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Cotrijal renova habilitação para comercializar soja para produtores de biodiesel para fins de Selo Combustível Social

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Os presidentes da Cotrijal, Nei César Mânica, e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Não-Me-Toque, Pedro Paulo Nienow, assinaram, na manhã desta quarta-feira 16 de outubro, o documento que renova a habilitação para comercialização de soja com empresas produtoras de biodiesel para fins de obter ou manter o Selo Combustível Social.
A habilitação é possível desde 2012, devido a uma mudança nos critérios de concessão, manutenção e uso do Selo Combustível Social, através de portaria, publicada no Diário Oficial da União pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Até então, o MDA exigia que a cooperativa deveria ter 70% do seu quadro social, no mínimo, composto por agricultores com Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) para poder se habilitar à venda de soja a empresas produtoras de biodiesel que têm o selo. Com a publicação da portaria, as cooperativas que possuem percentual mínimo de 60% de dapianos ficam autorizadas a participar desse programa.
Mânica ressaltou que é muito justa a conquista, já que o produtor estava sendo penalizado em não poder usufruir de um benefício que foi criado pelo governo federal para auxiliar a agricultura familiar. “Nosso empenho sempre foi em prol do associado, porque ele vai ser o grande beneficiado com essa conquista”, ressalta o presidente da Cotrijal.
Conforme a portaria do Ministério do Desenvolvimento Agrário, na região Sul, o percentual mínimo de aquisições de matéria-prima do agricultor familiar, feitas pelo produtor de biodiesel para fins de concessão, manutenção e uso do Selo Combustível Social, está estabelecido em 35% na safra 2012/2013 e 40% a partir das safra 2013/2014.
A reunião contou com a participação do presidente da Cotrijal, Nei César Mânica, do vice-presidente, Jairo Marcos Kohlrausch; do superintende Adminsitrativo-Financeiro, Marcelo Ivan Schwalbert; do superintende de Produção Agropecuária, Gelson Melo de Lima; do gerente de Desenvolvimento Cooperativista, Enio Schroeder; do gerente Comercial Graos, Luis Cláudio Gomes; do gerente da unidade de Não-Me-Toque, Airton Mário Görgen e do presidente do Sindicado dos Trabalhadores Rurais, Pedro Paulo Nienow. 

Fonte: Ass. Imprensa da Cotrijal

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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