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De Heus anuncia inaugurações em São Paulo e Paraná

A empresa internacional reforça investimentos no Brasil e inaugurará nova fábrica, laboratório e granja experimental

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Mesmo com as crises econômica e política enfrentadas pelo Brasil na atualidade, a De Heus não para de investir e mantém sua trajetória de crescimento no País. Recentemente, a empresa inaugurou uma nova Unidade Administrativa em Campinas (SP) e agora anuncia três inaugurações sequenciais. No dia 14  de agosto será inaugurado o Laboratório de Controle de Qualidade, localizado na Unidade 2, em Rio Claro (SP); no dia 15 a nova Fábrica Dedicada, em Toledo (PR); e em setembro, a Granja Experimental na UEL – Universidade Estadual de Londrina (PR). Os dois primeiros eventos contarão com a presença de Koen De Heus, CEO global da empresa, e Ton Van der Laan, membro do Board do Grupo Royal De Heus, que virão da Holanda para prestigiar os lançamentos.

O novo laboratório de Rio Claro possui a melhor e mais avançada tecnologia para análise e já está integrado à rede laboratorial mundial De Heus, seguindo o desenvolvimento das novas metodologias de análise e a evolução dos níveis de excelência nessa área. No local são feitos diferentes tipos de análises, desde avaliações clássicas de qualidade e perfil nutricional de ingredientes ou produtos acabados, até análises altamente especializadas, tanto por métodos convencionais como por meio de técnicas instrumentais de última geração. Os serviços e as tecnologias do laboratório serão usados pela própria empresa e também poderão ser oferecidas aos clientes da De Heus.

Já a nova Fábrica Dedicada de Toledo chega com conceito inovador em produção de rações, que assegura altíssima qualidade e absoluta segurança sanitária dos produtos, pois utiliza apenas matérias-primas de qualidade elevada e processos industriais envolvidos rigorosamente desenhados e controlados, eliminando riscos de contaminação cruzada.  Dedica-se a rações pré-iniciais e iniciais, usadas no início de vida das aves e suínos, justamente para a fase de maior desafio alimentar dos animais. A unidade já está fabricando a linha Romelko de rações para leitões, recomendada do pré-desmame até, aproximadamente, 60 dias de vida.

Também no Paraná, porém em setembro, na Universidade Estadual de Londrina (UEL), será inaugurada a Granja Experimental onde a De Heus desenvolve pesquisas e experimentos em parceria com a Universidade, visando acelerar a evolução tecnológica de seus produtos e serviços. Na ocasião, a empresa apresentará em detalhes o projeto e a estrutura de trabalho desse programa de integração com a UEL.

Desde que começou a operar comercialmente no Brasil, há quatro anos, a empresa mais do que triplicou suas operações no pais, período em que também modernizou e implantou novas estruturas, como essas que serão inauguradas proximamente. “A De Heus sempre se caracterizou por ser uma força motriz para o progresso do mercado e dos produtores, desenvolvendo novos conhecimentos e gerando novas e avançadas tecnologias. Assim fazemos em todo o mundo, assim fazemos também no Brasil. A inovação está em nosso DNA”, explica o diretor-presidente Hermanus Wigman. 

 

Sobre a estrutura De Heus

 

BRASIL

Unidade Rio Claro/SP 1 – Produtos de nutrição para aves, suínos e bovinos

Unidade Rio Claro/SP 2 – Produtos de nutrição para aves, suínos e bovinos

Unidade Apucarana/PR – Produtos de nutrição bovina

Unidade de Guararapes/SP – Produtos de nutrição bovina

Unidade Toledo/PR – “Fábrica Dedicada” de rações pré-iniciais e iniciais para suínos e aves

Laboratório de Análises Nutricionais/SP

Unidade Administrativa de Campinas/SP

 

 

Fonte: Ass. de Imprensa De heus

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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

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Cassiane G. Santos - Foto: Assessoria

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.

Fonte: O Presente Rural
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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG

O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

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Foto: Novus/Shutterstock

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.

Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.

O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.

Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.

Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.

Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Novus
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura

Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

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Foto: Agroceres Multimix

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.

Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.

Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.

Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.

“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.

Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.

Acesse já clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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