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Criada a Associação Internacional de Criadores de Montana para disseminar a genética da raça
A Associação Internacional de Criadores de Montana (AIC-MTN) foi criada oficialmente em 30 de setembro de 2020

A entidade começa seus trabalhos, originados no Programa Montana, com oito associados envolvidos no melhoramento genético da raça. O plantel atual é 10 mil matrizes e são comercializados 800 touros com CEIP por ano.
“Este é um grande passo para o desenvolvimento do Montana, que iniciou os trabalhos de seleção no Brasil na década de 1990. Desde então, já comercializamos mais de 18 mil touros certificados. Esse volume comprova o potencial da raça, que proporciona ganhos indiscutíveis a cada safra em termos de produtividade”, afirma José Pavan Neto, presidente da entidade.
Pavan Neto representa a JP Agronegócios (Três Lagoas, MS). Além da propriedade, os demais associados são Calidad Genética (Campo Grande, MS), Estância da Gruta (Pelotas, RS), GBF Agropecuária (Aporé, GO), Granja Santo Antônio (Pelotas, RS), Montana DD (Abreulândia, TO), Montana MF (Ituiutaba, MG) e Programa Montana Pecuária (Mogi Mirim, SP).
“Estamos migrando do modelo de franquias para a uma associação com o objetivo de facilitar o acesso e democratizar a melhor genética Montana. Como entidade, estamos abertos ao ingresso de novos criadores, reduzindo custos e compartilhando informações genéticas dos animais”, destaca Gabriela Giacomini, superintendente técnica da AIC-MTN.
Gabriela informa que a associação continua com o trabalho de seleção de touros e matrizes com Certificado Especial de Identificação e Produção (CEIP) – documento oferecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para projetos melhoradores. E também passa a prestar serviços de avaliação genética e acasalamento dirigido para os projetos pecuários que desejam apenas selecionar a raça, sem produção e venda de touros.
“Percebemos que havia a necessidade de facilitar o acesso dos nossos clientes à genética, pois muitos pecuaristas tinham vontade de se tornar criadores de Montana e avaliar melhor os seus rebanhos. Trabalhamos bastante para chegar a um modelo de associação que ajude a democratizar o acesso à raça”, afirma Gabriela Giacomini.
Atualmente, o banco de dados de bovinos cruzados e compostos Montana conta com cerca de 390.000 animais avaliados à desmama, o que o torna o maior do mundo. Esse grande volume de informações, amparado na ciência, está à disposição dos associados e é a base da credibilidade que a AIC-MTN oferece para os criadores alcançarem o máximo potencial do rebanho.
Os pecuaristas interessados em se filiar à Associação Internacional de Criadores de Montana devem entrar em contato pelo email faleconosco@compostomontana.com.br. A AIC-MTN oferece condições especiais de lançamento para novos criadores até o fim do primeiro semestre de 2021, inclusive isenção da taxa de ingresso.

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Master Agroindustrial avança para o exterior com entrada em empresa chilena
Negócio envolve aquisição de ações e criação de sinergias produtivas e comerciais entre as companhias.
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Genética Topigs Norsvin é destaque em premiação internacional de produtividade da Agriness
Companhia celebra pódio no ranking com propriedades parceiras que ultrapassam a marca de 280 quilos desmamados por fêmea ao ano

A 18ª edição do prêmio Melhores da Suinocultura da Agriness, realizada a bordo de um cruzeiro que celebrou os 25 anos da organizadora, reconheceu mais uma vez os números de excelência do setor. O projeto de benchmarking, que analisou dados de 2.689 granjas e mais de 2,4 milhões de matrizes localizadas na América Latina, Europa e Ásia, consagrou a genética Topigs Norsvin como o grande destaque, com produtores parceiros no topo do ranking.

O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
A avaliação principal do prêmio é baseada no índice de Desmamados por Fêmea ao Ano (DFA). Na categoria para granjas com mais de 3.000 matrizes, o primeiro lugar ficou com a Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA. O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
O desempenho de alta performance se repetiu na categoria de 301 a 500 matrizes. A Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA) em 2025. Na mesma categoria, a Granja Canal, de Itá (SC), que opera com 70% de genética Topigs Norsvin em sua estrutura, também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA)
O diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, parabeniza a Agriness pelo marco de um quarto de século e pela realização de um evento tão grandioso para a suinocultura. “Os resultados dos nossos parceiros chancelam a eficiência do nosso programa de melhoramento no campo pois entregamos matrizes produtivas e animais robustos. Dessa forma, o produtor converte esse potencial genético em rentabilidade real na granja”, afirma Canedo.
Evolução e reconhecimento
O prêmio foi idealizado em 2006 com foco em promover uma competição saudável e incentivar a gestão eficiente. Atualmente, o levantamento avalia o desempenho de propriedades no Brasil, Argentina, Colômbia e China.
A parceria histórica entre a Topigs Norsvin e a Agriness rendeu uma homenagem especial durante a programação: a companhia recebeu um troféu de reconhecimento pelo fomento e apoio ao desenvolvimento do setor.
“Receber esse troféu tem um significado enorme para o nosso time. A nossa parceria com a Agriness e com os produtores foca em elevar a régua técnica do mercado com resultados reais e sustentáveis, e sermos a única casa de genética reconhecida com essa homenagem mostra que estamos trilhando o caminho correto”, conclui Canedo.
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Reunião Global da PIC reúne especialistas para discutir avanços técnicos na produção de suínos
Encontro internacional da PIC reúne especialistas da área técnica para debater sanidade, genética, biossegurança, inovação aplicada e eficiência produtiva na suinocultura.

A equipe da Agroceres PIC participou, nesta semana, da reunião global de Serviços Técnicos e Desenvolvimento de Produtos da PIC, realizada em Fort Worth, no Texas. O encontro reuniu mais de 250 profissionais de diferentes países. O objetivo foi discutir temas prioritários da suinocultura, como sanidade, genética, biossegurança, sustentabilidade e eficiência produtiva. A programação concentrou debates técnicos sobre os desafios da atividade e também promoveu a troca de experiências entre equipes que atuam diretamente na produção de suínos em diferentes regiões do mundo.
A programação incluiu temas como resistência à PRRS, pesquisa e desenvolvimento, fenotipagem digital, critérios de seleção genética, benchmarking global, robustez de matrizes, qualidade de carne, saúde e biossegurança. Também foram apresentadas iniciativas voltadas à sustentabilidade na produção. Esse conjunto de conteúdos reforçou o caráter técnico da reunião e destacou o valor da troca internacional de experiências para a atualização das equipes envolvidas com genética e produção suína.
Para Amanda Pimenta, gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC, o encontro é uma oportunidade de alinhar conhecimentos e compartilhar experiências entre equipes que atuam em contextos produtivos distintos. “A reunião reúne profissionais de diferentes regiões e áreas técnicas para discutir os temas mais relevantes da produção de suínos na atualidade”, comenta. “É um espaço importante para troca de experiências, apresentação de desafios, discussão de resultados e atualização conjunta sobre questões que vão de avanços mais amplos, como resistência a doenças, até aspectos técnicos do dia a dia das granjas”, afirma.
Segundo Amanda, ao reunir especialistas de Genética, Serviços Genéticos, Serviços Técnicos, Produção, Boas Práticas de Produção e Bem-estar Animal, o encontro amplia a circulação de conhecimento entre regiões e contribui para qualificar o debate técnico sobre temas que hoje estão na dianteira da evolução da suinocultura mundial.





De acordo com o CEO da Master, Mario Faccin, a operação faz parte do processo de internacionalização da empresa, que já exporta para mais de 20 países. Ele afirma que a associação com a Coexca reforça a estratégia de expansão e integração industrial, além de contar com o apoio do Grupo Vall Companys.