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Avicultura

Copacol fecha 2024 com resultados históricos na avicultura

Setor se destaca como a maior atividade de diversificação, contribuindo com 58% do faturamento da da Cooperativa. Além dos bons índices de eficiência obtidos com a entrega dos lotes, os avicultores, entre sobras, complementações de preços e pagamentos das reservas de 2019/20, receberam o valor equivalente a R$ 3,30 por ave entregue.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Fotos: Divulgação/Copacol

O ano de 2024 encerrou com recordes de resultados na avicultura da Copacol. Os históricos 525 pontos de Índice de Eficiência Produtiva ( IEP), obtidos pelo cooperado de Jesuítas, Valdeci Benedito da Costa, comprovam a eficiência do produtor na atividade e reforça o pioneirismo da Cooperativa como referência para o Brasil na avicultura. “Desde a primeira semana a gente percebeu que os pintainhos estavam crescendo acima da média, com alto potencial de desenvolvimento, o que nos motivou. A cada pesagem das aves percebíamos uma melhor performance e, com isso, intensificamos à atenção na ambiência e ventilação, o que favoreceu ainda mais o desempenho. No final do lote, por mais que a gente esperava um bom resultado, os 525 pontos nos surpreenderam”, conta feliz o avicultor, que segue investindo em tecnologia para evoluir nas atividades.

Valdeci diz que não está sozinho no expressivo resultado, a assistência técnica prestada pela Copacol e o apoio da família foram grandes diferenciais. “Nós fazemos a nossa parte aqui, trabalhamos para ter bons resultados, mas sozinhos não somos nada, temos ao nosso lado uma grande Cooperativa que nos dá todas as condições para colhermos excelentes resultados como esse”, ressalta o recordista, que tem como parceiros no trabalho diário a esposa Alda e os filhos Douglas e Jéssica.

Além de pontuação, outro resultado recorde foi alcançado pelo avicultor Antônio Carlos Mathias, da comunidade do Carajá, em Jesuítas, recebeu no último lote entregue o valor de R$ 2,37 por frango, o maior já pago pela Cooperativa ao longo dos 42 anos em que a Copacol atua na integração de avicultura.

Para o cooperado, o resultado foi surpreendente e o deixa orgulhoso do valor alcançado. “Minha satisfação é ver que a força da Copacol na avicultura chega até aqui na minha propriedade. Esse valor é resultado de um conjunto de ações que envolve várias pessoas, e tudo passa pela Cooperativa: sem ela os pintainhos não chegam, a ração não vem, o técnico também não, e juntando tudo isso e a nossa vontade de trabalhar aqui no sítio é que resultado vem”, enaltece o avicultor, que conta com a ajuda da esposa Ana Lúcia e dos filhos Edivan e Erick.

Segundo Antônio Carlos, também deve ser levado em consideração a experiência de mais de 30 anos na atividade. “A cada dia a gente aprende mais, surgem novas formas de manejos, novas tecnologias e assim a gente vai se aprimorando e evoluindo junto com a Copacol que sempre está na frente do tempo. Isso faz com que todos evoluam juntos. Hoje sou eu, amanhã pode ser outro produtor a superar esse valor, porque a Copacol dá condições para isso”, conta o avicultor, que tem na atividade a maior e principal fonte de renda da família.

Sistema de integração

O sistema de integração entre Cooperativa e avicultor nasceu da necessidade de diversificação no campo e permitiu à Copacol, junto com o cooperado, a partir de 1982, uma opção a mais de renda. Hoje tanto na cidade como no campo são milhares de famílias que se beneficiam desse sistema, que faz a diferença na economia da região. Atualmente, são 768 avicultores com 1.241 galpões em vários municípios do Oeste e Noroeste do Paraná.

Para o gerente da Integração Aves, Douglas da Silva, os resultados recordes mostram a eficiência do produtor no campo. “Esses são dois resultados expressivos, apresentando recordes de performance para nossa atividade de avicultura. Ressalto que essas conquistas são possíveis devido ao trabalho dedicado das famílias na atividade, bem como a qualidade de todos insumos oferecidos pela Cooperativa. Com essas conquistas temos direcionado as possibilidades de resultados na atividade. Parabéns a todos”, destaca Douglas, que vê a importância da qualidade dos insumos, evolução genética e nutrição como fatores determinantes para alcançar resultados expressivos.

Sobras e complementações

A avicultura se destaca como a maior atividade de diversificação da Cooperativa e contribui com 58% do faturamento da Copacol. O ano de 2024 fecha com excelentes resultados. Além dos bons índices de eficiência obtidos com a entrega dos lotes, os avicultores, entre sobras, complementações de preços e pagamentos das reservas de 2019/20, receberam o valor equivalente a R$ 3,30 por ave entregue. “Estamos fechando o ano com bons resultados na avicultura, tivemos as boas condições do mercado que se mostraram favoráveis, investimos em capacitações e em tecnologia no campo, e o produtor fez a sua parte. Com isso, os resultados apareceram e, neste momento, nada mais justo do que retribuir ao nosso cooperado pela participação. Esse montante, além de ajudar o produtor nos investimentos, fortalece a economia dos municípios da região. A Copacol cresce e os cooperados crescem com ela. É dessa maneira que atuamos, com o propósito de gerar valor aos cooperados, por meio da cooperação com o agronegócio”, destaca o diretor-presidente, Valter Pitol.

 

Fonte: Assessoria Copacol

Avicultura Editorial

O Nordeste avícola já não cabe no rodapé

Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.

Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.

O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.

A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.

Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
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Avicultura

Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura

Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

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A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock

A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.

Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.

A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.

Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock

que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.

Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Noroeste do Estado

Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência

Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

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Foto: Divulgação/Ilustração

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação

A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.

De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.

Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi

A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.

A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.

Fonte: O Presente Rural
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