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Copel apresenta plano de R$ 390 milhões em investimentos para o Oeste do Paraná

Projetos incluem novas subestações, modernização da rede e ampliação da infraestrutura para atender crescimento da demanda energética.

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Foto: Albari Rosa

Representantes da Copel se reuniram em Cascavel, nesta sexta-feira, dia 7, com prefeitos e produtores rurais para ouvir as demandas regionais e apresentar as ações e investimentos da companhia no Oeste do Paraná. A reunião aconteceu na Associação dos Municípios de Oeste do Paraná (AMOP) e contou com a presença de 30 prefeitos.

Atualmente, a rede de distribuição da Copel na região da AMOP atende 672 mil consumidores em 58 municípios, com uma estrutura que inclui 49 subestações e cerca de 19,5 mil quilômetros de rede elétrica.

O superintendente Comercial da Copel, Breno Castro, e o gerente executivo de Base de Campo no Oeste, Carlos Eduardo Galina, apresentaram as ações que já estão acontecendo na região e os investimentos previstos. Entre as obras estruturantes previstas, estão novas subestações e ampliações de outras unidades em pontos estratégicos da região com o objetivo de fortalecer a capacidade do sistema elétrico. As obras fazem parte de um planejamento estratégico voltado à melhoria dos indicadores de continuidade do fornecimento de energia, beneficiando diretamente os consumidores da região.

Foto: Divulgação/Copel

No novo ciclo de investimentos que começa em 2026, estão programadas obras em subestações que somam mais de R$ 390 milhões. Entre os principais projetos está a implantação de uma nova subestação entre Nova Guairá e Palotina, com investimento estimado em R$ 109,4 milhões. Também estão previstas novas estruturas em Toledo (R$ 67,2 milhões), Cascavel (R$ 65,9 milhões) e Foz do Iguaçu (R$ 52,2 milhões), além de unidades em Concórdia do Oeste / Dez de Maio – Toledo (R$ 15,1 milhões) e Quatro Pontes / Novo Sarandi – Toledo (R$ 16,8 milhões).

O plano inclui ainda a ampliação de subestações existentes, como em São Miguel do Iguaçu, com investimento de R$ 33,6 milhões, além de melhorias nas estruturas de Toledo / Bragantina (R$ 16,8 milhões) e Marechal Cândido Rondon-Quatro Pontes (R$ 17,7 milhões). Essas intervenções são fundamentais para acompanhar o crescimento da demanda por energia e garantir maior estabilidade no abastecimento.

Além das subestações, o planejamento contempla obras de redes previstas para 2026, que somam mais de R$ 40 milhões em investimentos. Entre as ações estão projetos de reforço do sistema elétrico, com substituição de cabos e alterações de traçado, totalizando R$ 9,4 milhões e cerca de 450 quilômetros de redes modernizadas.

Também estão previstas obras de ampliação da rede elétrica, com a implantação de novas redes e alimentadores, que representam investimento de R$ 13,3 milhões e a construção de aproximadamente 853 quilômetros de novas estruturas.

Modernização do sistema 

Foto: Divulgação/Copel

Outro destaque do programa é a modernização tecnológica do sistema, com a instalação de equipamentos automatizados, incluindo religadores automáticos e reguladores de tensão. Essa etapa receberá R$ 20,5 milhões em investimentos, com a instalação de mais de 240 equipamentos, permitindo respostas mais rápidas a eventuais interrupções e maior eficiência na operação da rede.

Com esse conjunto de obras, o sistema elétrico regional ganha em robustez, capacidade de atendimento e modernização tecnológica, acompanhando o desenvolvimento econômico e urbano do Oeste do Paraná e garantindo mais segurança e qualidade no fornecimento de energia para a população e para o setor produtivo.

Manutenção preventiva 

Equipes da companhia realizaram intervenções em mais de 12 mil quilômetros de rede, além de ações intensivas de manejo de vegetação, uma das principais causas das interrupções no fornecimento. Nos últimos anos, foram abertas mais de 9 milhões de metros quadrados de faixas de segurança e realizadas 235 mil podas de árvores em áreas urbanas. A vegetação, somada a fatores climáticos, é uma causa relevante do número de desligamentos de energia.

Nos últimos anos, a região Oeste do Estado tem registrado episódios climáticos de grande impacto, que causam estragos severos nas redes de energia. Um exemplo foi a ocorrência de um tornado em Rio Bonito do Iguaçu, além de um dos maiores temporais já registrados na região, no mês de setembro, período que marca o início da primavera. Nessa época do ano, a combinação de calor e chuva favorece a formação de ventos fortes, que podem comprometer redes de distribuição e transmissão de energia.

Culturas eletrointensivas 

Foto: Divulgação/Copel

No meio rural, a empresa destaca o crescimento da demanda por energia elétrica, impulsionado principalmente pela expansão das atividades agroindustriais. Setores como a avicultura e a piscicultura têm elevado o consumo em determinados períodos do dia, o que exige planejamento constante da infraestrutura energética. Para acompanhar esse crescimento, a Copel mantém um plano contínuo de investimentos e planejamento da rede, com projeções de demanda para os próximos dez anos. O objetivo é garantir que a infraestrutura acompanhe o desenvolvimento econômico e a expansão urbana e rural nas áreas atendidas.

De acordo com o superintendente Comercial da Copel, Breno Castro, outro ponto de atenção destacado pela companhia é o aumento de cargas nas propriedades rurais sem comunicação prévia à distribuidora. “A instalação de novos motores, equipamentos ou ampliação de sistemas de geração distribuída, como usinas solares, sem apresentação prévia do projeto à distribuidora, pode gerar oscilações e instabilidade na rede elétrica”, destaca ele.

A Copel orienta que produtores e consumidores comuniquem qualquer ampliação de carga ou alteração nas instalações elétricas, permitindo que a rede seja adequadamente dimensionada e evitando prejuízos ao próprio usuário e aos demais consumidores conectados ao sistema. A companhia também lembra que adequações nas instalações internas podem contar com linhas de financiamento e apoio técnico de instituições de assistência ao produtor rural, facilitando a regularização e modernização das estruturas elétricas nas propriedades.

Importância do encontro 

Foto: Divulgação/Sistema Faep

Como anfitrião do encontro, o presidente da AMOP, o prefeito de Maripá Rodrigo André Schanoski, destacou a importância deste diálogo para buscar soluções que permitam à região Oeste continuar crescendo e se desenvolvendo com sustentabilidade energética. “Temos acompanhado as ações da Copel e apresentamos diversos encaminhamentos para melhorar o serviço prestado à população, sempre ouvindo as demandas dos prefeitos”, ressaltou.

O presidente do Sindicato Rural de Cascavel, Paulo Roberto Orso, pontuou que as falhas no fornecimento de energia provocam prejuízos no meio rural. “O objetivo aqui é acompanhar as explanações da companhia junto aos prefeitos e às lideranças da região. Essa aproximação entre a companhia, as lideranças e os produtores é muito importante”, afirma. Na avaliação do secretário de Agricultura de Marechal Cândido Rondon, Alex Luis Kuhn, a reunião foi importante para reforçar a necessidade de melhorias no fornecimento de energia, especialmente nas áreas rurais dos municípios.

Próximos passos

Ao final da reunião, a Copel saiu com o compromisso de realizar reuniões nos 58 municípios abrangidos pela AMOP ainda este mês. Segundo Breno Castro, a companhia vai receber as demandas municipais, que serão colocadas em documento final para análise e posterior devolutiva, em nova reunião com a associação.

Estiveram presentes o superintendente Comercial da Copel, Breno Castro; os gerentes executivos da Área de Poder Público e Grandes Clientes, Rodrigo?Priss; de Operações de Campo no Oeste, Carlos Eduardo Galina; de Manutenção e Obras, André?Janiaski; de Manutenção de Subestações, Alessandro Maffei, além de técnicos da companhia.

Fonte: Assessoria Copel

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Câmara Setorial avalia safra de trigo em São Paulo diante de custos altos e preços pressionados

Encontro reúne produtores, cooperativas e indústria para analisar produtividade, mercado e possíveis impactos do clima sobre a cultura.

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Foto: Fábio Carvalho

A Câmara Setorial do Trigo do Estado de São Paulo realiza, no próximo dia 30 de julho, às 10 horas, mais uma reunião para discutir o cenário da cultura no estado. O encontro será realizado de forma híbrida, com participação presencial na matriz da Ouro Safra, em Pilar do Sul (SP), e transmissão on-line pelo canal do Sindustrigo.

O evento reunirá representantes da cadeia produtiva para atualização das informações sobre a safra paulista, incluindo área plantada, expectativa de produtividade e avaliação do desenvolvimento das lavouras. As inscrições para acompanhamento virtual podem ser feitas clicando aqui.

Foto: Caio Inácio

A programação contempla temas estratégicos para o setor, com análises de mercado, crédito e produção. Entre os destaques estão o panorama do mercado de trigo na conjuntura nacional e internacional, que será apresentado por Douglas Araujo, da CJ International; a apresentação sobre linhas de crédito, com a Desenvolve SP; o diagnóstico dos produtores paulistas, conduzido por Felipe Camargo, do Instituto de Economia Agrícola (IEA); e o reporte de cooperativas e cerealistas sobre evolução e expectativas de produção e produtividade.

De acordo com o presidente da Câmara Setorial do Trigo de São Paulo, Ruy Zanardi, a reunião será estratégica para consolidar dados mais precisos sobre a safra. “A expectativa é ratificar a área plantada no estado, entender a produtividade por hectare e identificar os principais materiais genéticos e manejos utilizados. Também teremos uma visão mais clara sobre o estágio de desenvolvimento da cultura nos campos de São Paulo”, afirma.

Cenário desafiador para o trigo

Entre os principais desafios do ciclo atual, o presidente destaca o aumento dos custos de produção, especialmente com combustíveis e fertilizantes, além do cenário internacional menos favorável. “Os preços globais do trigo estão abaixo dos anos anteriores, o que impacta diretamente a rentabilidade do produtor”, explica. Outro ponto de atenção é a possível influência do fenômeno El Niño, que pode trazer condições climáticas adversas para a cultura.

Foto: Luiz Magnante

A reunião de meio de ano é considerada um momento-chave para o setor, pois permite uma leitura mais fiel do desempenho da safra paulista. “Essas informações são essenciais, sobretudo, para a indústria moageira do estado. Com base nesses dados, as indústrias conseguem planejar suas estratégias de abastecimento de matéria-prima para a safra 2026/27”, destaca o presidente.

No cenário de mercado, a pressão sobre produtores e indústria segue atrelada às dinâmicas globais das commodities. Segundo Zanardi, os preços internacionais influenciam diretamente as decisões de plantio. “Diante de valores mais baixos, o produtor pode buscar culturas mais rentáveis, o que pode resultar em redução da área de trigo. Ao mesmo tempo, o risco climático reforça a necessidade de estratégias para mitigar perdas”, avalia.

Apesar das incertezas, o dirigente ressalta que as projeções ainda dependem da evolução da safra. “As previsões são importantes, mas os resultados só se consolidam após a colheita”, enfatiza.

Fonte: Assessoria Sindustrigo
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Como o Brasil perdeu influência comercial

Sobretaxa imposta pelos Estados Unidos evidencia que comércio, segurança e política passaram a caminhar juntos.

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Foto: Shutterstock

O tabuleiro comercial sofreu um realinhamento profundo, e o Brasil moveu-se tarde e mal. A confirmação de que o USTR concluiu a investigação sob a Seção 301, oficializando a sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros, é um revés severo. Mas, acima de tudo, é um diagnóstico implacável sobre o amadorismo e a saturação ideológica que paralisam nossa diplomacia governamental.

Diferentemente do tarifaço de 2025, derrubado por seu vício político, a investida atual possui blindagem técnica por ser um processo administrativo da Seção 301, de difícil reversão. O USTR apontou “práticas injustas”, misturando assimetrias reais (etanol, propriedade intelectual e tarifas) com pautas sobre soberania, como o escrutínio sobre decisões do STF contra big techs, combate à corrupção e desmatamento.

Artigo escrito por Márcio Coimbra, mestre em Ação Política, CEO da Casa Política e presidente-executivo do Instituto Monitor da Democracia.

Soma-se a isso a contaminação de agendas, a chamada linkage diplomacy. A recente classificação de facções brasileiras como organizações terroristas por Washington fundiu governança econômica e segurança nacional. O comércio virou moeda de troca geopolítica de alta complexidade, tabuleiro em que nossa diplomacia estatal demonstrou pouca agilidade de manobra.

Diante desse cerco previsível, Brasília respondeu com passividade técnica e retórica inflamada para consumo interno. O Planalto preferiu a inércia para explorar o desgaste eleitoralmente. Essa postura gerou forte reação da FIESP, que criticou o governo por alimentar “ruídos desnecessários” e priorizar conflitos personalistas em vez da economia. Estão certíssimos.

A ameaça da Fazenda de retaliar via “Lei de Reciprocidade” expõe um desconhecimento preocupante de mercado. Como ex-diretor da Apex-Brasil, sei que barreiras de vingança encarecem insumos, asfixiam importadores e destroem empregos logísticos. A obsessão por superávits ignora que potências modernas usam importações estrategicamente para criar dependência mútua, e não guerras emocionais.

Enquanto Brasília flerta com o confronto, os EUA dão uma aula de realpolitik. Junto aos 25%, o USTR aplicou 2.100 exceções, poupando setores como aeroespacial (Embraer), café e carnes. Onde o Brasil tem indispensabilidade estrutural, a tarifa caiu para blindar o americano da inflação e, onde somos substituíveis, fomos atingidos sem hesitação.

Foto: Marcos Oliveira/Agência Brasil

Esta assimetria ficou clara nos bastidores. Diante da omissão oficial, canais de representação setorial agiram. A articulação privada levou a Washington dados técnicos que provaram o impacto das tarifas nas próprias indústrias americanas, mitigando as sanções, esforço do qual participo ativamente nos EUA desde as primeiras medidas. A Casa Branca responde a dados e à articulação direta, não a notas de repúdio.

A lição é urgente: a inserção internacional do país não pode ser refém de voluntarismos. O protecionismo não se combate com indignação, mas com inteligência comercial. Para reaver a confiança, o Brasil precisa devolver o protagonismo à diplomacia corporativa privada. Sem eficiência interna e interlocução técnica despida de ideologia, assistiremos passivos à erosão de mercados que levamos décadas para conquistar.

Fonte: Artigo escrito por Márcio Coimbra, mestre em Ação Política, CEO da Casa Política e presidente-executivo do Instituto Monitor da Democracia.
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Frete marítimo no Norte e Nordeste pode manter isenção que reduz custo de transporte até 2032

Benefício sobre o AFRMM, que incide sobre operações de navegação nos portos brasileiros, é defendido como forma de ampliar competitividade regional e reduzir custos logísticos.

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Foto: Freepik/Divulgação

Empresas que movimentam cargas com origem ou destino nos portos das regiões Norte e Nordeste poderão continuar sem pagar o Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) até 2032. A extensão do benefício mantém uma isenção criada para reduzir custos do transporte aquaviário e incentivar a atividade econômica nessas regiões.

Fotos: Cláudio Neves

O AFRMM é uma contribuição cobrada sobre o frete do transporte realizado por empresas de navegação que operam nos portos brasileiros. O recolhimento ocorre pelo destinatário da carga no porto de descarga, e os recursos arrecadados abastecem o Fundo da Marinha Mercante (FMM), utilizado no financiamento da indústria naval e da frota mercante nacional.

A regra atual prevê a isenção até 08 de janeiro de 2027. A ampliação por mais cinco anos está prevista no Projeto de Lei Complementar (PLP) 80/26, que altera a legislação do Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem (BR do Mar).

Alíquota pode chegar a 40% do valor do frete

O AFRMM possui alíquotas que variam de 8% a 40% do valor do frete, conforme o tipo de navegação e operação realizada. A cobrança representa uma parcela adicional no custo logístico das empresas que utilizam o transporte marítimo.

O deputado Benes Leocádio (União-RN), autor da proposta, afirma que a manutenção da isenção é necessária para preservar a competitividade de empresas instaladas no Norte e Nordeste diante de custos logísticos mais elevados em comparação com outras regiões. “Somente assim se estabelece uma isonomia concorrencial entre o sal brasileiro e o sal importado do Chile. Sem essa medida, outras mercadorias também serão prejudicadas”, afirmou o parlamentar.

Como exemplo, Leocádio cita a indústria salineira do Rio Grande do Norte, que disputa mercado com o sal chileno importado pelo Brasil com isenção permanente do AFRMM.

Renúncia fiscal foi estimada em R$ 2,5 bilhões entre 2007 e 2017

A discussão sobre a continuidade do benefício envolve o impacto da renúncia de receitas para o Fundo da Marinha Mercante.

Foto: Vosmar Rosa/MPOR

Segundo dados apresentados pelo autor da proposta, a renúncia fiscal acumulada para Norte e Nordeste entre 2007 e 2017 foi estimada em cerca de R$ 2,5 bilhões. O valor correspondeu a aproximadamente 9% da arrecadação do AFRMM no período.

Em contrapartida, o parlamentar argumenta que os investimentos realizados pelas empresas beneficiadas superaram esse montante em determinados períodos. Segundo ele, apenas em 2014, empresas instaladas na área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) declararam investimentos de R$ 4,36 bilhões em suas unidades industriais.

Benefício existe há quase três décadas

A isenção do AFRMM para Norte e Nordeste foi criada pela Lei 9.432/97, inicialmente com prazo de dez anos, até 2007. Posteriormente, a Lei 11.482/07 prorrogou o benefício até 2022.

Com a criação do Programa BR do Mar, a Lei 14.301/22 estendeu a isenção até 8 de janeiro de 2027. A nova proposta busca ampliar esse prazo para 8 de janeiro de 2032.

Texto seguirá para votação no Plenário

O PLP 80/26 recebeu urgência e poderá ser analisado diretamente pelo Plenário da Câmara dos Deputados, sem passar previamente pelas comissões temáticas. Para entrar em vigor, a proposta ainda precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Fonte: O Presente Rural
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