Conectado com

Avicultura Dias 11 e 12 de junho

De evento singular a encontro estratégico: Dia do Avicultor evolui e se transforma no Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural

Evolução natural reflete não apenas a convergência dessas duas indústrias, mas também o compromisso do jornal em capacitar os produtores com as ferramentas mais avançadas e as descobertas mais recentes em um só lugar.

Publicado em

em

Fotos: Arquivo OP Rural

Desde sua modesta concepção em 2021, o Dia do Avicultor O Presente Rural tem como objetivo homenagear, empoderar e enriquecer a comunidade de produtores dessa indústria crucial para o agronegócio e para a economia brasileira. O que começou como uma modesta celebração evoluiu para um encontro anual de aprendizado e inovação. A cada edição, o evento se tornou um epicentro para aprendizados, um palco para as mais recentes tecnologias e práticas que visam aprimorar constantemente a atividade rural.

Das primeiras reuniões presenciais em 2021, que lançaram luz sobre os desafios e triunfos dos avicultores, às edições seguintes que aprofundaram temas como biosseguridade, bem-estar animal e eficiência produtiva, o Dia do Avicultor O Presente Rural semeou as sementes para o novo evento que acontece em 2024.

Diretor de Comunicação e Marketing do jornal O Presente Rural, Selmar Marquesin: “Esperamos ansiosamente receber a todos em Marechal Cândido Rondon para juntos construirmos um futuro ainda mais próspero e sustentável para a nossa avicultura e nossa suinocultura”

Neste ano, em um movimento de reposicionamento, o evento se une ao também consagrado Dia do Suinocultor e se transforma no Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural. A evolução natural reflete não apenas a convergência dessas duas indústrias, mas também o compromisso de O Presente Rural em capacitar os produtores com as ferramentas mais avançadas e as descobertas mais recentes em um só lugar.

Nos dias 11 e 12 de junho de 2024, em Marechal Cândido Rondon (PR), o Congresso não apenas oferece uma vitrine para a troca de ideias e experiências, mas também uma plataforma para acessar novidades em nutrição e saúde animal, manejo, gestão, automação e sustentabilidade.

“É com grande entusiasmo que observamos a transformação do nosso evento emblemático, o Dia do Avicultor, em algo ainda mais grandioso: o Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural. Essa evolução não apenas reflete o compromisso contínuo de nossa equipe em atender às necessidades em constante mudança de nossa comunidade agropecuária, mas também representa um marco significativo em nossa jornada de inovação e crescimento. Estamos orgulhosos de oferecer um espaço onde os produtores possam não apenas ser homenageados, mas também se conectar, aprender e colaborar, impulsionando assim a indústria avícola e suinícola para um futuro próspero”, destaca o diretor de Comunicação e Marketing do jornal O Presente Rural, Selmar Marquesin.

Feira e happy hour

Juntamente com o Congresso, vem a Feira de Avicultura e Suinocultura O Presente Rural, uma plataforma dinâmica onde os expositores terão a oportunidade de interagir com mais de 800 produtores esperados presencialmente, além de tomadores de decisão do setor. Nos estandes serão exibidos marcas, produtos e serviços de algumas das principais empresas do setor, enriquecendo não apenas o evento, mas também fortalecendo as conexões vitais entre os produtores e as empresas que impulsionam o setor.

Além disso, para celebrar tanto o sucesso como a colaboração, o Congresso e a Feira serão acompanhados por happy hours, momentos de descontração e celebração que solidificarão os laços entre todos os participantes.

“A feira que acompanha o Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural oferece uma oportunidade única para os expositores. Aqui, eles não apenas têm acesso a um público altamente qualificado, composto por tomadores de decisão e produtores rurais ávidos por inovação, mas também têm a chance de destacar suas marcas, produtos e serviços em um ambiente dinâmico e propício aos negócios. Com mais de 800 produtores esperados, a feira é um verdadeiro hub de oportunidades para empresas que buscam expandir sua presença e impacto no mercado. E para tornar essa experiência ainda mais enriquecedora e agradável, estamos ansiosos para celebrar com todos os envolvidos em nossos happy hours, momentos de descontração e networking que certamente serão lembrados”, cita Marquesin.

Com a promessa de dois dias repletos de aprendizado, networking e celebração, onde a comunidade avícola e suinícola se encontrará para compartilhar conhecimento, explorar oportunidades e fortalecer laços, acontece nos dias 11 e 12 de junho o Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural. “Esperamos ansiosamente receber a todos em Marechal Cândido Rondon para juntos construirmos um futuro ainda mais próspero e sustentável para a nossa avicultura e nossa suinocultura”.

Fonte: O Presente Rural

Avicultura

Queda de energia mata 20 mil frangos no Oeste do Paraná

Interrupção no fornecimento compromete ventilação de aviário em São Miguel do Iguaçu e causa prejuízo de R$ 150 mil.

Publicado em

em

Foto: Reprodução

Uma interrupção no fornecimento de energia elétrica resultou na morte de 20 mil frangos de corte em uma granja de São Miguel do Iguaçu, no Oeste do Paraná, na terça-feira (03). As aves tinham 26 dias de criação e estavam a menos de três semanas do envio para uma cooperativa da região. O prejuízo estimado pela proprietária da área, Sandra Bogo, é de R$ 150 mil.

A mortalidade foi identificada por volta do meio-dia. No mesmo dia, as aves foram recolhidas e descartadas conforme os protocolos de biosseguridade exigidos para esse tipo de situação.

De acordo com a produtora, a propriedade possui gerador de energia, mas a instabilidade no fornecimento comprometeu o funcionamento do equipamento, afetando o sistema de ventilação do aviário. No momento da ocorrência, os termômetros marcavam cerca de 35°C no município, com sensação térmica próxima de 40°C, conforme dados do Simepar.

As altas temperaturas, associadas à falta de ventilação, agravaram a situação. Conforme orientações da Embrapa Suínos e Aves, a faixa ideal de conforto térmico para frangos em fase final de criação varia entre 21°C e 24°C.

A granja possui três aviários de 1.500 metros quadrados cada, com 20 mil aves alojadas em cada estrutura. Apenas um dos galpões foi afetado. Segundo Sandra, o produtor responsável pela atividade conta com seguro que cobre danos estruturais e mortalidade de animais, mas a liberação de eventual indenização depende da análise técnica do laudo.

Em nota, a Copel informou que o desligamento na região de Nova Santa Rosa do Ocoy foi causado pelo rompimento de um cabo de energia. A empresa afirmou que o fornecimento ao cliente mencionado ficou interrompido por 17 minutos, entre 11h16 e 11h33, período em que equipes realizaram manutenção e manobras para restabelecer o serviço a partir de outra fonte. A companhia acrescentou que redes aéreas estão sujeitas a interferências externas, como contato com vegetação, e que vem investindo em tecnologias para reforçar a operação do sistema.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

Avicultura

Rio Grande do Sul registra foco de gripe aviária em aves silvestres

Secretaria da Agricultura informa que caso não altera status sanitário do Estado nem impacta o comércio de produtos avícolas.

Publicado em

em

Foto: Divulgação/Seapi

O governo do Estado, por meio do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), vinculado à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), detectou foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1), conhecida como gripe aviária, em aves silvestres encontradas na Lagoa da Mangueira, no município de Santa Vitória do Palmar, na Reserva do Taim.

A Seapi esclarece que a infecção pelo vírus da gripe aviária em aves silvestres não afeta a condição sanitária do Rio Grande do Sul e do país como livre de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), não impactando o comércio de produtos avícolas. Também ressalta-se que não há risco na ingestão de carne e de ovos, porque a doença não é transmitida por meio do consumo.

O vírus foi identificado em aves silvestres da espécie Coscoroba coscoroba, conhecidas como cisne-coscoroba. A notificação de animais mortos ou doentes foi atendida pelo Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul (SVO-RS), no dia 28 de fevereiro, e as amostras coletadas foram enviadas para o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas (LFDA-SP), unidade referência da Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA), que confirmou a doença.

O SVO está no local para aplicar as medidas e os procedimentos para a contingência da Influenza Aviária na região. A vigilância está sendo realizada na região por servidores da Seapi, em parceria com as equipes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Além disso, ações de educação sanitária e conscientização serão realizadas na região.

O diretor do DDA, Fernando Groff, informa que serão conduzidas medidas de vigilância e prevenção nas criações de subsistência locais. “O Rio Grande do Sul convive com o vírus da influenza desde 2023, e temos priorizado as atividades de prevenção e reforço das condições de biossegurança das granjas avícolas, de forma contínua, visando proteger o plantel avícola e manter a condição sanitária do nosso Estado”, ressaltou Groff.

Sobre a gripe aviária e notificação de casos suspeitos

A influenza aviária, também conhecida como gripe aviária, é uma doença viral altamente contagiosa que afeta, principalmente, aves, mas também pode infectar mamíferos, cães, gatos, outros animais e mais raramente humanos.

Entre as recomendações, estão que as pessoas não se aproximem ou tentem socorrer animais feridos ou doentes e não se aproximem de animais mortos. Todas as suspeitas de influenza aviária, que incluem sinais respiratórios, neurológicos ou mortalidade alta e súbita em animais devem ser notificadas imediatamente à Secretaria da Agricultura através da Inspetoria de Defesa Agropecuária mais próxima ou através do WhatsApp (51) 98445-2033.

Fonte: Assessoria Ascom Seapi
Continue Lendo

Avicultura

Conflito no Oriente Médio pressiona exportações brasileiras de frango

Risco sobre rotas marítimas estratégicas pode elevar fretes, seguros e custos de energia, com impacto nas margens do setor.

Publicado em

em

Foto: Shutterstock

A intensificação das tensões entre Irã, Israel e Estados Unidos reposiciona o risco geopolítico no radar do agronegócio brasileiro. Embora não haja, até o momento, interrupção formal de contratos, o setor avalia que o impacto pode se materializar por meio de custos logísticos mais elevados, volatilidade cambial e pressão sobre insumos energéticos.

O Oriente Médio é destino relevante para a pauta agropecuária do Brasil. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços indicam que milho, açúcar e carnes de aves figuram entre os principais produtos embarcados para a região. As carnes de frango e miúdos comestíveis respondem por 14,5% das exportações brasileiras destinadas a esses mercados, atrás apenas de milho e açúcar.

A dependência regional de importações de proteína animal mantém a demanda estruturalmente ativa. A preocupação, segundo representantes do setor, não está na absorção do produto, mas na previsibilidade operacional.

Logística no centro da incerteza

Foto: Claudio Neves

O foco das atenções recai sobre corredores marítimos estratégicos, como o Estreito de Ormuz e o Mar Vermelho, por onde transita parcela expressiva do comércio global de energia e mercadorias. Qualquer instabilidade nessas rotas tende a encarecer o frete marítimo, elevar prêmios de seguro e alongar prazos de entrega.

Em nota, a Associação Brasileira de Proteína Animal afirmou que acompanha a evolução do cenário. “A ABPA e suas associadas estão mapeando e monitorando os pontos críticos à logística na área influenciada pelo conflito. Neste momento, o setor analisa rotas alternativas que foram utilizadas em outras ocasiões de crises na região”, informou a entidade.
A associação ressalta que “não há embarques significativos de carne de frango para o Irã”, o que reduz o risco de impacto direto sobre contratos bilaterais com o país. O efeito esperado, portanto, é indireto e sistêmico.

Petróleo e frete como vetores de transmissão

A região é peça central na oferta global de petróleo. Em momentos de escalada militar, o preço da commodity tende a reagir, influenciando tanto o custo do bunker, combustível utilizado por navios, quanto despesas com transporte terrestre e produção industrial.

Foto: Ari Dias

Análise publicada pela Farmnews aponta que a principal via de transmissão da crise para o agro brasileiro deve ocorrer por meio da energia e dos fertilizantes. “Crises geopolíticas na região não necessariamente derrubam a demanda por alimentos, mas aumentam a imprevisibilidade operacional”, destaca o estudo.

Para o frango brasileiro, que opera em ambiente de forte concorrência internacional e margens ajustadas, qualquer elevação de frete ou atraso logístico pode comprimir resultados. O mesmo raciocínio vale para milho e açúcar, que lideram a pauta regional.

No curto prazo, exportadores avaliam rotas alternativas e monitoram contratos de frete. No médio prazo, a trajetória do petróleo e o comportamento do transporte marítimo devem definir a extensão dos impactos sobre custos e competitividade.

Até aqui, o fluxo comercial segue sem ruptura formal. O ponto de atenção está no custo de manter esse fluxo em um ambiente de risco elevado.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.