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Notícias Durante visita à ExpoUmuarama

Darci Piana exalta importância da agroindústria do Paraná

Governador em exercício citou obras e projetos que beneficiam a região Noroeste e lembrou da missão comercial liderada pelo governador Ratinho Junior ao Japão e Coreia do Sul, que busca a abertura de novos mercados consumidores para as carnes de porco e boi produzidas no Paraná.

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Governador em exercício Darci Piana: "O Paraná cresce em torno de 12% ao ano na nossa produção do agronegócio e precisa ter escoamento para isso tudo"

O governador em exercício Darci Piana destacou a importância do agronegócio durante a sua participação na ExpoUmuarama na última sexta-feira (10). Ele participou de um encontro com prefeitos da Associação dos Municípios de Entre Rios (Amerios) e empresários do setor agroindustrial, a quem citou investimentos feitos e novos projetos que vão alavancar ainda mais a economia regional.

Fotos: Camila Tonett

“O Paraná cresce em torno de 12% ao ano na nossa produção do agronegócio e precisa ter escoamento para isso tudo. No porto, por exemplo, estamos ampliando a capacidade de carga com o Moegão, em função do projeto da Nova Ferroeste, que será licitada em breve e vai melhorar o escoamento da produção. Na região Noroeste, temos obras como a Estrada Boiadeira e a duplicação da PR-323, além das novas concessões rodoviárias programadas para ampliar a capacidade das estradas”, apontou Piana.

O Estado é o maior produtor de proteína animal do Brasil e neste ano também deve bater o recorde ne produção da safra de soja. O agronegócio é responsável por mais de 30% do PIB estadual.

Piana também disse que o Governo do Estado estimula a produção agropecuária com diversos programas próprios. Desde 2019, a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento firmou convênios que garantiram implementos agrícolas, panificadoras e hortas comunitárias, Central de Alimentos e veículos aos municípios do Noroeste. Também houve a liberação de R$ 32,3 milhões em créditos do RenovaPR e a readequação de 142 quilômetros de estradas rurais.

Coopera Paraná, Compra Direta, Trator Solidário e Banco do Agricultor também são exemplos de iniciativas que valorizam ainda mais o produtor rural, com garantia de compra da produção, apoio para a realização de novos investimentos e juros subsidiados para transformação energética.

O governador em exercício ainda lembrou que a missão comercial internacional liderada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior deverá gerar resultados

positivos para o agronegócio de todo o Estado, incluindo a região Noroeste.

“Nosso governador está no Japão procurando abrir novos mercados para vender os produtos que nós produzimos aqui, principalmente a carne de suíno e carne de gado. É uma medida que reconhece o esforço dos produtores paranaenses e que dará a oportunidade deles ganharem mais, ajudando também a economia do Paraná”, concluiu.

ExpoUmuarama

A feira está em sua 48ª edição nacional e 21ª internacional com o objetivo de demostrar, através dos seus vários segmentos, o potencial econômico do município e do Noroeste do Paraná. São 11 dias de festa, de 9 a 19 de março, com expectativa de aproximadamente 300 mil visitantes e R$ 85 milhões de movimentação de negócios gerais.

A tradição da pecuária e a força da agricultura se unem às alternativas tecnológicas a serviço do agronegócio, proporcionando um cenário de horizontes para o campo e a cidade. A exposição também se destaca como vitrine da indústria, comércio e prestação de serviços, com presença de empresas do ramo moveleiro, gastronômico, metal mecânico e vestuário. A programação artística atrai grandes nomes da música nacional, que também tem entre os seus atrativos o rodeio transformando a Expo Umuarama em uma das grandes festas do circuito nacional.

Na avaliação do prefeito de Umuarama, Hermes Pimentel da Silva, a ExpoUmuarama serve como vitrine para expor o potencial econômico da região Noroeste. “Tudo o que produzimos está sendo mostrado na feira para mais de 300 mil pessoas”, disse. “É também uma oportunidade para agradecer o Governo do Estado por intervenções como a duplicação da PR-323, que dará uma nova visibilidade para a região de Umuarama, melhorando o fluxo e reduzindo acidentes”, complementou o prefeito, mencionando a obra que deve ser concluída nos próximos meses.

Amerios

Fundada em 1970, a associação tem como objetivo ampliar e fortalecer a capacidade administrativa, econômica e social dos 21 municípios participantes: Alto Paraíso, Alto Piquiri, Altônia, Brasilândia do Sul, Cafezal do Sul, Cruzeiro do Oeste, Douradina, Esperança Nova, Francisco Alves, Icaraíma, Iporã, Ivaté, Maria Helena, Mariluz, Nova Olímpia, Perobal, Pérola, São Jorge do Patrocínio, Tapira, Umuarama e Xambrê.

Fonte: AEN

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China, Paraguai e Palau abrem mercados para produtos agropecuários brasileiros

Novos acordos sanitários ampliam oportunidades para exportação de cálculos biliares bovinos, suínos vivos e carnes de diferentes espécies.

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As autoridades sanitárias da China, do Paraguai e de Palau aprovaram novos requisitos que permitem a entrada de produtos agropecuários brasileiros nesses mercados. As medidas envolvem a exportação de cálculos biliares bovinos para o mercado chinês, suínos vivos destinados ao abate para o Paraguai e carnes bovina, ovina, caprina e suína para Palau.

Com a China, o Brasil assinou um protocolo sanitário que estabelece as condições para exportação de cálculos biliares bovinos. O produto, utilizado principalmente pela indústria de Medicina Tradicional Chinesa, passa a ter regras definidas para inspeção, certificação e controle das remessas entre os dois países.

O acordo amplia o comércio de um subproduto da cadeia pecuária brasileira e cria uma nova possibilidade de aproveitamento econômico de materiais provenientes da produção bovina. A China é um dos principais destinos das proteínas animais brasileiras e tem papel estratégico para a expansão das exportações do agronegócio nacional.

No Paraguai, as autoridades sanitárias aprovaram o modelo de Certificado Sanitário Internacional (CSI) para a exportação de suínos vivos brasileiros destinados ao abate. A medida estabelece o padrão documental necessário para os embarques e abre uma nova alternativa comercial para a cadeia suinícola nacional.

Já Palau aprovou os modelos de CSI para importação de carnes bovina, ovina, caprina e suína produzidas no Brasil. Com a aprovação dos certificados, empresas brasileiras poderão iniciar os procedimentos de habilitação e atender aos requisitos sanitários exigidos pelo país insular.

As aberturas fazem parte da estratégia brasileira de ampliar o acesso a mercados internacionais por meio de acordos sanitários. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), uma abertura de mercado ocorre quando o país importador reconhece que as garantias sanitárias oferecidas pelo Brasil atendem aos seus requisitos para determinado produto.

Impacto para o agro
A ampliação de destinos comerciais reduz a dependência de poucos compradores e aumenta as possibilidades de comercialização para diferentes cadeias produtivas. No caso das carnes, a abertura de novos mercados ocorre em um momento de busca por maior diversificação das exportações brasileiras de proteína animal.

Além dos produtos tradicionais, como carne bovina e suína, o avanço de negociações envolvendo subprodutos de origem animal mostra a tentativa da indústria de ampliar o aproveitamento econômico da produção pecuária brasileira.

Fonte: O Presente Rural
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Brasil e China discutem avanço de acordo comercial e cooperação em tecnologia

Negociações para um acordo Mercosul-China entram na agenda bilateral, que também inclui parcerias em inteligência artificial, satélites, minerais críticos e fertilizantes.

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Imagem criada por Jaqueline Galvão/OP Rural/ChatGPT

O avanço das negociações para um possível acordo de livre comércio entre o Mercosul e a China esteve entre os temas tratados em uma conversa telefônica realizada no domingo (26) entre os governos dos dois países. A discussão ocorreu em meio ao esforço para ampliar a integração econômica e a cooperação em áreas estratégicas.

Foto: Divulgação

Segundo nota divulgada pela Secretaria de Comunicação Social (Secom), houve convergência sobre a necessidade de acelerar as tratativas para um acordo que envolva os dois blocos comerciais. O comunicado informou que as partes defenderam a importância de acelerar as tratativas para um acordo Mercosul-China, que contemple as necessárias flexibilidades.

Além da agenda comercial, a conversa abordou projetos nacionais de desenvolvimento e a ampliação da cooperação em setores considerados estratégicos, como inteligência artificial, satélites, beneficiamento de minerais críticos e comércio de fertilizantes.

Os dois governos também destacaram o desempenho das relações comerciais bilaterais e avaliaram iniciativas recentes de aproximação, como a isenção de visto para viagens de curta duração entre os países, em vigor desde maio, e as ações previstas no Ano Cultural Brasil-China 2026.

Conflitos internacionais

Os impactos dos conflitos globais sobre a segurança alimentar e energética também fizeram parte da pauta. Segundo

Foto: Beto Barata/Agência Brasil

a Secom, os dois países manifestaram preocupação com a continuidade da crise humanitária em Gaza. “Os presidentes expressaram profunda preocupação com a continuidade da situação humanitária em Gaza”, informou o comunicado.

Outro ponto discutido foi a instabilidade provocada pelas restrições à navegação em importantes rotas marítimas, como os estreitos de Ormuz e Bab el-Mandeb. Na avaliação dos governos, eventuais interrupções nesses corredores podem afetar a economia mundial.

Brasil e China também destacaram a atuação do Grupo de Amigos da Paz, iniciativa liderada pelos dois países na Organização das Nações Unidas (ONU) voltada à busca de soluções diplomáticas para conflitos internacionais, incluindo a guerra na Ucrânia.

Apesar das críticas à atuação do Conselho de Segurança da ONU diante das crises globais, os dois governos reafirmaram a defesa do multilateralismo e o compromisso de ampliar a coordenação em fóruns internacionais.

Fonte: O Presente Rural com Agência Brasil
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Inscrições para prêmio de inovação em fertilizantes terminam nesta segunda-feira

Associação Nacional para Difusão de Adubos vai reconhecer pesquisas acadêmicas sobre fertilizantes, manejo do solo e tecnologias para o agronegócio, vencedor será anunciado em agosto, durante o Congresso Nacional de Fertilizantes.

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Foto: Divulgação

Estudantes de graduação e pós-graduação das áreas de agronomia e cursos correlatos têm até esta segunda-feira (27) para se inscrever na 5ª edição do Prêmio Carlos Florence, promovido pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA). A iniciativa busca estimular a produção de pesquisas e trabalhos acadêmicos voltados à inovação e ao desenvolvimento do setor de fertilizantes.

Foto: Hedeson Alves/Tecpar

Podem concorrer artigos científicos, ensaios, monografias, dissertações e teses desenvolvidos em instituições de ensino superior brasileiras. Os trabalhos devem abordar temas relacionados ao tratamento e uso do solo, inovação e desenvolvimento de produtos, além de gestão e tecnologias de aplicação de fertilizantes.

Nesta edição, o regulamento também contempla pesquisas alinhadas ao movimento internacional Nutrientes para a Vida (Nutrientes for Life), que destaca a importância biológica, ambiental e econômica dos fertilizantes para a produção de alimentos e para a sustentabilidade da agricultura.

Os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora com base em quatro critérios. Inovação e viabilidade de aplicação terão peso 40 cada, enquanto objetividade e clareza receberão peso 20 cada na composição da nota final.

O vencedor será conhecido durante o 13º Congresso Nacional de Fertilizantes, marcado para 25 de agosto.

Foto: Hedeson Alves/Tecpar

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas no site da ANDA, onde também estão disponíveis o edital e as orientações para envio dos trabalhos.

Criado para homenagear Carlos Florence, um dos principais especialistas brasileiros no setor de fertilizantes, o prêmio leva o nome do ex-diretor-executivo da Associação dos Misturadores de Adubos do Brasil (AMA), falecido em 2021. Florence acompanhou as principais transformações da indústria de fertilizantes no país e também se destacou como cronista e escritor.

Fonte: Assessoria ANDA
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