação FSSC2200 ao carbonato de potássio granulado e ao bicarbonato de potássio em pó, nós demonstramos a alta qualidade dos nossos produtos. Com o grau alimentar do KOH certificado segundo a APPCC, nós agora oferecemos aos nossos clientes dessa indústria uma variedade ainda maior de matérias-primas apropriadas do portfólio de derivados de potássio.

O hidróxido de potássio encontra ampla aplicação na produção de alimentos como regulador de acidez ou como matéria-prima para diversos aditivos alimentares.

Fonte: Assessoria
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Saiba como prevenir a Peste Suína Clássica

Biosseguridade adequada pode ajudar a evitar essa e outras doenças explica especialista da Vaccinar

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Gerente Nutrição Suínos da Vaccinar, Médico Veterinário Lisandro Haupenthal

A manutenção da biosseguridade na suinocultura está entre as preocupações dos criadores. Afinal, com plantéis numerosos e uma produção intensificada, o controle da disseminação de doenças nas granjas representa um grande desafio ao setor, exigindo que medidas sanitárias rigorosas sejam implementadas.

E uma das doenças que atingem esses animais voltou a preocupar. O Ministério da Agricultura da China, por exemplo, divulgou um plano no dia 21 de abril para dividir o país em cinco regiões que terão maior responsabilidade na prevenção e controle da Peste Suína Africana (PSA). No Brasil, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) dará início ao projeto piloto de implantação do Plano Estratégico Brasil Livre de Peste Suína Clássica (PSC) em Alagoas, a partir do próximo mês.

O primeiro passo no Brasil será uma ação conjunta entre os setores público e privado para a execução da vacinação contra a PSC de forma regionalizada na Zona não Livre da doença.  O plano estratégico brasileiro tem por objetivo erradicar a doença nos estados que compõem a Zona Não Livre do país: Alagoas, Amapá, Amazonas, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Roraima.

O Gerente Nutrição Suínos da Vaccinar, Médico Veterinário Lisandro Haupenthal, explica que há dois tipos de peste suína e é crucial saber as características de ambas as enfermidades, para que ações mitigatórias sejam tomadas com rapidez. Entre elas está a Peste Suína Africana, que é altamente contagiosa, provocada por um vírus que pertence à família Asfarviridae. Uma das características desses vírus é o seu DNA fita dupla. Tais microrganismos não infectam seres humanos, afetando exclusivamente insetos e suídeos. A doença recebe esse nome por ser endêmica da África.

Embora igualmente contagiosa, a Peste Suína Clássica é causada por um vírus que tem o RNA como material genético. Da mesma forma, o vírus não infecta seres humanos. Ambas as doenças são clinicamente semelhantes. Portanto, é preciso fazer um diagnóstico laboratorial para diferenciá-las.

O principal fator que requer cuidado para evitar o contágio da doença é o contato com animais silvestres. Por isso, os produtores devem ter redobrada atenção aos locais de alojamento dos animais. “Assim como qualquer vírus, a PSC é transmitida por animais ou pessoas que estavam em um local que já apresentava o surto e, em seguida, foram visitar um criadouro sadio sem seguir os procedimentos corretos de biosseguridade”, observa.

Entre os cuidados essenciais estão o cercamento de toda a granja e a troca de roupa e calçados de todos aqueles que entram na granja, bem como a restrição ao acesso de veículos e visitantes.

Diferente da PSA, o controle da Peste Suína Clássica pode ser feito com o uso de vacinas, que só são permitidas pelo MAPA em situações de emergência.

Para realizar uma prevenção efetiva da Peste Suína Clássica, é essencial que haja vigilância em propriedades que apresentarem maior risco — como criações de javalis e suínos silvestres. Toda movimentação de animais no território brasileiro deve ser autorizada através da emissão do Guia de Trânsito Animal (GTA). As importações de suínos reprodutores são autorizadas pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento Pecuário, o qual acompanha e realiza os exames necessários durante o período de quarentena oficial obrigatória realizada nas instalações do MAPA na ilha de Cananéia – SP. Somente após o período de quarentena e a comprovação dos exames os suínos são liberados para seguirem até as granjas de reprodutores suídeos certificadas pelo ministério (GRSC).

Fonte: Ass. de Imprensa
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NNATRIVM entrega certificado de avaliação microbiológica, que visa o controle bacteriológico e qualidade de pintos para a Coopavel

O certificado reconhece a produção de pintinhos e ovos com excelência na qualidade microbiológica, garantindo que os mesmos cheguem ao campo livre de patógenos.

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A NNATRIVM, empresa de aditivos não antibióticos, realiza a entrega de certificados para as empresas parceiras que se destacam pelos excelentes resultados na avaliação microbiológica, na sua cadeia de avicultura.

O certificado de “1° Ciclo de Avaliação de Enterobactérias” será entregue desta vez, em homenagem à Coopavel Cooperativa Agroindustrial, no setor de Matrizes e Incubatório.

O certificado reconhece a produção de pintinhos e ovos com excelência na qualidade microbiológica, garantindo que os mesmos cheguem ao campo livre de patógenos.

Os resultados obtidos em lotes de matrizes pesadas, comparando a pré-utilização e pós-utilização do aditivo SANNIMIX reduziu as contagens de bactérias presentes na produção, proporcionando melhoras em todas as etapas da produção.

Além disto a NNATRIVM dispõe para as empresas parceiras uma equipe altamente qualificada que está sempre focada nas necessidades dos clientes, que podem disfrutar do PROGRAMA NNATRIVM, que traz benefícios a todas as etapas da produção avícola.

A base do programa tem como foco, o cliente e suas necessidades, a avaliação é feita em toda a cadeia de produção e não apenas o emprego de produtos. Visa a redução de possíveis contaminantes em todas as etapas de produção, obtendo assim um produto de qualidade e livre de patógenos, com foco no controle de Salmonella, enfatiza Juliano Trevizoli, presidente da empresa.

Fonte: Ass. de Imprensa
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