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Copel estuda ampliar testes de energia armazenada em baterias para o setor de proteína animal

Avaliação ocorre em parceria com a Ocepar. Armazenamento de energia é importante suporte ao setor produtivo para manter estabilidade em situações adversas e evitar perdas.

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Copel estuda ampliar testes de energia armazenada em baterias para o setor de proteína animal - Fotos: João Paulo da Silva Gomes/Copel

A Copel poderá ampliar projetos-piloto de armazenamento de energia em baterias para atender a produtores de proteína animal no Paraná.

A iniciativa, definida em conjunto com o Sistema Ocepar, foi combinada 2º Fórum de Energia de 2025, realizado na Cooperativa Agrária, na região de Guarapuava. “Quando iniciamos os testes de armazenamento de energia, o carro-chefe foi começar a pensar em posicionar baterias no sistema como fonte alternativa ao fornecimento de energia. Foi assim que surgiram essas aplicações de maior porte”, disse o diretor comercial de Smart Grid e Projetos Especiais da Copel, Julio Omori. “É uma solução que casa bem, principalmente, em situações críticas de produtores na área rural onde, comparativamente com áreas urbanas, o restabelecimento de energia é mais complexo por conta de distâncias, acessos e dificuldades de deslocamentos”.

Julio Omori, diretor comercial de Smart Grid e Projetos Especiais da Copel: “Quando iniciamos os testes de armazenamento de energia, o carro-chefe foi começar a pensar em posicionar baterias no sistema como fonte alternativa ao fornecimento de energia”

No setor produtivo, a Copel tem projeto aplicado com o uso de inversores híbridos a bateria no suporte à fumicultura em uma propriedade na cidade de Ivaí, na região Centro-Sul. “É um projeto de baterias no suporte à secagem do fumo em uma área rural bem complexa, que é o caso de Ivaí. Uma região com baixa densidade de carga onde há dificuldade para chegar com a rede. As baterias mantêm a estabilidade energética e a ativação de motores que fazem a circulação do ar quente garantindo a qualidade do fumo”, ressaltou o diretor da Copel.

Inversores híbridos convertem a corrente contínua (CC) armazenada em baterias em corrente alternada (CA), para o funcionamento de motores e outros equipamentos, permitindo que a energia armazenada seja utilizada quando necessário.

Em Ivaí, o sistema de baterias está conectado à rede de comunicação da Rede Elétrica Inteligente por meio dos novos medidores, os smart meters. “O inversor híbrido conversa com o medidor e a Copel consegue acompanhar todo o desempenho do sistema remotamente. Mesmo no local mais longínquo chegamos com telemetria. Ninguém no Brasil faz isso. Com o sistema de bateria dentro da nossa rede de medidores inteligentes temos a possibilidade de dar comandos à bateria, seja para parar de carregar ou desligar. É uma condição de controle interessante”, explicou.

Segundo Omori, os projetos a serem implantados em novas cadeias produtivas podem ser integrados a um sistema maior, conforme o tipo de produção. “Imagine-se a cadeia produtiva do peixe, que tem a necessidade do oxigênio. Isso tem correlação com o tempo necessário de operação. No caso de um aviário, por exemplo, a própria planta pode ser utilizada para gerar energia e ao mesmo tempo ter um backup de armazenamento. É a interação com o sistema elétrico em um momento de dificuldade. Esse é o modelo que a gente enxerga”.

O coordenador técnico e econômico do Sistema Ocepar, Silvio Krinski, ressaltou que o primeiro passo é identificar quais seriam os modelos de suporte energético existentes nos sistemas de produção dos cooperados e a possibilidade da aplicação dos projetos de baterias.

Segundo ele, a ideia é focar, num primeiro momento, nas cooperativas de fomento à proteína animal e fazer a identificação da carga necessária. A partir disso, levar as informações à Copel para subsidiar o escopo do projeto a ser apresentado às empresas. “Pensamos nas cooperativas que têm carne bovina, leite, carne suína, aves e peixe. Fazer rodar os projetos-piloto com a Copel nas empresas interessadas e depois enquadrá-los no programa de eficiência energética para desenvolvimento em em escala”, disse.

Sistema Móvel

A Copel tem ampla experiência em iniciativas de eficiência energética em diversas frentes. Entre os testes já realizados pela companhia, como parte dos projetos de Pesquisa e Desenvolvimento da Copel, em parceria com a Aneel, há a de um sistema móvel de armazenamento, com baterias gigantes testadas no abastecimento das instalações da companhia no bairro Atuba, em Curitiba. O sistema foi instalado como uma microrrede isolada e forneceu energia ao local, com sucesso.

Instalada sobre duas carretas e desenhada para atender a clientes em redes com maior demanda ou que sofram interrupção no fornecimento de energia, a estação móvel de armazenamento será levada à cidade de Palmital, no Centro-Oeste paranaense.

“Em Palmital o sistema irá servir como estabilizador de tensão. É uma solução factível para regiões com problemas de oscilações de energia. São casos em que você não consegue resolver a situação de maneira trivial. Está chovendo aqui, dá um curto-circuito em algum ponto que compartilha a mesma barra, vai gerar uma oscilação de tensão. Dependendo da sensibilidade, a tensão começa a ter perda de produção por questões de oscilação e não por interrupção do fornecimento de energia”, explicou Omori.

A estação móvel tem 1 MW (megawatt) de potência, com capacidade de armazenamento superior a 1 MWh (megawatt-hora) de energia. Sozinha, ela consegue abastecer 200 famílias por cerca de um dia sem necessidade de carregamento. Conectada à rede, sua principal contribuição será reforçar o sistema em momentos de maior demanda ou garantir o fornecimento em caso de desligamentos. À noite, quando a demanda diminui, as baterias podem ser recarregadas com a energia da rede.

Sistemas fixos

Outros dois sistemas de armazenamento com baterias da Copel estão instalados junto à subestação de energia do município de Ipiranga, nos Campos Gerais. Um deles contém baterias de lítio com 250 kW de capacidade e 1.505 kWh de energia armazenada, com capacidade para fornecer energia a 240 consumidores residenciais por um dia.

O segundo sistema em Ipiranga conta com 250 kW de potência e 1.200 kWh de energia armazenada e emprega baterias de fluxo, tecnologia que armazena energia em líquido e tem vida útil mais extensa, de cerca de 20 anos. Por sua durabilidade, pode ser uma solução mais eficiente para estações de armazenamento fixas.

Na Ilha das Cobras, no Litoral, a Copel tem um sistema de armazenamento de energia com 75 kW de potência e 430 kWh de capacidade. A estrutura está conectada a uma usina solar fotovoltaica com 71 painéis e 31 kWp de potência. As baterias garantem a disponibilidade de energia mesmo em dias chuvosos, quando não há produção de energia solar.

Na opinião de Julio Omori, a aplicação e o avanço das novas tecnologias de armazenamento de energia aplicadas para a Copel são importante suporte no fortalecimento da companhia como empresa de referência no setor. “Num futuro próximo, a energia armazenada será direcionada ao atendimento de demandas, a quem precisa consumir mais, possibilitando que a empresa atue como um gestor energético da rede de distribuição”, disse.

Fonte: AEN-PR

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Produzir mais em menos área é desafio central do agro diante do crescimento populacional

Intensificação produtiva, manejo do solo e eficiência no uso de recursos despontam como estratégias-chave para garantir segurança alimentar e sustentabilidade.

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Foto: Freepik

Com a população mundial projetada para atingir 9,9 bilhões de pessoas até 2054, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o agronegócio enfrenta um dos maiores desafios de sua história: aumentar a produção de alimentos sem ampliar o uso de recursos naturais na mesma proporção. Dados da Food and Agriculture Organization (FAO) indicam que, para atender essa demanda, será necessário produzir 60% mais alimentos, além de consumir 50% mais energia e 40% mais água.

No Brasil, onde a área agrícola corresponde a cerca de 7,6% do território nacional, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a intensificação produtiva tem se consolidado como caminho estratégico. Para o engenheiro agrônomo e empresário Luís Schiavo o foco deve estar na eficiência do uso do solo e na adoção de práticas agronômicas sustentáveis. “Não se trata apenas de produzir mais, mas com qualidade. O aumento da eficácia em áreas menores é essencial para garantir segurança alimentar, reduzir custos e preservar biomas importantes, como florestas e áreas de conservação”, afirma.

Foto: Jonathan Campos/AEN

Entre as principais estratégias para alcançar esse equilíbrio está o manejo adequado do solo. A manutenção da cobertura vegetal, especialmente no período de plantio, tem papel fundamental na proteção da estrutura da terra, na conservação da umidade e no estímulo à atividade microbiana. “O solo coberto funciona como um sistema vivo. A palhada atua como um colchão de matéria orgânica que reduz impactos mecânicos, protege contra a erosão causada pela chuva e favorece a ciclagem de nutrientes”, explica.

Outra prática destacada por Schiavo é a rotação de culturas, técnica que contribui para a fertilidade do solo, reduz a incidência de pragas e doenças e melhora o aproveitamento de nutrientes. Um exemplo comum no campo brasileiro é a sucessão entre soja e milho safrinha. “Após a colheita, o solo permanece enriquecido com nitrogênio, o que favorece diretamente o desenvolvimento do milho. Esse tipo de rotação preserva as características físicas, químicas e biológicas garantindo produtividade consistente ao longo das safras”, pontua.

Segundo o engenheiro agrônomo, investir em tecnologia, manejo eficiente e insumos adequados é decisivo para tornar o agro mais competitivo e sustentável. “Quando o produtor otimiza os fatores de produção, ele melhora a relação custo-benefício, preserva recursos naturais e contribui para um modelo agrícola mais equilibrado. É uma equação em que todos ganham: o produtor, o consumidor e o planeta”, ressalta.

Fonte: Assessoria Naval Fertilizantes
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Embrapa recebe missões de 14 países interessadas em pecuária sustentável brasileira

Delegações internacionais visitaram centro de pesquisa em São Carlos em 2025 para conhecer tecnologias de baixo carbono, como recuperação de pastagens e integração lavoura-pecuária-floresta.

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Visitantes internacionais no sistema integrado com árvores - Foto: Gisele Rosso

A produção pecuária sustentável e a mitigação dos impactos ambientais foram foco de 19 missões internacionais à Embrapa Pecuária Sudeste em 2025. No total, foram 55 visitantes estrangeiros de 14 países, dos cinco continentes.

As missões de organizações internacionais, principalmente da Europa (37,5%) e da África (25%), visitaram o centro de pesquisa para conhecer as inovações brasileiras no setor agropecuário.

De acordo com o articulador internacional, Alberto Bernardi, as tecnologias desenvolvidas pela Embrapa Pecuária Sudeste, apresentadas durante as visitas das delegações internacionais, contribuem para mostrar que o setor pecuário pode fazer parte da solução climática ao melhorar o desempenho em harmonia com o meio ambiente, com uso de tecnologias sustentáveis, como a integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), a recuperação de pastagens e a pecuária de precisão. “A recuperação de pastagens degradadas é, talvez, o elemento mais estratégico, pois não só pode reverter a degradação ambiental (um dos principais emissores de gases de efeito estufa (GEE), como transformar essas áreas em eficientes reservatórios de carbono”, explica Bernardi.

O interesse dos visitantes internacionais concentrou-se em linhas de pesquisa voltadas à otimização e à redução do impacto ambiental da atividade pecuária. Os principais temas buscados incluíram eficiência, baixo carbono na produção de carne e leite, Pecuária de Precisão e recuperação de pastagens.

Para o pesquisador Sérgio Medeiros, as visitas são oportunidades para celebrar parcerias em projetos de pesquisa estratégica para o país, principalmente na área de mudanças climáticas, atualmente uma prioridade global.

Pesquisadores da Embrapa Pecuária Sudeste também participaram de missões a países estrangeiros, realizando visitas técnicas e participando de eventos técnico-científicos na Argentina, Áustria, Chile, China, Colômbia, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Paraguai, Quênia e Uruguai.

Os países que estiveram representados nas missões ao centro de pesquisa de São Carlos foram França, Itália, Reino Unido, Rússia, Suécia, Egito, Gana, Marrocos, Zimbábue, China, Japão, Colômbia, Estados Unidos e Austrália.

Fonte: Assessoria Embrapa Pecuária Sudeste
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ASBRAM empossa nova diretoria em fevereiro e projeta ciclo positivo para pecuária até 2028

Entidade que reúne a indústria de suplementos minerais aposta em continuidade de gestão, vê cenário favorável para o setor e alerta para desafios como juros elevados e reforma tributária.

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Fotos: Divulgação/ASBRAM

Manter as sucessões programadas das diretorias para fomentar um trabalho mais próximo com todos os parceiros de negócios, preparar-se ainda mais para atender os clientes no ciclo virtuoso da Pecuária até 2028 e comemorar a coesão e o entrosamento entre as equipes das cem corporações que compõem o quadro da Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais (ASBRAM). Esse foi o objetivo cumprido pelos executivos e profissionais das empresas do segmento nesta passagem de ano, ratificado durante a última reunião promovida pela entidade no fim de 2025.

O encontro marcou a eleição dos novos membros do Conselho de Administração da Associação para o biênio 2026 – 2027. O executivo Rodrigo Miguel assume a presidência no lugar de Fernando Cardoso Penteado Neto, com Leonardo Matsuda como vice-presidente. Elizabeth Chagas segue como vice-presidente executiva da entidade. A nova diretoria toma posse no próximo dia 25 de fevereiro. “Confio demais na pecuária brasileira. Basta ver o que conseguimos fazer em 2025, quase empatando nossas vendas com 2024, que teve um segundo semestre histórico. Tenho certeza de que em 2026 não vai ser diferente. E tenho orgulho em apontar a ASBRAM como uma entidade sadia financeiramente e estruturada para permanecer atuando forte”, analisou Fernando Penteado.

“Chego muito otimista e com energia para atuarmos em nome de nossas empresas, do nosso mercado e para atender cada vez melhor e mais de perto os pecuaristas de todos os estados produtores brasileiros”, acrescentou o novo presidente, que mandou sua mensagem pela web, direto da Holanda.

Foram quase 90 pessoas presentes no encontro realizado na Capital paulista e outras 200 acompanhando pela internet, atentos a quatro palestras, aos debates e à apresentação dos números de comercialização de suplementos minerais no Brasil neste ano. “Estamos muitos felizes, as palestras foram ótimas, todos os convidados muito entrosados e felizes. Nesta casa, todos se dão bem. Todos conversam e eu até pareço a mãe deles. 2025 não foi um período fácil. Teve tarifaço dos EUA, impostos, insegurança, mas fizemos um ano com um resultado positivo face ao que passamos. Também porque a base de comparação, principalmente com o segundo semestre do ano passado, que foi ‘fora da curva’. Trabalhei muito tempo com fertilizantes e sonhava com a soja na ponta das exportações. E conseguimos. E agora é a carne bovina, liderando o mundo em produção e exportação. Estamos no caminho certo, ajudando o Brasil a consolidar-se como o maior fornecedor e embarcador da nossa proteína no planeta”, comentou Beth Chagas.

O encontro destacou a dimensão ambiental do agro brasileiro, com a preservação de 66% da vegetação original do país e a economia de 164 milhões de hectares cultivados, resultado do avanço da produtividade agrícola, além de quase 400 milhões de hectares destinados à pecuária. A adoção de práticas como agricultura de baixo carbono, integração lavoura-pecuária-floresta, plantio direto, uso de bioinsumos e recuperação de áreas degradadas tem sustentado esse desempenho.

Com esse modelo, o Brasil alcançou a quarta posição mundial em produção e exportações agropecuárias e responde por cerca de metade do superávit da balança comercial, próximo de US$ 150 bilhões. “O país consolida sua presença como uma potência agroambiental tropical, com clima, terras, água e recursos humanos para avançar ainda mais. Esses resultados também se traduziram em alimentos mais baratos para os brasileiros”, afirmou o professor da Universidade de São Paulo José Otávio Menten.

Cenário favorável

O encontro da ASBRAM traçou um cenário favorável para a pecuária, com expectativa de bons preços para o boi gordo e consumo interno estável, mesmo diante de uma desaceleração da economia nos próximos anos.

Segundo o economista Felippe Cauê Serigati, da Fundação Getúlio Vargas, o ambiente positivo convive com desafios estruturais que exigem atenção dos produtores, como a reposição do rebanho, a incerteza política, os custos de produção, os preços de venda e a gestão do caixa das propriedades.

Para Serigati, 2025 passou sem grandes impactos econômicos internos, e 2026 deve registrar crescimento mais moderado, ainda em terreno positivo. A inflação, afirma, tende a seguir em queda, impulsionada principalmente pelos alimentos, enquanto o principal fator de risco permanece sendo a trajetória dos gastos públicos do governo federal.

Fatores que pressionam o setor

A trajetória dos gastos públicos também pressiona a pecuária por meio da manutenção de juros elevados, usados como instrumento de controle da inflação.

Esse cenário tem levado produtores a vender vacas mesmo com a valorização dos bezerros, a racionalizar o uso da nutrição e a comprometer parte das margens para honrar financiamentos oficiais contratados em 2024, sem acesso a novas linhas de crédito. “O agro segue batendo recordes no mercado interno e externo e ajudando a conter os preços nas gôndolas dos supermercados. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios relevantes que precisam ser equacionados. Por isso, 2026 deve exigir foco total na gestão do negócio. Considerando o desempenho de 2025, será um bom resultado se o segmento de suplementos minerais encerrar o ano com vendas em torno de 2,5 milhões de toneladas”, avaliou Serigati.

Outro ponto de atenção destacado no encontro foi a nova legislação tributária, que entra em fase de transição e testes a partir de janeiro. “A reforma é uma realidade, e produtores rurais precisarão estruturar e capacitar equipes para escolher as melhores alternativas em cada fazenda, sistema produtivo e modalidade de comercialização. As mudanças atingem todas as empresas, em um ambiente cada vez mais digital, que transfere ao contribuinte a responsabilidade pelo correto recolhimento dos tributos”, afirmou o advogado e contador Lincoln Diones Martins.

Fonte: Assessoria ASBRAM
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