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Notícias No Mato Grosso do Sul

Copasul aumenta capacidade de estocagem de grãos com nova unidade em Maracaju

Novo silo poderá estocar até 2,35 milhões de sacas, com isso a cooperativa vai chegar a 15,6 milhões de sacas de capacidade estática, com unidades em 11 municípios sul-mato-grossenses.

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Fotos: Nicolly Bonoto e Paulinho Oliveira

A Copasul inaugurou na última quarta-feira (29), a 13ª unidade de recebimento de grãos da cooperativa, o Silos Serra de Maracaju, coroando um ciclo de melhorias importantes que foram feitas na estrutura de recebimento de grãos da cooperativa, que hoje totaliza 15,6 milhões de sacas em 11 municípios, voltadas para atender a demanda da Indústria de Processamento de Soja da Copasul, em fase de implantação, prevista para estar pronta em 2027.

A unidade está localizada na rodovia BR 267, km 417, no entroncamento com a MS 166, sentido a Guia Lopes, em Maracaju (MS). “O cooperativismo participa do crescimento do Mato Grosso do Sul  com muita força. A Copasul tem atuação em todo o estado, está alinhada com as tendências globais, produzindo alimentos. A gente fica muito feliz de vir aqui para acompanhar mais um empreendimento desta cooperativa em benefício do associado e parabenizar a cooperativa por acreditar no nosso Estado”, exaltou o governador do Mato Grosso do Sul , Eduardo Riedel.

O prefeito de Maracaju, Marcos Calderan, destacou a qualidade da estrutura que está à disposição dos produtores. “Maracaju ganhou um presente. Isso vem de encontro com a necessidade local, não só de associados, mas para todos que serão impactados positivamente. Soja e milho são as riquezas da nossa cidade. A Copasul está de parabéns pelo cuidado que tem com o produtor”, ressaltou.

Com dois tombadores para bitrem 21 metros mais uma moega para descarga de caçamba, três linhas de 300 toneladas/hora, capacidade média de descarga de 15 veículos por hora, dois secadores de 200 toneladas/hora cada, dois locais de expedição de grãos, seis silos de 150.000 sacas – capacidade estática total de 900 mil sacas, o Silos Serra de Maracaju representa modernidade e rapidez para a recepção de grãos na região.

Joceli Gianlupi, cooperado da Copasul há 15 anos em Maracaju, destacou a localização da nova unidade, que integra pelo menos três grandes regiões produtoras dentro do município. “Esta nova unidade é muito importante por questões de logística de transporte. Já entregamos aqui duas ou três cargas e percebemos a diferença. Uma unidade extremamente moderna. No campo, precisamos de agilidade e isso é um grande avanço. Além do mais, o local onde foi construída é muito importante para atender os produtores de três grandes polos, então está muito bem localizada”, enfatizou.

“Mais uma vez, a Copasul está inovando com um silo totalmente adequado para esta região, o porte do agro em Maracaju é diferente. Conforme o associado se preparou e se ‘tecnificou’, a Copasul também tem se preparado. Apesar de todos os desafios, a cooperativa está cada vez mais forte e trazendo estas melhorias para o associado com pés no chão e planejamento”, reforçou o presidente do Conselho de Administração, Gervasio Kamitani.

A nova unidade também coroa um investimento da cooperativa em tornar a demanda da Indústria de Processamento de Soja suprida, o que foi destacado pelo presidente executivo da Copasul, Adroaldo Taguti. “Nada melhor que uma inauguração para fechar este ciclo de R$ 400 milhões de investimento, dos quais só nesta unidade estão R$ 100 milhões. Partimos agora, focando na Indústria de Soja, o maior investimento da história da cooperativa, com previsão de inauguração para março de 2027. A gente espera poder continuar este projeto cooperativista, neste ano em que mais uma vez a ONU coloca como Ano Internacional do Cooperativismo. Então, agora é agradecer aos cooperados da região pela receptividade. Estamos muito otimistas com a unidade e esperamos que a equipe atenda da melhor maneira e possamos ter uma safra de sucesso”, disse Taguti.

Outro diferencial do Silos Serra de Maracaju é a condição de fluxos de carga e descarga separados, com duas guaritas, duas balanças de 30 metros com capacidade 120 toneladas (pesagem automática) e duas áreas de classificação de grãos (1 para lavoura e 1 para embarque). Estrategicamente localizada para atender a demanda dos cooperados e produtores da região onde a Copasul atua desde 2011, a unidade foca em promover inovação e eficiência no recebimento de grãos.

Fonte: Assessoria Copasul

Colunistas

Você está desperdiçando o dinheiro do marketing?

Conheça três pontos que podem contribuir para um melhor desempenho.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

Durante a conversa com um grande amigo, lembrei, recentemente, de uma experiência que tive no agronegócio. Uma empresa de nutrição animal precisava aumentar a visibilidade junto a potenciais clientes e entrou em contato com a Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio.

O gerente de marketing compartilhou o briefing de forma clara e objetiva: “precisamos aparecer em mídias estratégicas, locais e nacionais, e também ampliar a nossa presença em canais digitais. A concorrência está grande e precisamos ser mais reconhecidos no campo. Isso vai ajudar a fechar negócios”.

Após algumas reuniões, finalizamos o planejamento de assessoria de imprensa e de redes sociais, definindo a linguagem, os temas e os principais objetivos a serem atingidos em curto e médio prazo.

Rapidamente, os porta-vozes foram definidos e participaram de um media training, no qual a Ação Estratégica apresentou dicas para os executivos terem um desempenho ainda melhor nas futuras entrevistas com jornalistas.

Como próximo passo, a mídia recebeu sugestões de notícias sobre a empresa e as redes sociais foram abastecidas com conteúdo relevante sobre o ecossistema em que a empresa atua.

Em poucos meses, os materiais divulgados causaram um grande impacto, maior do que o esperado. Potenciais clientes fizeram vários comentários nos posts publicados, mandaram mensagens em privado e também entraram em contato com a empresa via WhatsApp.

O sucesso desta ação teve três pontos centrais:

1) Análise

O cliente compartilhou importantes informações, na etapa do planejamento, sobre os perfis dos potenciais clientes. Essas informações propiciaram uma análise consistente de cenário.

2) Integração

O movimento foi realizado em total sintonia com o departamento de vendas, com o objetivo de potencializar as oportunidades de negócios.

3) Correção

Com frequência, realizamos reuniões para a correção de rotas, o que contribuiu para as divulgações serem sempre relevantes.

 A importância desses três pontos (Análise, Integração e Correção) vai além do sucesso de uma ação específica. Se bem utilizados, eles contribuem diretamente para uma melhor utilização dos recursos, evitando, de forma contínua, o desperdício de dinheiro, e também propiciam um rico aprendizado a ser utilizado nas próximas atividades.

Afinal, com experiência, informação e estratégia adequada, melhoramos o nosso desempenho, não é mesmo?

Fonte: Artigo escrito por Rodrigo Capella, palestrante e diretor geral da Ação Estratégica - Comunicação e Marketing no Agronegócio.
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Notícias

Mercado de fertilizantes no Brasil mantém forte dependência de importações

Volume soma 40,9 milhões de toneladas até outubro de 2025, com Mato Grosso liderando o consumo nacional.

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Foto: Divulgação/OP Rural

As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro somaram 5,08 milhões de toneladas em outubro de 2025, alta de 2,1% frente ao mesmo mês do ano anterior, quando foram comercializadas 4,98 milhões de toneladas, segundo a Associação Nacional para a Difusão de Adubos (ANDA). No acumulado de janeiro a outubro foram registradas 40,94 milhões de toneladas entregues, com alta de 8,4% em comparação a igual período de 2024, quando o total foram entregues 37,78 milhões de toneladas.

O Estado de Mato Grosso manteve a liderança no consumo, com participação de 22,1% do total nacional, o equivalente a 9,05 milhões de toneladas. Na sequência aparecem Paraná (4,97 milhões), São Paulo (4,35 milhões), Rio Grande do Sul (4,21 milhões) Goiás (3,99 milhões), Minas Gerais (3,90 milhões) e Bahia (2,75 milhões).

A produção nacional de fertilizantes intermediários encerrou outubro de 2025 em 631 mil toneladas, registrando uma queda de 2,2% em relação ao mesmo mês de 2024. No acumulado de janeiro a outubro, o volume chegou a 6,20 milhões de toneladas, avanço de 5,7% em relação com as 5,87 milhões de toneladas no mesmo período de 2024.

As importações alcançaram no mês de outubro de 2025, 4,38 milhões de toneladas, redução de 1,1% sobre igual período do ano anterior. De janeiro a outubro, o total importado somou 35,88 milhões de toneladas, com crescimento de 7,1% em relação as 33,49 milhões de toneladas no mesmo período de 2024.

O Porto de Paranaguá consolidou-se como principal ponto de entrada do insumo, foram importadas 8,89 mil toneladas no período, crescimento de 5,8% frente a 2024 (8,40 milhões de toneladas). O terminal representou 24,8% do total de todos os portos, segundo dados do Siacesp/MDIC.

Fonte: Assessoria ANDA
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Produtores têm até 31 de janeiro para regularizar inconsistências fiscais

Receita Federal intensifica fiscalização sobre rendimentos rurais e alerta para risco de autuações e multas após o prazo.

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Foto: Jose Fernando Ogura

A Receita Federal do Brasil intensificou as orientações voltadas à conformidade fiscal no setor rural, com atenção especial aos rendimentos oriundos de arrendamentos de imóveis rurais. A iniciativa integra uma ação nacional de conformidade cujo objetivo é estimular a autorregularização dos contribuintes, permitindo a correção de inconsistências até janeiro de 2026, antes do avanço para etapas de fiscalização mais rigorosas.

Segundo o órgão, é recorrente a subdeclaração ou o enquadramento incorreto dos valores recebidos com arrendamentos, seja por desconhecimento da legislação tributária, seja por falhas no preenchimento das declarações. Para identificar divergências, a Receita Federal tem ampliado o uso de cruzamento de dados, recorrendo a informações de cartórios, registros de imóveis rurais e movimentações financeiras, em um ambiente de fiscalização cada vez mais digital e integrado.

Foto: Jonathan Campos/AEN

O advogado tributarista Gianlucca Contiero Murari avalia que o atual movimento do Fisco representa um ponto de atenção relevante para produtores rurais e proprietários de terras. “A autorregularização é uma oportunidade valiosa para o contribuinte rural corrigir falhas, evitar autuações, multas elevadas e até questionamentos mais complexos no futuro. A Receita Federal tem adotado uma postura cada vez mais preventiva, mas com fiscalização altamente tecnológica”, afirma.

Murari ressalta que os rendimentos provenientes de arrendamento rural exigem cuidado específico no enquadramento e na declaração, de acordo com as regras do Imposto de Renda. Isso inclui a avaliação sobre a tributação como pessoa física ou jurídica, conforme a estrutura da operação. “É fundamental que o produtor ou proprietário busque orientação especializada para avaliar contratos, natureza dos rendimentos e a forma correta de declarar. Um ajuste feito agora é muito menos oneroso do que uma autuação depois”, completa.

Fonte: Assessoria Dosso Toledo Advogados
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