Conectado com
FACE

Notícias

Cotrijal anuncia os melhores em produção de silagem de milho

Nesta segunda edição, o concurso teve 64 participantes em quatro categorias

Publicado em

em

A noite da última quinta-feira (12) foi especial para quem faz da produção de leite uma paixão e para os profissionais que fazem a diferença dentro e fora da porteira. O jantar de premiação do Concurso de Produtividade em Silagem de Milho 2015/16, na sede da Associação dos Funcionários da Cotrijal, em Não-Me-Toque, reuniu os produtores participantes do concurso e seus familiares, a equipe da Unidade de Produção Animal, gerentes, superintendentes e direção da Cotrijal e equipe da Syngenta.

Nesta segunda edição, o concurso teve 64 participantes em quatro categorias. Foram premiados dois produtores em cada um dos três híbridos de milho que a Syngenta comercializa para a produção de silagem. A seleção avaliou produtividade (massa verde/hectare) e análise bromatológica (avaliação das substâncias nutritivas) feita em laboratório. As lavouras receberam o acompanhamento da Cotrijal e Syngenta do plantio até o corte do milho e a produção da silagem. Cada um ganhou um vale-compras para aquisição de produtos nas Lojas Cotrijal.

Para Irani Chaves, de Santo Antônio do Planalto, a noite teve dupla comemoração. Ele conquistou o primeiro lugar com o híbrido Maximus Viptera Irrigado e também o PIN Sillus, por ter obtido o melhor resultado geral do concurso. “Fizemos um bom trabalho, mas para mim a premiação foi uma surpresa”, festejou. Irani produziu 71 toneladas de massa verde por hectare, com potencial para produzir 41,7 mil litros de leite/hectare.

“Além de uma boa correção de solo, o produtor investiu em fertilizantes e fez a aplicação de nitrogênio na hora e quantidade certas”, explicou o veterinário da Cotrijal, Kleiton Kissmann, que acompanhou a propriedade de Irani.

Quem também vibrou ao ter o nome anunciado foi Gilmar Bartz, de Não-Me-Toque, vencedor na categoria híbrido Maximus Viptera. “Quem não ficaria feliz com uma premiação dessas?”, comemorou. Segundo ele, no intervalo de um ano a produção de silagem na propriedade saltou de 40 para 70 toneladas de matéria verde por hectare.

“O que nos chama a atenção, nessa segunda edição, é o incremento de produtividade. E isso só se consegue com uma equipe competente e com um produtor disposto a assumir desafios. A intenção é investir ainda mais na atividade”, disse o presidente Nei César Mânica.

Na avaliação do gerente de Produção Animal, Renne Granato, os resultados obtidos no concurso foram bastante positivos. “O Sillus vai muito além da premiação. O que a Cotrijal e a Syngenta querem é que o produtor tenha qualidade e quantidade de silagem que reverta em litros de leite por hectare”, ressaltou.

“O excelente resultado obtido através do Sillus se deve principalmente pelo  engajamento de toda a Cotrijal, em especial do Devet, e da confiança do associado. Em 2016, podemos avançar ainda mais”, destacou o RTV da Syngenta, Gustavo Agazzi Trindade.

Os ganhadores

Híbrido Feroz
1º lugar – Henrique Formentini – Capela Fátima – Ibirubá
2º lugar – Luciano Fath – São José do Umbú – Victor Graeff

Híbrido Defender
1º lugar – Edenilson Luiz Xavier – Bom Sucesso – Não-Me-Toque
2º lugar – Adriano Mattge – Posse Müller – Victor Graeff

Híbrido Maximus
1º lugar – Ivo e Gilmar Bartz – Vila Conceição – Não-Me-Toque
2º lugar – João Henrique Camargo – Faxinal – Ernestina

Híbrido Maximus Irrigado
1º lugar – Irani Chaves – Santo Antônio do Herval – Santo Antônio do Planalto
2º lugar – Loivo José Schössler – Victor Graeff

PIN Sillus Cotrijal
Irani Chaves – Santo Antônio do Planalto. O produtor ganhou uma viagem para Foz do Iguaçu (PR).

Técnicos
Também foram premiados os profissionais do Departamento Veterinário (Devet) que obtiveram melhor média de litros de leite/hectare dos seus assistidos. São eles: 1º lugar – Vilson Weber – Não-Me-Toque; 2º lugar – Ronan Daronch; e 3º lugar – Kleiton Kissmann.

Fonte: Assessoria

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

17 + 19 =

Notícias

Emirados Árabes são responsáveis por mais de 70% das exportações de ovos brasileiros

Foram exportadas 3,8 mil toneladas do produto, gerando uma receita de US$ 5 milhões, segundo a ABPA.

Publicado em

em

Divulgação / Katayama Alimentos.

Os ovos brasileiros têm conquistado cada vez mais a mesa internacional. No primeiro trimestre, de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), foram exportadas 3,8 mil toneladas do produto, gerando uma receita de US$ 5 milhões. Os Emirados Árabes Unidos absorveram mais de 70% das vendas, totalizando uma contribuição de US$ 2,9 milhões para a receita total.

“Os Emirados Árabes deram um salto significativo este ano em importação dos ovos do Brasil. Praticamente, triplicaram sua participação nos primeiros meses deste ano. Sendo responsável por 2,799 mil toneladas, 255% a mais do que o valor importado em 2020. O Oriente Médio é um mercado ávido por mercadorias brasileiras de boa qualidade. E o ovo, como o frango, que tiver a certificação halal, que significa lícito para o consumo árabe muçulmano, abre mais oportunidades de negócios nestes países, porque atesta a segurança do alimento em toda a cadeia produtiva”, conta o gerente de Relações Internacionais da Cdial Halal, Omar Chahine.

Ovos da Katayama Alimentos com Certificação Halal conquista mercado árabe – Desde 1942 no mercado, em Guararapes (SP), a Katayama Alimentos produz tanto ovos de galinhas como de codornas. Com um plantel composto de 4 milhões de galinhas (entre recria e postura) e 250 mil codornas, a Katayama Alimentos produz em torno de 1 bilhão de ovos por ano para abastecer o mercado interno, como: São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e Mato Grosso e o internacional, principalmente, os países árabes. “Nossos principais importadores pertencem ao Oriente Médio – Emirados Árabes Unidos, além de Bangladesh. Mas para exportar para estes países, onde a maioria são muçulmanos, adquirimos a Certificação Halal para atender às normas da jurisprudência islâmica. Temos a honra de sermos uma das poucas indústrias no setor a obter esta certificação e estarmos aptos a atender a uma população que cresce a cada ano. Nossa expectativa é exportar 10% de nossa produção, sendo 20% para os Emirados Árabes”, ressalta o diretor Comercial da Katayama Alimentos, Gilson Katayama.

Mercado Muçulmano

Atualmente, o mercado muçulmano é composto por cerca de 1.8 bilhão das pessoas do mundo e a previsão é que essa parte da população alcance 3 bilhões até 2030. Dentre os países que mais possuem muçulmanos estão Indonésia, Malásia, Paquistão, Índia, Egito, Turquia entre outros localizados no continente asiático. Investir neste mercado tem sido extremamente rentável. Conforme dados do State of the Global Islamic Economy Report (Relatório Global da Economia Isâmica), os gastos com produtos halal no mundo (comida, fármaco, cosmética, lifestyle e outros) podem chegar a simples cifras de US$ 3,2 trilhões em 2024.

A Cdial Halal – uma das maiores e importantes certificadoras halal do Brasil. É única certificadora da América Latina acreditados pelos principais órgãos oficiais dos Emirados Árabes (EIAC) e do Golfo (GAC), o que confere seriedade e competência nos segmentos que atua.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias

SC mantém a liderança na suinocultura brasileira

Em março, o agronegócio catarinense embarcou 55,7 mil toneladas de carne suína, faturando US$138,4 milhões

Publicado em

em

Presidente do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados no Estado de Santa Catarina, José Antônio Ribas Júnior

A suinocultura catarinense continua liderando a produção e a exportação brasileira, apesar dos fortes incentivos que outras unidades da Federação estão destinando ao setor. O Estado catarinense superou mais um recorde nas exportações mensais do produto. Em março, o agronegócio catarinense embarcou 55,7 mil toneladas de carne suína, faturando US$138,4 milhões. Essa é a maior marca desde o início da série histórica em 1997.

Ao comemorar esses resultados, o presidente do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados no Estado de Santa Catarina (SINDICARNE), José Antônio Ribas Júnior, lembra que Santa Catarina perdeu para o Paraná, no passado, a liderança na avicultura brasileira em razão de vantagens competitivas daquele Estado, como incentivos fiscais, excelente infraestrutura, condições logísticas e abundância de milho. “São facilidades que não temos aqui e que exigem muito esforço para mantermos nossa hegemonia”, observa o dirigente.

O ano iniciou com quedas nas exportações de carne suína, mas Santa Catarina retomou o crescimento e ampliou as vendas para os maiores mercados. Os principais destinos para a carne suína produzida no Estado ampliaram suas compras no último mês, com destaque para a China que proporcionou um incremento de 53,6% em divisas.

Ribas assinala que a cadeia produtiva catarinense continua otimizando a produção e, atualmente, mais de 30 mil suínos são abatidos diariamente. Para manter esse volume de processamento industrial há uma base produtiva formada por mais de 3,9 milhões de animais alojados em campo. Essa cadeia é operada por aproximadamente 6.000 integrados, cooperados e produtores independentes.

O ano de 2020 foi de intensa produção, com um crescimento superior aos 35% em comparação com 2019, atingindo um volume exportado superior aos US$ 1,3 bilhão.

O dirigente enfatiza que esse crescimento extraordinário se deve a conjugação de quatro fatores: produtores competentes, sanidade, nutrição e genética. “Todos esses aspectos são observados pelos produtores integrados,  cooperados e independentes com destaque aos critérios mencionados de sanidade,  nutrição e genética e, claro, o cumprimento das normas de bem-estar animal  (BEA), que é norma imperativa e que não pode jamais ser tangenciada”, expõe.

O presidente do SINDICARNE aponta que “o grande desafio é manter o volume de produção e exportação,  agregando valor ao produto,  mantendo a sanidade como fator predominante na cadeia produtiva, principalmente quando se observa o avanço da PSA (peste suína clássica) pelo mundo”.

Esses são os desafios internos.  Os externos são a necessidade de equilibrar preço de grãos e sua oferta,  redução de custos internos e equilíbrio de contas frente  alta de elementos como energia elétrica,  combustíveis (frete), materiais de construção e mão de obra para expansão, além da escassez de silos de armazenagem. A falta de linhas de crédito é outro obstáculo indicado por José Ribas.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias

BRF planeja aumentar em 300% espaços diferenciados em redes varejistas por todo o Brasil

Companhia já implementou modelo Store in Store em importantes redes como Pão de Açúcar, Extra e BIG

Publicado em

em

Divulgação.

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, pretende ampliar em 300% sua presença com espaços diferenciados de venda dentro de redes varejistas do País. O modelo Store in Store, uma opção que reúne os principais produtos das marcas Sadia, Perdigão e Qualy em um único lugar dentro dos supermercados, oferece aos clientes praticidade ao organizar os itens por ocasiões de consumo – como café da manhã, churrasco, feijoada e pratos congelados, por exemplo. O conceito, que já está em operação no Pão de Açúcar, Extra, Makro, Big e G.Barbosa, deve alcançar 400 espaços de venda ainda este ano.

O Store in Store fechou 2020 com mais de 100 espaços instalados. Nesta modalidade de vendas, o varejista cede umlocal dentro do seu estabelecimento comercial para a BRF promover uma experiência de compra diferenciada, transmitindo a mensagem “tudo o que o consumidor precisa em um só lugar”. Com esse formato, a BRF leva para os varejistas uma modalidade inovadora, que permite que os consumidores tenham uma nova experiência de varejo totalmente B2B2C.

O conceito traz para o mundo físico o que o cliente já encontra no canal online Mercato em Casa e expande o modelo da loja própria Mercato Sadia. Nos dois locais de compra, os produtos estão organizados para facilitar a compra por ocasião de consumo e proporciona uma melhor experiência para os consumidores.

“Oferecer alimentos com qualidade, sabor e ainda mais praticidade, onde e como o consumidor quiser, é um dos nossos compromissos: colocar o consumidor sempre no centro das decisões. O Store in Store nos possibilita atingir esta meta. Por meio deste modelo, a BRF busca o acesso direto com o consumidor pelo varejo”,diz Manoel Martins, Diretor Comercial do Mercado Brasil da BRF. “O modelo foi tão bem recebido pelo mercado que planejamos, para este ano, abrir 300 novos espaçosem todo o Brasil”, finaliza o executivo.

A estratégia de expansão do Store in Store está alinhada com a Visão 2030, plano de crescimento da Companhia anunciado no final de 2020 que visa consolidar a liderança da BRF como uma empresa global de alimentos de alto valor agregado, com marcas reconhecidas e produtos de alta qualidade.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
CONBRASUL/ASGAV

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.