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Copel levanta demandas de cooperativas para dar suporte ao agronegócio no Paraná

Diretores, superintendentes e gerentes da companhia estiveram reunidos com lideranças da Coamo Cooperativa Agroindustrial, Lar Cooperativa e C. Vale, que operam nas regiões Noroeste e Oeste, para a avaliação, caso a caso, de demandas por energia que atendam a projetos de expansão dessas empresas.

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Foto: Shutterstock

Com o compromisso de garantir a oferta de energia elétrica de qualidade para dar suporte ao desenvolvimento da agroindústria paranaense, a Copel encaminhou estudos de aumento de carga de energia a importantes cooperativas do Estado. Diretores, superintendentes e gerentes da companhia estiveram reunidos com lideranças da Coamo Cooperativa Agroindustrial, Lar Cooperativa e C. Vale, que operam nas regiões Noroeste e Oeste, para a avaliação, caso a caso, de demandas por energia que atendam a projetos de expansão dessas empresas.

Em encontro com o diretor industrial da Coamo Cooperativa Agroindustrial, Divaldo Corrêa, foi tratado do fornecimento de energia por contratação de demanda para a indústria de Campo Mourão e de questões relacionadas a áreas de servidão (espaço que deve estar liberado entre áreas cultivadas e as linhas de energia). Outros temos foram o compartilhamento de espaços de linhas de transmissão da Copel e uma rede própria da cooperativa que atenderá a indústria de etanol de milho, em implantação no Parque Industrial da Coamo.

Copel levanta demandas de cooperativas para dar suporte ao agronegócio no Paraná Fotos: Copel

Também participaram, de parte da cooperativa, o coordenador do Departamento de Manutenção Elétrica, Valter Massashi Yamao; o gerente da área Industrial de Etanol de Milho, Emerson Abrahão Mansano; e o coordenador do Departamento de Manutenção Eletroeletrônica Industrial, Danilo Michelin. “O papel da Copel é garantir o fornecimento de energia de forma a promover o desenvolvimento local e regional. Tratamos de pautas relevantes para a Coamo e a Copel e encaminhamos estudos de demanda, definição de um cronograma de testes sobre a geração própria da cooperativa, carências, entre outros pontos”, afirmou o gerente da área de Poder Público e Grandes Clientes da companhia, Rodrigo Priss.

Em Campo Mourão, a Copel está implantando, ainda neste segundo semestre, a nova Subestação Bandeira, de 138 mil Volts, para reforçar a infraestrutura energética da cidade. Para o Noroeste, além desta nova subestação em Campo Mourão e outra que já está em operação em Maringá, estão previstas implantações de novas subestações nas cidades de Brasilândia do Sul, Cianorte, Nova Londrina, Santa Mônica e São Pedro do Paraná, além da ampliação de outras 19 unidades. A região é também a que tem o maior número de cidades cobertas pelo Paraná Trifásico.

Lar Cooperativa

Na Lar Cooperativa, em Medianeira, os gerentes de Operação de Campo da Copel no Oeste, Carlos Galina, de Construção e Manutenção da companhia, André Janiaski, e o gerente da Base da Copel em Toledo, Hemerson Orcesi, foram recebidos pela coordenadora de Energias da cooperativa, Milena Fischer Maidana, o gerente de Operações e Energias, Ademilson Freire da Silva, e o engenheiro eletricista, Eduardo Gomes Figueiredo.

Também compuseram a equipe da Copel, os agentes de Relacionamento com o Poder Público em Foz do Iguaçu, Sheila Fabiana, e de Cascavel, Maurício Mayer, e a agente de Grandes Clientes para o Oeste, Silvia Terezinha Fogaça Pedro Pinto. Na reunião, foram abordadas as demandas relacionadas ao fornecimento de energia apresentadas pela Lar Cooperativa, feitas orientações sobre encaminhamentos formais sobre o tema à companhia de energia e detalhadas ações da Copel, bem como os planos de manutenção e investimentos para a região.

A coordenadora de Energias da Lar Cooperativa, Milena Fischer Maidana, ressaltou a importância da reunião com a Copel tendo em vista o crescimento da agroindústria na região Oeste e o aumento das demandas por infraestrutura energética. “Foi um encontro bastante produtivo para o alinhamento entre as equipes e avanços para objetivos comuns. Como grandes consumidores, tratar de demandas e da qualidade no fornecimento de energia é de suma importância para alinhamento da condição atual, das perspectivas no campo e dos resultados para indústrias”, observou Milena.

No Oeste, a Copel está investindo R$ 523,3 milhões na ampliação e no reforço da infraestrutura de energia, nas áreas urbanas e rurais. São obras de alta tensão, que garantem robustez nas redes de alta tensão, além de média tensão, para a melhoria da distribuição de energia. Soma-se ao pacote de investimentos a tecnologia de automatização da rede elétrica. “Foi uma reunião muito produtiva na qual informamos os investimentos da Copel e esclarecemos dúvidas sobre os protocolos específicos para que problemas relacionados à tensão, que diferem do procedimento para a falta de energia, sejam solucionadas pontualmente”, explicou Galina.

C.Vale

A C.Vale Agroindustrial é outra grande cooperativa paranaense alinhada com a Copel para o suporte energético a novos empreendimentos.

Em reunião em Curitiba, entre os presidentes da companhia, Daniel Slaviero, e da C.Vale, Alfredo Lang, foi definido um cronograma de estudos e visitas técnicas para atender às demandas da empresa. Na oportunidade, participaram das tratativas os secretários de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Márcio Nunes, e de Indústria, Comércio e Serviços, Marco Brasil. “Energia de qualidade é a chave para o desenvolvimento. E a Copel é parceira de primeira hora do Governo do Estado no suporte às empresas paranaenses e na atração de novos empreendimentos. Nenhum investimento no Paraná será perdido por falta de energia”, frisou Daniel Slaviero.

Entre os pedidos apresentados pela C.Vale estão a duplicação de uma linha de alta tensão para atender ao abatedouro de peixes na região, entre outros, como parte de um plano de ampliação para até 2030. Entre curto e médio prazos, a cooperativa pretende instalar 96 novos aviários na região. “A reunião com a presidência da Copel foi extremamente positiva. Tivemos a oportunidade de discutir sobre os projetos futuros da C.Vale e reforçar a importância de uma infraestrutura energética compatível com o crescimento da região”, afirmou o diretor administrativo-financeiro da cooperativa, Marcelo Riedi.

Fonte: AEN-PR

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Copercampos reinaugura unidade de grãos em Otacílio Costa com investimento de R$ 16 milhões

Estrutura modernizada aumenta capacidade e agilidade no recebimento de soja e milho, beneficiando produtores da região.

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Foto: Divulgação

A Copercampos reinaugurou nesta sexta-feira, 20 de fevereiro, a unidade de armazenagem de grãos de Otacílio Costa, na serra catarinense, após um amplo processo de modernização que recebeu investimentos superiores a R$ 16 milhões. A estrutura, implantada originalmente em 2012, ganhou nova moega, secador, instalação de tombador, caixa de carregamento e silo de armazenagem, garantindo mais eficiência, segurança e rapidez no fluxo de recebimento.

Com as melhorias, a unidade passa a ter capacidade estática de 380 mil sacos de 60 kg, além de maior agilidade operacional durante a safra, reduzindo filas e otimizando a logística dos associados da região.

Segundo o presidente da Copercampos, Luiz Carlos Chiocca, a obra atende uma necessidade prática do produtor, principalmente pelo ritmo acelerado da colheita no município. “Hoje estamos aqui em Otacílio inaugurando uma obra de suma importância para o produtor, que vai agilizar a sua colheita e o descarregamento, evitando filas e transtornos. Aqui a safra ocorre muito rápido devido ao clima e isso traz um grande benefício”.

Para o Diretor Superintendente da Copercampos e também produtor associado Lucas de Almeida Chiocca, que atua na região há mais de 15 anos, o investimento reforça a proximidade da cooperativa com quem produz. “Eu, como produtor há mais de 15 anos em Otacílio Costa, saio daqui com o coração cheio de alegria. A Copercampos mais uma vez está do lado do produtor, fazendo um grande investimento para resolver o problema do momento. O mais importante é o recolhimento do grão.”

O crescimento também foi destacado pelo prefeito de Otacílio Costa, Fabiano Baldessar, que ressaltou a transformação produtiva do município ao longo dos anos. “Otacílio Costa saiu de 700 a 800 hectares de lavoura entre 2009 e 2011 para hoje mais de 17 mil hectares, segundo dados da Epagri. Essa reinauguração é mais uma conquista e representa uma segunda virada de chave no agro do nosso município”, comentou.

A estrutura ampliada já será fundamental para a safra 2026, cuja previsão de recebimento é de aproximadamente 500 mil sacos de soja e 100 mil sacos de milho, volume que demonstra o novo patamar produtivo regional.

Fonte: Assessoria Copercampos
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Preços agropecuários caem 3,75% em janeiro, aponta Cepea

Todas as categorias registraram queda, com hortifrutícolas e grãos liderando a retração mensal.

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Em janeiro, o Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários (IPPA/CEPEA) registrou queda nominal de 3,75% em relação ao mês anterior.

O resultado mensal se deve à retração observada para todos os subgrupos do Índice, com destaque para o IPPA- Hortifrutícolas (-7,69%) e o IPPA-Grãos (-5,44%), seguidos pelo IPPA-Pecuária (-2,74%) e pelo IPPA-Cana-Café (-0,63%).

Já o IPA-OG-DI apresentou leve alta de 0,92% no mês, indicando que, em janeiro, os preços agropecuários tiveram desempenho inferior ao dos industriais.

No cenário internacional, os preços dos alimentos em dólares avançaram 0,33%, enquanto o Real se valorizou 2,11%, o que resultou em queda de 1,79% dos preços internacionais de alimentos medidos em reais.

Na comparação anual (janeiro/26 frente a janeiro/25), o IPPA/CEPEA caiu expressivos 8,19%, com quedas em todos os grupos: IPPA-Hortifrutícolas (-17,68%), IPPA-Cana-Café (-8,78%), IPPA-Grãos (-7,85%) e IPPA-Pecuária (-7,09%). No mesmo período, o IPA-OG-DI se desacelerou 2,21%, e os preços internacionais de alimentos acumulam queda de 19,12% em Reais e de 8,76% em dólares, refletindo também a valorização de 11,36% do Real em um ano.

 

Fonte: Assessoria Cepea
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Cooperativas fortalecem cadeias de aves, suínos e leite em Santa Catarina

Dados apresentados mostram que 70% dos avicultores da cooperativa já possuem sucessão familiar definida, garantindo continuidade no campo.

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Fotos: Bruna Leticia/MB Comunicação

Reflexões estratégicas sobre o futuro do cooperativismo, o protagonismo jovem e a força das cadeias produtivas catarinenses. Assim iniciou a programação do Sebrae/SC no terceiro dia do 27º Itaipu Rural Show em Pinhalzinho. O evento reuniu duas palestras que dialogaram diretamente com os desafios e as oportunidades do agronegócio: União que Gera Valor: Engajamento e Cooperativismo no Campo, com Dieisson Pivoto, e Cadeia de Aves e Suínos em SC, com Marcos Zordan.

Diretor vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, Marcos Zordan

Pivoto destacou como o cooperativismo transforma união em desenvolvimento econômico e social. Ele apresentou a trajetória da Cooper Itaipu como exemplo de organização e visão estratégica. Também abordou a atuação da Aurora Coop, formada por 14 cooperativas, com mais de 850 produtos no portfólio e presença em mais de 80 países, a cooperativa demonstra a dimensão que o modelo pode alcançar quando há integração e gestão eficiente.

Entre as contribuições da cooperativa aos seus sócios e à comunidade, Pivoto ressaltou a geração de renda ao cooperado, a assistência técnica no campo, a industrialização da produção e a criação de oportunidades que fortalecem toda a região. “Somos parte importante na alimentação do mundo. O cooperativismo gera valor quando fortalece o produtor, apoia a comunidade e prepara as próximas gerações para dar continuidade a esse legado”, afirmou.

Com foco especial na juventude, a palestra abordou a necessidade de incentivar o cooperativismo desde cedo, aproximando os jovens do modelo e reforçando seu papel na tradição e na inovação. O futuro do cooperativismo, segundo ele, depende diretamente do engajamento das novas gerações.

O diretor técnico do Sebrae/SC, Fábio Zanuzzi, aprofundou o debate ao falar sobre sucessão e permanência no campo. “Um dos grandes desafios é a continuidade não só do jovem na propriedade rural, mas também no modelo cooperativista. Temos percebido mudanças de comportamento entre as gerações, e isso exige uma comunicação mais próxima e estratégica. Precisamos ouvir o jovem, entender seus anseios e reconhecer que a velocidade dele é diferente da geração anterior”.

Cadeia de aves e suínos

Complementando a programação, a palestra “Cadeia de Aves e Suínos em SC”, ministrada pelo vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, Marcos Zordan, trouxe uma análise sobre a importância estratégica dessas cadeias produtivas para a economia catarinense e nacional. “Conectamos a cadeia de suínos, aves e leite ao cooperativismo, seja por meio da Aurora Coop ou das cooperativas filiadas. Precisamos mostrar ao produtor o que estamos fazendo e o que o futuro nos espera nessas atividades”, explicou.

Zordan esclareceu a diferença entre os sistemas de integração, como ocorre na suinocultura, avicultura e na produção independente do leite, ressaltando a importância da segurança para o produtor na tomada de decisão. “Precisamos que esses produtores sintam firmeza ao decidir investir nessas atividades. O futuro aponta para aumento do consumo de alimentos e isso exige produtividade. E produtividade é a única forma de melhorar a rentabilidade”, enfatizou.

O vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop expôs dados relevantes da avicultura regional. “Atualmente, cerca de 70% dos avicultores ligados a Aurora Coop já têm sucessão familiar encaminhada. No Brasil, esse índice gira entre 3% e 5%. Isso é resultado de um trabalho contínuo das cooperativas, das filiadas, da cooperativa e de todos que fortalecem o setor. Quando o produtor tem renda compatível, o filho fica na propriedade. Se o filho fica, a sucessão está garantida”, salientou.

Capacitação

Palestrante Dieisson Pivoto – Foto: Karina Ogliari/MB Comunicação

“Encerramos a rodada de palestras desta sexta-feira (20), demonstrando a importância do desenvolvimento regional com iniciativas como o Programa Encadeamento Produtivo. Quando estruturamos as cadeias de aves, suínos e leite dentro de uma lógica cooperativista, estamos fortalecendo todos os elos, da produção primária à industrialização, da assistência técnica ao acesso ao mercado. Isso gera previsibilidade, competitividade e sustentabilidade econômica para o produtor”, concluiu Zanuzzi.

A atuação do Sebrae/SC qualifica esses elos, promove integração, gestão eficiente, inovação e planejamento estratégico. O desenvolvimento não ocorre apenas pelo aumento de produção, mas pela organização sistêmica da cadeia, adoção de tecnologia, ganho de produtividade e agregação de valor.

Fonte: Assessoria Sebrae
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