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Crédito de longo prazo do BRDE impulsiona produção leiteira de fazenda do Paraná

As atividades iniciaram em 2016 com 60 vacas prenhas. Ao longo dos anos, o rebanho da Bacelar Agroleite aumentou e em 2023 alcançou aproximadamente 900 animais, sendo 420 em lactação, e uma produção diária média de 16 mil litros de leite.

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Foto: Gabi Maistrovicz

O crédito de longo prazo do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) foi decisivo para a implantação e desenvolvimento da empresa leiteria idealizada pela empresária Fernanda Bacelar numa propriedade rural em Arapoti, nos Campos Gerais. Ela obteve o financiamento em 2016 dentro do programa Meu Agro é BRDE, que apoia a modernização e expansão da produtividade nos setores agropecuários. E desde então a produção só aumenta.

A Bacelar Agroleite é considerada uma das melhores em termos de qualidade do leite no Paraná, segundo a Associação Paranaense de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (APCBRH). A empresa também conquistou posições de destaque desde a primeira edição do Prêmio Leite de Qualidade – Paraná, organizado pela Capal Cooperativa Agroindustrial, da qual Fernanda é cooperada. Entre 2018 e 2020, a empresa venceu a categoria de 3.001 a 6 mil litros/dia; em 2021, acima de 10 mil litros/dia; e em 2022 ficou na segunda colocação dessa mesma categoria.

O pontapé inicial do projeto ocorreu em 2015, ano em que a carreira de Fernanda deu uma guinada radical. Ela era gerente de marketing bem estabelecida no mercado de Curitiba, mas aceitou o desafio proposto por seu pai de se tornar produtora de leite em propriedade da família. Fascinada com a ideia, mesmo com pouco conhecimento prévio do setor, Fernanda começou a elaborar o projeto da fazenda Bacelar Agroleite.

Para iniciar a criação de gado leiteiro, a família contou com o financiamento do BRDE para construir dois barracões free stall (sistema em áreas com camas individualizadas, corredores de acesso e pistas de trato), uma sala de ordenha e um bezerreiro. “Com o projeto já desenhado e investimentos projetados, nós fomos buscar um parceiro financeiro que pudesse nos ajudar nessa jornada e que, além de um financiamento com taxa de juros atrativas, tivesse um plano de pagamento no longo prazo”, conta.

Fernanda enfrentou desafios estruturais e culturais como uma mulher à frente do negócio. Porém, sua mentalidade aberta, focada em processos operacionais e abordagem empresarial, como a criação de departamentos específicos e divisão de funções, contribuíram para o sucesso da fazenda. As atividades iniciaram com 60 vacas prenhas. Ao longo dos anos, o rebanho aumentou e em 2023 alcançou aproximadamente 900 animais, sendo 420 em lactação, e uma produção diária média de 16 mil litros de leite.

Novos financiamentos com o BRDE ao longo dos últimos anos viabilizaram a construção de uma área destinada ao pré-parto, bem como espaços específicos para vacas secas e novilhas. “Essas expansões foram essenciais para o crescimento e aprimoramento de nossas instalações, proporcionando condições adequadas de manejo e bem-estar animal em todas as fases de desenvolvimento do rebanho”, afirmou a gestora da fazenda.

De acordo com Fernanda, o fundamental desta parceria foi a concessão de crédito com dois anos de carência. “Esse período foi fundamental para que a gente já tivesse com o tamanho um pouco maior, mais robustez e volume de caixa para honrar esses compromissos financeiros”, afirma.

O tempo foi essencial para a fazenda, já que a atividade leiteira demanda altos investimentos iniciais, como a construção de instalações e aquisição de equipamentos específicos, além da compra do gado. A liquidez vem do volume de leite, e qualquer propriedade iniciante começa gradualmente, como foi o caso da Bacelar Agroleite. Em vez do projeto estimado de dez anos para atingir 400 animais em lactação, a fazenda alcançou esse marco em apenas seis anos, antecipando o payback, que representa o tempo de retorno de investimento do negócio.

“Essa abordagem promissora do BRDE visa aprimorar a produção e beneficiamento de leite no Paraná, contribuindo para o desenvolvimento sustentável dessa importante indústria”, afirma o diretor-financeiro do BRDE, Wilson Bley Lipski.

Capal

Foto: Divulgação/Capal

Fernanda é uma das cooperadas da Capal Cooperativa Agroindustrial, que mantém parceria de mais de 40 anos com o BRDE, resultando em projetos que beneficiam também o mercado de leite e laticínios. Um dos projetos mais recentes envolveu a ampliação da armazenagem de matéria-prima para ração, proporcionando flexibilidade e oportunidades para atender também aos cooperados de leite.

O diretor industrial da Capal, Lourenço Teixeira, afirma que a relação entre produtores de leite e a cooperativa oferece vantagens, como garantia de venda a um valor competitivo e menor risco de negócio. “A Capal oferece regras claras, tornando a parceria atrativa para os produtores independentes. A cooperação também contribui para o crescimento do setor e consolida a Capal como uma das maiores captadoras de leite do Brasil”, afirma.

Segundo Teixeira, a principal atração do crédito do BRDE para os cooperados reside nas linhas de crédito com prazos e taxas alinhadas ao mercado, proporcionando estabilidade e apoio financeiro necessário ao setor de leite.

Fundada em 1960, a Capal conta atualmente com 3,6 mil associados, distribuídos em 21 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. O volume de leite negociado mensalmente é de 12 milhões de litros, proveniente de 270 produtores, de acordo com informações da assessoria de imprensa. A cooperativa também atua na cadeia agrícola e na comercialização de suínos.

Produção leiteira

O setor leiteiro é de grande importância para o Paraná, que é o segundo estado com maior produção de leite no Brasil, com 14,4% da produção nacional, atrás apenas de Minas Gerais, conforme dados do IBGE, relativo ao segundo trimestre de 2023. A cadeia de leite gera significativo faturamento e empregabilidade, envolvendo não apenas produtores, mas também prestadores de serviços e fornecedores.

Desde 2019, o BRDE investiu R$ 387,5 milhões na produção e beneficiamento de leite na região Sul. Somente no Paraná, esse investimento totalizou R$ 187,1 milhões. Todos os projetos estão ligados ao menos um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), sendo que os mais recorrentes são o ODS 2, que se refere à segurança alimentar, melhoria da nutrição e promoção da agricultura sustentável, ODS 3 (vida saudável e promoção do bem-estar), e ODS 8 (emprego pleno e trabalho decente e sustentável).

“A análise de projetos feita pelos técnicos do BRDE adere rigorosamente às normas ambientais, exigindo comprovações de regularidade”, afirma a gerente Operacional do BRDE, Carmem Rodrigues Truite. “Outro diferencial é que conseguimos fazer os financiamentos de forma agilizada agregando apoio técnico”.

“Parcerias entre o BRDE e cooperativas como a Capal, juntamente com o apoio do Governo do Paraná, desempenham um papel fundamental no fortalecimento do agronegócio, em especial do setor leiteiro na região, impulsionando o sucesso de produtores e centros de beneficiamento, o que contribui para o desenvolvimento econômico do Estado”, analisa o diretor administrativo do BRDE, João Biral Junior.

Linhas

O BRDE também opera outras linhas que beneficiam a cadeia de produção do leite com recursos repassados do BNDES, tais como Inovagro, para incorporação de inovações tecnológicas nas propriedades rurais; Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf); Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp); Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop); e, Finame, para aquisição de máquinas e equipamentos.

Fonte: Agência Estadual de Notícias do Paraná

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Brasil ultrapassa 133 mil drones registrados e amplia uso da tecnologia em diversos setores

Expansão acelerada desde 2017 reflete avanço do agronegócio, da indústria e de serviços tecnológicos, além de um ambiente regulatório que favorece a profissionalização do setor.

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Foto: Mapa

O mercado brasileiro de drones segue em forte expansão e alcançou 133 mil aeronaves registradas até fevereiro de 2026 no Sistema de Aeronaves Não Tripuladas (SISANT), mantido pela Agência Nacional de Aviação Civil. O volume confirma a consolidação do segmento como um dos mais dinâmicos da economia digital e dos serviços tecnológicos no país.

A evolução do setor está diretamente associada à regulamentação das operações civis de drones no Brasil, instituída em 2017, quando passou a ser obrigatório o cadastro dessas aeronaves. Naquele período, o país registrava cerca de 16,5 mil drones. Em apenas cinco anos, o número saltou para 93.729 registros em 2022, crescimento superior a 460%.

Desse total registrado em 2022, 52.906 drones eram destinados ao uso recreativo, enquanto 40.823 eram utilizados em atividades profissionais, evidenciando a crescente adoção da tecnologia em operações comerciais, industriais e governamentais.

Crescimento acelerado

Foto: Lucas Fermin/SEED

A expansão não desacelerou nos últimos anos. Entre 2024 e 2025, o número de drones cadastrados no país cresceu mais de 20% ao ano, enquanto os pedidos de autorização de voo avançaram acima de 25% no mesmo período. Os dados indicam não apenas aumento da base instalada de equipamentos, mas também maior intensidade de uso nas operações.

O avanço também se reflete no comércio internacional. Em 2024, as importações de drones registraram crescimento de 24,1% em valor e mais de 115% em número de unidades, reforçando o aquecimento da demanda doméstica por equipamentos e tecnologias associadas.

Setores que impulsionam a demanda

Foto: Rafael Soares

Ao longo da última década, o perfil do mercado mudou significativamente. O setor deixou de ser predominantemente recreativo e passou a ocupar espaço relevante em cadeias produtivas intensivas em tecnologia.

Entre os segmentos que mais impulsionam a adoção da tecnologia estão o agronegócio — especialmente em operações de pulverização aérea e agricultura de precisão — além de inspeções industriais, energia, infraestrutura, segurança pública, mapeamento técnico e produção audiovisual. A expansão também acompanha o avanço da digitalização de serviços públicos e das iniciativas de cidades inteligentes.

O crescimento do setor também movimenta diversas cadeias econômicas associadas, como importação e distribuição de equipamentos, manutenção técnica, capacitação de operadores, desenvolvimento de softwares e integração com tecnologias como inteligência artificial e conectividade 5G.

Ambiente regulatório e investimentos

Especialistas apontam que o ambiente regulatório brasileiro tem papel importante na formalização do setor e na atração de investimentos. O modelo atual distribui responsabilidades entre diferentes órgãos públicos, responsáveis pelo registro das aeronaves, controle do espaço aéreo, homologação de equipamentos e regulação de aplicações específicas, como o uso agrícola.

Em 2025, o país avançou no processo de modernização dessas regras com a abertura de consulta pública para atualização do marco regulatório, que propõe um modelo baseado em risco operacional e desempenho, alinhado às práticas internacionais.

Foto: Freepik

Para Pedro Curcio Jr., presidente da Associação Brasileira das Empresas de Drones (ABDRONE), o crescimento do mercado indica que o setor já atingiu um estágio estrutural de desenvolvimento. “O mercado brasileiro atingiu um estágio estrutural. Hoje falamos de uma base instalada robusta, operações cada vez mais profissionais e segurança jurídica para expansão de investimentos. Os drones passaram a integrar a infraestrutura tecnológica de diversos setores produtivos”, afirma.

Segundo ele, o próximo ciclo de crescimento deverá ser impulsionado por ganhos de produtividade, redução de custos operacionais e maior integração com tecnologias digitais.

“Estamos diante de um segmento que combina inovação, eficiência econômica e geração de empregos qualificados. A consolidação regulatória cria as condições para um novo ciclo de expansão empresarial”, menciona.

Fonte: Assessoria ABDRONE
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Exportações paranaenses para a Índia crescem 95% no primeiro bimestre de 2026

Avanço eleva participação do país asiático nas vendas externas do Estado e reforça a importância estratégica do mercado indiano.

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Fotos: Claudio Neves/Portos do Paraná

Apontada como uma das economias mais dinâmicas do mundo, com a perspectiva de alcançar em poucos anos a terceira posição no ranking global do PIB, atrás somente dos EUA e China, a Índia vem se destacando cada vez mais como compradora de mercadorias paranaenses.

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), levantados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), as exportações do Estado para Índia somaram US$ 108 milhões no 1º bimestre deste ano, o que correspondeu a um aumento de 95% em relação ao mesmo intervalo de 2025, quando as vendas atingiram US$ 55,6 milhões.

Em consequência disso, a participação da Índia nas exportações totais paranaenses subiu de 1,7% para 3,5%, o que garantiu a terceira colocação entre os destinos dos bens produzidos no Paraná, abaixo apenas dos pesos da China e Argentina. Nos dois primeiros meses do ano passado, o país asiático ocupava a 15ª colocação entre os países que adquiriram produtos paranaenses.

Esse volume de 2026 é tão expressivo que já equivale a praticamente metade das exportações realizadas para o país ao longo de todos os meses de 2020 e 2021, por exemplo. O melhor ano da relação comercial foi 2023, com exportações na casa de US$ 751 milhões.

Na pauta dos bens exportados, sobressaem o óleo de soja, os produtos metalúrgicos, os derivados do petróleo e o papel, que, juntos, responderam por 87% das receitas geradas pelo comércio com a Índia no 1º bimestre de 2026. Já em relação às importações, o Estado adquiriu US$ 70,7 milhões em mercadorias indianas nos dois primeiros do presente exercício, com destaque para os produtos químicos.

De acordo com Jorge Callado, em uma visão estratégica, o Governo e os exportadores do Estado vêm acompanhando os movimentos do mercado indiano, já que consideram o país como um dos alicerces do crescimento futuro das vendas externas do Paraná. “A ampliação do intercâmbio comercial com a Índia interessa muito ao Estado, dado o entendimento de que a produção para exportação gera emprego e renda em nível local”, analisa.

Exportações da alta

As exportações paranaenses para mercados asiáticos e europeus cresceram de forma significativa neste ano. As vendas estaduais para Japão, Singapura e Filipinas avançaram, respectivamente, 107%, 103% e 124% no 1º bimestre de 2026, em comparação a idêntico período de 2025. Ou seja, dobraram de tamanho.

No caso das vendas para o mercado japonês, o aumento foi sustentado principalmente pela carne de frango, enquanto as exportações para Singapura e Filipinas apresentaram crescimento alicerçado no petróleo e na carne suína, respectivamente. O Comércio com a Europa envolveu incremento das exportações de torneiras e válvulas e farelo de soja.

TCS

E as boas relações com a Índia extrapolam o comércio. Recentemente a multinacional indiana Tata Consultancy Services (TCS), líder global em serviços de TI, consultoria e soluções de negócios, anunciou investimento de R$ 200 milhões (US$ 37 milhões) na construção de um campus em Londrina, no Norte do Paraná. Presente na cidade há sete anos, onde fica o seu maior centro de operações no Brasil, o complexo deve ser concluído em 2027, com a perspectiva de gerar 1.600 empregos diretos.

Fonte: AEN-PR
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Novo programa da Copel promete mais agilidade no atendimento a produtores rurais

Copel Agro terá linha direta exclusiva, equipes especializadas e projetos voltados a propriedades com alta dependência de energia.

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Foto: Leonardo Tadra Pruner

A Copel anunciou na quarta-feira (11), em Medianeira, no Oeste, a criação do Copel Agro, programa dedicado a produtores rurais da cadeia de proteína animal e setores com alto grau de eletrodependência, além de uma nova linha direta e exclusiva de atendimento por teleatendentes: 0800 6434 222.

O Copel Agro contará com equipes de teleatendentes operando 24 horas por dia, sete dias por semana, e também com o reforço de equipes técnicas e de campo dedicadas ao atendimento a demandas emergenciais, à realização de obras e o desenvolvimento de projetos e ações de atenção aos produtores rurais de todas as regiões do Estado. Cerca de 60 mil produtores que se dedicam a estas culturas eletrointensivas no Paraná estão cadastrados junto à Copel. Destes, aproximadamente 50% têm propriedades nas regiões Oeste e Sudoeste.

Daniel Slaviero, presidente da Copel, destacou que são prioridades do programa reforçar o primeiro atendimento, maior agilidade no restabelecimento de energia, redução de interrupções temporárias e ocorrências de desligamentos pelo efeito de carga ou geração distribuída à revelia e criação de opções de redundância em instalações críticas com financiamento de um plano de instalação de baterias.

“Temos plena consciência da nossa responsabilidade diante dos desafios do setor elétrico e das demandas crescentes do campo e da produção paranaense. Por isso, a Copel vem lançando uma série de medidas estruturantes para enfrentar esse cenário e garantir energia de qualidade para o desenvolvimento do nosso Estado”, destacou. O anúncio foi feito a lideranças do setor cooperativista da região durante reunião regional do Sistema Ocepar na sede da Cooperativa Lar.

“Quando investimos em energia, estamos investindo em crescimento, competitividade e, principalmente, na melhoria da qualidade de vida das pessoas”, afirmou o presidente.

O presidente da Lar Cooperativa Agroindustrial, Irineo da Costa Rodrigues, destacou que o forte crescimento econômico da região tem aumentado a demanda por energia elétrica. Segundo ele, esse cenário já foi levado à direção da Copel, especialmente à área de distribuição, que tem se mostrado aberta ao diálogo com cooperativas e lideranças do setor produtivo. “A Copel veio ouvir os produtores, está mais próxima e abriu um canal chamado Copel Agro, que vai estabelecer uma conexão para ouvir, para agir mais rápido”, afirmou.

“A energia elétrica é um fator essencial para o desenvolvimento do agronegócio e para a competitividade das cooperativas paranaenses. O diálogo permanente entre a Copel e o cooperativismo é fundamental para alinhar demandas e buscar soluções conjuntas. Essa parceria contribui diretamente para o crescimento do agronegócio, para o fortalecimento das cooperativas e para o desenvolvimento sustentável do Paraná”, completou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Copel Agro

Pelo número 0800 6434 222, com início de operação previsto para o mês de abril, uma equipe de teleatendentes irá receber as demandas dos produtores rurais e direcionar o atendimento com agilidade. Por esta estrutura, em casos de interrupções de energia, o cliente rural receberá informações da previsão do tempo de religamento.

Para o fortalecimento do primeiro atendimento haverá o reforço do efetivo de eletricistas, com 50 equipes próprias atuando em sete bases estratégicas. O programa ainda contará com uma célula de monitoramento junto ao Centro de Controle da Copel com vistas a garantir agilidade no restabelecimento da energia em casos de interrupções.

Como parte do Copel Agro, será colocado em operação um Plano de Manutenção de estruturas com priorização de obras de melhorias de curto prazo integrado a mutirões de poda e prevenção do contato da vegetação com a rede elétrica, que hoje responde por 40% dos casos de desligamentos.

Para reduzir os efeitos de desligamentos temporários decorrentes de instalações de carga e geração distribuída irregulares, equipes da Copel farão um censo e levantamento de campo em áreas de consumo. As ações preveem visitas orientativas para a adequação de carga e geração distribuída (GD); e parcerias com cooperativas e sindicatos para o repasse de informações técnicas e treinamentos.

O Copel Agro prevê ainda o reforço no incentivo à conexão à nova rede trifásica, por intermédio do projeto Se Liga Aí, Paraná! e a definição de iniciativas de suporte ao produtor com subsídios à substituição de motores e à aquisição de baterias com recursos do Programa de Eficiência Energética da Copel.

Fonte: AEN-PR
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