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Credicoamo tem melhor ano de sua história com sobras de R$ 120 milhões

A partir desta sexta-feira, 12 de março, nas 46 agências da Credicoamo, os cooperados irão receber o valor das suas sobras proveniente da movimentação nas operações em 2020

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Centenas de associados da Credicoamo Crédito Rural Cooperativa participaram na tarde deste 11 de março de 2021, da 31ª Assembleia Geral Ordinária e 1ª Assembleia Digital. Conectados em toda a área de ação da cooperativa nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, eles aprovaram as contas do Exercício 2020 e a destinação das sobras. A sobra líquida e o lucro líquido gerados pelos produtos e serviços totalizou o montante de R$120,02 milhões, com crescimento de 21,86% sobre o ano anterior. A partir desta sexta-feira, 12 de março, nas 46 agências da Credicoamo, os cooperados irão receber o valor das suas sobras proveniente da movimentação nas operações em 2020.

Coordenação

O engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, idealizador e presidente do Conselho de Administração da Credicoamo, conduziu os trabalhos da Assembleia Geral na mesa principal ocupada também pelo vice-presidente do Conselho de Administração Cláudio Franciscio Bianchi Rizzatto e do secretário Ricardo Accioly Calderari, e os presidentes Executivos da Credicoamo, Alcir José Goldoni e da Coamo, Airton Galinari.

Canais Digitais

O ano de 2020 foi marcado pela implantação do novo sistema de governança corporativa, aprovado em Assembleia de associados, pelo qual o Conselho de Administração define as estratégias e a Diretoria Executiva faz a sua gestão. Os impactos da pandemia do coronavírus na economia como um todo, exigiram da Credicoamo várias medidas de prevenção, desde a alteração de horário de trabalho a procedimentos operacionais, para garantir a saúde dos funcionários, associados, parceiros e familiares. “Nesse sentido, focamos os canais digitais como a principal ferramenta de atendimento aos associados e as ações desenvolvidas resultaram num crescimento de 75,5% das contas cadastradas e com mais de 575 mil operações realizadas”, informa   Alcir José Goldoni, presidente Executivo da Credicoamo.

Desempenho

Apesar da redução das taxas de juros o desempenho econômico e financeiro da Credicoamo no exercício de 2020, apresentou receita global de R$ 193,62 milhões, resultado de 15.425 operações de crédito no montante de R$ 2,27 bilhões, com crescimento de 24,73%. Esta performance está distribuída nas diversas linhas de financiamento. O ativo total administrado atingiu o montante de R$ 3,84 bilhões representando um crescimento de 20,54% e o patrimônio líquido de R$ 854,84 milhões, representando uma evolução de 16,23%, em relação ao ano de 2019.

Fatos

Entre as ações que marcaram as atividades da Credicoamo em 2020, destacam-se o termo de intercooperação da Credicoamo com a Coamo buscando uma melhor sinergia para atendimento das demandas dos associados; o lançamento da Credicoamo Poupança Feliz; a disponibilização do PIX (Sistema de Pagamentos Instantâneo) e o lançamento de novas linhas de crédito e a reestruturação dos canais de comunicação do associado com a sua cooperativa de crédito – Central de Atendimento e Ouvidoria.

Ranking

De acordo com o ranking divulgado pelo Banco Central do Brasil, entre as 426 instituições financeiras que atuaram no crédito rural em 2020, compreendendo bancos e cooperativas de crédito, a Credicoamo melhorou seu posicionamento passando de 16ª para 14ª instituição em valor financiado, de 10ª para 9ª em número de operações contratadas e, para nossa satisfação a Credicoamo é a 1ª cooperativa singulares de crédito.

Balanço Social

A missão da Credicoamo é agregar renda às atividades do associado por meio de soluções sustentáveis e desenvolver a região e sociedade onde ela está localizada. A Credicoamo encerrou o ano com 20.922 associados, representando um crescimento de 5,11%, e o quadro de funcionários encerrou o ano com 292 colaboradores. Quanto ao recolhimento de tributos, em 2020 foram recolhidos tributos e taxas no valor R$ 23,56 milhões.

Ano histórico

O presidente do Conselho de Administração José Aroldo Gallassini destaca que vários foram os desafios apresentados em 2020, mas com a compreensão e participação ativa dos associados, todos foram vencidos. “Tudo aliado à aplicação das diretrizes corporativas da cooperativa e o sentimento de pertencimento dos associados, que estão cada vez mais transformando a sua cooperativa de crédito em seu domicílio financeiro. Em todos os aspectos, podemos considerar 2020 como o melhor ano da Credicoamo em seus 31 anos de atividades.”

Fonte: Assessoria

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Mapa lança projeto para ampliar mercado de pequenas agroindústrias

Iniciativa busca facilitar acesso ao Sisbi-POA e fortalecer negócios rurais.

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apresentou, durante a Feira Brasil na Mesa, o projeto SIMples AsSIM, iniciativa desenvolvida em parceria com o Sebrae para ampliar a inserção de pequenas agroindústrias no mercado nacional e fortalecer os pequenos negócios rurais.

Durante a palestra, a coordenadora-geral do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa), Claudia Valéria, destacou que os avanços do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA) abriram caminho para a criação do projeto. Segundo ela, a modernização dos processos foi essencial para ampliar a adesão ao sistema.

O projeto busca ampliar o acesso de produtos de origem animal ao mercado nacional por meio de qualificação técnica, modernização da inspeção, apoio à adequação sanitária, entre outras ações. A proposta também prevê identificar os principais desafios enfrentados pelos empreendedores e apoiar a integração ao Sisbi-POA.

A regularização de agroindústrias de pequeno porte é considerada estratégica para promover a inclusão produtiva, reforçar a segurança alimentar e impulsionar o desenvolvimento econômico local.

Durante a apresentação, Cláudia também ressaltou a importância de outras iniciativas, como o Projeto ConSIM, que contribuiu para a integração de consórcios públicos ao sistema. “Entre 2020 e 2025, 68 consórcios públicos no Brasil se integraram ao sistema, permitindo que muitos municípios ampliassem a comercialização de seus produtos”, afirmou.

Apesar dos avanços, o número de estabelecimentos ainda não acompanha o crescimento dos serviços de inspeção integrados. “Observamos um grande número de serviços integrados, mas os estabelecimentos não cresceram na mesma proporção. Por isso, surgiu a necessidade de fortalecer esses produtores e capacitá-los para acessar o mercado nacional”, pontuou.

O projeto está estruturado em três eixos: inclusão de agroindústrias no Sisbi-POA; fortalecimento dos Serviços de Inspeção Municipal com base em análise de risco; e apoio técnico à estruturação de agroindústrias de pequeno porte.

O projeto-piloto será iniciado em Santa Catarina, estado com grande número de agroindústrias e potencial de expansão. A iniciativa prevê diagnósticos in loco e planos de ação personalizados para apoiar a adequação dos estabelecimentos. “Mais de 80% das agroindústrias demonstraram interesse em expandir seus mercados. Isso mostra que há demanda e que precisamos criar condições para que esses produtores avancem”, concluiu a coordenadora-geral.

O analista do Sebrae Warley Henrique também apresentou os resultados iniciais do projeto. Entre eles, o diagnóstico on-line que identificou as principais dificuldades relacionadas à estrutura dos serviços de inspeção que limitam a integração dos estabelecimentos ao Sisbi, com 217 respondentes.

Também foi realizada pesquisa com técnicos dos estabelecimentos, que reuniu 114 participantes, sobre os principais entraves para obtenção do selo Sisbi, além do levantamento das orientações técnicas necessárias para cada estabelecimento.

Após a fase de levantamento, o projeto avança para a estruturação da metodologia de atendimento e para a implementação das ações em campo, com início previsto para maio de 2026, em Santa Catarina.

Fonte: Assessoria Mapa
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Copacol recebe Prêmio de Melhor do Biogás pelo segundo ano consecutivo

Projeto premiado destaca eficiência na geração de energia a partir de resíduos e reforça liderança da cooperativa em sustentabilidade.

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A Copacol consolidou mais uma vez sua posição de referência nacional em energias renováveis ao conquistar, pelo segundo ano consecutivo, o Prêmio Melhores do Biogás Brasil 2026, na categoria Melhor Planta Indústria.
O reconhecimento apresentado no 8º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, em Foz do Iguaçu, destaca o desempenho da Usina de Biogás instalada na UPL (Unidade de Produção de Leitões), em Jesuítas, e evidencia o compromisso da Cooperativa com inovação, eficiência energética e preservação ambiental. “É uma satisfação imensa receber o Prêmio de Melhor do Biogás, que reconhece o desempenho desse importante investimento em sustentabilidade. O respeito ao meio ambiente é uma prática em nossas atividades, por isso, buscamos alternativas que consolidem esse comportamento e preservem ainda mais nossas riquezas”, complementa o diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol.

A premiação reforça os resultados obtidos pela cooperativa ao longo dos últimos anos, especialmente no aproveitamento de resíduos agroindustriais para geração de energia limpa. Somente em 2025, a usina produziu 6.813.437 kWh de energia a partir dos resíduos gerados pela Unidade de Produção de Leitões e pela Unidade de Produção de Desmamados, resultado que representou economia em energia elétrica e aproveitamento de resíduos equivalentes a R$ 6,4 milhões. “O Prêmio de Melhor do Biogás demonstra o compromisso da Copacol com a sustentabilidade, a destinação correta de resíduos, principalmente com e uso de energia renovável”, afirma o gerente de Meio Ambiente da Copacol, Celso Brasil.

O modelo premiado de geração de energias renováveis recebeu a visita de empresários do ramo do Brasil e do exterior. A programação contou com apresentação técnica e um passeio guiado às instalações, mostrando a realidade operacional da planta e os processos utilizados para transformar resíduos em energia. A Copacol foi escolhida como destino técnico pelo reconhecimento do projeto como modelo de sucesso no setor. “Existe muito estudo no desenvolvimento do projeto da Copacol e isso é fundamental. A operação leva em consideração dados diários de composição dos substratos, concentração de material orgânico e existe um monitoramento contínuo da planta. As tomadas de decisão são baseadas nos dados gerados. Isso dá segurança e impressiona bastante”, afirma a analista da Embrapa, Fabiane Goldschnidt, que atua em projetos de gerenciamento de resíduos, produção de biogás e biometano.

A usina também chamou a atenção de representantes da área acadêmica. Rosiany de Vasconcelos Vieira Lopes, professora da Universidade de Brasília, natural de Campina Grande e atualmente residente em Brasília, participou da visita técnica. “Fiquei muito surpresa com a estrutura. Percebemos na prática a utilização de resíduos aproveitados de uma maneira renovável e sustentável para a produção de energia.”

Fonte: Assessoria Copacol
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Selos distintivos ganham destaque como estratégia de valorização no agro

Certificações reforçam origem, qualidade e ajudam produtores a acessar mercados.

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Os selos distintivos são certificações voltadas para os produtores rurais que objetivam o desenvolvimento, a valorização e a diferenciação na agricultura brasileira. Para tratar do tema, foi realizada a palestra “Chefs de Origem: Estratégia de Valorização dos Produtos de Origem e dos Pequenos Negócios”, durante a Feira Brasil na Mesa.

Representando o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o coordenador-geral de Fomento à Agroindústria, Nelson Andrade, apresentou os selos distintivos sob a coordenação do Mapa. “Os selos distintivos são certificações que comprovam origem, qualidade, autenticidade e conformidade com padrões específicos. Eles geram confiança, credibilidade e ajudam o consumidor a fazer escolhas mais conscientes”, explicou Nelson Andrade.

Os principais selos e certificações são: Boas Práticas Agropecuárias; Produção Integrada; Selo Arte; Selo Queijo Artesanal; Indicação Geográfica e Marcas Coletivas.

As Boas Práticas Agropecuárias (BPA) são um conjunto de princípios, normas e recomendações técnicas aplicadas nas etapas da produção, processamento e transporte de produtos alimentícios e não alimentícios.

Já os selos Arte e Queijo Artesanal buscam trazer agregação de valor para produtos alimentícios artesanais de origem animal com características especiais e diferenciadas.

As marcas coletivas são sinais distintivos utilizados para identificar produtos ou serviços provenientes de membros de uma entidade coletiva, possibilitando a diferenciação de mercado, a proteção jurídica e a valorização de produtos e serviços, sendo utilizadas por associações, cooperativas, sindicatos e outras entidades.

As Indicações Geográficas (IGs) são sinais que identificam a origem de um produto ou serviço quando determinada qualidade, reputação ou característica está vinculada à sua origem. Protegem a origem, a tipicidade e a reputação do produto. São duas modalidades: indicação de procedência, que considera a região reconhecida como centro de extração, produção ou fabricação de determinado produto ou de prestação de determinado serviço; e denominação de origem, quando qualidade e características estão vinculadas a uma indicação geográfica.

São mais de 150 IGs para produtos da agricultura e da agropecuária brasileiras, principalmente de mel, própolis, carnes, pescados e derivados.

Durante a apresentação, Nelson destacou que o impacto dos selos vai além da certificação. “Eles fortalecem a origem, valorizam tradições e impulsionam o desenvolvimento do campo. Valorizam os produtos, evidenciam a cultura local, destacam a qualidade e a singularidade, valorizam a diversidade e fortalecem as agroindústrias”, salientou.

O coordenador também ressaltou o papel das políticas públicas no apoio aos pequenos produtores. “Essas iniciativas são fundamentais para que o produtor consiga acessar mercados de forma estruturada, manter sua atividade e agregar valor ao que produz”, pontuou.

Ao final, representantes do Sebrae apresentaram o projeto “Chefes de Origem”, que busca a produção, a organização e o fornecimento qualificado por meio da conexão entre produtores locais e restaurantes, promovendo a transformação gastronômica e dando visibilidade aos pequenos produtores.

Fonte: Assessoria Mapa
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