Conectado com
OP INSTAGRAM

Notícias Cooperativismo

Cotrijal está entre as 100 maiores empresas do agro

Organização está entre as 16 maiores cooperativas do Brasil e entre as seis maiores empresas gaúchas do setor após o faturamento recorde histórico da entidade, de R$ 2,4 bilhões

Publicado em

em

Divulgação

Quebra de safra, problemas climáticos, dificuldade logística e pandemia global. Mais uma vez, o agronegócio brasileiro resistiu e foi um oásis em meio ao cenário de retração econômica. Isso ficou refletido na lista das 100 maiores empresas do agro nacional, divulgada recentemente pela revista Forbes. Entre os destaques está a Cotrijal, que ficou entre as seis principais empresas gaúchas, entre as 16 maiores cooperativas e na 58ª posição geral. O faturamento recorde registrado em 2020, com a cifra de R$ 2,4 bilhões, marcou o resultado.

A safra de grãos 2019/2020 (plantada em 2019 e colhida em 2020) bateu o recorde de 257,8 milhões de toneladas, com crescimento de 4,5% em relação à temporada anterior, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Os números provam que o agronegócio não pisou no freio e seguiu trabalhando, evitando o desabastecimento na pandemia. E as projeções de supersafra para 2020/2021 são reais. Na Cotrijal, a expectativa, segundo o presidente Nei César Manica, é superar as 20 milhões de sacas de soja, milho e trigo.

Sobre o resultado de 2020, Manica ressaltou que isso se deve à gestão de custos, às novas oportunidades de negócios e ao aumento do número de produtores trabalhando com a cooperativa. “O profissionalismo da nossa equipe e a confiança do produtor foram essenciais para esse excepcional desempenho”, afirmou. “Para 2021, com a crescente demanda e os bons preços, a expectativa é de uma nova safra recorde. Seguiremos investindo na diversificação dos negócios e na capacitação de nossos associados e colaboradores,” garantiu o executivo.

De onde vem os números

Anualmente, a Forbes, uma das mais conceituadas revistas de negócios e economia do mundo, publica a lista com as empresas brasileiras do agronegócio que mais se destacaram. A elaboração teve por base informações de demonstrativos financeiros, da agência Standard & Poor’s, da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da empresa de informações financeiras Economatica. Foram consideradas empresas com faturamento no Brasil de pelo menos R$ 1 bilhão em 2019.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

vinte − quinze =

Notícias

Exportadores de aves, suínos e ovos projetam US$ 490,2 milhões em negócios após a Anuga 2021

No espaço exclusivo das agroindústrias de suínos, aves e ovos do Brasil — viabilizada pela parceria ABPA & Apex-Brasil —, foram gerados US$ 34,8 milhões em negócios durante os cinco dias de evento

Publicado em

em

Fotos: Divulgação ABPA

Terminou bem-sucedida a primeira grande ação realizada no mercado europeu desde o início da pandemia pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Foi durante a Anuga, maior feira de alimentos do Mundo, que atraiu importadores e potenciais clientes entre os dias 9 e 13 de outubro, em Colônia, na Alemanha.

No espaço exclusivo das agroindústrias de suínos, aves e ovos do Brasil — viabilizada pela parceria ABPA & Apex-Brasil —, foram gerados US$ 34,8 milhões em negócios durante os cinco dias de evento. E as expectativas são ainda mais otimistas para os próximos 12 meses. De acordo com os exportadores participantes no evento — entre eles Bello Alimentos, Ecofrigo, Copacol, Lar, Vibra, Pif Paf, Seara, Somave e Jaguafrangos —, as projeções de negócios gerados a partir da feira alcançam US$ 490,2 milhões, com cerca de 840 contatos realizados.

Para organizar a ação, a ABPA contou com uma área exclusiva de mais de 270 metros quadrados no centro de exposições da Koelnmesse, que abrigou espaços para reuniões e uma grande área gastronômica comandada pelo Chef Marcelo Bortolon. Pratos tradicionais, como frango com polenta, foram servidos aos importadores e potenciais clientes.

Reforçando a estratégia das marcas internacionais da avicultura e da suinocultura do Brasil — Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders, Brazilian Duck e Brazilian Pork — foram distribuídos materiais promocionais com informações sobre a cadeia produtiva do Brasil, como folders impressos e digitais (distribuídos por QRCode).

“Como nossa primeira ação desde a pandemia no mercado europeu, superamos todas as expectativas que tínhamos para o primeiro grande evento. Além das expectativas positivas de negócios, foi um marco importante institucional, com forte presença política em nosso espaço, além do restabelecimento presencial das relações com stakeholders, importadores e outros elos do mercado, que gerou, só nos nove primeiros meses deste ano, US$ 310 milhões em exportações”, ressalta Ricardo Santin, presidente da ABPA, que liderou a ação na Alemanha.

Fonte: ABPA
Continue Lendo

Notícias Comércio Exterior

Encontro reúne adidos agrícolas para discutir estratégias de promoção comercial

O evento, que acontece até o dia 29 de outubro, servirá para o alinhamento de informações e a discussão sobre estratégias para negociações internacionais, promoção comercial, atração de investimentos e internacionalização do setor agropecuário brasileiro. A ministra Tereza Cristina participou da abertura do evento, e destacou os desafios da atuação dos adidos.

Publicado em

em

Divulgação/Mapa

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, participou nesta segunda-feira (18), da abertura do 3º Encontro dos Adidos Agrícolas, realizado em parceria com a Apex-Brasil. O evento, que acontece até o dia 29 de outubro, servirá para o alinhamento de informações e a discussão sobre estratégias para negociações internacionais, promoção comercial, atração de investimentos e internacionalização do setor agropecuário brasileiro.

Tereza Cristina lembrou a importância dos adidos agrícolas na promoção do comércio exterior brasileiro. “Vocês hoje têm o desafio de representar, nos quatro cantos do mundo, o agro brasileiro moderno, sustentável e pujante. Essa tarefa, se bem executada, trará êxitos e significativos retornos econômico-sociais para nosso país”, disse a ministra, lembrando que, desde o início de 2019 o Brasil conquistou 167 aberturas de mercado, com o apoio dos adidos.

A ministra também destacou os desafios que ainda se impõem à diplomacia brasileira do agronegócio, como o protecionismo de muitos países e a necessidade de diversificar a pauta de exportações do Brasil.

Ela também mencionou a questão ambiental, lembrando que, apesar dos problemas ainda existentes, a agricultura brasileira é uma das mais sustentáveis do mundo. “Mas isso não se reflete na nossa imagem lá fora. Devemos, portanto, seguir buscando os diversos caminhos para nos firmarmos de fato como uma potência agroambiental. E, mais do que isso, sermos efetivamente reconhecidos como tal”, disse.

Também participaram da abertura do Encontro o presidente da Apex-Brasil, Augusto Pestana, o secretário de Comércio Exterior e Assuntos Econômicos do Ministério das Relações Exteriores, Embaixador Sarquis José Buainain Sarquis e o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Embaixador Orlando Leite Ribeiro.

Fonte: Mapa
Continue Lendo

Notícias

Clima favorável e possível oferta elevada pressionam valores da soja

Ambiente de otimismo em relação à oferta e certo pessimismo sobre a demanda pressionam contratos futuros na Bolsa de Chicago (CME Group).

Publicado em

em

Foto: AEN

A combinação de clima favorável à colheita nos Estados Unidos e à semeadura da oleaginosa em grande parte das regiões brasileiras, de estimativas de maior relação estoque/consumo final na safra 2021/22, em termos mundiais, do ambiente de otimismo em relação à oferta e certo pessimismo sobre a demanda pressionou os contratos futuros na Bolsa de Chicago (CME Group) nos últimos dias.

Com isso, segundo informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), compradores brasileiros se afastaram das aquisições no spot, na expectativa de adquirir lotes a preços menores nas próximas semanas.

Entre 08 e 15 de outubro, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná caíram 2,3% e 1,7%, com respectivos fechamentos de R$ 168,55/sc e de R$ 166,48/sc de 60 kg na última sexta-feira (15).

Fonte: ESALQ
Continue Lendo
ABPA – PSA

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.