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Cotrijal comemora 62 anos
No sábado (14), a Cotrijal festejou 62 anos de um voo seguro, confiável, inspirador

O momento é especial para a Cotrijal que festejou no sábado, 14 de setembro, 62 anos de um voo seguro, confiável, inspirador. Com um faturamento de R$ 2,388 bilhões, dinâmica e arrojada, se firmou como uma parceira de peso para quem busca crescer no Agro. Muito mais do que produtos e serviços de qualidade, oferece confiança.
Antenada com a realidade, mercado e novidades, busca soluções para todas as áreas que envolvem o negócio do produtor. Hoje são mais de 7,6 mil associados que contam com essa expertise e profissionalismo para impulsionar resultados no campo.
Com amplo mix de produtos, boas práticas agrícolas e produtores que batem seus próprios recordes, vem fazendo história na região Norte do Estado. Na safra passada, alcançou a produtividade média de 67,3 sacas/ha na soja. No milho, o incremento foi de 23,5%, chegando a marca histórica de 204,2 sacos/hectare.
No leite, não é diferente. Quem circula pela região da Cotrijal vê rebanhos mais produtivos e mais eficientes, propriedades mais sustentáveis e produtores capacitados. “Temos muito a oferecer para quem permanece no cooperativismo. A meta é seguir crescendo e avançar nas tecnologias disponíveis, propiciando mais benefícios e facilidades aos nossos cooperados”, destaca o presidente da Cotrijal, Nei César Manica.
“A Cotrijal está aí para somar, fazer a diferença. Hoje o nosso maior prêmio é a fidelidade do produtor. É o que nos move para seguir em frente”, enfatizou o vice-presidente Enio Schroeder.
Confiança de ponta a ponta
Um trabalho bem-feito, com parceiros confiáveis e fortes dá resultados. Confira o que tem a dizer quem vem crescendo com a Cotrijal, hoje referência em cooperativismo seguro, inovador, personalizado e sustentável.
“Passa credibilidade, tecnifica e filtra o que agrega para o produtor” – Airton Lange, da Agrícola Lange, interior de Não-Me-Toque, com excelentes médias no campo.
“Tenho todo o respaldo da Cotrijal. É um trabalho desafiador, mas que me dá satisfação” – Miguel Maldaner, multiplicador das Sementes Cotrijal, de Tapera.
“A qualidade foi determinante para fechar negócio” – Cristhian Ribas Sékula, gestor da Três Capões Agronegócio (PR), empresa cliente das Sementes Cotrijal.
“Aprendi que preciso ser gestor, além de produtor” – Guilherme Setti, de Almirante Tamandaré do Sul, que conta com a Cotrijal para vencer desafios do mercado.
“Nos ajudou a dar a volta por cima” – Rosalvo e Marli Mühl, casal que trabalha com leite em Victor Graeff. No cocho só entra Rações Cotrijal e o rebanho, em sistema de confinamento, tem o acompanhamento veterinário da cooperativa. Produção está em 37.190 litros/ha/ano.
“Com a Cotrijal, até a forma de calcular o resultado mudou. Hoje somos muito mais eficientes” – Alexandre e Vivian Nothen, casal que produz leite com 100 vacas em Coqueiros do Sul. A produtividade/hectare/ano chega a 38.880 litros.
“Se a Cotrijal é capaz de organizar uma feira do porte da Expodireto, imagina o que pode fazer pelo produtor?” – Júlio César Fracasso, de Sananduva, região onde a cooperativa vem crescendo desde 2016 em confiança e produtividade.
“No interior é mais difícil ter acesso às novidades. E a Cotrijal é parceira de todas as horas” – Giovana Müller, de Tio Hugo, que fechou negócio das Lojas Cotrijal para construir casa. Família produz grãos e leite.
“São quase 50 quilômetros, mas vale a pena pela qualidade e variedade dos produtos” – Francisco e Ilda Roesler, de Saldanha Marinho, que vem todo o mês a Não-Me-Toque para fazer o rancho no Supermercado Sede.

Notícias
Governo federal prepara decreto de salvaguardas para acordo Mercosul-UE
Texto será analisado pela Casa Civil e estabelece mecanismos para proteger produtores nacionais em caso de aumento das importações europeias.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, afirmou na quarta-feira (25) que o decreto sobre as salvaguardas do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE) será enviado para a Casa Civil, onde passará por análise jurídica antes da publicação. A salvaguardas são instrumentos de proteção a produtores nacionais. 


Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado e Gpoint Studio/Freepik
O texto prevê mecanismos para proteger produtos agrícolas, caso sejam sancionados por organismos europeus. Isso porque, no final do ano passado, o Parlamento Europeu aprovou regras mais rígidas para importações agrícolas vinculadas ao acordo com o Mercosul, cujas medidas seriam acionadas se importações em grande volume causarem ou ameaçarem prejuízo grave aos produtores europeus.
O setor do agronegócio nacional quer que essas salvaguardas sejam assumidas também pelo governo brasileiro, em caso de aumento das importações de produtos europeus concorrentes. “Sempre há uma preocupação de alguns setores. Então, nós estamos encaminhando a proposta, para passar pelos ministérios, o decreto de salvaguardas”, declarou o vice-presidente.
A fala foi feita após reunião com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), relator do projeto que ratifica o acordo entre o bloco europeu e o sul-americano, que vai criar uma das maiores zonas de livre comércio do planeta, com produção avaliada em US$ 22 trilhões e mercado consumidor de 720 milhões habitantes.
A Casa Civil poderá consultar outros ministérios, como a Fazenda, para depois enviar o decreto para assinatura do presidente da

Bandeira do Mercosul
República, antes que o Senado Federal aprove a ratificação do acordo. O texto da ratificação foi aprovado na quarta-feira pelo plenário da Câmara dos Deputados.
Como funcionam as salvaguardas
Salvaguardas são mecanismos previstos em acordos comerciais que permitem a um país reagir a surtos de importação decorrentes da redução de tarifas negociadas. Caso fique comprovado dano grave à produção nacional, o governo pode:
- Estabelecer cotas de importação;
- Suspender a redução tarifária prevista no acordo;
- Restabelecer o nível de imposto anterior à vigência do tratado.
O decreto deverá definir prazos, procedimentos de investigação e condições para aplicação das medidas.
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Câmara autoriza uso de até R$ 500 milhões do FGO para crédito do Pronaf
Projeto visa ampliar garantias para agricultores familiares sem impactar as contas da União e segue para sanção presidencial.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (16) o Projeto de Lei 2213/25, que autoriza o uso de recursos do Fundo Garantidor de Operações (FGO) para cobrir ações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O texto, de autoria do Senado, segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil
Administrado pelo Banco do Brasil, o FGO facilita o acesso ao crédito por empresas e setores específicos, diminuindo os riscos para os bancos.
De acordo com o projeto, até R$ 500 milhões do FGO poderão ser utilizados para garantir as operações do Pronaf, que oferece linhas de crédito com condições especiais a agricultores familiares. O texto aprovado altera a Lei 13.999/20, que institui o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).
Um ato conjunto dos ministérios do Desenvolvimento Agrário e da Fazenda definirá como esses recursos serão alocados, quais limites máximos de garantia poderão ser concedidos, os critérios de elegibilidade dos agricultores familiares e de suas cooperativas.
O ato deve indicar ainda quais operações do Pronaf poderão receber cobertura do FGO. As instituições financeiras autorizadas a operar

Foto: Divulgação/Arquivo OPR
crédito rural no Pronaf poderão solicitar essa garantia, respeitados os limites proporcionais de suas carteiras e o montante efetivamente aportado pela União e pelos demais cotistas.
O relator do projeto, deputado Rogério Correia (PT-MG), disse que a medida não produz impacto orçamentário ou financeiro imediato sobre as contas da União. O deputado citou o Balanço Patrimonial Consolidado do próprio FGO, referente a dezembro de 2024, que mostra que o fundo detinha R$ 43 bilhões em ativos totais, o que demonstra, segundo Correia, que a eventual destinação de até R$ 500 milhões para operações do Pronaf representa uma fração modesta de sua capacidade financeira.
“A medida não afeta sua aptidão [do FGO] para dar cobertura às garantias relacionadas ao Pronampe, nem compromete a estabilidade do fundo. Diante desse cenário, conclui-se que o projeto não produz impacto orçamentário ou financeiro imediato sobre as contas da União, uma vez que apenas autoriza a utilização de recursos já existentes no FGO”, afirmou
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Argentina e Uruguai aprovam Acordo Mercosul-UE; Brasil ainda depende de aval do Senado
Após sessões extraordinárias em Montevidéu e Buenos Aires, países iniciam processo de integração comercial.






