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Cultivar da Embrapa para trigo safrinha no Cerrado é apresentada em Dia de Campo no Distrito Federal
Os pesquisadores Júlio Albrecht e Jorge Chagas apresentaram as principais características e recomendações de manejo da cultivar de trigo sequeiro BRS 404.

Com grãos de alta qualidade industrial e plantas tolerantes à seca e ao calor, a cultivar de trigo sequeiro BRS 404 é a opção disponibilizada pela Embrapa aos produtores interessados no cultivo do trigo safrinha na região do Cerrado do Brasil Central. A variedade foi apresentada a cerca de 130 técnicos, consultores e produtores rurais no Dia de Campo promovido pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF) no dia 11 de julho no Núcleo Rural Tabatinga, no DF. No local, a cooperativa conduz um ensaio de trigo safrinha com cultivares da Embrapa e das empresas Biotrigo, OR Sementes e Semevinea.
“Um dos desafios do País é ser autossuficiente na produção de trigo, e a fronteira é o Cerrado” afirmou o vice-presidente da Coopa-DF, Leandro Maldaner, na abertura do evento. Para o responsável técnico da cooperativa, Cláudio Malinski, a cultura do trigo safrinha está se consolidando na região, e os produtores já estão conseguindo manejá-la. Ele destacou a importância do trigo para o sistema de produção: “Os produtores que têm utilizado essa cultura em suas atividades, além de terem um retorno com ela, têm um retorno na cultura que a sucede. E como nós produzimos no sistema de sequeiro, cuja colheita ocorre no mês de julho e no princípio de agosto, a qualidade é muito boa. Isso é um diferencial do trigo do Cerrado em relação aos demais trigos do Brasil”, afirmou.
O supervisor de Transferência de Tecnologia da Embrapa Cerrados, Sérgio Abud, disse que o Dia de Campo é um importante momento de troca de experiências na região, e que o trigo é uma cultura que vem para contribuir de forma significativa com o sistema de produção. “O trigo sequeiro aqui tem uma média de produtividade em torno de 40 a 50 sc/ha, com produtores já superando 60 sc/ha. A Embrapa tem trabalhado fortemente no desenvolvimento do sistema de produção do trigo para o Cerrado como um todo. Devemos ter hoje mais de 350 mil ha de trigo plantados na região. Isso mostra que temos muito o que crescer, mas também que já alcançamos muito do que esperamos”, avaliou.
Abud salientou que os cuidados com o sistema de produção são de grande importância para o sucesso no cultivo do cereal. Ele lembrou que a brusone, principal doença que acomete a triticultura na região, é um problema sério, mas que tem sido mitigado graças ao trabalho dos pesquisadores com biotecnologia e à genética das variedades mais recentes, que trazem menor sensibilidade à doença fúngica. “Sabemos que devemos seguir as recomendações, principalmente em relação à época de plantio, para que não tenhamos muitos problemas com as inseguranças com o cultivo do trigo”, acrescentou.
Nesse sentido, ele recomendou que os produtores e técnicos acessem as informações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ferramenta desenvolvida pela Embrapa que auxilia na tomada de decisão quanto à época de plantio, permitindo a minimização dos riscos climáticos no cultivo do trigo e de outras 43 culturas. As informações podem ser encontradas no aplicativo gratuito Zarc – Plantio Certo.
BRS 404 e os diferenciais como planta no campo e grão para a indústria
Os pesquisadores Júlio Albrecht, da Embrapa Cerrados (DF), e Jorge Chagas, da Embrapa Trigo (Passo Fundo, RS), apresentaram as principais características do trigo sequeiro BRS 404 e como deve ser feito o manejo da cultivar. A variedade foi desenvolvida para o sistema de produção de segunda safra (safrinha) no Cerrado, apesar de alguns produtores já a terem utilizado sob pivôs de irrigação, alcançando produtividades de 100 sc/ha.
O cultivo da BRS 404 é indicado para o Distrito Federal e os estados de Minas Gerais e Goiás, em altitudes acima de 800 metros, que são as recomendadas para o trigo safrinha. “É um dos melhores materiais em termos de tolerância à seca e ao calor, que são características fundamentais para o trigo safrinha, e não reduz o PH* mesmo numa condição mais desfavorável”, disse Albrecht.
As plantas da cultivar apresentam ciclo precoce (90 a 110 dias em sistema sequeiro); porte alto, tolerância ao alumínio do solo; boa tolerância às manchas amarela e marrom e boa resistência à debulha. Em função da brusone, como toda cultivar de trigo, requer um tratamento preventivo com fungicidas.
O pesquisador atentou para o fato de que o ano de 2023 foi excepcional em termos climáticos, com chuvas bem distribuídas durante o ciclo do trigo safrinha, o que favoreceu o desenvolvimento das plantas. “Não foi um ano normal, então veremos lavouras com altas produtividades e qualidade”, projetou.
Por outro lado, Albrecht alertou que o trigo safrinha é uma lavoura de alto risco. “Ele é cultivado no final do período das chuvas e com alta pressão de ocorrência de doenças principalmente da brusone”, disse, justificando por que a Embrapa desenvolve pesquisas não apenas sobre o desenvolvimento de cultivares, mas também sobre o manejo da cultura, a fim de gerar recomendações aos produtores.
A cultivar BRS 404 tem alta liquidez, sendo classificada como trigo pão. Apresenta farinha branca, porém não é um trigo branqueador. A força de glúten (W), relacionada à quantidade de proteínas, é acima de 250, e a estabilidade da farinha é alta (tempo de batimento de massa acima de 10,4 minutos), o que atende às exigências da indústria moageira.
O PH é, em média, de 80 kg/hL mesmo com baixa precipitação, e o peso de mil sementes (PMS), medida utilizada para calcular a densidade da semeadura, é em média de 40 gramas. O rendimento de grãos pode variar de 30 sc/ha (com 60 a 70 mm de chuva, comprovando a tolerância à seca) a 70 sc/ha (com 160 mm de chuva).
Recomendações de manejo para uma lavoura de alto risco
A BRS 404 pode ser semeada a lanço ou, preferencialmente, com semeadora. Apesar de mais simples e rápida, a semeadura a lanço requer maior quantidade de sementes (cerca de 30% a mais) e a incorporação das mesmas, o que implica no revolvimento da palhada do solo utilizada no plantio direto. Já o uso da semeadora proporciona o uso mais eficiente de fertilizantes, que são aplicados diretamente nas linhas de plantio; a uniformidade do arranjo de plantas, favorecendo a aplicação dos defensivos agrícolas; a conservação do plantio direto; além de possibilitar o uso de herbicidas pré-emergentes.
A cultivar é indicada para plantio em março, sendo mais recomendada entre os dias 15 e 30 na região do Distrito Federal, Goiás e no Noroeste de Minas Gerais. “É um material moderadamente suscetível à brusone, então ele não pode receber muita chuva na fase de espigamento”, alertou Jorge Chagas.
O pesquisador acrescentou que o produtor pode planejar o plantio de verão de uma variedade de soja de ciclo mais tardio para o cultivo subsequente do trigo BRS 404. “Ele pode ganhar um pouco mais na soja e terá a oportunidade de plantar essa cultivar de trigo, que é tolerante à seca e ao calor”, disse.
Quanto à densidade de semeadura, Chagas recomendou a observação do PMS e da germinação do lote. Ele mostrou dados de ensaios em Uberaba e Santa Juliana (MG), na Coopa-DF e na Embrapa Cerrados que levaram à definição de 250 a 300 sementes viáveis/m2 como densidade ideal para a região, sendo 42 a 52 plantas/metro linear, tendo em vista a maior rentabilidade possível.
Júlio Albrecht apontou que um erro de muitos produtores, principalmente daqueles que iniciam na cultura, é o de querer utilizar uma densidade de semeadura maior que a recomendada por acreditar ser necessário ter mais plantas, uma vez que se trata de um sistema de sequeiro. “Na verdade, é o contrário: você tem que ter menos plantas. Há um custo menor com sementes. Os dados mostram que não é preciso colocar uma densidade muito alta porque não haverá resposta”, disse.
Ao falarem sobre as recomendações de adubação, os pesquisadores explicaram que a adubação com nitrogênio deve ser de 10 a 20 kg/ha na base e de 30 kg/ha em cobertura. A aplicação deve ser feita até 15 dias após a germinação, não devendo ser realizada tardiamente. A cultivar não necessita de regulador de crescimento.
O pesquisador apresentou dados de ensaios com a cultivar em diferentes locais, mostrando aplicações do adubo nitrogenado em cobertura em doses crescentes e os rendimentos de grãos correspondentes. As respostas observadas nos experimentos mostram que a quantidade total de adubo nitrogenado não deve ser superior a 50 kg/ha.
“Se for aplicado mais do que isso e chover bem, o trigo pode acamar. Se chover pouco, você estará jogando nitrogênio fora, porque não haverá umidade para as plantas aproveitarem esse nitrogênio. Então, é preciso focar no custo. Apesar de tolerante à seca, não deixa de ser uma lavoura de risco, ainda que mais baixo que o de outras culturas”, explicou.
“É importante entender que a lavoura de trigo safrinha tem que ser de baixo custo. Os níveis de adubação são baixos porque é uma lavoura de alto risco. É preciso aproveitar a adubação residual da soja. Mesmo assim, você terá boas produtividades”, disse Albrecht. “Como o risco é alto, o investimento tem que ser equilibrado. Quando as chuvas forem bem distribuídas durante o ciclo da cultura, essa cultivar vai produzir e corresponder a tudo o que foi investido na lavoura”, completou Chagas.
Para adquirir as sementes da cultivar de trigo BRS 404, procure as empresas licenciadas pela Embrapa.

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MBRF integra Índice Carbono Eficiente da B3
Empresa passa a integrar o ICO2 após fusão entre Marfrig e BRF, com reconhecimento à gestão das emissões de gases de efeito estufa.

A MBRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, integra a carteira 2026 do Índice Carbono Eficiente da B3 (ICO2 B3), que reconhece empresas com desempenho consistente na gestão e na transparência das emissões de gases de efeito estufa (GEE), contribuindo para o avanço da transição para uma economia de baixo carbono. No processo de avaliação, 94 companhias foram analisadas, das quais 65 foram selecionadas para compor a nova carteira.
Esta é a primeira avaliação da companhia como MBRF, após a fusão entre Marfrig e BRF, concluída em 2025. No ciclo anterior, a Marfrig integrou o ICO2 B3 pelo quinto ano consecutivo, enquanto a BRF participou da carteira pela 14ª vez.
“A inclusão da MBRF na carteira do ICO2 B3 evidencia a robustez das práticas para mitigação e adaptação climáticas da companhia e reflete a consolidação de uma trajetória construída por Marfrig e BRF, já reconhecidas individualmente pela eficiência na gestão das emissões. Agora, ampliamos esse legado, com uma atuação integrada, em maior escala e com compromisso permanente com a agenda climática”, afirma Paulo Pianez, diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais da MBRF.
Criado pela B3 em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o ICO2 avalia indicadores como metas de mudanças climáticas atreladas a remuneração variável dos executivos, reporte público de emissões de gases de efeito estufa, estudo de identificação de riscos e/ou oportunidades relacionados ao clima, plano de transição alinhado à ambição de limitar o aquecimento global a 1,5°C (conforme preconizado pelo Acordo de Paris), metas de descarbonização da cadeia de valor, entre outros.
Mudança do clima
Para mitigar os efeitos da mudança do clima e contribuir para o fortalecimento de uma economia de baixo carbono, a MBRF estabeleceu compromissos e metas de redução das emissões de gases de efeito estufa. Os desafios climáticos foram validados pela Science Based Targets initiative (SBTi) e estão alinhados com o objetivo de limitar o aquecimento global a 1,5º C, conforme estabelecido no Acordo de Paris. O plano de ação está baseado em quatro frentes de ação: cadeia livre de desmatamento, agropecuária de baixo carbono, transição energética e eficiência operacional.
Entre as ações, destacam-se a geração de créditos de carbono certificados, com rentabilidade compartilhada ao longo da cadeia; o desenvolvimento de sistemas integrados de lavoura-pecuária-floresta (ILPF), certificados em parceria com a Embrapa; o uso de fontes renováveis, que já respondem por cerca de 50% da eletricidade consumida nas operações industriais, além da adoção de energia solar em aproximadamente 60% da criação de aves e suínos. A empresa também atua na intensificação e no manejo adequado de pastagens, evitando a supressão de vegetação nativa, investe no Programa de Produção Sustentável de Bezerros da IDH – The Sustainable Trade Initiative, e promove o melhoramento genético integrado que reduz o tempo de preparo dos animais para o abate, contribuindo para a diminuição das emissões.
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Florescimento da soja define potencial produtivo da lavoura
Fatores climáticos, nutrição equilibrada e manejo adequado são decisivos para o pegamento de flores e a formação de vagens.

O florescimento da soja marca uma das fases mais estratégicas do ciclo da cultura, pois é nesse período que se define grande parte dos componentes de produtividade. Aspectos fisiológicos, ambientais e de manejo atuam de forma integrada e podem favorecer ou limitar o pegamento de flores e a formação de vagens, refletindo no rendimento final da lavoura.
Entre os principais fatores que influenciam o florescimento estão o fotoperíodo, a temperatura, a disponibilidade hídrica e a nutrição da planta. Fotoperíodo e temperatura atuam conjuntamente sobre o desenvolvimento da soja, sendo que cada cultivar apresenta exigências específicas de soma térmica para completar seu ciclo.

Foto: Shutterstock
Já o déficit hídrico reduz a divisão e o alongamento celular, diminui a área foliar e o porte das plantas, resultando em menor formação de nós. Como consequência, ocorre redução no número de flores, vagens e grãos, afetando diretamente os componentes de produção.
A nutrição equilibrada também é determinante nessa fase. Todos os macro e micronutrientes são importantes, mas alguns se destacam durante o florescimento da soja, como fósforo, potássio, cálcio, boro, magnésio, cobalto e molibdênio. Esses nutrientes estão diretamente ligados à formação das flores, à polinização, ao transporte de carboidratos, à nodulação e ao enchimento de grãos. Deficiências nutricionais, especialmente de cálcio e boro, podem provocar baixa formação de flores e vagens.
Segundo o PhD em Agronomia em Ciência do Solo, Roni Fernandes Guareschi, além dos fatores abióticos, questões de manejo também interferem no florescimento e, por isso, requerem planejamento e correta execução das práticas agrícolas neste momento. “As análises de solo e foliar permitem identificar e corrigir desequilíbrios nutricionais que comprometem o desenvolvimento da planta e aumentam o risco de abortamento. A escolha de sementes de alta qualidade, de variedades adaptadas à região, o respeito à janela de plantio e um manejo eficiente de pragas e doenças são fundamentais para garantir um florescimento uniforme e dentro do potencial de cada cultivar”, afirma.
Florescimento e o início do verão
A qualidade da semente utilizada na implantação da lavoura exerce forte influência no florescimento. Sementes com alto vigor, boa germinação e sanidade favorecem um estabelecimento mais rápido e uniforme, com sistema radicular mais desenvolvido e maior eficiência na absorção de água e nutrientes, resultando em maior número de flores, vagens e grãos.

Foto: Gilson Abreu
Nesse contexto, o suporte técnico especializado contribui para decisões mais assertivas ao longo do ciclo. “Além de auxiliar na escolha da variedade mais adequada para cada região e condição climática, o time de campo orienta o produtor durante toda a safra com análises de solo e foliar e na seleção correta dos insumos para promover estandes mais uniformes e maior segurança na floração e formação de vagens”, destaca Guareschi.
Com a lavoura em fase reprodutiva e sob condições típicas do início do verão, o produtor deve ter ainda mais atenção ao manejo. “Monitorar a nodulação da soja, acompanhar pragas e doenças de forma contínua e adotar estratégias para estimular o máximo potencial fisiológico da planta são cuidados essenciais para minimizar os efeitos dos estresses abióticos e preservar o desempenho da cultura”, reforça.
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Dia de Campo da Copacol apresenta pesquisas e tecnologias para elevar a produtividade
Evento reúne cooperados no CPA, em Cafelândia (PR), e destaca manejo, cultivares e cenário do mercado de commodities.

Com o objetivo de potencializar a produção e preparar cada vez mais os cooperados, o 35° Dia de Campo de Verão Copacol apresentou estudos exclusivos realizados pelo Centro de Pesquisa Agrícola (CPA). “É muito bom receber nossos cooperados para compartilhar novidades e apresentar tecnologias que, se aplicadas nas propriedades, trarão uma melhor produtividade. Além de preparar nossos cooperados para bons resultados no campo, aqui também queremos trazer uma visão comercial, afinal, essas duas coisas precisam estar alinhadas na busca de melhores resultados”, afirma o diretor-presidente, Valter Pitol.
- Valter Pitol fez a abertura do Dia de Campo de Verão da Copacol
- O secretário Márcio Nunes foi recebido por Valter Pitol

Cooperado Lucas visitou o CPA com o filho Gustavo: “Aqui no evento podemos ver o comparativo das cultivares que depois vamos levar para dentro das nossas lavouras”
Entre os temas abordados estiveram os resultados de pesquisa referente a compactação do solo e seus feitos sobre o sistema de produção; plantas daninhas: o custo oculto no sistema de produção; milho safrinha: os desafios para altas produtividades; manejo de doenças da soja: estratégias de aplicação para preservar o potencial produtivo e um painel de cultivares de soja recomendadas pelo CPA. A abertura do evento também contou com uma palestra especial sobre tendências do mercado de commodities com o palestrante Étore Baroni, da Stone-X Brasil.
Para o cooperado Lucas Antunes Jasper, de Cafelândia, essa é uma oportunidade imperdível para quem produz no campo. “Aqui no evento podemos ver o comparativo das cultivares que depois vamos levar para dentro das nossas lavouras. Conseguimos ver lado a lado todos os testes e tudo fica bem claro para nós. O CPA consegue nos orientar sobre os melhores manejos e isso faz com a que ganhemos tempo e estejamos sempre a frente com a nossa produtividade”, comenta o produtor que participou do evento no primeiro dia.
Além da presença dos cooperados e cooperadas, colaboradores e pesquisadores do CPA, o secretário de Agricultura e Abastecimento do Paraná, Márcio Nunes, também prestigiou o evento. “A Copacol é uma das cooperativas mais importantes do mundo com produtos exportados para muitos países. E ela faz um trabalho sensacional com os produtores, um exemplo é esse Dia de Campo. A Copacol treina, adapta e coloca o produtor em situações de competitividade, tudo isso visando a melhoria da qualidade de vida através do aumento da renda do produtor, estimulando que as famílias fiquem no campo”, completa o secretário.
Nesta sexta-feira (09) um novo grupo de produtores participa do Dia de Campo de Verão da Copacol. As atividades começam a partir das 08 horas no CPA, em Cafelândia (PR).
- Cooperados puderam tirar dúvidas sobre os resultados das pesquisas
- A equipe técnica da Copacol recebeu os cooperados em cada etapa
- O secretário de Agricultura e do Abastecimento do Paraná conheceu as áreas de pesquisa do CPA








