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Credicoamo tem ativo total administrado de R$ 4,960 bilhões e sobras de R$ 235,546 milhões
Números foram apresentados e aprovados pelos associados em Assembleia Geral Ordinária.

A Credicoamo Crédito Rural Cooperativa realizou na quinta-feira (09), a 33ª Assembleia Geral Ordinária. Associados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul participaram da AGO em Campo Mourão, município sede da cooperativa, onde votaram e aprovaram os números referentes ao exercício de 2022.
A receita global da Credicoamo, apesar de todos os impactos decorrentes das frustrações de safras, apresentou um crescimento de 112,40%, totalizando R$ 529,184 milhões, motivado pelo crescimento da movimentação financeira dos associados e elevação da taxa Selic. Foram realizadas operações de crédito no montante de R$ 3,041 bilhões.
O ativo total administrado somou R$ 4,960 bilhões, um crescimento de 14,60%. O patrimônio líquido encerrou o exercício com o valor de R$ 1,173 bilhão, crescimento de 21,36%. As sobras antes dos juros sobre o capital social encerraram o ano com o valor de R$ 235,546 milhões. O valor distribuído aos associados supera R$ 95,3 milhões.
A liquidez corrente de 1,28 e a liquidez geral de 1,34, junto com os demais índices de solvência, refletem a boa situação econômica e financeira da Credicoamo.
De acordo com o presidente do Conselho de Administração da Credicoamo, José Aroldo Gallassini, 2022 foi marcado por grandes desafios para a cooperativa de crédito. Ele recorda que a Credicoamo precisou se adaptar e se flexibilizar diante das situações motivadas pela frustração da segunda safra de milho e do trigo e pela safra de verão. “Essas frustrações impactaram diretamente na geração de receitas dos associados e, consequentemente, nas operações da Credicoamo”, salienta.
As indenizações do Seguro Agrícola e do Proagro das culturas de milho segunda safra e trigo, safras 2021/21, tiveram acionamento de mais de 87% das apólices com valor indenizado de R$ 254,662 milhões. “Na sequência, houve a frustração da safra de verão 2021/22, com mais de 80% de acionamentos, que pela sua abrangência, exigiu da estrutura da Credicoamo e das seguradoras uma força tarefa para que as indenizações fossem levadas ao bom termo no menor prazo possível e que resultaram em indenização superior a R$ 849,075 milhões. Essas ocorrências aliadas ainda às consequências da pandemia do coronavírus, levaram à prova o sistema de governança corporativa, que se consolidou definitivamente como uma estrutura de gestão eficiente e dinâmica e que norteará o crescimento e o futuro da Credicoamo”, comenta Alcir José Goldoni, presidente Executivo da Credicoamo.
Segundo ele, mesmo diante das adversidades, e com olhar no futuro, a Credicoamo buscou alinhar inovação em seus sistemas operacionais, abertura de agências e ampliação o portfólio de produtos e serviços. “A participação ativa dos associados e a sua compreensão, geraram o alicerce e a segurança para o crescimento que a Credicoamo tem apresentado. O sentimento de pertencimento na cooperativa de crédito, está cada vez mais transformando a Credicoamo no seu domicílio financeiro e resultou no melhor ano da Credicoamo” observa Goldoni.
Credicoamo em números
A Credicoamo é uma instituição financeira cooperativa com foco no desenvolvimento das atividades dos associados e da região onde vivem. Com sistema de governança corporativa e de gestão, a cooperativa conta com 50 agências nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul e tem mais de 24.540 associados. Em 2022, a Credicoamo admitiu 2.279 novos associados.

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Mercado do trigo reage a cenário externo e oferta limitada no Rio Grande do Sul
Enquanto o grão registra valorização, farelo acumula desvalorização e farinhas mantêm estabilidade diante de demanda moderada.

As cotações internacionais do trigo vêm registrando fortes altas, impulsionadas pela seca em áreas de cultivo de inverno nos Estados Unidos.
De acordo com o Cepea, esse movimento externo foi repassado ao mercado do Rio Grande do Sul. No estado, a alta internacional se somou à oferta mais restrita, sobretudo de trigo de melhor qualidade, elevando as cotações.
No mercado de farelo de trigo, dados do Cepea mostram que tanto o produto ensacado quanto o a granel seguem em desvalorização, devido à maior competitividade de outros ingredientes utilizados na ração animal, como o farelo de soja – também em retração –, e ao avanço da colheita do milho de verão.
Para as farinhas, os preços apresentaram estabilidade relativa no mesmo período. Segundo pesquisadores do Cepea, o mercado não encontra sustentação consistente, diante de uma demanda em recuperação gradual.
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Balança comercial tem superávit de US$ 2,1 bilhões na 3ª semana de fevereiro
Resultado foi impulsionado por exportações de US$ 5,79 bilhões e aumento médio diário de comércio em relação ao ano passado.

Na 3ª semana de fevereiro de 2026, a balança comercial registrou superávit de US$ 2,1 bilhões e corrente de comércio de US$ 9,5 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 5,79 bilhões e importações de US$ 3,72 bilhões.
No mês, as exportações somam US$ 19,5 bilhões e as importações, US$ 16,7 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,8 bilhões e corrente de comércio de US$ 36,1 bilhões.
No ano, as exportações totalizam US$ 44,6 bilhões e as importações, US$ 37,5 bilhões, com saldo positivo de US$ 7,2 bilhões e corrente de comércio de US$ 82,1 bilhões. Esses e outros resultados foram disponibilizados, na segunda-feira (23), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).
Balança Comercial Preliminar Parcial do Mês – 3º Semana de Fevereiro/2026
No comparativo mensal, as exportações, comparadas as médias até a 3ª semana de fevereiro/2026 (US$ 1,5 bilhões) com a de fevereiro/2025 (US$ 1,1 bilhões), houve crescimento de 31,7%. Em relação às importações houve crescimento de 10,3% na comparação entre as médias até a 3ª semana de fevereiro/2026 (US$ 1,3 bilhões) com a do mês de fevereiro/2025 (US$ 1,2 bilhões).
Assim, até a 3ª semana de fevereiro/2026, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2.779,28 milhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 217,35 milhões. Comparando-se este período com a média de fevereiro/2025, houve crescimento de 20,9% na corrente de comércio.
Exportações e importações por Setor
No acumulado até a 3ª semana do mês de fevereiro/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 25,72 milhões (10,6%) em Agropecuária; de US$ 150,43 milhões (70,5%) em Indústria Extrativa e de US$ 180,97 milhões (26,8%) em produtos da Indústria de Transformação.
No acumulado até a 3ª semana do mês de fevereiro/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 3,56 milhões (7,5%) em Indústria Extrativa e de US$ 121,97 milhões (11,3%) em produtos da Indústria de Transformação; houve queda de US$ 4,57 milhões (17,3%) em Agropecuária.
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CBNA 2026 discute como ciência impulsiona produção animal
Evento em São Paulo reúne especialistas para debater nutrição de aves, suínos e bovinos e estratégias que aumentam eficiência e reduzem custos.

A contribuição da ciência brasileira para um aumento da produtividade e da eficiência da produção animal estará entre os debates de um dos principais encontros técnicos do setor em 2026. A 36ª Reunião Anual do Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA), que vai ser realizada de 12 a 14 de maio, no Distrito Anhembi, em São Paulo, abre a programação com um painel dedicado ao Impacto da pesquisa brasileira na produção animal.

O membro da diretoria do CBNA e professor da Esalq/USP, Felipe Dilelis. “Vamos discutir decisões que influenciam diretamente custo, desempenho e sustentabilidade das cadeias produtivas” – Foto: Denise Guimarães/Esalq USP.
Coordenado pelo professor da Esalq/USP Felipe Dilelis, o debate reunirá especialistas de instituições de referência para discutir desde A importância das Tabelas Brasileiras para a indústria até as perspectivas de novas linhas de investigação em nutrição de aves e suínos. “O Brasil é potência na produção animal, mas só continuará avançando se investir em ciência aplicada. O que discutiremos aqui não é teoria, são decisões que influenciam diretamente custo, desempenho e sustentabilidade das cadeias produtivas”, afirma Dilelis.
Entre os participantes estão o professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV) Horacio Rostagno, o professor da Universidade Federal de Goiás (UFG) José Henrique Stringhini, o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Sergio Vieira, o chefe-geral da Embrapa Suínos e Aves, Everton Krabbe, e o professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Bruno Silva. O encontro tem como proposta promover diálogo direto entre academia e indústria para analisar desafios, oportunidades e inovações capazes de transformar a nutrição animal nos próximos anos, tema considerado estratégico diante da pressão por maior eficiência produtiva, sustentabilidade e competitividade internacional do agronegócio brasileiro.
Além da 36ª Reunião Anual, voltada a aves, suínos e bovinos, o CBNA realizará simultaneamente outros dois eventos técnicos no mesmo local: o IX Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos, no dia 12 de maio, e o XXV Congresso CBNA Pet, nos dias 13 e 14. A programação ocorrerá paralelamente à Fenagra, feira internacional dedicada à tecnologia e processamento da agroindústria Feed & Food, apoiadora da iniciativa. A edição deste ano tem o patrocínio confirmado de empresas como AB Vista, Adimax, Alltech, APC, CBO Laboratório, dsm-firmenich, Evonik, Kemin Nutrisurance, Novus, PremieRpet, Royal Canin e Symrise, além do Sindirações. As empresas interessadas em participar ou patrocinar os eventos, podem entrar em contato com o CBNA através do e-mail cbna@cbna.com.br ou pelo What’sApp (19) 3232.7518.



