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Notícias ZARC

Cronograma de publicações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático deste ano já está disponível

Pesquisa vai avaliar 13 culturas com destaques para o Zoneamento de Produtividade e a mudança na metodologia proposta para a safra 2022 do milho safrinha

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Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) definiram o cronograma de realização de estudos e publicações das portarias de Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para o ano de 2021.

A Embrapa, responsável pela elaboração dos estudos de Zarc, irá executar o processamento e atualização de zoneamentos previstos para 2021 conforme esse cronograma. Neste ano, a etapa final de apresentação dos resultados para avaliação e validação continuará sendo realizada por teleconferência. O cronograma de reuniões de validação será divulgado em breve no site do Mapa.

Os serviços, que envolvem desde o estabelecimento da metodologia e aplicação da modelagem até o recebimento de informações de cultivares e publicação no Diário Oficial da União continuam, em 2021, sendo realizados de forma remota por meio de sistemas de informação.

“A previsibilidade na publicação das portarias é fundamental para manter as contratações de crédito rural e para enquadramento no Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e acesso ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), logo, essenciais para a produção e abastecimento de alimentos”, explica o Diretor do Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Mapa, Pedro Loyola.

O sistema de Zoneamento Agrícola de Risco Climático (SISZarc), ferramenta que recebe e compila as cultivares recomendadas ao plantio em cada região do país, está em pleno funcionamento para que os obtentores/mantenedores façam as inclusões de cultivares para a safra 2021/2022.

As portarias de Zarc serão confeccionadas pela Secretaria de Política Agrícola e publicadas no Diário Oficial da União e os resultados ficarão disponíveis no painel de indicação de riscos, e no aplicativo “Zarc – Plantio Certo”As demandas e sugestões do setor produtivo podem ser enviadas para o e-mail zoneamento@agricultura.gov.br

Desde 2019, a partir do convênio firmado entre a Embrapa e o Banco Central do Brasil, o Zarc vem se ampliando e modernizando. Um exemplo é a cultura do milho de 2ª safra. A partir da revisão do zoneamento realizada em 2020, com a aplicação de uma metodologia inovadora, o Zarc identificou as especificidades das condições térmicas, que variam conforme a região e a época de plantio, e o impacto que isso tem na fenologia do milho e na duração dos ciclos. Como resultado, após a validação pelo setor produtivo, o novo Zoneamento foi divulgado em setembro de 2020 com a inclusão de municípios e, em certos casos, janelas de plantio mais aderente com as realidades regionais.

Novos estudos 

Neste exercício, as seguintes culturas terão novos estudos de Zarc: girassol, maracujá, sorgo forrageiro, maçã, pêssego, canola, abacaxi, grão de bico e café, além de citros, que foi estudado ano passado e teve validação terminada em janeiro de 2021, e publicação prevista até abril.

“O ideal é atualizar o Zarc de cada cultura a cada quatro ou cinco anos a fim de incluir os dados meteorológicos mais recentes e eventuais mudanças na frequência e intensidade de adversidades climáticas. Também é necessário ajustar a metodologia para refletir os avanços da tecnologia e manejo nos sistemas de produção. O Zarc é a melhor informação disponível em escala nacional sobre riscos agroclimáticos. São mais de 40 culturas contempladas, cujos resultados servem para orientar produtores e técnicos na busca de estratégias para evitar ou mitigar perdas de produção”, esclarece Eduardo Monteiro, pesquisador da Embrapa.

Além disso, o Mapa solicitou à Embrapa uma nova mudança metodológica no Zarc do milho de 2ª safra, que será apresentada ao Banco Central e para as Seguradoras no primeiro semestre de 2021 como proposta para a safra 2022. Essa ação do Mapa se insere no esforço do governo para estimular o plantio do milho, tendo em vista a situação de oferta e demanda bastante ajustada prevista para o produto na próxima safra.

“Consiste na inclusão de mais um nível de risco nos estudos, o de 50%. Atualmente os níveis de risco são de 20%, 30% e 40%. Isso deverá proporcionar um aumento nas janelas de plantio, que pode fomentar a geração de novos produtos de seguro e Proagro, mas dependem de avaliação e aceite desse novo risco pelos agentes”, explica Pedro Loyola.

Novidade bastante aguardada para o ano de 2021, o zoneamento de produtividade – ZarcPRO – para o milho, soja e cana-de-açúcar, também terá seus primeiros resultados divulgados no segundo semestre deste ano. Todas as culturas passarão por estudo técnico pela Embrapa, com a utilização de novas bases climáticas e metodologias aperfeiçoadas.

Fonte: MAPA
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Notícias Leite

Produtores e técnicos de cooperativa participam de capacitação do Programa Balde Cheio

Nessa capacitação inicial foi realizada uma entrevista com os quatro produtores envolvidos que participaram juntamente com o técnico da cooperativa que vai fazer o acompanhamento

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Técnicos e produtores rurais vinculados à Cooperativa Mista de Pequenos Agricultores da Região Sul, (Coopar) participaram de capacitação do Programa Balde Cheio na última quinta-feira (29/07). A capacitação foi realizada de forma virtual e contou com a presença do instrutor do programa, Juliano Alarcon Fabrício, e com os coordenadores do Balde Cheio no Rio Grande do Sul (RS), a pesquisadora Renata Suñé, da Embrapa Pecuária Sul, e o analista Sergio Bender, da Embrapa Clima Temperado.

A Coopar, sediada em São Lourenço do Sul, é mais uma entidade a participar do Balde Cheio e terá o acompanhamento técnico de quatro produtores de leite da região. Para Estevão Kunde, diretor técnico da Coopar, o projeto chega em um momento em que a atividade cresce na região, mas que precisa de mais tecnologia e conhecimento para avançar. “O projeto propicia uma aproximação entre técnicos e produtores, com grandes possibilidades de desenvolvimento para ambos”. Já o analista da Embrapa, Sérgio Bender, ressaltou que o Balde Cheio ajuda a mudar a realidade de produtores familiares, sempre com a estreita participação dos próprios produtores e dos técnicos.

Nessa capacitação inicial foi realizada uma entrevista com os quatro produtores envolvidos que participaram juntamente com o técnico da cooperativa que vai fazer o acompanhamento. O instrutor do programa no RS, Juliano Fabrício, fez diferentes perguntas sobre a atividade nas propriedades, como o tamanho da área utilizada para a produção de leite, número de vacas em lactação, tipos de pastagens utilizadas no inverno e no verão, entre outras. Segundo o instrutor, um primeiro passo é o próprio produtor conhecer melhor a atividade e o meio é fazer o registro de todas as questões relacionadas à produção e comercialização. “É preciso ter dados econômicos, dados sobre a produção leiteira, da produtividade de cada vaca, dados climáticos e tudo mais que tem relação direta com a atividade”.

No Rio Grande do Sul o programa foi retomado há mais de dois anos e hoje já está presente em várias propriedades de diferentes regiões. De acordo com a pesquisadora Renata Suñé, cada uma das unidades atendidas tem suas metas e objetivos, que são detectadas e priorizadas entre os técnicos e os produtores. “Já temos observados ganhos em várias propriedades, sempre de acordo com os objetivos de cada produtor, seja o aumento da oferta de forragem, aumento da produtividade por vaca, a qualidade do leite, entre outras questões relacionadas à atividade”.

Balde Cheio

O Balde Cheio é uma metodologia de transferência de tecnologia que tem o objetivo de capacitar profissionais da assistência técnica, extensão rural e pecuaristas em técnicas, práticas e processos agrícolas, zootécnicos, gerenciais e ambientais. As tecnologias são adaptadas regionalmente em propriedades que se transformam em salas de aula. Sem apresentar um modelo pronto, o programa leva em conta as características de cada propriedade e o perfil de cada produtor.

A metodologia parte de um diagnóstico do estabelecimento rural e, a partir daí, com o acordo do técnico e do produtor, estabelece metas e um planejamento para alcançá-las. Estes ajustes ou mudanças vão desde a melhoria na produção de forragem para os animais até o controle zootécnico do rebanho e um melhor gerenciamento e organização da propriedade.

Fonte: Assessoria
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Notícias Suinocultura

Nova instrução normativa de bem-estar animal nas granjas brasileiras é tema de evento on-line promovido pela ASES e ABCS

O evento aconteceu na última quinta-feira (29), e contou com a participação dos associados da ASES, técnicos, profissionais da área de suinocultura e demais interessados.

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A nova instrução normativa (IN 113/2020) que visa as adequações de manejo e as instalações para o bem-estar animal nas granjas suinícolas brasileiras foi tema de um evento on-line promovido pela ASES, em parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), na última quinta-feira (29).

Sendo promovido por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS) e tendo o apoio dos frigoríficos Cofril, Mosquini e Zuculoto, a abertura do encontro contou com as falas do presidente da ASES, Jayme Meroto, da diretora técnica da ABCS, Charli Ludtke, através de um vídeo enviado, e da coordenação do evento ficou por conta do diretor executivo da ASES, Nélio Hand.

Em seguida, o público participante, que foi composto por associados da ASES, técnicos, profissionais da área de suinocultura e demais interessados, pôde acompanhar a palestra do médico-veterinário e consultor de Mercado da ABCS, Iuri Machado, que, logo de início, destacou a importância de se promover o bem-estar animal (BEA).

Iuri também apresentou um histórico recente da situação do bem-estar animal no Brasil, explicou as exigências mínimas de manejo e instalação nas granjas – enfatizando os prazos para adequações, e fez um comparativo entre as exigências da normativa e as tendências de exigências do varejo. Além disso, o palestrante explanou sobre a portaria Nº 365/2021, que foi recentemente publicada, que regulamenta o manejo pré-abate e de abate.

O público pôde participar do evento por meio de perguntas que foram endereçadas e respondidas pelo palestrante. Nélio fez um balanço do evento e destacou a parceria com a ABCS que vem resultando em diversos eventos e treinamentos para os associados da ASES.

“Muito importantes essas parcerias entre a ABCS e a ASES para que possamos levar a informação precisa ao suinocultor capixaba. Esse, a propósito, tem sido um dos focos do trabalho da associação: levar informação, e orientação aos associados da ASES para que possam estar atentos e acompanhem a realidade e evolução da suinocultura em muitos aspectos, inclusive em relação ao bem-estar animal, que vem sendo alvo de amplas discussões nos últimos anos e que foi muito bem detalhado pelo palestrante Iuri Machado em nosso treinamento”, encerrou Nélio.

Fonte: Assessoria
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Notícias Cooperativismo

C.Vale e Cooatol oficializam processo de incorporação

Anuncio foi feito após aprovação em assembleia na manhã dessa sexta (30)

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Em assembleia geral extraordinária realizada em conjunto na manhã dessa sexta(30), foi aprovado a incorporação da Cooatol a Cooperativa C. Vale.

Sede da Cooatol em Toledo-PR

O objetivo dessa união visa potencializar as atividades operacionais das 19 unidades de recebimento da Cooatol, garantindo maior escala na originação de grãos, oferta de insumos e bens de produção aos seus cooperados e clientes.

Outra vantagem para os associados da Cooatol é uma garantia de crescimento contínuo e sustentável, com garantia de assistência técnica, fomento e ampliação na matriz de negócios.

 

Veja na integra, o que diz o comunicado emitido pelas cooperativas:

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Simp. Brasil Sul de Suínos 2021

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