Conectado com

Notícias Cooperativas

Copacol: produção com bem-estar animal é certificada

A verificação dos requisitos da norma NCC (National Chicken Council – Conselho Nacional de Frangos, em português) foi realizada tanto nos caminhões que chegam com as aves até o processo de abate na Unidade Industrial, em Cafelândia, no Paraná.

Publicado em

em

Foto: Divulgação/Copacol

Dos manejos no campo até os processos na indústria, a Copacol se preocupa em manter procedimentos padronizados, garantindo ao consumidor um produto de alta qualidade. Para alcançar bons resultados, a Cooperativa passa por auditorias que asseguram o correto trabalho desenvolvido diariamente. A certificação mais recente obtida foi de bem-estar animal.

A verificação dos requisitos da norma NCC (National Chicken Council – Conselho Nacional de Frangos, em português) foi realizada tanto nos caminhões que chegam com as aves até o processo de abate na Unidade Industrial, em Cafelândia. “Alcançamos os resultados de excelência em nossos produtos com o respeito as normas estabelecidas em qualidade e também respeito ao bem-estar dos animais e ao meio ambiente. Essa preocupação é reconhecida pelos consumidores, que ao escolher o nosso produto, sabem da procedência. O cuidado com a produção de alimentos saudáveis vem na origem, no campo, até chegar às gôndolas dos supermercados”, afirma o diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol.

Com formação continuada, os produtores integrados são orientados sobre o manejo correto para garantir o bem-estar dos animais. Além disso, a equipe técnica atua com visitas às propriedades com o propósito de verificar todos os procedimentos e a sanidade das criações. “Essa certificação assegura para todos os nossos clientes e consumidores que seguimos rigorosamente as normas do mercado nacional e internacional, garantindo em todo o sistema produtivo a qualidade e a segurança dos alimentos”, destaca a gerente de Qualidade, Márcia Ferrari.

Do sistema de produção a campo, passando pelo transporte até a indústria, a mais recente certificação obtida pela Cooperativa reconheceu o correto manejo em bem-estar. “Os procedimentos de bem-estar já eram realizados diariamente na Copacol. Essa certificação vem para validar os processos que a Cooperativa já vem fazendo, oferecendo conforto aos animais e garantindo maior qualidade no produto final”, afirma a auditora Linette Goes.

Certificações 

Com 7,2 mil cooperados integrados, a Copacol atua na produção de alimentos saudáveis e saborosos comercializados no Brasil e 77 países. Reconhecida pela sustentabilidade por meio do Selo Verde do Ministério da Agricultura, a empresa respeita rigorosamente as boas práticas de integridade com foco na responsabilidade social, ética e preservação do meio ambiente. Além dessa certificação, a Copacol possui a ISO 9001, renovada recentemente e que confirma a padronização dos processos desde do campo, indústria e na distribuição dos alimentos. E a BRCGS, importante reconhecimento que demonstra o comprometimento da Cooperativa em seguir as normas internas para produção de maneira exemplar.

Fonte: Assessoria Copacol

Notícias

Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

Publicado em

em

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
Continue Lendo

Notícias

Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

Publicado em

em

Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
Continue Lendo

Notícias

Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

Publicado em

em

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.