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Copagril difunde conhecimentos e homenageia suinocultores durante seminário

Cerca de 550 pessoas prestigiaram o evento, que contou com duas palestras de renomados profissionais, enfocando a sanidade na suinocultura

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Potencializar a produção de suínos buscando maior eficiência e resultado para seus associados é uma das ações desenvolvidas pela Cooperativa Agroindustrial Copagril, que realizou, na terça-feira (19), o Seminário Anual de Produtores de Suínos em Marechal Cândido Rondon, PR. Cerca de 550 pessoas prestigiaram o evento, que contou com duas palestras de renomados profissionais, enfocando a sanidade na suinocultura, fator relevante que interfere nos índices de conversão alimentar e mortalidade.

Na oportunidade, o diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, informou os associados sobre os números de granjas em produção, além dos totais de suínos alojados em UPLs, crechários e terminação, cujo plantel soma aproximadamente 410 mil animais. Também repassou aos produtores que a participação da Copagril na Frimesa Cooperativa Central chega a 29% da entrega de suínos, sendo, portanto, a cooperativa filiada que tem a maior participação no segmento de carnes da central. “O mercado está cada vez mais exigente e nós precisamos atender os requisitos que são exigidos para podermos continuar produzindo e para sermos competitivos”, mencionou.

Conteúdos

Os conteúdos das palestras proferidas no seminário chamaram a atenção dos produtores presentes. A primeira foi ministrada pelo médico veterinário da Agroceres Multimix, Alessandro Crivellaro, o qual falou sobre a responsabilidade do produtor e dos profissionais no controle de Brachyspira Spp, uma bactéria que provoca doenças, causando infecção intestinal e diarreia nos animais. Ele abordou as formas de prevenção da Brachyspira, que é considerada uma superbactéria. As medidas abrangem realizar uso correto de antibióticos, adotar boas práticas de produção que incluem limpeza, desinfecção e vazio sanitário, além de adotar o correto manejo de leitões. Alessandro expôs as formas de disseminação da bactéria, as formas de tratamento e os prejuízos que provoca.

A segunda palestra foi com o médico veterinário da Agroceres Pic, Nilo Chaves de Sá, sobre biossegurança na suinocultura, com foco no controle de doenças. Ele explanou sobre o conjunto de medidas de controle internas e externas à granja que precisa ser adotado visando à proteção contra agentes infecciosos como vírus, bactérias, fungos e parasitas. Para ter maior uma melhor biosseguridade nas granjas, Nilo aponta que não é necessário aumentar os custos de produção, pois se tratam de hábitos diários dos suinocultores. Dentre os benefícios de ter maior seguridade ele aponta: maior equilíbrio sanitário do plantel, maior desempenho dos animais, melhora do ambiente e qualidade de trabalho, maior eficiência da mão de obra e economia com medicamentos e assistência veterinária.

Premiação

Reconhecer os melhores resultados constitui um importante incentivo aos produtores da cooperativa. Por esse motivo, durante o seminário a Copagril homenageou produtores que se destacaram em melhor conversão alimentar e fidelização em crechários e terminação; menor percentual de mortalidade e fidelização; e maior número de leitões desmamados/porca e fidelização em UPLs (Unidades Produtoras de Leitões).

Confira quem foram os homenageados:

Terminadores

Menor percentual de mortalidade:

1º lugar: Meno Vorpagel – 1,33%

Melhor Conversão Alimentar:

1º lugar: Arlindo Osmar Abreu – 2,746

Melhor Conversão Alimentar com permeado:

1º lugar: Aremor Griep – 2,616

Crechário

Menor percentual de mortalidade:

1º lugar – Thiago Vanderlei Anklan – 1,75%

Melhor conversão alimentar:

1º lugar: Edio Heidrich – 1,291

UPL – Maior Produtividade

1º lugar: Cesar Luiz Petri – 30,94 leitões/porca/ano

2º lugar: Granja Deves 29,93 leitões/porca/ano

3º lugar: Granja Haab 01 – 29,54 leitões/porca/ano

Fonte: Assessoria

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Notícias Mercado

Alta nos preços do boi perde força nas principais regiões produtoras

Preços do boi desaceleraram o movimento de alta na semana nas principais praças de produção e comercialização do Brasil

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Arquivo/OP Rural

Os preços do boi desaceleraram o movimento de alta na semana nas principais praças de produção e comercialização do Brasil. “Apesar do movimento de alta nos preços estar aparentemente perdendo fôlego, a oferta de animais terminados permanece restrita em diversos estados, o que impede uma mudança na curva de preços. Além disso, os frigoríficos continuam operando com escalas de abate curta, posicionadas entre três e quatro dias”, assinalou.

Ao mesmo tempo, as exportações seguem em ótimo nível, com a China importando lotes relevantes de proteína animal no decorrer de 2020, ainda uma consequência da Peste Suína Africana (PSA), que dizimou o plantel de suínos local.

No mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem firmes. Conforme Iglesias, o ambiente de negócios sugere pela retomada do movimento de alta ao longo da primeira quinzena de outubro, período que conta com a entrada dos salários como motivador da demanda, acelerando a reposição entre as cadeias.

Com isso, os preços a arroba do boi gordo na modalidade à prazo nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 24 de setembro:

  • São Paulo (Capital) – R$ 254,00 a arroba, contra R$ 253,00 a arroba em 17 de setembro (+0,4%).
  • Goiás (Goiânia) – R$ 242,00 a arroba, estável.
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 252,00 a arroba, ante R$ 250,00 a arroba, subindo 0,8%.
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 250,00 a arroba, ante R$ 248,00 a arroba (0,81%).
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 241,00 a arroba, contra R$ 235,00 a arroba (2,55%).

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Safra de inverno

Restrição da oferta de trigo na Argentina preocupa compradores brasileiros

Compradores brasileiros de trigo demonstram preocupação com o quadro de oferta do grão

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Divulgação/AENPr

Os compradores brasileiros de trigo demonstram preocupação com o quadro de oferta do grão. Conforme o analista de SAFRAS & Mercado, Jonathan Pinheiro, a piora na situação das lavouras da Argentina ameaça a safra do país. Há possibilidade de mudança na política de proteção do abastecimento interno argentino, com o governo restringindo as exportações do grão, o que afetaria diretamente a oferta no Brasil. “A dificuldade na aquisição do cereal pode manter os preços em alta mesmo com a colheita nos dois países”, disse o analista.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório mensal, que a safra 2020 de trigo do Paraná deve registrar uma produção de 3,322 milhões de toneladas, 55% acima das 2,141 milhões de toneladas colhidas na temporada 2019.

A colheita no estado já supera 44% da área, de 1,114 milhão de hectares, contra 1,028 milhão de hectares em 2019, alta de 8%. A produtividade média é estimada em 2.982 quilos por hectare, acima dos 2.205 quilos por hectare registrados na temporada 2019.

Rio Grande do Sul

A semana foi marcada pelo retorno das precipitações no Rio Grande do Sul, que favoreceram a recuperação da umidade no solo, trazendo benefícios ao trigo. Em alguns municípios, a grande amplitude térmica com queda da temperatura durante a noite ocasionou geada que não acarretou significativo impacto à cultura.

Até o momento, 9% das lavouras estão em maturação, 53% em enchimento de grãos, 31% em floração e 7% em desenvolvimento vegetativo. Na semana passada, os percentuais ficavam em 3, 43, 36 e 18, respectivamente. O desenvolvimento está em linha com a média dos últimos cinco anos.

Argentina

As lavouras de trigo da Argentina registraram piora nas condições de desenvolvimento e aumento da área em déficit hídrico na última semana. Conforme documento divulgado há pouco pela Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 44% das lavouras estão em situação de regular a ruim. Na semana passada, eram 40%. Em igual período do ano passado, apenas 21% da área estava nessa situação. As lavouras com condição de excelente a boa passaram de 14 para 9%.

Nesta semana, 59% das lavouras estão em situação de déficit hídrico. Na semana passada, eram 49% e, no ano passado, 50%. A projeção de área fica em 6,5 milhões de hectares.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Demanda aumenta e preços do frango sobem no atacado

Mercado brasileiro de frango vivenciou mais uma semana de preços em alta para os cortes vendidos no atacado e na distribuição

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Divulgação/ABPA

O mercado brasileiro de frango vivenciou mais uma semana de preços em alta para os cortes vendidos no atacado e na distribuição. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, o frango vem ganhando mercado com o encarecimento das proteínas concorrentes. “Mesmo com um consistente movimento de alta a carne de frango permanece muito competitiva em relação à carne suína e, principalmente, em relação à carne bovina, sendo bastante demandada pelos consumidores”, explica.

Iglesias ressalta que o quilo vivo não apresentou mudanças nas cotações, mas os valores seguem em bons patamares, levando em conta os custos de nutrição animal amplamente elevados, caso do milho e, especialmente, do farelo de soja, que inflaciona produtos substitutos, como as farinhas de origem animal e os grãos secos de destilarias (DDG´s).

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços tiveram mudanças para os cortes congelados de frango ao longo da semana. O quilo do peito no atacado passou de R$ 6,00 para R$ 6,20, o quilo da coxa de R$ 6,25 para R$ 6,80 e o quilo da asa de R$ 12,75 para R$ 13,50. Na distribuição, o quilo do peito subiu de R$ 6,20 para R$ 6,40, o quilo da coxa de R$ 6,50 para R$ 6,90 e o quilo da asa de R$ 13,00 para R$ 13,75.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de alterações nos preços durante a semana. No atacado, o preço do quilo do peito aumentou de R$ 6,10 para R$ 6,30, o quilo da coxa de R$ 6,35 para R$ 6,90 e o quilo da asa passou de R$ 12,85 para R$ 13,60. Na distribuição, o preço do quilo do peito avançou de R$ 6,30 para R$ 6,50, o quilo da coxa continuou de R$ 6,60 para R$ 7,00 e o quilo da asa de R$ 13,10 para R$ 13,85.

As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 284,934 milhões em setembro (13 dias úteis), com média diária de US$ 21,918 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 210,465 mil toneladas, com média diária de 16,189 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.353,80.

Na comparação com setembro de 2019, houve baixa de 15,66% no valor médio diário, avanço de 1,34% na quantidade média diária e retração de 16,77% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 4,15. Em São Paulo o quilo vivo permaneceu em R$ 4,10.

Na integração catarinense a cotação do frango continuou em R$ 3,50. No oeste do Paraná o preço na integração prosseguiu em R$ 3,85. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo se manteve em R$ 3,85.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 4,00. Em Goiás o quilo vivo permaneceu em R$ 4. No Distrito Federal o quilo vivo seguiu em R$ 3,95.

Em Pernambuco, o quilo vivo continuou em R$ 4,75. No Ceará a cotação do quilo vivo prosseguiu em R$ 4,75 e, no Pará, o quilo vivo permaneceu em R$ 4,80.

Fonte: Agência SAFRAS
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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