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Cuidados no pré-parto de vacas leiteiras garantem boa lactação, afirma especialista

É preciso ficar atento e promover uma dieta equilibrada para garantir o bem estar dos animais e também, boas lactações futuras

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Divulgação Syntec

“O período pré-parto e o momento do parto são muito extremamente delicados para as vacas de leite, uma vez que elas enfrentam diversas mudanças que exigem cuidados especiais. As consequências do manejo inadequado nesse período podem ser extremamente prejudiciais para as crias e também para a vida reprodutiva das fêmeas”, afirma Thales Vechiato, médico veterinário e gerente de produtos para Grandes Animais da Syntec do Brasil.

De acordo com o especialista, alguns pontos devem ter atenção redobrada nos dias que antecedem o parto e também no momento da parição. “É necessário ter um ambiente limpo e confortável nos últimos dias de gestação, além de dieta balanceada e piquete de maternidade em boas condições para o parto. Tomar esses cuidados não apenas preserva a saúde da vaca como garante bons resultados para a fazenda, uma vez que faz com que o produtor aproveite ao máximo o potencial zootécnico do animal”.

Thales Vechiato esclarece que é importante que, durante duas a três semanas antes do parto, os produtores ministrem dieta equilibrada e rica em cálcio. “É preciso pensar corretamente na dieta das vacas no pré e no pós-parto, isso porque a alimentação interfere diretamente no bem-estar dos animais. Temos que manipular a Diferença Catiônica-Aniônica da Dieta (DCAD), a fim de reduzir a incidência de febre do leite.”

Segundo o veterinário da Syntec, além de garantir bom parto, esses cuidados também auxiliam no resultado financeiro da fazenda. “Garantindo que a vaca tenha parto tranquilo, o produtor também ganha em saúde e boas lactações futuras, o que eleva o nível de produção e entrega, mantendo positiva a saúde econômica da propriedade.”

Para contribuir com esse objetivo, a Syntec do Brasil oferece em seu portfólio Dosecal®, medicamento injetável à base de Gluconato de Cálcio e Glicerofosfato de Cálcio, enriquecido com Dextrose e Cloreto de Magnésio, indicado para animais que possuem deficiência de cálcio no pré e pós-parto. O produto cumpre a importante função de oferecer os níveis de cálcio necessários nesse importante momento da reprodução, contribuindo para o bom desempenho das vacas.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim lança nova vacina Vaxxitek® Trivalente para combater doenças de Marek, Gumboro e Newcastle em aves

Lançamento representa um salto tecnológico na tradicional Vaxxitek® HVT + IBD, reconhecida por imunizar 120 bilhões de aves contra Marek e Gumboro desde 2006 em todo o planeta.

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Foto: Arquivo/OP Rural

O lançamento representa um salto tecnológico na tradicional Vaxxitek® HVT + IBD, reconhecida por imunizar 120 bilhões de aves contra Marek e Gumboro desde 2006 em todo o planeta

Lançamento da nova Vaxxitek® HVT + IBD + ND

A Boehringer Ingelheim anuncia o lançamento da nova Vaxxitek® HVT + IBD + ND, vacina Trivalente que combate as doenças de Marek, Gumboro e Newcastle em aves, com aplicação em apenas uma dose. A novidade chega para ampliar o portfólio da empresa no Brasil e dar mais uma opção de escolha ao produtor rural em seu protocolo vacinal.

Abílio Alessandri, diretor da área de Aves e Suínos da empresa, fala sobre a importância do lançamento: “’Nós investimos continuamente em Pesquisa & Desenvolvimento para disponibilizar ao mercado soluções inovadoras que contribuam com o agronegócio na produção de alimentos nutritivos, com segurança alimentar e priorizando o bem-estar animal. Por isso, decidimos trazer ao Brasil a vacina baseada em HVT, tecnologia de renome mundial, que combate as três principais enfermidades que acometem as granjas com uma única solução, deixando o nosso portfólio mais completo e diversificado”.

A Vaxxitek® Trivalente foi desenvolvida a partir da mesma plataforma da Vaxxitek® HVT + IBD, primeira vacina vetorizada com o herpesvírus de perus (HVT), que revolucionou o mercado avícola há quase duas décadas. Agora, foram inseridas as proteínas dos vírus de Newcastle (F) e Gumboro (VP2) em apenas um promotor. Ou seja, cada leitura do DNA pode traduzir de uma vez as duas proteínas antigênicas, algo inédito no mercado. O uso de apenas um promotor permite a expressão gênica equilibrada dos dois genes virais, resultando em um mecanismo de proteção comprovado no campo.

A administração in ovo de Vaxxitek® HVT+IBD+ND proporciona imunidade de longa duração contra o desafio de Newcastle e traz forte base imunológica, reduzindo assim a necessidade de intervenção com antibióticos. Além disso, antecipar a vacinação para o incubatório reduz o estresse das aves garantindo o conforto e bem-estar dos animais.

Portfólio para aves

A Boehringer Ingelheim dispõe de um portfólio diversificado para o combate de doenças na avicultura brasileira:

  • Vaxxitek® HVT + IBD – primeira vacina vetorizada lançada no mercado avícola, que já imunizou mais de 120 bilhões de aves em 75 países. Oferece proteção contra as doenças de Marek e Gumboro.
  • Nemovac® – vacina viva atenuada usada em futuras matrizes e poedeiras, e frangos de corte. É indicada para a prevenção do metapneumovírus aviário.
  • BDA Blen® – vacina que previne a Doença de Gumboro em aves e que pode ser aplicada por injeção subcutânea nas aves com um dia de idade ou in ovo.
  • Newxxitek® HVT + ND – para proteção de aves contra as doenças de Newcastle e Marek.
  • Volvac® IB Fit – vacina de rápida replicação e indução de imunidade em aves para prevenção de Bronquite infecciosa.
  • Prevexxion® RN – vacina que combate Doença de Marek (MDV) em aves de vida longa como matrizes e poedeiras. Ela pode ser considerada uma evolução das que já estão disponíveis no mercado, pois foi desenvolvida por um processo de atenuação inovador.

Boehringer Ingelheim lança nova vacina com foco no bem-estar animal que combate as formas mais prevalentes de Salmoneloses em suínos no Brasil

A nova Enterisol® Salmonella T/C é a primeira vacina oral que garante proteção de duplo antígeno contra Choleraesuis, Typhimurium e monofásicas em apenas uma dose

Lançamento da Enterisol® Salmonella T/C

A Boehringer Ingelheim anuncia o lançamento da nova Enterisol® Salmonella T/C, vacina de via oral que atua contra Salmoneloses em suínos com apenas uma aplicação e comprovadamente segura para animais a partir de duas semanas de vida.  É a primeira do tipo disponível no mercado nacional, reforçando o compromisso da empresa com o agronegócio brasileiro e com o bem-estar animal.

Abílio Alessandri, diretor da área de Aves e Suínos da empresa, explica o lançamento da vacina no país e a importância de trazer mais possibilidades de combate a doenças aos suinocultores: “Nós temos o desafio da Boehringer Ingelheim global de ampliar a nossa participação de mercado na suinocultura brasileira. Por isso, buscamos entender as necessidades dos produtores e analisar onde podemos ajudá-los na cadeia de produção. Além da alta efetividade, o impacto da Enterisol® Salmonella T/C é muito positivo no quesito ‘bem-estar animal’, pois traz proteção dupla com uma dose e evita desconfortos por ser oral”, afirma.

As Salmoneloses apresentam um grande desafio nas granjas, já que 33% delas apresentam incidência dessas enfermidades, causando prejuízos de até R$ 10 por animal infectado. Os sintomas clínicos nos animais são diarreia, desidratação, perda peso e, eventualmente, a morte. A Salmonella também representa uma questão de saúde pública, já que animais infectados se tornam portadores e excretam a bactéria no ambiente. A contaminação da carne ocorre quando as carcaças entram em contato com as fezes durante o abate, sendo este patógeno de origem alimentar com potencial de causar doença em humanos. Outro fator de atenção é a resistência cada vez maior ao uso de antibióticos para tratamento, o que reforça a importância da vacinação adequada.

Em estudos, a Enterisol® Salmonella T/C mostrou-se eficaz na proteção e apresentou significativa redução de diarreia, lesões intestinais e ganho de peso nos suínos desafiados. Além disso, a vacina pode ser utilizada em combinação com a reconhecida Enterisol® Ileitis, para prevenção de enteropatia proliferativa suína (ileíte) causada por Lawsonia intracellularis.

Portfólio para suínos

A Boehringer Ingelheim dispõe de um portfólio diversificado para o combate de doenças na suinocultura brasileira:

  • Enterisol® Ileitis – Vacina em pó contra enteropatia proliferativa suína (ileíte) aplicada via oral que resulta em menos estresse nos animais e reduz a necessidade de uso de injeções.
    Ingelvac® CircoFLEX – indicada para prevenção e controle de doenças associadas ao circovírus suíno.
    Ingelvac® MycoFLEX – vacina de dose única que auxiliaa na prevenção da pneumonia enzoótica, causada pelo Mycoplasma hyopneumoniae, que é um dos agentes que mais contribui para doenças respiratórias em suínos.

Fonte: Assessoria
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Empresas SIAVS 2022

Agrozootec amplia atuação na avicultura e participa da maior feira do setor em São Paulo

Empresa apresenta novo portfólio com produtos e soluções para o setor avícola.

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Foto: Arquivo/OP Rural

O agronegócio requer sinergia entre todos os elos do setor. Com esta perspectiva, a Agrozootec anuncia a expansão do seu portfólio para a avicultura, durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), o maior evento da cadeira produtora e exportadora de aves, suínos e ovos do Brasil, que acontecerá entre 09 e 11 de agosto, no Anhembi, em São Paulo (SP).

“A avicultura é um setor muito importante para o Brasil e é uma satisfação para nossa empresa, buscar novidades em equipamentos que facilitam o manejo nas granjas”, comenta a Gerente Comercial da Agrozootec, Giana Hirose.

Giana explica que a aposta na avicultura se dá devido ao cenário favorável para o setor, o Brasil não só é o maior exportador mundial de aves como continuará sendo até 2031 onde a projeção é de 5,2 milhões de toneladas. A satisfação é bem grande quando vemos que empresas, como por exemplo a Levo Alimentos, injetou milhões em investimentos no setor avícola,  inaugurou um frigorífico e um incubatório, sendo o último, o maior do Brasil, gerando mais de 1,5 mil empregos.

Um estudo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) aponta que as exportações brasileiras da proteína totalizaram 432,5 mil toneladas em junho, volume que supera em 8,8% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 397,4 mil toneladas. Em receita, as vendas de junho totalizaram US$ 951,7 milhões, desempenho 46,3% maior que o realizado no sexto mês de 2021, com US$ 650,6 milhões.

Com este cenário, a Agrozootec apresenta soluções para o setor como vacinadoras e agulhas, essenciais para o controle e prevenção de doenças infectocontagiosas nas aves, evitando perdas significativas para a granja. “Sabemos que na vacinação é preciso garantir precisão para o cumprimento dos protocolos, por isso as vacinadoras que trazemos para o mercado brasileiro são de muita qualidade”, afirma a gerente comercial.

Além disso, a empresa também investe em equipamentos para favorecer o bem-estar das aves seja de corte ou de postura. Como exemplo, existem os bebedouros do tipo nipple para que os animais possam ter água à disposição sem desperdício, como também os nebulizadores auxiliam no melhor conforto térmico. Em sua linha, a Agrozootec conta ainda com peças de reposição para instalações de aviários e está confiante em bons resultados para 2022.

Na área de suínos a empresa já é reconhecida, principalmente, por produtos como bebedouros tipo chupetas, bastões marcadores, brincos para identificação, lâmpadas para aquecimento e vários outros equipamentos para as granjas.

Novidade Sustentável: Ecoraster

Outra novidade apresentada é um sistema de grade para pavimento permeável. O Ecoraster é uma solução ecológica de pavimentação em grade de plástico PEBD – Polietileno de baixa densidade, 100% reciclado, permeável e de excelente custo-benefício, a instalação é fácil, pois o sistema é com um simples travamento/encaixe.

“O produto pode ser utilizado em piquetes, pátios de alimentação, áreas de lavagem livres de lama auxiliando na prevenção de infecções nos cascos e tem capacidade de suportar até 150 toneladas por m2”, afirma Giana.

A gerente lembra que o produto pode ser usado para outros segmentos, em áreas urbanas pode ser utilizado como estacionamentos, calçadas, espaços que necessitem controle de erosão, pavimentação decorativa e qualquer lugar onde uma superfície sólida permeável seja necessária. “Como as placas são vasadas para o seu preenchimento pode ser usado pedra, cascalho, areia, terra, grama e outros produtos de acordo com a necessidade do cliente”, completa Giana.

Fonte: Assessoria
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Preocupação de recessão global leva à piora do Índice de Poder de Compra de Fertilizantes

A redução de preços foi registrada, principalmente, no algodão e na soja

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Arquivo / OP Rural

O Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF) de julho fechou em 1,85, uma alta em relação a junho (1,69). O aumento é consequência da preocupação de recessão global, com indicadores de crescimento reduzidos da economia chinesa e alta na inflação norte-americana, que têm contribuído com a aversão ao risco que favorece o aumento do dólar que, em julho, valorizou cerca de 6% em relação à moeda brasileira. Estes fatores levaram a uma queda no valor das commodities agrícolas, levando a uma maior pressão no indicador.

A redução de preços foi registrada, principalmente, no algodão e na soja. A recuperação dos preços no fim do mês, por problemas climáticos nos Estados Unidos, que podem gerar quebra na safra de soja, não foi suficiente para recuperar a perda mensal. O custo dos fertilizantes diminuiu em julho, puxado pelo nitrogênio.

ÍNDICE DE FERTILIZANTES EM JULHO

Jul/22 Jul/21 Mês Anterior Média 2021 Média 2020 Média 2019
IPCF geral 1,85 1,16 1,69 1,12 0,83 1,13

Observação: quanto menor o IPCF, maior é o poder de compra de fertilizantes

Entendendo o IPCF

O IPCF é divulgado mensalmente pela Mosaic Fertilizantes e consiste na relação entre indicadores de preços de fertilizantes e de commodities agrícolas. Uma relação menor que 1,0 indica que os fertilizantes estão mais acessíveis do que no mesmo período em 2017, e uma relação maior que 1,00 significa que os adubos estão menos acessíveis em comparação com o mesmo período. O cálculo do IPCF leva em consideração as principais lavouras brasileiras: soja, milho, açúcar, etanol e algodão.

Fonte: Assessoria
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