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Crescimento nas viagens de negócios aponta retomada dos eventos corporativos para o segundo semestre de 2021

Empreendimentos da Rede Bourbon já se preparam para atender à crescente demanda e começam a registrar as primeiras reservas para eventos corporativos de médio porte

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Foto: O Presente Rural

Pesquisa divulgada em junho de 2021 pela Global Business Travel Association (GBTA) aponta que as viagens domésticas e essenciais a negócios devem ser retomadas primeiro, uma vez que que 49% das empresas planeja retomar essa atividade nos próximos meses. A Rede Bourbon, com mais de 20 hotéis no Brasil, já começou a sentir o reflexo da melhoria do setor, principalmente após a flexibilização das autoridades para eventos presenciais de médio porte.

O Bourbon Atibaia Resort, por exemplo, contava com 50% de seu faturamento proveniente dos eventos corporativos antes da pandemia com capacidade para mais de duas mil pessoas em salas de eventos amplas e arejadas. Com a retomada do mercado os meses de agosto, setembro e outubro, já tem reservas para eventos de médio porte, para até 450 pessoas, permitindo o distanciamento social.

Além disso, o empreendimento segue todos os protocolos de segurança da Covid-19 com exigência de uso de máscaras e disponibilização de álcool em gel e além disso, faz parte do programa “Limpeza que você pode confiar”, iniciativa da Ecolab para clientes que adotam um alto padrão de limpeza e higienização, além dos mais rigorosos protocolos de segurança.

O programa, criado em 2020, oferece consultoria e suporte educacional por meio de webinars, sobre protocolos de saúde, limpeza e segurança, assistência remota e visitas de especialistas Ecolab às unidades. A iniciativa vem ajudando clientes nos seus processos de reabertura e de continuação segura de suas operações.

Em 2019, o Bourbon Cataratas do Iguaçu Resort inaugurou o Pátio da Mata, espaço multifuncional e flexível com 1.700 m² de área, totalmente integrado à natureza e ideal para todos os tipos de eventos. O último evento neste espaço foi um casamento, em março de 2020, antes do início da pandemia, mas agora, com a liberação de eventos para até 500 pessoas em agosto, na região, começaram a ser feitas novas reservas para eventos no local.

 

Oportunidades em meio à crise

O Bourbon Curitiba Convention Hotel, por sua vez, encontrou um novo nicho de mercado em meio à crise. “Descobrimos que nosso hotel é ideal para mini-weddings, realizamos alguns eventos neste formato em 2020 e 2021, sempre com o número de convidados autorizados pela legislação municipal vigente, e tivemos um retorno muito positivos dos noivos e cerimonialistas”, destaca a gerente da unidade Roseli Roiek.

Essa adaptação foi fundamental para manter as operações hoteleiras durante a pandemia, além de se adequar a sistemas de delivery e take away para os restaurantes, o Bourbon Atibaia Resort transformou um espaço de eventos corporativos em um restaurante italiano, o Dom Gaetano, mais voltado para o público de lazer.

“Sabemos que ainda temos que seguir todos os protocolos de segurança, bem como a legislação específica de cada município e isso a Bourbon faz com o máximo de cuidado, mas estamos preparados para receber os empresários, que pouco a pouco retomam suas viagens de negócios essenciais e eventos corporativos. A expectativa é positiva para o setor hoteleiro no segundo semestre, principalmente pelo fato de termos uma boa parcela da população vacinada neste período”, declara Alceu Vezozzo, presidente da Rede Bourbon.

Fonte: Assessoria
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Empresas SIAVS 2022

Agrozootec amplia atuação na avicultura e participa da maior feira do setor em São Paulo

Empresa apresenta novo portfólio com produtos e soluções para o setor avícola.

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Foto: Arquivo/OP Rural

O agronegócio requer sinergia entre todos os elos do setor. Com esta perspectiva, a Agrozootec anuncia a expansão do seu portfólio para a avicultura, durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), o maior evento da cadeira produtora e exportadora de aves, suínos e ovos do Brasil, que acontecerá entre 09 e 11 de agosto, no Anhembi, em São Paulo (SP).

“A avicultura é um setor muito importante para o Brasil e é uma satisfação para nossa empresa, buscar novidades em equipamentos que facilitam o manejo nas granjas”, comenta a Gerente Comercial da Agrozootec, Giana Hirose.

Giana explica que a aposta na avicultura se dá devido ao cenário favorável para o setor, o Brasil não só é o maior exportador mundial de aves como continuará sendo até 2031 onde a projeção é de 5,2 milhões de toneladas. A satisfação é bem grande quando vemos que empresas, como por exemplo a Levo Alimentos, injetou milhões em investimentos no setor avícola,  inaugurou um frigorífico e um incubatório, sendo o último, o maior do Brasil, gerando mais de 1,5 mil empregos.

Um estudo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) aponta que as exportações brasileiras da proteína totalizaram 432,5 mil toneladas em junho, volume que supera em 8,8% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 397,4 mil toneladas. Em receita, as vendas de junho totalizaram US$ 951,7 milhões, desempenho 46,3% maior que o realizado no sexto mês de 2021, com US$ 650,6 milhões.

Com este cenário, a Agrozootec apresenta soluções para o setor como vacinadoras e agulhas, essenciais para o controle e prevenção de doenças infectocontagiosas nas aves, evitando perdas significativas para a granja. “Sabemos que na vacinação é preciso garantir precisão para o cumprimento dos protocolos, por isso as vacinadoras que trazemos para o mercado brasileiro são de muita qualidade”, afirma a gerente comercial.

Além disso, a empresa também investe em equipamentos para favorecer o bem-estar das aves seja de corte ou de postura. Como exemplo, existem os bebedouros do tipo nipple para que os animais possam ter água à disposição sem desperdício, como também os nebulizadores auxiliam no melhor conforto térmico. Em sua linha, a Agrozootec conta ainda com peças de reposição para instalações de aviários e está confiante em bons resultados para 2022.

Na área de suínos a empresa já é reconhecida, principalmente, por produtos como bebedouros tipo chupetas, bastões marcadores, brincos para identificação, lâmpadas para aquecimento e vários outros equipamentos para as granjas.

Novidade Sustentável: Ecoraster

Outra novidade apresentada é um sistema de grade para pavimento permeável. O Ecoraster é uma solução ecológica de pavimentação em grade de plástico PEBD – Polietileno de baixa densidade, 100% reciclado, permeável e de excelente custo-benefício, a instalação é fácil, pois o sistema é com um simples travamento/encaixe.

“O produto pode ser utilizado em piquetes, pátios de alimentação, áreas de lavagem livres de lama auxiliando na prevenção de infecções nos cascos e tem capacidade de suportar até 150 toneladas por m2”, afirma Giana.

A gerente lembra que o produto pode ser usado para outros segmentos, em áreas urbanas pode ser utilizado como estacionamentos, calçadas, espaços que necessitem controle de erosão, pavimentação decorativa e qualquer lugar onde uma superfície sólida permeável seja necessária. “Como as placas são vasadas para o seu preenchimento pode ser usado pedra, cascalho, areia, terra, grama e outros produtos de acordo com a necessidade do cliente”, completa Giana.

Fonte: Assessoria
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Preocupação de recessão global leva à piora do Índice de Poder de Compra de Fertilizantes

A redução de preços foi registrada, principalmente, no algodão e na soja

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Arquivo / OP Rural

O Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF) de julho fechou em 1,85, uma alta em relação a junho (1,69). O aumento é consequência da preocupação de recessão global, com indicadores de crescimento reduzidos da economia chinesa e alta na inflação norte-americana, que têm contribuído com a aversão ao risco que favorece o aumento do dólar que, em julho, valorizou cerca de 6% em relação à moeda brasileira. Estes fatores levaram a uma queda no valor das commodities agrícolas, levando a uma maior pressão no indicador.

A redução de preços foi registrada, principalmente, no algodão e na soja. A recuperação dos preços no fim do mês, por problemas climáticos nos Estados Unidos, que podem gerar quebra na safra de soja, não foi suficiente para recuperar a perda mensal. O custo dos fertilizantes diminuiu em julho, puxado pelo nitrogênio.

ÍNDICE DE FERTILIZANTES EM JULHO

Jul/22 Jul/21 Mês Anterior Média 2021 Média 2020 Média 2019
IPCF geral 1,85 1,16 1,69 1,12 0,83 1,13

Observação: quanto menor o IPCF, maior é o poder de compra de fertilizantes

Entendendo o IPCF

O IPCF é divulgado mensalmente pela Mosaic Fertilizantes e consiste na relação entre indicadores de preços de fertilizantes e de commodities agrícolas. Uma relação menor que 1,0 indica que os fertilizantes estão mais acessíveis do que no mesmo período em 2017, e uma relação maior que 1,00 significa que os adubos estão menos acessíveis em comparação com o mesmo período. O cálculo do IPCF leva em consideração as principais lavouras brasileiras: soja, milho, açúcar, etanol e algodão.

Fonte: Assessoria
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Os passos de uma Suinocultura mais Sustentável

A busca por melhores práticas no segmento vem ganhando força e o foco passa a ser na prevenção das doenças e não apenas na cura

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Foto: Assessoria

O conceito ESG (abreviação em inglês de Ambiental, Social e Governança) refere-se às boas práticas intimamente ligadas ao desenvolvimento sustentável e preservação dos recursos naturais do planeta. Primeiramente focadas em empresas, tais práticas têm ganhado cada vez mais espaço no campo e vêm engajando todos os elos de produção do agronegócio brasileiro.

Na suinocultura é possível observar movimentos globais que tracionam as práticas ESG para dentro das granjas, inclusive considerando uma administração mais eficaz dos recursos financeiros e de pessoal.

Eventos significativos, como a proibição do uso de óxido de zinco pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) na produção de proteína animal dos países da União Europeia a partir do segundo semestre de 2022, e a demanda da sociedade por uma menor utilização de antibióticos como um todo na pecuária, promovem uma movimentação global em busca de alternativas mais sustentáveis, com menos impactos ambientais e melhores efeitos sociais, incluindo o bem-estar animal.

Com um papel importante no controle dos quadros de diarreia por Colibacilose Pós-desmame (CPD), o óxido de zinco é um composto inorgânico utilizado na suinocultura desde o início da década de 90. Embora seus benefícios sejam amplamente reconhecidos, há relatos de aumento de resistência de microrganismos expostos por longos períodos ao óxido de zinco, e relatos de contaminação do solo. Considerado um metal pesado e potencialmente tóxico para os animais, sua absorção é limitada e quando administrado em excesso é eliminado nas fezes dos suínos, frequentemente utilizada como fertilizante orgânico. O uso contínuo aumenta gradualmente a concentração de zinco no solo, e o escoamento e erosão provocados pelas chuvas levam à contaminação de lençóis freáticos e leitos de rios e lagos.

Análises de risco-benefício sobre a utilização de óxido de zinco concluíram que os benefícios não superam os riscos ambientais, sendo base para sua proibição de uso as doses além das necessidades fisiológicas da suplementação do mineral pelos suínos, algo em torno de 150 ppm, bem abaixo das 2500 ppm comumente utilizadas.

Já a questão da redução do uso de antibióticos na produção de proteína de origem animal é bem conhecida dos pecuaristas, e tem ganhado força e maior relevância especialmente quando a demanda de consumo apresenta um aumento significante. A apreensão de que o uso excessivo de determinados antibióticos promova maior resistência bacteriana é o ponto principal da discussão, já que muitas moléculas farmacológicas são semelhantes na medicina humana e na veterinária.

Segundo a Associação Médica Americana (AMA), a resistência antimicrobiana é uma das principais ameaças à saúde pública. Isso porque ao desenvolver resistência á um determinado antibiótico, as bactérias passam essa característica para outras bactérias, gerando uma população mais difícil de combater. Algumas bactérias isoladas em granjas de suínos apresentam genes que promovem resistência contra antibióticos β-lactâmicos, de grande importância na medicina humana e veterinária, o que intensifica ainda mais o alerta sobre o tema.

Tanto o óxido de Zinco como os antimicrobianos são mais utilizados na fase de creche dos leitões, quando seu sistema imunológico ainda é frágil e as mudanças ambientais promovem estresse. O desmame, a mistura de lotes e o consumo apenas de ração sólida são os principais fatores estressantes que comprometem o sistema imunológico dos leitões e seu equilíbrio intestinal, facilitando a proliferação de bactérias patológicas e desencadeando processos diarreicos que comprometem o desempenho do animal e da granja.

Embora fatores estressantes sejam difíceis de eliminar, é necessário identificar e diminuir tais momentos na vida produtiva dos suínos, e diante destas restrições de antimicrobianos no geral, o produtor necessita de alternativas viáveis para que a sua produção esteja de acordo com as exigências do mercado internacional, posto que 24,04% da produção de proteína suína do Brasil é exportada, entregue um produto de qualidade para o consumidor e ainda promova o lucro na granja.

A adoção de novas tecnologias como aliadas na melhora dos processos produtivos acontece dentro e fora das granjas quando o foco é saúde e bem-estar animal e a Ceva Saúde Animal está sempre um passo à frente quando o assunto envolve as demandas ESG. Atenta às transformações da sociedade e indo muito além da saúde animal, a Ceva inova e caminha ao lado do pecuarista na transformação da suinocultura, inserindo no mercado brasileiro soluções que facilitam o dia a dia das granjas.

“Estamos alinhados com as demandas da sociedade e do pecuarista. O nosso centro de Pesquisa & Desenvolvimento busca sempre soluções com alta eficiência e que facilitem os processos nas granjas, reduzindo as falhas ou desperdícios” explica Marcio Dahmer, Gerente de Linha Suínos da Ceva. “Nós sabemos que a manutenção da saúde e bem-estar dos animais traz mais eficiência produtiva para as granjas, e neste momento a atenção precisa estar na prevenção das doenças e não apenas a cura delas. Começamos esse movimento no ano passado trazendo o Forceris® para o Brasil, que é extremamente eficaz na prevenção da anemia ferropriva dos leitões e da diarreia causada pela coccidiose, e reduz consideravelmente o tempo de manipulação dos leitões, fator diretamente relacionado ao estresse” conta.

Com seu DNA inovador e na busca incessante por soluções mais sustentáveis, a Ceva alinha modernidade às melhores práticas na produção de proteína animal através do desenvolvimento de vacinas e medicações com tecnologia de ponta, e entrega para o produtor produtos e serviços que atendem com maestria suas necessidades e expectativas. Bom para o suíno, bom para o ambiente e bom para o produtor!

Fonte: Assessoria
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