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Pet Saúde Animal

Coronavírus: Cuidados de higiene devem ser estendidos a animais domésticos

Apesar de cães e gatos não serem passíveis de contaminação, eles podem levar o vírus para o ambiente familiar

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Divulgação/AENPr

A Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo do Paraná alerta a população sobre  cuidados com os animais domésticos durante o período de isolamento social. Eles não contraem o Covid-19, mas podem levar o vírus para o ambiente familiar em decorrência das saídas para ruas, praças e parques.

A higiene dos animais também é fundamental. O secretário Márcio Nunes ressalta que passear com os pets pode representar um risco dobrado de contaminação para os donos. Ele explica que os cuidados devem ser estendidos aos pets.

“É preciso limpar as patas e pêlos com água e sabão ou álcool em gel. Quando os pets tocam uma superfície contaminada, eles podem levar o vírus para dentro de casa”, disse o secretário.

Não adquirem

A coordenadora de recursos naturais da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo e secretária executiva do Conselho Estadual de Direitos dos Animais (CEDA), Fernanda Góss Braga, esclarece que os animais domésticos não contraem o Covid-19.

Os animais contraem outro tipo de vírus corona, da mesma família do Covid-19. Cientistas atestam que a tipologia do corona a qual esses animais são suscetíveis não é transmitida aos humanos. “O corona que os animais contraem não afeta o sistema respiratório, apenas provoca distúrbios de trato intestinal no animal contaminado”, comenta Fernanda Braga.

Ela lembra que nesse período de isolamento social, muitas pessoas sofrem de solidão pela falta de companhia, da presença física de familiares e amigos.

“Os animais de estimação são grandes aliados e podem fazer a diferença nesse período de quarentena. “Não negligenciar com os cuidados ajudará a evitar novas contaminações com o Covid-19”, diz ela.

Fonte: AEN/Pr
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Saiba como cuidar bem do seu pet idoso

Confira as principais características e comportamentos dos bichanos com o avançar dos anos

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No dia 26 de julho é comemorado o Dia dos Avós. Assim como eles que têm um lugar cativo em nossos corações e merecem um carinho especial, os pets idosos também precisam de cuidados. A médica veterinária e coordenadora de Comunicação Científica da ROYAL CANIN®️, doutora Priscila Rizelo, alerta sobre a importância de sensibilizar os tutores sobre as questões do envelhecimento de gatos e cães, e explica as principais características e comportamentos dos bichanos com o avançar dos anos.

Quando o gato ou o cão fica idoso?

De acordo com a médica veterinária, existem diferenças nas idades em que um gato e cão são considerados idosos. “Eles começam a envelhecer em idades diferentes. De modo geral, o envelhecimento ocorre em duas fases, mas isso também se modifica de acordo com a espécie e com o porte, no caso dos cães. A primeira fase é a que inicia o processo de envelhecimento, quando consideramos o pet um adulto maduro, e a segunda é onde de fato o pet já é considerado um idoso. No caso dos gatos, o amadurecimento começa aos 7 anos e aos 12 anos, o felino é considerado idoso”, diz. Já com os cães é um pouco diferente, de acordo com o porte. Nos pequenos e mini, aos 8 anos temos a primeira fase de envelhecimento e aos 12 anos a segunda; no médio porte (10 a 25 kg) aos 7 e 10 anos e, os cães de grande porte (25 a 45 kg) aos 2 e aos 8 anos, respectivamente.

Sinais de envelhecimento

A médica veterinária explica que no início do amadurecimento os sinais ainda não são tão visíveis aos olhos do tutor. “É no segundo momento que percebemos evidências representativas como a mudança na textura e quantidade de pelo, além da tonalidade que passa a ser mais branca assim como nos humanos. O cristalino dos olhos começa a ficar mais opaco, o pet tem diminuição da energia para as atividades (menos tempo e menor desempenho e qualidade) e o aumento das horas de sono”, afirma Rizelo.

Doenças na terceira idade dos pets

Ela conta sobre as doenças mais comuns dos pets mais velhos. “Doenças cardíacas, doenças osteoarticulares, doenças renais, diabetes, problemas relacionados à celeridade cerebral, distúrbios cognitivos (vocalizações, alteração no sono, dificuldade de reconhecimento do tutor) e doenças periodontais podem ser recorrentes nessas fases e necessitam tratamento adequado”, revela, reforçando que durante toda vida, é essencial ter o acompanhamento especializado com o médico veterinário para o diagnóstico precoce, que aumenta a expectativa de vida dos pets. “Alguns cuidados básicos que os tutores precisam ter acompanhamento veterinário, alimentação adequada e adaptação do ambiente conforme as necessidades do pet idoso” diz Priscila.

Alimentação para pets idosos e cuidados especiais

Alimentos úmidos são indicados para os pets na fase de envelhecimento, já que eles podem apresentar dificuldades de ingestão e mastigação dos croquetes do alimento seco. Além da boa alimentação, é importante proporcionar mais conforto, momentos de repouso ao pet e facilitar o acesso aos comedouros, bebedouros e, no caso dos gatos, também a caixa de areia. Esses recursos devem ser adaptados, estar facilmente localizados e em maior quantidade, evitando degraus e locais sem iluminação a fim de orientá-los e promover ambientes confortáveis e aquecidos para descanso e sono do pet”, finaliza a especialista.

Fonte: Assessoria
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Pet Saúde Animal

Faz mal dar banho no pet em dias de muito frio?

Com a chegada do inverno, médica veterinária traz principais orientações para que o frio não afete a saúde de gatos e cães

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Com a chegada de mais uma frente fria, há cuidados específicos que devemos ter com os pets, em uma rotina adaptada para o inverno. O banho em cães, por exemplo, deve ser evitado em dias sem sol, já para os gatos, o banho não é recomendado. Pensando nisso, a médica veterinária e gerente de Comunicação Científica da ROYAL CANIN®️, Natália Lopes, traz dez dicas e curiosidades sobre os animais neste período de frio.

  • Visita a uma clínica-veterinária

É importante uma visita ao médico veterinário no início da estação para uma avaliação geral do pet. Com a queda nas temperaturas, o sistema imunológico dos animais pode ficar mais suscetível. Então aproveite a estação mais fria e veja se seu pet está com as vacinas anuais em dia e faça aqueles exames de rotina anual.

  • Cheque se a vacinação está em dia

“Os pets podem pegar gripe?” Sim! Inclusive, é essencial garantir que todas as vacinas estejam em dia: os cães podem tomar a vacina contra Gripe Canina. Já para os gatos, a vacina mais importante no inverno é a Quádrupla Felina.

  • Sensação térmica

“Assim como nós, os pets sentem mais frio no inverno?” Precisamos ficar atentos aos sinais de que o cão pode estar sendo afetado negativamente pelo frio no inverno. O que fica aparente são tremores visíveis, encolhimento, patas levantando repetidamente ou tentativa constante de recolhê-las. Uma boa regra geral é: se a temperatura estiver muito fria para você, o mesmo valerá para o pet.

  • Uso de roupinhas

“Precisamos vesti-los com roupinhas o tempo todo ou há momentos certos para isso?” Dependendo das características do seu pet, o uso de roupinhas de frio poderá sim amenizar a sensação térmica das baixas temperaturas. Mas é importante ficar atento à reação do seu pet. Gatos, por exemplo, dificilmente ficam confortáveis com o uso de roupas. Nesses casos, respeite o conforto do animal e busque por alternativas de aquecimento. Outro ponto importante sobre o uso de roupas é manter os pelos do seu pet livres de nós que podem

aparecer com o atrito. Portanto, nada de uso contínuo. Escove seu pet diariamente e aproveite este momento para estreitar seus laços com ele.

  • A caminha ideal

“Devemos trocar a caminha por uma diferenciada, mais quente?” É importante que o pet possa escolher o ambiente que ele se sente mais confortável. Portanto, mantenha a caminha que ele está acostumado e ainda adicione uma coberta ou mantinha que possa manter o ambiente mais aquecido e aconchegante.

  • O cuidado com os pets idosos

“Os cuidados entre filhotes e pets mais velhos têm diferença no inverno?” Independente da fase de vida, os cuidados com os pets devem ser regulares, com check-ups periódicos e cuidados preventivos como a vacinação. Garanta um ambiente com o conforto térmico necessário e observe qualquer mudança de comportamento.

  • Hora do rango

Sabe aquela sensação de mais fome no inverno? Essa máxima não vale para os pets. Nutricionalmente eles não precisam de mudanças na alimentação, por isso, não é necessário aumentar a quantidade de alimento. Respeite sempre a recomendação do Médico-Veterinário ou as orientações da embalagem do fabricante.

  • Exercício é bom e eles gostam

Não deixe de fazer os tradicionais exercícios com seu pet, mesmo que ele pareça mais preguiçoso. Exercício é também o momento de lazer e a manutenção do peso dos animais é super importante. Evite dar petiscos e alimentos de consumo humano para não interferir na dieta e não haver riscos de sobrepeso ou até mesmo intoxicações alimentares.

  • Água abastecida

Ofereça água e também a deixe sempre disponível. Mesmo com um clima mais frio, é importante incentivar os animais a beberem água para garantir a hidratação. Espalhe bebedouros ou tigelas pela casa e inclua na dieta do pet alimentos úmidos como os tradicionais sachês, que garantem que eles tenham uma boa ingestão hídrica ao mesmo tempo que nutricional, e deixam o alimento ainda mais atrativo

  • Nada de fugir do banho

É recomendado diminuir a frequência de banhos durante essa estação. Opte por banhar o animal apenas nos dias ensolarados, em que a temperatura está mais quente. Durante o inverno, a lavagem deve sempre ser feita com água morna e seguida de secagem.

Fonte: Assessoria
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Pet Saúde Animal

Pets podem comer ovos?

Katayama Alimentos esclarece dúvidas sobre como esta potente proteína pode ser inserida na dieta saudável dos cães e gatos

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Alguns tutores têm dúvidas se seus bichinhos de estimação podem comer ovo, porém, é só pensarmos nas propriedades deste rico alimento que teremos as respostas. O ovo é praticamente proteína pura, ingrediente essencial para a alimentação dos humanos e dos pets (cães e gatos).

Pensando em alimentos in natura e frescos, o ovo é uma excelente fonte de importantes nutrientes: proteína de alto valor biológico (fornecendo todos os aminoácidos essenciais), vitaminas (riboflavina, vitamina E, vitamina B6, vitamina A, ácido fólico, colina, vitamina K, vitamina D e vitamina B12), minerais (zinco, cálcio, selênio, fósforo e ferro) ômega 3 e compostos ativos (luteína e zeaxantina).

Dada à curiosidade e interesse pelo tema, a Dra. Milena Cornacini, Nutricionista Clínica, Esportiva e Ortomolecular, Mestre e Doutora em Nutrição e Consultora Técnica da Katayama Alimentos – uma das principais indústrias avícolas do País -, responde algumas questões. Confira a seguir!

Que benefícios o ovo tem na dieta dos pets?

Dra. Milena: são vários os benefícios da alimentação natural, saudável e adequada dos pets, aqui consideramos cães e gatos. O ovo favorece a beleza e a saúde da pele e da pelagem; reduz consideravelmente a queda de pelos, graças ao alto teor de proteínas de alto valor biológico; proporciona nutrientes que protegem as articulações; aumenta naturalmente a imunidade; é livre de conservantes, corantes, flavorizantes e outros aditivos artificiais; reduz o risco de formação de cálculos urinários e infecção urinária, em função do alto teor de umidade; ajuda a manter o peso ideal e a massa magra naturalmente; favorece a produção de células vermelhas do sangue; e traz muito mais disposição e vitalidade.

Em quais casos, especificamente, o ovo não deve ser oferecido ao pet?

Dra. Milena: caso o animal tenha alterações das funções renal ou hepática, a proteína deverá ser ajustada e, desta forma, o ovo poderá não ser indicado; ou em casos de alergia, intolerância ou sensibilidade a algum componente do ovo. Por isso, é importante consultar um veterinário.

Como oferecer o ovo aos pets? Com algum tempero ou misturado à ração?

Dra. Milena: o mais natural e saudável é oferecer o ovo sem sal e temperos. Pode ser servido como petisco, misturado à refeição completa ou à ração, ou como fonte proteica em substituição às carnes, atendendo a preferência e a individualidade do animal. O ideal é oferecer sempre clara e gema juntos; os nutrientes se complementam: a clara é rica em proteínas e a gema em lipídeos.

Cozidos ou crus?

Dra. Milena: a literatura pontua que se pode oferecer ovo cru ou cozido aos animais. O ovo inteiro cru com casca apresenta ótima proporção de fósforo e cálcio. No entanto, vale lembrar, que o ovo cru apresenta alguns riscos, como uma enzima chamada avidina, que reduz a absorção da biotina (vitamina B) e que pode levar a problemas de pele e também o risco de conter a Salmonella, bactéria que pode causar doenças.

Por isso, quando for escolher a técnica dietética do pet, se ovo cru ou cozido, o ideal é consultar sempre um veterinário especialista em nutrição animal natural, que poderá desenvolver um plano alimentar seguro, respeitando as características individuais e nutricionais ideais.

Qual a quantidade recomendada?

Dra. Milena: o ovo pode ser oferecido na dieta do pet de uma a duas vezes na semana, seguindo a orientação nutricional personalizada do animal. Sobre a quantidade, o ovo deve ser prescrito de acordo com o peso, o estilo de vida e a saúde do pet.

Ovos livres de antibióticos são mais interessantes para a dieta dos animais?

Dra. Milena: se os ovos livres de antibióticos são deliciosos e nutritivos para nós, por que não seriam também para os pets? Sem dúvida, é a opção ideal para se garantir mais saúde. O que se pode afirmar é que os alimentos in natura e frescos, livres de agrotóxicos e antibióticos, são opções mais naturais e saudáveis, garantindo, por consequência, mais saúde.

Dica para a casca do ovo

Dra. Milena: a casca do ovo é riquíssima em cálcio e pode ser oferecida aos animais na forma de farinha (quanto mais fina, melhor é absorvida e aproveitada). O cálcio é um mineral necessário para a saúde dos ossos e dos dentes, além de ter papel essencial na contração muscular, na coagulação sanguínea e na transmissão dos impulsos nervosos.

Para otimizar o aproveitamento do cálcio presente na casca de ovo, dissolva o pó em água e limão (para cada 10 cascas de ovos, acrescente 250 ml de água e duas colheres de sopa de suco de limão) e deixe secar. Cada 1/2 colher de chá de pó de casca de ovo fornece cálcio suficiente para 250 gramas de carne desossada. Procure oferecer cálcio e fósforo na proporção de 1:1. Uma colher de chá de farinha de casca de ovo fornece 1.800 mg de cálcio. Mas, antes de oferecer a casca do ovo procure se orientar com seu veterinário.

Fonte: Assessoria
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Simp. Brasil Sul de Suínos 2021

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