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Cuidados para escolher a melhor vacina inativada contra Salmonella em aves

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Fotos: Divulgação

Por Eva Hunka, médica veterinária pela UFRPE, mestre em medicina veterinária preventiva pela Unesp e gerente de negócios biológicos da Phibro Saúde Animal.

As vacinas são imunizantes cada vez mais valorizados devido ao excelente custo-benefício. Afinal, elas protegem os animais contra as doenças e a prevenção normalmente é menos custosa que o tratamento. A Salmonella é uma das principais preocupações da avicultura nacional e também pode afetar as pessoas. Os produtos biológicos ganham cada vez mais relevância para combater essa doença. A ciência já conseguiu produzir diferentes tipos de vacinas – cada qual com seus cuidados específicos, desde o ciclo de produção ao período pós-aplicação. Todos estes cuidados são essenciais para garantir que os animais vacinados estejam, de fato, imunizados.

Um dos tipos de vacina disponíveis no mercado utiliza antígenos inativados, que são não-replicativos e podem ser vírus ou bactérias mortas, ou mesmo apenas fragmentos deles. Estas vacinas, diferentemente das que contêm o vírus ou a bactéria viva, não chegam a “imitar” as doenças, mas funcionam como ativadores do sistema de proteção do animal, criando uma memória imunológica.

A vacina inativada contém muito mais do que o antígeno. Ela é composta por muitos outros componentes, quase tão importantes quanto ele: são adjuvantes, conservantes e até mesmo resíduos do meio de cultura, cada um com sua função específica. Esses insumos podem necessitar de diferentes condições de armazenamento, via de aplicação, local de inoculação e até mesmo temperatura.

As condições de armazenamento preservam os componentes e a qualidade da emulsão vacinal. Esse fator é muito importante para minimizar o risco de contaminação do produto, visto que no frasco existe um meio rico que favorece a proliferação de microrganismos que, porventura, venham a contagiar a solução vacinal. Essa contaminação pode acarretar alterações químicas, como mudança de pH e perda de equilíbrio eletrolítico, e, dependendo do agente infectante, é possível ter quadros de reação no local de aplicação, além queda de produção ou mesmo mortalidade no lote.

Nesse sentido, os adjuvantes são essenciais na composição de vacinas inativadas, pois dificultam o processamento do antígeno pelas células que contenham outros antígenos. Dessa forma, também aumentam o período em que o microrganismo estará em contato com o sistema imune, melhorando a resposta imunológica. Essa tecnologia, portanto, aumenta a resposta imune das bactérias utilizadas, diminuem a quantidade necessária para ativar o sistema imunológico e, com isso, tornam o custo de produção mais baixo.

Muitos compostos são utilizados como adjuvantes (saponinas, óleos minerais etc), todos com a função de estimular a proliferação de linfócitos T (células com funções imunológicas) e provocar um processo inflamatório, que não pode ser exagerado, pois a resposta dos organismos a esta reação pode ser prejudicial ao animal e promover efeitos colaterais, como formação de granuloma, dor e desconforto local.

A temperatura de aplicação da vacina inativada também é um ponto crítico. Dependendo da natureza do adjuvante, a temperatura inadequada pode tornar a vacinação mais dolorosa e aumentar a injúria no local de aplicação. Os adjuvantes oleosos tendem a sofrer mais que os aquosos com a oscilação de temperatura, pois se tornam mais viscosos. Isso dificulta o processo de aplicação, pois além de aumentar a dor e a injúria local, tendem a forçar mais a mão do vacinador durante a vacinação.

Bactérias como a Salmonella necessitam de adjuvantes muito eficientes, pois são conhecidas por causar reações pós-vacinais severas. Nestes casos, adjuvantes de última geração compostos por um óleo mineral, com tensoativo não iônico oriundo do manitol, promovem resposta celular e humoral e aumentam a produção de Imunoglobulina G (IgG), mesmo para antígenos de baixa imunogenicidade. Além disso, por não conterem componentes de origem animal ou bacteriana, são considerados seguros para uso, mesmo em aves de produção. A viscosidade deste tipo de adjuvante também sofre menor impacto devido à variação de temperatura. Isso proporciona melhorias, que vão além da saúde e do bem-estar animal, facilitando o trabalho do vacinador durante a aplicação.

Vacinas multicepas contra a Salmonella têm maior ou menor grau de injúria local, dependendo da natureza do adjuvante e isso costuma ser proporcional a sua imunogenicidade – que é a capacidade de uma substância de provocar resposta imune. Nesse cenário, a vacina Salmin Plus, recém-lançada pela Phibro Saúde Animal, é a única do mercado com cepas de Salmonella do sorogrupo B, C e D, além de contar com adjuvante de última geração, que proporciona imunidade ampla e de longa duração com baixíssimo grau de reação no local de aplicação. Os cuidados com a vacina começam na sua escolha e resultam em qualidade e lucratividade para a avicultura.

Fonte: Assessoria
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Efeito a longo prazo da adição de plasma spray dried em dietas de suínos de creche sobre o desempenho e status de saúde subsequente à idade de abate

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Divulgação APC

Introdução

Os benefícios da adição de plasma spray dried (SDP) em dietas no período pós-desmame são bem conhecidos (1). Entretanto, existem poucos estudos sobre o efeito a longo prazo do fornecimento de plasma spray dried durante a creche sobre o desempenho e status de saúde subsequente até a idade de abate (2). Este estudo teve como objetivo determinar os efeitos de diferentes quantidades de SDP fornecidas durante a fase de creche no desempenho e status de saúde subsequente dos suínos até o abate.

Materiais e Métodos

Foram utilizados 300 suínos PIC, desmamados aos 22 dias de idade, com 5,81 ± 0,04 kg de peso corporal, distribuídos em 5 tratamentos e separados por sexo (12 baias/tratamento; 5 suínos/ baia). Os tratamentos representaram diferentes inclusões de SDP nas 4 diferentes fases das dietas de creche (pré-inicial I e II, dia 22-29 e dia 29-36; Inicial I e II, dia 36-43 e dia 43-64 de idade). Os tratamentos nas respectivas fases da creche e o nível de SDP nas dietas foram: T1) Controle sem SDP; T2) 3, 2, 0 e 0 % de SDP; T3) 5, 3, 1 e 0 % de SDP; T4) 7, 5, 3 e 0 % de SDP; T5) 7, 5, 3 e 1,5 % de SDP, representando respectivamente 0, 86, 165, 311 e 600 g totais de SDP consumidos/suínos. Em seguida, os grupos da creche foram mantidos e transferidos para a instalação de crescimento/ terminação, onde os suínos foram alimentados com dietas iguais por fase até o abate. Os dados de desempenho foram avaliados por fase e o índice de pneumonia (IP) foi avaliado ao abate. A análise de regressão utilizando a covariação do peso vivo inicial foi feita considerando os efeitos do sexo, bloco, lote de desmame e a média acumulada de gramas de SDP consumidas por suíno. Os dados do índice de pneumonia, com distribuição não normal, foram analisados pelo teste de Kruskal-Wallis.

Resultados

Tabela 2. Índice de pneumonia (IP) nos pulmões de suínos ao abate.

Discussão e Conclusão

A taxa total de descarte + mortalidade do desmame até a terminação foi (4,7%) e não diferiu entre os grupos de tratamento. A tabela 1 mostra que o SDP aumentou (P<0,05) Ganho de Peso Diário (ADG) e Peso Final (FBW) e tendeu (P = 0,08) a aumentar o Consumo de Alimento (ADFI) em uma resposta cúbica positiva ao consumo de SDP por suíno enquanto na creche. Estes efeitos positivos subsequentes da ingestão de SDP aumentaram linearmente (P < 0,05) o Consumo de Alimento (ADFI) de suínos durante a fase de crescimento e terminação e tenderam (P = 0,08) a aumentar o Consumo de Alimento (ADFI) ao longo de todo o período da creche até o abate. O aumento do nível de SDP na dieta durante a creche aumentou numericamente e linearmente (P=0,13) o peso final (BW) no abate com um aumento máximo de peso final (FBW) para suínos alimentados com 0,311 kg de SDP por suíno durante a fase de creche. Observou-se que todos os tratamentos com SDP durante a fase de creche reduziram o índice de lesões de pneumonia nos pulmões no abate em comparação com o grupo controle sem SDP (Tabela 2). A redução do IP está de acordo com outras pesquisas que indicam menor gravidade de doenças respiratórias em suínos e outras espécies quando alimentados com dietas com SDP (3). Esta modulação da imunidade associada à inclusão de SDP nas dietas pode estar associada ao melhor desempenho na fase de terminação e à redução do índice de pneumonia no abate. Há poucos estudos avaliando os efeitos da adição do SDP nas dietas de creche e seu impacto nas fases subsequentes da produção. Entretanto, esses resultados estão de acordo com outros (2) que verificaram que suínos desafiados e alimentados com SDP durante a fase de creche melhoraram a resposta imune, a sobrevivência, o desempenho no crescimento e os aspectos da carcaça de suínos na fase de terminação, ao mesmo tempo em que mostraram um efeito sinérgico com uma vacina combinada contra Mhyo-PCV2. Em resumo, a alimentação de leitões de creche com dietas com SDP demonstrou grandes benefícios até a fase de terminação ao melhorar o desempenho e a saúde dos suínos até o abate.

 

Autores:

Caio Silva1; Marco Callegari2; Cleandro Pazinato2; Kelly Souza2; Joe Crenshaw3; Joy Campbell3; Luis Rangel3 1Londrina University, Paraná, Brazil, 2AKEI Animal Research, São Paulo, Brazil, 3APC, LLC., Ankeny, IA, USA

Referências

1. Balan P et al. 2021. J Anim Physiol Anim Nutr 105: 699-714.
2. Pujols J et al. 2016. Porcine Health Manag. 8:2:4.
3. Campbell J. et al. 2016. J. Anim. Sci. 94: 45–47.

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Polinutri marcou presença no maior evento dos setores de avicultura e suinocultura do Espírito Santo, a FAVESU

Em mais um importante encontro da cadeia produtiva de aves e suínos a companhia destacou para os presentes o que faz de referência dentro desses importantes setores econômicos: ampla estrutura logística, operacional e seu completo portfólio de soluções nutricionais

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Divulgação Polinutri

A Polinutri marcou presença durante a 6ª Feira de Avicultura e Suinocultura Capixaba – FAVESU, encontro realizado no início do mês passado no Centro de Eventos Pe. Cleto Caliman (Venda Nova do Imigrante/ES), organizando em conjunto pela Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (AVES) e a Associação de Suinocultores do Espírito Santo (ASES), um dos mais tradicionais pontos de encontro dos profissionais da avicultura e suinocultura capixaba que encerrou totalizando o evento com a presença de mais de dois mil inscritos.

“Neste evento conseguimos cumprir o nosso principal objetivo: estreitar relacionamento com atuais clientes, prospectar novas parcerias e restabelecer ainda mais proximidade devido ao distanciamento social”, inicia Camila Brandão, Gestora Comercial da Unidade de Negócios Suinocultura da Polinutri.

De acordo com ela, o mercado reconhece a importância e o compromisso da empresa com os mercados de aves e suínos, razão do elevado números de profissionais visitando o estante da Polinutri na FAVESU. “Foi um momento oportuno para exaltar toda a nossa estrutura logística, operacional e portfólio de soluções nutricionais”, ressalta Camila.

Durante a passagem da empresa no evento, Camila destaca que o ponto alto da atenção do estande foram dois novos produtos disponíveis, o Pigger Cream e o Pré Mater. “Duas soluções nutricionais dedicadas para auxiliar o suinocultor em importantes fases de produção. No caso o Pigger Cream como suporte ao aleitamento materno e o Pré Mater auxiliando a fase de transição do alimento líquido para o sólido”, e conclui: “Encerramos nossa participação felizes por apoiar a produção capixaba levando todas as nossas ferramentas e time técnico à disposição dos mercados”.

“Tivemos uma participação efetiva recebendo muitos clientes dos segmentos de aves de postura, de corte e suínos. Estamos prospectando e crescendo na região com um novo representante situado em Santa Maria de Jequitibá e por meio da nossa colaboradora direta, Camila Brandão, profissionais que estão desenvolvendo um excelente trabalho junto aos parceiros Polinutri”, acrescenta o Diretor Comercial e Marketing da Polinutri, Rogerio Iuspa.

Fonte: Assessoria
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Master Compost Concentrado, o acelerador de compostagem de alta performance da IMEVE.

Seu aliado sustentável no manejo dos descartes da fazenda.

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Divulgação Imeve

Caminhamos ao lado do produtor para trazer as melhores soluções tecnológicas e práticas para o manejo da propriedade rural, seja na saúde dos animais, no uso correto de insumos e no aproveitamento máximo que os mais variados processos de produção e manejo geram.

O agro é uma força econômica importante no Brasil, caminhar ao lado de novas soluções de gestão, por meio de produtos que contribuem para um equilíbrio ambiental efetivo é uma busca diária que está na filosofia do nosso trabalho.

É nessa direção que caminhamos, fortalecendo a cadeia produtiva.

O Master Compost Concentrado é um acelerador biológico de compostagem, formado pela combinação de cinco micro-organismos selecionados, que atuam na decomposição eficiente de resíduos orgânicos, propiciando uma compostagem mais rápida, mais econômica, com maior aproveitamento de nutrientes, livre de odores e moscas”, explica o engenheiro agrônomo Afrânio Araújo.

É indicado para o tratamento de resíduos orgânicos de origem agropecuária e agroindustrial.

 

Pode ser utilizado em:

  • Compostagem de camas de aviário;
  • Camas de compost barn e free stall;
  • Resíduos de frigoríficos e graxarias;
  • Estercos animais, em geral;
  • Restos de culturas;
  • Podas de árvores;
  • Casca de café;
  • Bagaço de cana;
  • Compostagem de carcaças.

Os micro-organismos atuam na decomposição controlada desses resíduos, garantindo maior segurança e rapidez no processo.

  • Reduz em 30% o tempo de compostagem;
  • Enriquecimento biológico do composto;
  • Diminuição das perdas de nutrientes;
  • Pátio livre, mais rapidamente;
  • Economia de mão de obra;
  • Menor gasto com maquinário e manutenção;
  • Diminuição do mau cheiro e da proliferação de moscas;
  • Menor tempo de compostagem.

Apenas 20g tratam uma tonelada de resíduo.

Essa facilidade na aplicação e sua alta concentração, fazem do Master Compost Concentrado um produto com ótimo custo-benefício, reduzindo o uso de recursos naturais como água e os gastos com combustíveis, promovendo lucratividade na compostagem.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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