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Notícias Cooperativismo

Copagril tem 43% de aumento no faturamento e ultrapassa R$ 2,5 bilhões em 2020

Resultados foram apresentados durante a AGO, realizada na modalidade semipresencial, na quinta-feira (28)

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Divulgação/Copagril

A Cooperativa Agroindustrial Copagril completou 50 anos de fundação em 2020 e essa marca histórica também é acompanhada de outros destaques, um faturamento com incremento de 43% em relação ao ano anterior. Mesmo em um período marcado pela pandemia, os negócios da Copagril foram adiante e por meio dos esforços dos cooperados e empregados, apoio dos clientes e parceiros, resultaram em valores recordes para a cooperativa e que representam 86% a mais do resultado em relação ao ano anterior e as sobras que serão distribuídas aos cooperados será 70% maior e estarão disponíveis em 1º de fevereiro.

Os resultados foram apresentados durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada na modalidade semipresencial, na quinta-feira (28). O diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, conduziu os trabalhos e durante a apresentação destacou que o ano trouxe desafios, mas que foram encarrados por todos com muita responsabilidade. “Houve o entendimento e a confiança das pessoas envolvidas e assim foi possível continuar produzindo, industrializando e comercializando. Evidentemente, o reflexo desta determinação está nos resultados de toda cooperativa”, reforça Chapla.

O destaque na composição do faturamento está na recepção de grãos como, por exemplo, a recepção da soja de 82% maior em relação ao ano de 2019 e o trigo, que representa 128% a mais em 2020. Assim como, todos os negócios também apresentaram bom desempenho. “Superamos os R$ 2,5 bilhões em faturamento, uma marca histórica para a Copagril e que representa um bom aumento no comparativo com o ano anterior. Em relação às sobras, na próxima semana os associados já podem ir até sua Unidade Copagril de negócios e retirar os valores correspondentes”, destaca o diretor-presidente.

O relatório de 2020 foi aprovado na AGO, onde também foram apresentadas e validadas as projeções e objetivos para 2021, entre eles ampliação e modernização de unidades de recebimento de cereais (soja e milho), fomentar a produção pecuária (aves, suínos, peixes e leite), estudos de viabilidade de novos negócios e o início da operação da unidade de esmagamento de soja, em Marechal Cândido Rondon.

“Em 2021 temos investimentos planejados com o objetivo de potencializar nossas atividades. E de mesmo modo, com várias oportunidades para os associados da Copagril ampliarem e diversificarem seus negócios, pois temos a necessidade de aumentar a capacidade produtiva e todos serão fundamentais neste processo”, completa do diretor-presidente Ricardo Chapla.

Fonte: Assessoria
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Notícias Cães de detecção

Mapa conclui a última etapa do processo seletivo para operadores de cães

Processo seletivo vai formar novas equipes K-9 para atuar na fiscalização com cães de detecção nos estados de SP, RJ e DF e em pontos estratégicos do país

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Divulgação/MAPA

O Centro Nacional de Cães de Detecção (CeNCD) e a Escola Nacional de Gestão Agropecuária (Enagro) realizaram, nesta semana, a última etapa do processo Seletivo para o 1º Curso de Formação de Operadores de Cães de Detecção no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Servidores públicos efetivos selecionados, pertencentes às carreiras de fiscalização do Mapa, participaram do Teste de Aptidão Preliminar (TAP) nas dependências operacionais do Aeroporto Internacional de Brasília e do CeNCD. Na ocasião, foram realizadas atividades práticas e avaliativas supervisionadas com os cães, compreendendo tarefas básicas relacionadas ao manejo e operação desses animais em futuras ações de fiscalização.

“O TAP é a última fase das etapas do processo seletivo que irá formar novas equipes K-9 para atuar na fiscalização com cães de detecção nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal e em pontos estratégicos do país”, explica o auditor fiscal federal agropecuário, Ângelo Queiroz.

Os candidatos aprovados no processo seletivo, conforme a disponibilidade de vagas por localidade, participarão do Curso de Formação de Operadores de Cães de Detecção entre os meses de abril e maio de 2021, e posteriormente poderão atuar com seus respectivos parceiros caninos em seus locais de atuação.

Fonte: MAPA
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Notícias Mercado

Demanda na exportação sustenta preços do boi gordo no mercado físico

Mercado físico do boi gordo apresentou preços em elevação nesta semana

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Arquivo/OP Rural

O mercado físico do boi gordo apresentou preços em elevação na semana. O dólar comercial valorizado frente ao real motivou os frigoríficos habilitados a exportar a atuar de maneira mais agressiva na compra de gado, garantindo a sustentação dos referenciais.

De qualquer maneira, as máximas não foram renovadas no mercado paulista, com negócios atingindo o limite de R$ 310 a arroba. “A oferta de animais terminados permanece restrita, com expectativa de alguma melhora a partir da segunda quinzena do mês”, informa o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, a demanda segue como um relevante contraponto, avaliando a dificuldade de repasse do adicional de custos ao restante da cadeia pecuária, com o consumidor médio migrando para a carne de frango, proteína mais acessível dentro do setor carnes.

A arroba em São Paulo vai encerrando a semana na casa de R$ 307,00. Em Goiás, preços em torno de R$ 295,00. Em Minas Gerais, a cotação chegou a R$ 303,00. No Mato Grosso do Sul, a arroba foi negociada a R$ 290,00. No Mato Grosso, preço chegando a R$ 296,00.

O mercado atacadista voltou a apresentar acomodação nos preços. “O ambiente de negócios sugere pouco espaço para reajustes, mesmo com a entrada dos salários na economia. Basicamente a carne bovina segue em patamar proibitivo. Nesse tipo de ambiente é evidenciado um movimento bastante agressivo de migração para uma proteína mais acessível, caso da carne de frango”, explica o analista, acrescentando que essa dinâmica tende a se manter em todo o ano de 2021, que deve ser pautado por um lento processo de retomada da atividade econômica.

Corte traseiro ainda é precificado a R$ 19,30 por quilo. Corte dianteiro ainda é cotado a R$ 15,40 por quilo. Ponta de agulha também permanece precificada a R$ 15,40, por quilo.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Safra de inverno

Indústria brasileira de trigo abastecida e Argentina antecipa exportações

Mercado brasileiro de trigo segue apresentando morosidade no ritmo dos negócios

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de trigo segue apresentando morosidade no ritmo dos negócios. O analista de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento, lembra que os produtores estão com as atenções voltadas para a safra de verão e, vendo a recente apreciação do dólar em relação ao real e a firmeza das cotações internacionais, elevam suas pedidas.

“Os moinhos, especialmente os de grande porte, estão abastecidos e preferem processar o cereal armazenado a ir ao mercado para novas aquisições. Sendo assim, os negócios reportados têm sido pontuais. Com pouco trigo disponível, a costumeira venda para abrir espaço para os grãos de verão nos armazéns não deve ser suficiente para derrubar as cotações do cereal”, disse.

Na Argentina, os preços ainda não sentiram a recente valorização das Bolsas norte-americanas. “A safra argentina foi disponibilizada entre dezembro e janeiro. Mesmo uma safra menor acaba tendo um efeito sazonal de baixa. Além disso, muitos vendedores locais temem uma eventual intervenção do governo para garantir o abastecimento interno. Sendo assim, têm antecipado vendas para o exterior”, explicou o analista.

Conforme Bento, o cenário segue sem grandes alterações em todo o país. “Os triticultores, capitalizados e vendidos em milho e soja, olham para o dólar em ascensão e preferem aguardar momentos ainda mais atrativos para comercializar os lotes remanescentes. Os moinhos compraram grandes volumes no estrangeiro, o que permite reduzir o apetite comprador pelo cereal local”, disse.

Ainda em relação às importações, a possibilidade de o governo argentino suspender as vendas ao exterior é cada vez mais ventilada no mercado. A produção no país vizinho recuou de 19,5 milhões de toneladas para 16,8 milhões de toneladas. Assim, o saldo exportável é de 10 milhões de toneladas. Passados três meses da temporada o total embarcado chega a 4,174 milhões de toneladas. “Vale lembrar que no último governo da Frente Justiacionista (mesmo que o atual) o país adotou uma política de cotas de exportação visando o abastecimento interno a preços mais baixos”, destacou o analista.

Na última quinta-feira, as indicações no Paraná ficam próximas R$ 1.500 por toneladas para compra, com vendedores demonstrando interesse por volta de R$ 1.600 por tonelada. No Rio Grande do Sul as indicações de compradores e vendedores ficam próximas a R$ 1.450 por tonelada e R$ 1.550 por tonelada, respectivamente.

Fonte: Agência SAFRAS
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CONBRASUL/ASGAV

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