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Criando um mundo sustentável: Aviagen reforça seu compromisso de fortalecer a cadeia avícola global com o uso eficiente dos recursos
Os membros da cadeia de suprimento de alimentos têm a responsabilidade de pensar em formas inovadoras de suprir essa crescente demanda sem prejudicar o meio ambiente

A sustentabilidade se fundamenta nos pilares ambiental, econômico e social, e a Aviagen®, fortalecendo o compromisso na criação de um futuro sustentável para a avicultura global, apoia essas três áreas. “Criando um mundo sustentável” é o terceiro artigo da série que destaca cada um desses pilares e ressaltam o nosso lema “Breeding Sustainability” e, dessa vez, abordaremos o pilar ambiental. De acordo com o International Poultry Council (IPC), o setor avícola pode contribuir para reduzir os impactos ambientais no mundo por meio do manejo sustentável e do uso eficiente de recursos.
Na Aviagen, “Breeding Sustainability” é o alicerce de nossos negócios. Como uma importante empresa de genética de aves temos a responsabilidade de elevar a produtividade da avicultura para fornecer alimento à uma crescente população mundial e, ao mesmo tempo, proteger o planeta e melhorar a saúde e o bem-estar das aves. Assumimos essa responsabilidade com total seriedade e uma abordagem de reprodução equilibrada, fornecendo aves com a melhor eficiência de produção possível e que ajudam a manter a sustentabilidade do planeta para essa e as próximas gerações, possibilitando que nossos clientes – os avicultores do mundo – alimentem suas crescentes comunidades com uma fonte de proteína saudável e acessível.
Frango: um alimento com menor impacto ao planeta
A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que a população global chegará a 9,7 bilhões de pessoas até 2050, causando um aumento de 59% a 98% na demanda por alimentos. Os membros da cadeia de suprimento de alimentos têm a responsabilidade de pensar em formas inovadoras de suprir essa crescente demanda sem prejudicar o meio ambiente, já que a produção de alimentos representa cerca de um quarto do total de emissões de carbono no mundo e foi identificada como um dos setores que mais contribuem com o aquecimento global.
Na busca por atender às necessidades de proteína na dieta de uma população cada vez maior, as aves oferecem uma solução com baixa pegada de carbono. A produção de frango gera pouco impacto sobre o meio ambiente e, segundo um relatório de 2013 da Organização das Nações Unidas sobre Alimentação e Agricultura (FAO), produzem os menores níveis de emissão ambiental dentre todas as atividades de criação de animais para a produção de carne. Para que esse, já baixo, impacto ambiental seja ainda menor, a Aviagen tem se empenhado nas últimas décadas para reduzir ainda mais a pegada de carbono.
Redução da pegada de carbono, a vantagem do ICA
Graças à nossa abordagem de reprodução equilibrada, conseguimos reduzir o índice de conversão alimentar (ICA) – a taxa pela qual a ração se converte em peso corporal – e melhorar consideravelmente o bem-estar das aves. Elevar a eficiência biológica com a redução do ICA gera a maior contribuição para a redução da pegada de carbono na avicultura. Com maior eficiência de ração as aves absorvem melhor os nutrientes fornecidos, excretando assim menos resíduos e os potenciais poluentes ambientais, por exemplo: nos últimos 15 anos, melhorias no ICA geraram uma redução de 20% da poluição (na forma de nitrato e fosfato) lançada no solo e nos recursos hídricos do mundo, além de uma queda de 15% dos gases do efeito estufa.
Outra grande vantagem verde diz respeito ao uso eficiente da terra, uma vez que o crescimento da população global tornará a terra cultivável mais escassa. Com uma melhoria do ICA, uma menor extensão territorial será necessária para cultivar a matéria prima a ser utilizada na produção da ração consumida pela mesma quantidade de aves. Mundialmente, as melhorias anuais médias do ICA por um período de 15 anos equivalem a dois pontos no ICA (0,02 kg menos de ração por quilo de ave viva produzida) a cada ano, o que representa uma economia anual de aproximadamente 0,656 milhão de hectares, uma área de terra total 1,2 vezes maior que o Distrito Federal. Além disso, como se produz menos ração, são necessários menos caminhões para o transporte até as granjas, o que também reduz os custos com combustível e o impacto ambiental gerado pela atividade logística.
E, cabe mencionar, uma taxa de crescimento maior possibilita tempos de desenvolvimento mais curtos e, portanto, uma queda de 10% na quantidade de aviários necessários para criar o mesmo número de aves. Todos esses fatores equivalem a uma redução de 16% no uso de energia.
Finalmente, graças à relação direta entre ração e consumo de água, a melhoria do ICA gera mais eficiência no uso desse recurso tão importante. Para exemplificar de maneira concreta, um frango de corte de 2,5 quilos requer hoje 1 litro a menos de água que há 15 anos, isso também significa uma ave que produz detritos mais secos e tem características de bem-estar melhores, por apresentar patas mais saudáveis.
Leia o artigo lançado na revista Poultry World: Produção sustentável de frangos de corte: como construir um futuro mais verde para conhecer mais os benefícios gerados pelos avanços reprodutivos da Aviagen.
A escolha verde para hoje e amanhã
O modesto consumo de recursos e as emissões de carbono relativamente baixas da avicultura, aliados à inovadora reprodução equilibrada da Aviagen, possibilitam que a cadeia de suprimento do setor avícola responda de modo mais eficiente à crescente demanda mundial por alimentos e também proteja nosso planeta. Ao aderir à sustentabilidade, estamos realizando um progresso contínuo no combate às mudanças climáticas, preservando nosso planeta para esta geração e para as gerações futuras.

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Agroceres Multimix reforça parceria com Copagril durante Agroshow 2026
Mais do que uma relação comercial, a parceria se estende à consultoria técnica, com atuação em fábrica, a campo e em áreas como sanidade e manejo.

Fortalecendo uma relação construída ao longo de mais de duas décadas com a Copagril e seus associados, a Agroceres Multimix esteve presente no Agroshow 2026, nos dias 14, 15 e 16 de janeiro de 2026, na Estação Experimental Copagril em Marechal Cândido Rondon (PR).
O evento, já consolidado como um dos mais importantes do agronegócio no Oeste do Paraná, reuniu produtores, parceiros e especialistas em torno de inovação, tecnologia e conhecimento técnico.
“A Agroceres Multimix participa do Agroshow há muitos anos, e o principal objetivo sempre foi fortalecer o relacionamento com a Copagril, com sua equipe técnica e com os produtores associados, que já são nossos parceiros. É um momento de proximidade, troca e construção conjunta”, destaca Fausto Maluf, consultor técnico comercial da empresa na região Oeste do Paraná.
Atualmente, a Agroceres Multimix fornece à Copagril a linha de premixes vitamínico-minerais utilizados nas fases de lactação, crescimento e terminação na suinocultura, com produtos disponíveis tanto nas lojas agropecuárias quanto na fábrica de ração e fomento da cooperativa.
Mais do que uma relação comercial, a parceria se estende à consultoria técnica, com atuação em fábrica, a campo e em áreas como sanidade e manejo.
O Oeste do Paraná é reconhecido como um dos principais polos de produção e exportação de proteína animal do país, resultado de um histórico ligado à colonização e ao forte papel das cooperativas no fomento da atividade. Nesse contexto, o Agroshow cumpre papel estratégico ao promover encontros técnicos, atualização de temas relevantes e integração entre os elos da cadeia produtiva.
Durante os três dias de evento, a Agroceres Multimix recebeu produtores, técnicos e parceiros em seu estande, reforçando seu compromisso com a nutrição animal aliada à assistência técnica e à construção de resultados consistentes no campo.
“Parabenizamos a Copagril pela organização e pela condução de um evento que vai além da exposição de soluções, consolidando-se como um espaço de diálogo, cooperação e evolução contínua do agro regional”, conclui Fausto.
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Somave Alimentos Amplia Capacidade Produtiva com Aquisição da Sanimax Brasil
A Somave, que já atua no abate e processamento de aves, amplia sua estratégia de transformação de subprodutos, tanto de origem própria quanto provenientes das principais indústrias do setor

A Somave Alimentos concluiu a aquisição das plantas da Sanimax Brasil, após aprovação dos órgãos reguladores e cumprimento das condições precedentes. A operação eleva a capacidade produtiva do grupo, triplicando o volume de transformação de subprodutos provenientes do abate e fortalecendo a atuação no segmento de rendering.
A Somave, que já atua no abate e processamento de aves, amplia sua estratégia de transformação de subprodutos, tanto de origem própria quanto provenientes das principais indústrias do setor. A operação passa a integrar a divisão Somave Feed Ingredients, responsável pela produção de farinhas e óleo dentro de padrões técnicos, operacionais e ambientais.
A iniciativa está alinhada aos objetivos estratégicos e sustentáveis da empresa, que incluem a atuação integrada em toda a cadeia de abate de aves. Os subprodutos da indústria passam a ser tratados como ativos relevantes, transformados de forma responsável e sustentável e reinseridos de maneira eficiente na cadeia de abastecimento da avicultura.
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Mitos x realidade: como a tecnologia transformou a segurança e a qualidade da carne suína no Brasil
Especialistas da MSD Saúde Animal e da ABCS explicam por que o uso de hormônios e o risco de cisticercose são falácias na suinocultura.

Nas últimas décadas, a suinocultura brasileira passou por um processo intenso de modernização e garantiu uma versão atualizada da carne suína. Hoje, ela é uma carne com diversos cortes magros, de alto valor biológico e rica em vitaminas do complexo B (especialmente B1, B3, B6 e B12), minerais essenciais, como zinco e ferro, e proteína. Mas, apesar de toda evolução, ainda há muitos mitos que cercam a produção de suínos e a qualidade da carne para consumo. Para esclarecer os principais pontos, profissionais da MSD Saúde Animal e da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) destacam tópicos importantes sobre a produção e composição nutricional.
O médico-veterinário Leonardo Rossi, gerente nacional de vendas da unidade de negócio de Suinocultura na MSD Saúde Animal, começa destacando que um dos mitos mais comuns na produção da proteína animal é sobre o uso de hormônios de crescimento para acelerar o ganho de peso, prática que não acontece no Brasil. “É proibida e fiscalizada por legislação do Ministério da Agricultura e Pecuária”, diz.
Leonardo também pontua que o melhoramento genético, as melhores práticas nutricionais, o controle sanitário respaldado por evidências científicas em constante validação, a ambiência controlada e as novas tecnologias, como identificação eletrônica, monitoramento e gestão individual dos suínos, trouxeram maior eficiência aos sistemas produtivos. “Conseguimos acompanhar cada animal do nascimento ao abate, garantindo transparência e confiabilidade da cadeia produtiva. O uso da tecnologia como ferramenta catalisadora para uma produção eficiente e sustentável é justamente o que mantém o Brasil como quarto maior produtor mundial de carne suína, aproximando-se da terceira posição a cada ano”, afirma o profissional.
Ainda segundo o médico-veterinário, as boas práticas de produção já não são mais uma vantagem competitiva no mercado de suinocultura, é condição para existir. “Produzir alimento saudável e inócuo para o consumidor, com ética social e ambiental, são pilares que sustentam a credibilidade das empresas produtoras frente aos mercados consumidores da carne suína brasileira”, exalta.
Biosseguridade
O conjunto de medidas adotadas em uma granja, ao qual chamamos de protocolo de biosseguridade, visam impedir a entrada e disseminação de agentes infecciosos no sistema produtivo. Isolamento físico, protocolo vacinal eficiente e controle sanitário rigoroso são exemplos de procedimentos indispensáveis para assegurar a biosseguridade dos plantéis. “O robusto status sanitário da suinocultura brasileira foi construído há anos e é mantido a muitas mãos, desde órgãos governamentais até a iniciativa privada, o que nos garante acesso aos mercados mais exigentes e um crescimento consistente no volume exportado”, pontua Rossi.
Como reflexo direto dessa segurança sanitária, o destaque da carne suína também é cada vez maior em território nacional. O consumo per Capita de Carne Suína foi de 18,6 kg/habitante em 2024, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Comparado ao consumo de dez anos atrás, o índice cresceu 26,5%.
Maciez e melhor custo-benefício
Iuri Pinheiro Machado, consultor da ABCS, ressalta que a produção de suínos adotou linhagens geneticamente selecionadas para produzir mais carne e com menos gordura. “Avanços na nutrição com dietas balanceadas, formulações mais precisas e manejo alimentar tecnificado garantiram um desenvolvimento mais eficiente e um produto final mais alinhado ao que o consumidor moderno busca”, explica.
Além dos benefícios nutricionais da carne suína, Iuri destaca que ela não perde em nada para outras carnes e ainda possui mais maciez e melhor custo-benefício. “Hoje, os suínos produzidos nas granjas tecnificadas do Brasil, que representam a maior parte da produção, são criados com biosseguridade rigorosa, ambientes controlados, manejo sanitário profissional, rastreabilidade e inspeção. Isso elimina o risco associado à produção industrial. O que o consumidor precisa saber é que a carne suína é segura, nutritiva e atende aos padrões sanitários elevados”, expõe Machado.
O consultor da ABCS também reflete que um dos mitos mais persistentes, mas que não condiz com a realidade da suinocultura moderna, é de que o suíno é o vilão da cisticercose (infecção parasitária grave causada pelas larvas da tênia). Machado detalha que a cisticercose está relacionada a condições sanitárias inadequadas, e não ao consumo de carne suína inspecionada e de procedência segura. “O produto nacional cumpre rigorosos requisitos sanitários, ambientais e de qualidade, inclusive são reconhecidos mundialmente”, pontua.
Tanto que, atualmente, o Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de carne suína do mundo, ocupando posição de destaque no cenário global e exportando para mais de 100 países.



