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Curso de sanidade em piscicultura acontece na Unesp em Jaboticabal

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Com o objetivo de difundir novas tecnologias e técnicas de criação, além de troca de conhecimentos, a Nutreco Brasil, com seu Programa de Nutrição para Aquicultura – Fri-Aqua, patrocina entre os dias 16 e 18 de julho o curso “Sanidade em piscicultura: Prevenção de enfermidades garantia de saúde e produtividade”, no Centro de Convenções da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Jaboticabal (SP). O curso tem vagas limitadas e carga horária total de 25 horas, entre aulas teóricas e práticas. A expectativa é reunir 250 participantes.
O curso é direcionado a piscicultores, técnicos, extensionistas, pesquisadores, alunos de graduação e pós-graduação, com coordenação da técnica em piscicultura da Nutreco Brasil Daniela Nomura Varandas, que também é zootecnista e mestre em aquicultura, e de Fabiana Pilarski bióloga/pesquisadora do Centro de Aquicultura da Unesp na área de Sanidade de Organismos Aquáticos.
Em sua sétima edição, o curso é realizado anualmente e conta desde o primeiro ano de realização com a parceria da Nutreco Brasil. “Sempre apoiamos a iniciativa e é sempre muito positivo. É a oportunidade de troca de conhecimento e experiências. Representantes das maiores aquiculturas do País já confirmaram presença”, afirma Daniela Nomura.
Para Fabiana Pilarski é a oportunidade ideal para adquirir e trocar conhecimento e experiências com outros participantes e com os palestrantes, além da descoberta de novas tecnologias e do que países líderes na produção de peixes estão utilizando mais moderno. “Por meio das aulas práticas demonstrativas de produtos e equipamentos e também nas palestras oferecidas, o foco principal do curso é fazer com que todos entendam a importância de prevenir doenças, evitando perdas e grandes prejuízos”, enfatiza.
Os participantes terão aulas práticas com duração de um período, onde aprenderão a importância de saber utilizar e manusear corretamente um microscópio e realizarão uma aula sobre anatomia e fisiologia de peixes. “Com isso, eles aprendem a identificar os principais sinais clínicos de enfermidades parasitárias e bacterianas nos peixes, bem como visualizam esses patógenos no microscópio, tirando fotos e guardando em arquivos para levarem a suas pisciculturas”, informa Fabiana.
A proposta do curso é enfatizar aos participantes sobre a importância de se atualizar e modernizar a produção brasileira, a exemplo do que acontece em países como Chile e Noruega, que trabalham exclusivamente com a prevenção de enfermidades, utilizando medidas de biosseguridade, reduzindo o uso de antibióticos e produtos químicos e para produzir um peixe sustentável que realmente contribua com a saúde do consumidor.
Mais informações:
http://www.caunesp.unesp.br/eventos/Curso_Sanidade_jul_2014/Folder.pdf
 
 
Sobre a Nutreco
A Nutreco é uma das líderes globais em nutrição animal e rações para peixe. Suas avançadas soluções de produtos estão na origem da alimentação de milhões de consumidores do mundo inteiro. Qualidade, inovação e sustentabilidade são princípios norteadores, incorporados à cultura da Nutreco desde a pesquisa e aquisição de matérias-primas até produtos e serviços para produtores e criadores. A experiência de 100 anos aporta à Nutreco uma rica herança de conhecimento e experiência na construção de seu futuro.
Com foco em ciência e tecnologia, a Nutreco possui 10 centros de pesquisa, localizados em países como Holanda, Noruega, Espanha, Canadá, China, entre outros. Presente em 30 países, com vendas em 80 países, a Nutreco emprega cerca de 10.000 pessoas.
No Brasil, a Nutreco iniciou suas atividades ao adquirir duas empresas holandesas com operações no país: a Selko em 2002 e a Sloten em 2005. Em 2009, a Nutreco adquiriu 51% das ações da Fri-Ribe, uma das principais produtoras de ração completa do Brasil, criando a joint venture Nutreco Fri-Ribe. Após dois anos de forte desenvolvimento e cooperação, em março de 2012 a Nutreco assumiu o controle total da empresa, hoje conhecida como NUTRECO BRASIL NUTRIÇÃO ANIMAL LTDA.
Em abril de 2012, consolidando sua posição de destaque no mercado brasileiro de nutrição animal, a Nutreco Brasil adquiriu a brasileira Bellman Nutrição Animal, especializada em suplementos minerais de alta tecnologia para ruminantes.
A Nutreco Brasil produz alimentos para várias espécies de animais como camarões, peixes, bovinos de corte e de leite, equinos, aves, suínos, ovinos e cães, entre outros. Atualmente, a companhia conta com sete fábricas estrategicamente localizadas em seis estados: São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Ceará e Piauí.

Fonte: Ass. Imprensa da Nutreco

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Notícias São Paulo

Campanha de vacinação contra Brucelose no primeiro semestre acaba na próxima terça-feira, 30 de junho

Por se tratar de uma vacina viva, passível de infecção para quem a manipula, a vacinação deve ser feita por um médico-veterinário cadastrado que, além de garantir a correta aplicação do imunizante, fornece o atestado de vacinação ao produtor.

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Foto e texto: Assessoria

A Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) informa que a Campanha de vacinação contra a Brucelose no primeiro semestre acaba na próxima terça, dia 30 de junho. A campanha subsequente referente ao segundo semestre de 2026 tem início na quarta-feira, dia 1º de julho com prazo para imunização das bezerras bovinas e bubalinas de três a oito meses de idade até 31 de dezembro.

Por se tratar de uma vacina viva, passível de infecção para quem a manipula, a vacinação deve ser feita por um médico-veterinário cadastrado que, além de garantir a correta aplicação do imunizante, fornece o atestado de vacinação ao produtor.

A relação dos médicos-veterinários cadastrados na Defesa Agropecuária para realizar a vacinação em diversos municípios do Estado de São Paulo está disponível em Link.

A declaração de vacinação deve ser feita pelo médico-veterinário responsável pela imunização, que, ao cadastrar o atestado de vacinação no sistema informatizado de gestão de defesa animal e vegetal (GEDAVE) em um prazo máximo de quatro dias a contar da data da vacinação e dentro do período correspondente à campanha, validará a imunização dos animais.

A exceção acontecerá quando houver casos de divergências entre o número de animais vacinados e o saldo do rebanho declarado pelo produtor no sistema GEDAVE.

Em caso de incongruências, o médico-veterinário e o produtor serão notificados das pendências por meio de mensagem eletrônica, enviada ao e-mail cadastrado junto ao GEDAVE. Neste caso, o proprietário deverá regularizar a pendência para a efetivação da declaração. 

O modelo alternativo de identificação – o primeiro do país aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) – de vacinação contra a Brucelose trata-se de uma alternativa não obrigatória à marcação a fogo que além do bem-estar animal, estimula a produtividade e a qualidade do manejo, além de aumentar a segurança do produtor e do veterinário responsável pela aplicação do imunizante.

É estabelecido o botton amarelo para a identificação dos animais vacinados com a vacina B19 e o botton azul passa a identificar as fêmeas vacinadas com a vacina RB 51. Anteriormente, a identificação era feita com marcação à fogo indicando o algarismo do ano corrente ou a marca em “V”, a depender da vacina utilizada.

Para o caso de perda, dano ou qualquer alteração que prejudique a identificação, deverá ser solicitada nova aplicação que deverá ser feita ao médico-veterinário responsável pela aplicação ou ainda, para a Defesa Agropecuária.

Havendo a impossibilidade da aquisição do botton, o animal deverá ser identificado conforme as normativas vigentes do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT).

A Defesa Agropecuária informa ainda que o uso do botton só é válido dentro do Estado de São Paulo, não sendo permitido o trânsito de animais identificados de forma alternativa para demais estados da federação.

 

Fonte: Assessoria
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Notícias Rio Grande do Sul

Febrac reforça prazo para declaração anual de rebanho no Rio Grande do Sul

Atualização deve ser feita por produtores rurais até 30 de junho e abastece a base de dados da defesa sanitária animal

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Foto: Divulgação

Produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça a orientação a criadores, pecuaristas e associados para que façam a atualização dentro do prazo estabelecido.

De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a campanha busca chamar a atenção para a qualidade dos registros sobre rebanhos e propriedades rurais. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, destaca.

Segundo Martins, a atualização da base de dados ajuda o sistema de defesa agropecuária a organizar respostas em caso de ocorrências sanitárias. Para o dirigente, a precisão dos registros interfere diretamente na capacidade de atuação diante de situações que possam afetar a pecuária gaúcha. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, afirma.

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à declaração do Imposto de Renda, pelo caráter periódico e pela necessidade de atualização dos dados. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser realizada pela internet, no Produtor Online, do Sistema de Defesa Agropecuária, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul. O atendimento presencial também ocorre nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins afirma que a orientação da Febrac é para que os produtores não deixem a entrega para o fim do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, conclui.

 

Fonte: Assessoria
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Notícias

Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

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Foto: Divulgação

A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
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