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Empresas Soja

Cultura da soja ganha primeiro multissítio biológico no combate à ferrugem asiática da soja

Além da proteção da parte aérea da planta, esta tecnologia proporciona aumento no rendimento da cultura

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Foto: Divulgação Jacto

A partir deste mês de setembro, os produtores de soja podem contar com o maior aliado para o controle da ferrugem asiática da soja: o Bio-Imune, fungicida e bactericida biológico da linha Biovalens do Grupo Vittia. O multissítio biológico possui uma formulação inovadora e superconcentrada, que atua diretamente na parte aérea das plantas, realizando ampla proteção e fortalecendo seu crescimento. Como resultado, o produto melhora a sanidade e a qualidade da lavoura de soja.

Atualmente, a ferrugem asiática da soja é considerada uma das principais doenças da cultura, principalmente, por ser encontrada em quase todas as regiões do país e por seu potencial de dano. O fungo causador desta doença, Phakopsora pachyrhizi, provoca a desfolha precoce, interferindo na formação das vagens e enchimento de grãos e, como consequência, reduzindo a produtividade da lavoura.

De acordo com Cibele Medeiros, Gerente de Desenvolvimento de Mercado do Grupo Vittia, a autorização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para a aplicação do Bio-Imune no controle da ferrugem representa uma importante conquista para o agronegócio brasileiro. “Ele é o primeiro e único defensivo biológico com ação comprovada – e agora registrado contra esse patógeno que acarreta em grandes prejuízos para o setor no país”, afirma.

O Bio-Imune foi desenvolvido a partir do isolado BV02 da bactéria Bacillus subtilis. Sua formulação possui endósporos de BV02 e seus metabólitos, como exemplo as enzimas e lipopeptídeos surfactina, iturina e fengicina. Tais metabólitos, atuam indiretamente pela ativação de mecanismos de defesa da planta, e diretamente inibindo a germinação de esporos de Phakopsora pachyrhizi. O endósporo de BV02 quando aplicado nas plantas, germina e coloniza a superfície das folhas, formando um biofilme rico nestes lipopeptídeos e enzimas que protegem as plantas contra patógenos. Por ser um multissítio biológico, ou seja possuir vários mecanismos de ação, Bio-Imune contribui significativamente no manejo de resistência da Phakopsora pachyrhizi.

Um ponto importante, é que por possuir endósporos do isolado BV02, que são extremamente resistentes às variações ambientais, a aplicação de Bio-Imune é recomendada em todas as regiões produtoras de soja do Brasil.

O fungicida e bactericida biológico da Grupo Vittia é um produto que vai além da proteção das plantas. Por contar com a biossíntese de compostos promotores de crescimento vegetal em seu processo exclusivo de produção, Bio-Imune estimula o maior desenvolvimento da cultura até o enchimento de grãos, resultando em maior produtividade para a lavoura. Além disso, contribui para a diminuição do uso de defensivos de alta toxidade na soja e reduz a exposição dos técnicos e produtores aos pesticidas químicos.

Para o Grupo Vittia, Inovação e Compromisso com o Meio Ambiente são valores fundamentais. A criação e desenvolvimento desse multissítio biológico, além de ser uma tecnologia exclusiva, contribui com a ausência de resíduos no produto final e um risco muito pequeno de poluição ao solo, ao ar ou a água. Assim, colocando em exercício suas políticas de melhores práticas ambientais, sociais e de governança – ESG, o Grupo evidencia a sua estratégia de crescimento para os próximos anos.

“O Bio-Imune terá um papel fundamental na ampliação do controle da ferrugem asiática de soja no país. Os produtores contam com uma ferramenta inovadora e diferenciada que alia a ampla proteção da planta à produtividade da lavoura e a conservação do meio ambiente”, define Cibele. O produto possui carência zero e flexibilidade de aplicação, podendo ou não ser associada aos defensivos químicos.

Lançado no início de 2019, o Bio-Imune possui o registro para o controle de dez patógenos que causam doenças em diferentes culturas em todo o país. Ele também foi o primeiro fungicida e bactericida biológico registrado para o controle da antracnose (Colletotrichum truncatum), doença que afeta a fase inicial da formação das vagens de culturas como soja e feijão. Com a aprovação do MAPA para a ferrugem asiática da soja, o Bio-Imune passa também a ser o primeiro defensivo biológico para controle desta importante doença.

Fonte: Assessoria
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Empresas Suinocultura

Cargill Nutrição Animal  é parceira estratégica do projeto Becker 36

Com foco em entregar 36 leitões desmamados por femêa por ano, a  Nutron, em parceria com outras empresas fornecedoras, formaram um time especializado no Paraná para desenvolvimento do Projeto Becker 36

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Fotos: Divulgação

A Nutron, marca de nutrição animal da Cargill, em conjunto com a Granja Becker e outras empresas parceiras, lançam oficialmente o programa Becker 36 no Paraná. Desde 2019, a Cargill vem trabalhando em parceria com a Granja para que os objetivos determinados em conjunto com o proprietário Sr. Milton Becker, fossem alcançados ano a ano, melhorando os resultados da Granja que já era referência há muito tempo. “Em 2018, foram alcançados resultados de 33 leitões desmamados/fêmea/ano, com peso 201,55 kg/desmamados/fêmea/ano; Em 2019, iniciamos o projeto Becker 35, que tinha objetivo de, em 2 anos, alcançarmos a marca de 35 leitões/fêmea/ano. O resultado alcançado em 2020 foi de 35,42 leitões/fêmea/ano, com um peso de leitegada desmamada de 220,75 kg/desmamados/fêmea/ano; sendo assim, em dois anos de projeto, os índices melhoraram 2,42 leitões a mais por matriz/ano, além do significativo aumento na qualidade dos leitões desmamados”, conta Diana Vivian, Consultora Técnica Regional em Nutrição de Suínos da Cargill/Nutron.

Com o sucesso dos anos anteriores, hoje estamos lançando o Projeto Becker 36, que tem como principal objetivo alcançar a marca de 36 leitões desmamados por fêmea por ano, o que significa entregar mais de 180 mil leitões produzidos no ano, sendo esse indicador  8,3% a mais da média produzida no país. É importante salientar que para melhorar a produtividade e manter a qualidade, é necessário muito mais que estrutura, é fundamental o suporte dos parceiros de nutrição, sanidade e genética, e que estes trabalhem em conjunto e engajados com a direção e funcionários da Granja. “Percebemos que o projeto seria possível com o comprometimento de todos da equipe. E aqui encontramos esse engajamento. Todos estão muito preocupados com o resultado, e sem dúvida, o  Sr. Milton Becker, que é um visionário, um empresário que pensa sempre a frente, possibilitou que os resultados fossem acontecendo para que hoje pudéssemos lançar mais este desafio”, explica Melissa Valentim – Assistente Técnico Comercial da Cargill/Nutron.

Atenção redobrada, quando o assunto é nutrição, os programas estratégicos nutricionais são traçados para cada fase dos suínos de acordo com os objetivos de produtividade. E os cuidados com a nutrição das matrizes, vão desde uma avaliação constante da condição corporal, produtividade e consumo, para adequar e suprir toda a demanda para o máximo desempenho. “No caso da fase de Reprodução, à medida que temos um plantel estável em termos de genética e idade média, a nutrição é ajustada para atendimento do peso reprodutivo do animal. Temos que suprir a matriz da sua demanda para a produção de leitões, anexos reprodutivos e desenvolvimento de glândula mamária. O objetivo é que a fêmea permaneça o maior tempo possível no plantel e com alta produtividade”, conta Diana. Ao mesmo tempo, questões de sanidade também são acompanhadas nesse processo, como explica Tiago Mores – Consultor Técnico Nacional de Manejo e Sanidade da Cargill/Nutron, a relação entre sanidade e nutrição são diretamente proporcionais. “Animais que são bem nutridos e com todas as exigências nutricionais atendidas, conseguimos ter uma imunidade diferenciada, saúde melhor e maior produtividade”, explica.

Além disso, vale lembrar que um bom programa de vacinação é imprescindível para a sanidade a longo prazo, sendo realizada nas matrizes e nos leitões. “Essa aplicação é importante ser realizada ainda na fêmea gestante para que ela repasse esses anticorpos pro leitão no momento que eles nascem e têm acesso ao colostro. O manejo correto de ingestão de colostro ajudará no desenvolvimento da imunidade destes leitões”.

Para o Projeto Becker 36 os resultados são avaliados por um equipe de estatísticos com mais aprofundamento, buscando as oportunidades de melhorias nos indicadores. Uma granja de alto desempenho produtivo precisa de uma boa gestão de dados, pois cada detalhe pode fazer grande diferença nos resultados. “Daqui pra frente é realmente ir mais a fundo nos detalhes, estratégias de nutrição e sanidade que podem ter impacto grande na produtividade das matrizes. Nós desenvolvemos uma nutrição de precisão para as fêmeas da granja Becker, pois são animais de alto potencial genético e estamos indo para a terceira onda de planejamento de fórmulas, olhando para o plantel, sua imunidade, e dando suporte para fêmea ser ainda mais produtiva. Mas, nosso grande aprendizado é que só conseguimos isso com o envolvimento de sanidade, genética e nutrição, uma equipe multidisciplinar que olha 100% do tempo para isso”, conta Melissa.

“Temos hoje aqui na Granja o melhor da melhor assistência técnica, melhor sistema de controle, o melhor trabalho genético e melhor nutrição. A nível Brasil não tenho dúvida que temos algo diferenciado aqui. E isso se dá pela equipe que temos aqui!”, comenta Milton Becker durante o lançamento do projeto

Além da Granja Becker, outras granjas também têm recebido o mesmo formato de trabalho. Equipe dedicada, somada aos profissionais da granja engajados, abordagem técnica e analítica com personalização de nutrição, segundo Diana é a chave para resultados alcançados e ela complementa: “este formato de trabalho é muito assertivo, replicamos para outras granjas, obviamente com metas diferentes, mas nas quais também estamos tendo resultados bem expressivos”, finaliza.

O modelo de trabalho em forma de projeto adotado na Granja Becker baseia-se no entendimento das metas e objetivos do cliente, a partir daí é feito um diagnóstico da granja e uma criteriosa análise dos dados atuais buscando oportunidades de melhoria. A partir disso, é estabelecido um plano de trabalho e entra em campo um time de especialistas em nutrição, sanidade e manejo que, junto com a equipe da granja, estabelecem ações a serem executadas e acompanham toda a implementação. Os resultados são monitorados constantemente e, sempre que necessário, os desvios são corrigidos. Isso faz com que metas sejam alcançadas.

Fonte: Assessoria
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Empresas Avicultura

Kemin anuncia nova gerente de Serviços Técnicos para Avicultura na América do Sul

Kelen Zavarize assume a posição com o objetivo de promover conhecimento técnico entre a equipe comercial e clientes e trazer soluções de nutrição e saúde das aves

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Kelen Zavarize - Divulgação.

Kelen Zavarize, zootecnista com pós-doutorado em nutrição de aves, 12 anos de experiência na área de nutrição animal com ênfase em monogástricos e passagem pela agroindústria, assume a posição de gerente de Serviços Técnicos para Avicultura da Kemin na América do Sul. Ela é responsável por gerar conhecimento técnico, orientar a equipe comercial e os clientes e promover atualização contínua sobre nutrição e saúde animal na divisão de aves.

A especialista destaca sua chegada em um momento de ampliação do departamento técnico da empresa. “O objetivo é trazer mais soluções para clientes através do portfólio da companhia com uso de tecnologias inovadoras. É uma missão especialmente importante neste momento de pressão de custos para o produtor e de crescimento do departamento, o que me deixa entusiasmada”, afirmou.

O diretor de Vendas da Kemin na América do Sul, Marcos Teo, salienta o reforço da equipe técnica. “A Kelen vem para agregar com seu vasto conhecimento na área de produção de frangos da agroindústria, além de trazer uma bagagem acadêmica e técnico-comercial importante”, disse o executivo. Para ele, a contratação faz parte da estratégia da Kemin de ter foco total nos clientes. “Investimos pesadamente em um elevado nível de suporte técnico para o cliente, auxiliando no desenvolvimento de soluções que agreguem valor e rentabilidade à cadeia produtiva”, encerrou.

Fonte: Ass. de Imprensa.
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Empresas

Cobb destaca importância dos ângulos de viragem para melhor eclodibilidade e qualidade do pintinho

Viragem é uma parte muito importante no processo de incubação, mas muitas vezes esquecido. Virar os ovos a cada hora evita que aderência do embrião na membrana da casca do ovo

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Scott Jordan é especialista em Incubação e Serviços Técnicos da Cobb-Vantress. - Foto: Divulgação

Scott Jordan*

Ângulos de viragem incorretos reduzem a eclodibilidade, a qualidade do pintinho e o fluxo de ar dentro da incubadora e aumentam o número de pintinhos mal posicionados. Infelizmente, o impacto negativo das falhas de viragem na primeira semana não pode ser corrigido posteriormente durante a incubação.

O ângulo de viragem ideal para a maioria das incubadoras é de 39-45 graus. Os ângulos de viragem devem ser verificados pelo menos a cada 90 dias em uma máquina de estágio múltiplo. Esta verificação pode ser feita em coordenação com a calibragem de uma máquina de estágio múltiplo.

Enquanto espera que a sonda de temperatura se iguale à temperatura da máquina, aproveite para verificar o ângulo de viragem dentro da máquina. Em máquinas de estágio único, o ângulo de viragem pode ser verificado antes de cada carga ou na transferência.

Registre o ângulo de viragem e quaisquer ajustes feitos nos livros de registro da incubadora. Se ajustes frequentes de correção para o ângulo de viragem forem necessários, verifique se há barras tortas, problemas de mecanismo de viragem, peças desgastadas ou outros problemas mecânicos.

Existem várias ferramentas que podem ser usadas para verificar o ângulo de viragem, incluindo localizadores de ângulo manuais e digitais. Alguns aplicativos estão disponíveis para download e uso em seu telefone que podem ser usados para verificar o ângulo e até mesmo armazenar dados históricos.

Dicas para verificar o ângulo de viragem:

• Em uma máquina com carrinhos portáteis, verifique o carrinho quando estiver carregado de ovos. Um carrinho vazio normalmente vira no ângulo correto, mas quando carregado com ovos, pode não conseguir atingir o ângulo correto.

• Em uma incubadora de prateleiras fixa, verifique os ângulos de giro quando carregada com ovos. Permita que a máquina faça um ciclo completo de viragem a partir do controle. Não vire os ovos manualmente usando a chave de controle antes de verificar o ângulo. Algumas máquinas atingirão o ângulo correto quando viradas manualmente, mas não o farão quando viradas automaticamente.

• Coloque o localizador de ângulo na bandeja de metal onde fica a bandeja de ovos. Se isso não for possível, coloque o localizador de ângulo na extremidade da bandeja.

• É importante verificar todos os carrinhos da máquina. Em alguns casos, o carrinho mais próximo do braço giratório virará corretamente, enquanto o carrinho mais distante do braço giratório virará menos de 39 graus.

• Em uma incubadora de prateleiras fixa, é importante verificar as seções frontais, intermediárias e posteriores em ambos os lados da máquina.

Os ângulos de viragem inferiores a 39º graus reduzem a eclodibilidade em 1-2% e o número de pintinhos de primeira qualidade em 0,5-2,0%. Se o ângulo de viragem for inferior a 39 graus, virar os ovos duas ou quatro vezes por hora pode reduzir o número de embriões mal posicionados.

Algumas incubadoras de prateleiras fixa possuem um design muito simples para ajustar o ângulo de giro. Algumas incubadoras possuem carrinhos individuais que requerem manutenção de buchas de giro ou acopladores para corrigir o ângulo de viragem. Consulte o manual do operador da incubadora para obter detalhes específicos sobre como corrigir o ângulo de viragem.

A viragem do ovo é necessária para o desenvolvimento adequado do embrião, mas o ângulo de giro correto é igualmente importante. Garantir que o ângulo seja de 39-45 graus pode aumentar a eclodibilidade e a qualidade do pintinho, o que maximizará o número de pintinhos comercializáveis produzidos.

 

* Scott Jordan é especialista em Incubação e Serviços Técnicos da Cobb-Vantress.

Fonte: Assessoria Cobb
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