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Corti/Avioeste Inaugura a Maior e Mais Moderna Empresa do Segmento

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 A maior e mais moderna empresa, que visa proporcionar soluções ao homem do campo, foi inaugurada na sexta-feira (08 de novembro), no município de Cunha Porã/SC. A Corti/Avioeste, empresa italiana e brasileira, recebeu em dois dias de evento os Agentes de Vendas,colaboradores, autoridades e imprensa na nova área fabril que possui 140 mil m², onde concentra a produção de equipamentos da empresa. 

A fim de identificar e promover soluções ao agronegócio, a empresa desenvolve produtos de excelência, auxiliando a evolução rural, transformando tecnologia em resultado no produto final. A empresa Corti/Avioeste hoje é especialista na fabricação de equipamentos para avicultura, suinocultura e bovinocultura leiteira. 

Comprometida com o desenvolvimento, produtividade e a lucratividade de seus clientes, a Corti/Avioeste vem investindo em novas tecnologias, levando até os produtores o que há de mais avançado juntamente com a empresa Italiana CORTI. A fusão Corti/Avioeste investe no aperfeiçoamento e na produção de novos equipamentos. Atualmente, a Corti/Avioeste é uma das principais fornecedoras de equipamentos para o agronegócio do Brasil e atua em todo o território nacional e internacional.

Foram investidos R$ 50 milhões no novo empreendimento, que gera cerca de 200 empregos diretos e mais de mil indiretos. O italiano Sr. EsterinoCorti – Presidente da Corti/Avioeste enfatizou a importância em continuar numa desesperada busca por melhorias, “o cliente deve nos admirar por oferecermos sempre os melhores produtos e serviços. Não podemos parar, produzimos pela qualidade somada a competitividade, sempre com humildade e conhecimento”, comenta Corti. 

O 1º ENCONTRO DE CAPACITAÇÃO TÉCNICA
O evento que teve início ainda no dia 07 com o 1º Encontro de Capacitação Técnica da Área Comercial Corti/Avioeste, contou com uma vasta programação realizada na nova empresa. Agentes Comerciais de todo o país tiveram a oportunidade de conhecer a nova infraestrutura, a moderna tecnologia utilizada na produção de equipamentos e os futuros lançamentos quelevarão mais soluções ao homem do campo. 

Entre as atividades os agentes participaram de palestra com Francisco Sérgio Turra, Presidente Executivo da União Brasileira de Avicultura (UBABEF), que também lidera o setor avícola nacional; Turra foi nomeado 1º Vice-Presidente da AssociaçãoLatino americana de Avicultura (ALA), em 2011. No Encontro Turra abordou o tema – Cenários no Agronegócio Brasileiro – enfatizando a importância de empresas, como a Corti, investir em empreendimentos brasileiros, além de pontuar situações como a economia brasileira no agronegócio, mão de obra, exportação com alto valor agregado e muito mais. “É importante que a empresa se atenha a vários nichos de produtos para não depender somente de um mercado”, reforça Turra que arrancou aplausos dos participantes pelo dinamismo e visão sobre o agronegócio nacional e mundial.

 

Ao participar do 1º Encontro de Capacitação Técnica, o Sr. EsterinoCorti relembrou no ato inaugural, a alegria dos participantes na ocasião, “então percebi que operamos de forma correta”, agradeceu a todos os agentes pela oportunidade e confiança. “Aqui encontrei tudo aquilo que servirá para a realização deste sonho”. 

A CERIMÔNIA INAUGURAL
A inauguração oficial aconteceu na sede da nova empresa, localizada na BR 158, KM 102,3 – Linha Humaitá – Cunha Porã/SC. Na ocasião prestigiaram esta nova fase da empresa os Agentes Comerciais; Comitivas Internacionais; Presidente da empresa Corti/Avioeste Sr. EsterinoCorti; o Diretor da América Latina Sr. Luigi Zubiani; Diretor Executivo Sr. Rogério Marcos Meine; Sócio Fundador da empresa Claudir Zanchet; Representando o Governo do Estado de Santa Catarina, o Secretário de Estado da Agricultura e Pesca João Rodrigues; Deputado Estadual Mauro de Nadal; Deputado Estadual Gelson Merisio; Prefeito de Cunha Porã Jairo Ebeling; Prefeita de Maravilha Rosi Maldaner e a Ex-Prefeita de Cunha Porã Luzia IlianeVacarin.

Ao início do evento o Hino Brasileiro e Italiano foi apresentado pela dupla Rubiani e Adriano de Maravilha/SC após, o Palanque de honra fez uso da palavra, onde várias homenagens foram prestadas. O Diretor Executivo da nova empresa salientou a importância das pessoas na realização deste sonho “a família Corti/Avioeste deu o primeiro passo não apenas para ser a maior empresa da América latina no setor, mas sim a melhor”.

Rogério lembrouque a nova fábrica possibilitou a empresa ampliar as atividades, bem como a produção, qualidade e consequentemente as vendas. “Encontramos aqui um local de trabalho melhor, mais organizado, amplo, que proporciona mais qualidade de vida para todos nós”, enfatiza. O Diretor Executivo agradeceu a todos os colaboradores que vestem a camisa da empresa e que são responsáveis pelos serviços e produtos de qualidade que a empresa produz. 

O Diretor da América Latina da Corti/Avioeste – Luigi Zubiani reforçou que a empresa busca ser líder do segmento na América Latina, mantendo a essência competitiva, investindo em pesquisas, novos produtos, serviços e tecnologias. O processo de produção de equipamentos na nova empresa é 100% sustentável. "Nosso foco é produzir valorizando o meio ambiente através de uma produção sustentável", informou o diretor.

O faturamento da empresa atual, que hoje estão focados 80% em avicultura e 20% em outras áreas como a suinocultura e pecuária leiteira, gira em tornou de R$ 65 milhões. Com a nova fábrica, a empresa pretende dobrar este faturamento em até três anos. 

“O Brasil está destinado a liderar o mundo, o que falta aqui é tecnologia, temos que adaptar novas tecnologias a realidade deste país, ai está o custo beneficio de produção. Implantamos uma empresa como esta para aumentar a competitividade, melhorando a qualidade de vida no campo, aumentando a lucratividade, possibilitando integradoras a exportar a proteína animal pelo mundo”, comenta Zubiani. 

O Diretor da América Latina enfatiza que a empresa conhece os pontos fracos e fortes, da empresa que tem uma história grandiosa, “começamos com sistema nipple e depois fomos implementando, também com o sistema comedouro, e com essa sinergia aqui no Brasil fomos completando a linha”, relembra o Diretor.
A Corti/Avioeste  identifica e promove soluções ao agronegócio, desenvolvendo produtos de excelência, auxiliando a evolução rural, transformando tecnologia em resultado no produto final. O grupo conta com unidades em mais de 15 países e está entre as três maiores empresas na produção de equipamentos para avicultura, suinocultura e bovinocultura na América Latina.

COMEMORAÇÕES
Após os atos inaugurais os convidados foram recepcionados no Salão Paroquial de Maravilha/SC para jantar e show com o cantor sertanejo Daniel. Com apresentações típicas italianas, a festa encantou e animou a toda família Corti/Avioeste presente. Na oportunidade o Presidente Corti, os Diretores Zubiani e Rogério Meine e o Sócio Fundador da empresa foram homenageados com uma singela lembrança entregue pelas mãos dos colaboradores da empresa a fim de agradecer estes homens que muito fizeram e fazem pela Corti/Avioeste. 
Após um delicioso jantar foi servido, unindo a cultura italiana e brasileira. Em seguida foi a vez do cantor Daniel entrar em palco e com toda irreverência e simpatia, interagiu e conquistou o público presente fechando esta grande festa com chave de ouro. 

A HISTÓRIA DA AVIOESTE 
Em 11 de março de 1985, Remi João Stroher, Claudir Zanchet e Ildo Simon fundaram uma empresa especializada no ramo da fabricação de equipamentos avícolas, como bebedouros e comedouros. A ideia era a de aproveitar a técnica adquirida durante anos em que um dos sócios trabalhava no conserto destes itens, fabricando-os por conta própria. Este foi o início da AVIOESTE, que na época ocupava um galpão instalado na cidade de Pinhalzinho e empregava três funcionários. A possibilidade de ampliar os negócios levou seus proprietários a transferir a empresa de Pinhalzinho para Maravilha. A mudança aconteceu em 28 de novembro de 1987. Já era possível então, fabricar equipamentos suficientes para equipar oito aviários/mês de 50 metros de comprimento cada.

O mercado em franca expansão fez com que ao final da década de 80 a qualidade dos produtos AVIOESTE obrigasse a empresa a aumentar sua produção e investir em novos conhecimentos, aperfeiçoando-os. No dia 02 de março de 1995, instalou-se na nova e funcional sede própria com 2.875m² contando com aproximadamente 50 funcionários.

Em 1999, preocupada em atender as exigências do mercado, no sentido de melhorar a qualidade de seus produtos e novas tecnologias, firmou parceria com uma das líderes mundiais na fabricação de acessórios para produção de proteína animal, a CORTI ZOOTECNICI, empresa Italiana, do GRUPO CORTI, sediada em Monvalle/Varese – Itália, de propriedade do Sr. EsterinoCorti, que também atuava no segmento do agronegócio. Com a parceria firmada surgiu a CORTI/AVIOESTE.

Fonte: Ass. de Imprensa da Avioeste

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Notícias Mercado Interno

Mercado de frango segue com firmeza nos preços, refletindo demanda

Mercado brasileiro de milho registrou uma semana bastante positiva em termos de demanda, fato que contribuiu para um novo cenário de valorização dos preços

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de milho registrou uma semana bastante positiva em termos de demanda, fato que contribuiu para um novo cenário de valorização dos preços. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, outra notícia positiva foi o recuo dos preços do milho em alguns estados, o que trouxe um quadro de maior rentabilidade ao setor.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo, os preços tiveram mudanças para os cortes congelados ao longo da semana na comparação com o fechamento anterior. O quilo do peito no atacado passou de R$ 5,50 para R$ 5,70, o quilo da coxa de R$ 4,30 para R$ 4,35 e o quilo da asa de R$ 7,10 para R$ 7,20. Na distribuição, o quilo do peito passou de R$ 5,70 para R$ 5,90, o quilo da coxa de R$ 4,40 para R$ 4,45 e o quilo da asa de R$ 7,25 para R$ 7,30.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de alta nos preços ao longo da semana. No atacado, o preço do quilo do peito passou de R$ 5,60 para R$ 5,80, o quilo da coxa de R$ 4,42 para R$ 4,47 e o quilo da asa de R$ 7,18 para R$ 7,28. Na distribuição, o preço do quilo do peito avançou de R$ 5,80 para R$ 6, o quilo da coxa de R$ 4,52 para R$ 4,57 e o quilo da asa de R$ 7,33 para R$ 7,38.

As exportações de carne de frango “in natura” do Brasil renderam US$ 277,5 milhões em março (9 dias úteis), com média diária de US$ 30,8 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 170,7 mil toneladas, com média diária de 19 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.625,70.

Na comparação com fevereiro, houve alta de 33,4% no valor médio diário da exportação, ganho de 30,9% na quantidade média diária exportada e alta de 1,9% no preço. Na comparação com março de 2018, houve alta de 20,9% no valor médio diário, ganho de 13,6% na quantidade média diária e alta de 6,4% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil indicou que, em Minas Gerais, o quilo vivo subiu de R$ 3,20 para R$ 3,30. Em São Paulo o quilo vivo avançou de R$ 3,10 para R$ 3,20.

Na integração catarinense a cotação do frango seguiu em R$ 2,56. No oeste do Paraná o preço continuou em R$ 3,05 na integração. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo subiu de R$ 2,80 para R$ 3.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango subiu de R$ 3,10 para R$ 3,20. Em Goiás o quilo vivo subiu de R$ 3,15 para R$ 3,25. No Distrito Federal o quilo vivo passou de R$ 3,20 para R$ 3,30.

Em Pernambuco, o quilo vivo passou de R$ 3,50 para R$ 4. No Ceará a cotação do quilo vivo avançou de R$ 3,50 para R$ 4 e, no Pará, o quilo vivo subiu de R$ 3,80 para R$ 4.

Fonte: Safras & Mercado
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Notícias Mercado Interno

Mercado de milho volta a recuar com boa oferta interna

Após registrar um ritmo calmo nos negócios em grande parte da semana, a procura pelo cereal melhorou na quinta-feira (21)

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de milho registrou mais uma semana de pressão nas cotações, em meio ao aumento da oferta disponível nos estados produtores. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, após registrar um ritmo calmo nos negócios em grande parte da semana, a procura pelo cereal melhorou na quinta-feira (21), especialmente com relação às vendas antecipadas da safrinha nos Estados de Goiás, Mato Grosso e Paraná. A tendência para o curto prazo, contudo, é de que os preços possam seguir recuando em todo o país.

O analista salienta que as exportações de milho do Brasil seguem surpreendendo positivamente em março. De acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços, divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 74,1 milhões em março (9 dias úteis), com média diária de US$ 8,2 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 407,4 mil toneladas, com média de 45,3 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 182.

Na comparação com a média diária de fevereiro, houve uma retração de 46,8% no valor médio exportado, uma queda de 48,3% na quantidade média diária e ganho de 2,9% no preço médio. Na comparação com março de 2018, houve ganho de 64,1% no valor médio diário exportado, elevação de 57,1% na quantidade média diária de volume e valorização de 4,5% no preço médio.

No cenário internacional, Maia afirma que as tratativas de um acordo comercial entre Estados Unidos e China contribuíram para um melhor cenário de preços, assim como as preocupações em torno do clima desfavorável previsto para o cinturão produtor norte-americano, por conta da umidade excessiva e dos expressivos volumes de chuvas esperados para a região no curto prazo.

No balanço semanal de preços realizado por SAFRAS & Mercado, na Mogiana Paulista, o preço do milho caiu de R$ 39 para R$ 36 por saca na venda. Em Campinas/CIF, a cotação caiu de R$ 42,50 para R$ 38.

No Paraná, em Cascavel, o preço recuou de R$ 35 a saca para R$ 34 na venda. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o milho na base de venda baixou de R$ 38 para R$ 37. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, a cotação permaneceu em R$ 31.

Em Rio Verde, Goiás, o valor do milho na venda subiu de R$ 33,50 para R$ 34,50 a saca. Uberlândia, Minas Gerais, o preço caiu de R$ 38 a saca para R$ 36.

Fonte: Safras & Mercado
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Notícias Mercado

Oferta ajustada garante suporte aos preços do suíno

Bom ritmo das exportações contribuiu para trazer um ajuste na disponibilidade interna de carne suína

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de carne suína registrou uma semana de firmeza nas cotações, em meio ao quadro de oferta de animais ajustado frente à demanda dos frigoríficos. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, a reposição entre o atacado e o varejo perdeu um pouco de força, com o menor apelo ao consumo, o que é natural levando em conta a segunda metade do mês.

Por outro lado, o bom ritmo das exportações contribuiu para trazer um ajuste na disponibilidade interna de carne suína, o que favoreceu também o movimento de alta nos preços.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil ficou em R$ 3,75 nessa semana, subindo 2,75% frente ao fechamento da anterior, de R$ 3,64. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado ficou em R$ 7,09 nessa semana, alta de 1,02% frente ao valor registrado na passada, de R$ 7,01. A carcaça registrou um valor médio de R$ 6,14 ao longo da semana, avanço de 2,50% frente ao valor praticado na anterior, de R$ 5,99.

O analista comenta ainda que o mercado de milho está cada vez mais pressionado, em diversas regiões do país. “Esse cenário remete a um menor custo relacionado a nutrição animal, alargando a margem operacional da atividade”, afirma.

As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 51,4 milhões em março (9 dias úteis), com média diária de US$ 5,7 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 25,2 mil toneladas, com média diária de 2,8 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.044,40.

Em relação a fevereiro, houve alta de 26,2% na receita média diária, ganho de 22,0% no volume diário e avanço de 3,5% no preço. Na comparação com março de 2018, houve aumento de 16,7% no valor médio diário exportado, incremento de 19,8% na quantidade média diária e perda de 2,6% no preço. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo foi cotada a R$ 81 ao longo da semana, contra R$ 79 da semana anterior. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo seguiu em R$ 3,15. No interior a cotação subiu de R$ 3,70 para R$ 3,80. Em Santa Catarina o preço do quilo na integração passou de R$ 3,10 para R$ 3,20. No interior catarinense, a cotação avançou de R$ 3,80 para R$ 3,90. No Paraná o quilo vivo subiu de R$ 3,80 para R$ 3,85 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo permaneceu em R$ 3,50.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração passou de R$ 3 para R$ 3,20, enquanto em Campo Grande o preço avançou de R$ 3,20 para R$ 3,35. Em Goiânia, o preço subiu de R$ 4,20 para R$ 4,30. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno vivo teve alta de R$ 4,20 para R$ 4,40. No mercado independente mineiro, o preço avançou de R$ 4,20 para R$ 4,40. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis subiu de R$ 3,30 para R$ 3,40. Já na integração do estado a cotação avançou de R$ 3 para R$ 3,10.

Fonte: Safras & Mercado
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