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Copacol compartilha experiências com cooperativistas do Espírito Santo e Paraná

Cooperativa é a primeira do Oeste do Paraná e se destaca pelo envolvimento de 10 mil cooperados, gerando emprego e renda para 16 mil colaboradores. Força que fez a empresa atingir R$ 10,6 bilhões em faturamento no ano passado.

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Para conhecer de perto a trajetória de cooperação da Copacol, cooperativistas do Espírito Santo e Paraná visitaram a sede da primeira cooperativa do Oeste do Estado, que se destaca pelo envolvimento de 10 mil cooperados e gera emprego e renda para 16 mil colaboradores. Força que fez a empresa atingir R$ 10,6 bilhões em faturamento no ano passado. “Essa interação entre cooperativas é fundamental para o crescimento do modelo. Essa prática fortalece a união entre os estados e nos permite identificar oportunidades de melhoria. Estamos gratos por essas visitas, que nos inspira a aprimorar a experiência e os resultados para nossos cooperados”, destaca o diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol, que recepcionou as comitivas durante a passagem por Cafelândia, cidade berço do cooperativismo no Paraná, onde o padre Luís Luise e 32 agricultores se uniram em 23 de outubro de 1963 para fundar a cooperativa que 61 anos depois viria a se tornar uma das maiores do Brasil.

Fotos: Divulgação/Copacol

O grupo, composto por 36 pessoas de 12 cooperativas, representantes da Secretaria de Agricultura do Estado, do Sebrae e da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), buscou entender como a Copacol alia crescimento econômico, inclusão produtiva e geração de valor para cooperados, colaboradores e a comunidade.

Durante a programação, Valter Pitol destacou o modelo de gestão da Copacol, incluindo os principais pontos do Planejamento Estratégico Cooperar para Crescer 2024-2028, que define metas para os próximos anos. Também foram apresentadas as ações sociais promovidas com a comunidade, além do modelo integrado da Psicultura, reconhecido nacionalmente como um dos mais eficientes e sustentáveis do Brasil.

As comitivas conheceram as estruturas do Complexo Industrial em Cafelândia, a Unidade Industrial de Peixes em Nova Aurora, o Centro de Pesquisa Agrícola (CPA) e o Copacol Supermercado de Cafelândia. “A região Sul do País é, sem dúvida, a maior referência em cooperativismo no Brasil, e a Copacol se destaca como um exemplo de excelência em gestão, organização produtiva e geração de valor. Viemos conhecer de perto esse modelo que inspira e pode contribuir com o fortalecimento das nossas cooperativas no Espírito Santo”, afirma o diretor-executivo da OCB do Espírito Santo, Carlos André Santos de Oliveira.

Gerar Valor
Para Denilson Potratz, diretor-presidente da Nater Coop, cooperativa com mais de 60 anos de atuação no Espírito Santo nas áreas de avicultura de postura, cafeicultura, bovinocultura de leite e comércio, a visita foi uma oportunidade de aprendizado valiosa. “Viemos em busca de conhecimento e troca de experiências. Conhecer o modelo de gestão da Copacol nos dá um norte para crescer e evoluir. Vamos levar aos nossos cooperados o exemplo da diversificação de atividades nas propriedades, como forma de agregar mais valor e garantir sustentabilidade ao negócio”,frisa.

Intercooperação
A Copacol também recebeu a delegação do Sicoob, reforçando o espírito de intercooperação entre os diferentes ramos do cooperativismo. “Essa troca de experiências é extremamente enriquecedora, pois nos permite conhecer melhor a realidade dos nossos associados, que também fazem parte da Copacol. Entender o modelo de trabalho e de gestão da Cooperativa nos ajuda a compreender com mais clareza as necessidades dos nossos clientes”, destaca o gerente de Relacionamento Rural do Sicoob, Jonathan Piekarczyk.

Crescimento planejado
Em 2024, a Copacol alcançou um faturamento de R$ 10,6 bilhões, um crescimento de 8% em relação ao ano anterior, resultado que reflete o compromisso com a gestão eficiente e o desenvolvimento contínuo. Com o Propósito de “Gerar valor para cooperados, colaboradores, clientes e parceiros”, a Cooperativa fundamenta suas ações em valores sólidos: Ética, Honestidade, Responsabilidade, Respeito às Diferenças e Cooperação.

Esses princípios norteiam a execução do Planejamento Estratégico Cooperar para Crescer, que estabelece metas ousadas até 2028: beneficiar 65 mil pessoas por meio de programas sociais, alcançar R$ 16 bilhões em faturamento e proporcionar 5% de rentabilidade. “São indicadores que traduzem o compromisso da Copacol com a sustentabilidade, a inovação e a perenidade do modelo cooperativista”, enfatiza Valter Pitol.

Fonte: Assessoria Copacol

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Copercampos reinaugura unidade de grãos em Otacílio Costa com investimento de R$ 16 milhões

Estrutura modernizada aumenta capacidade e agilidade no recebimento de soja e milho, beneficiando produtores da região.

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Foto: Divulgação

A Copercampos reinaugurou nesta sexta-feira, 20 de fevereiro, a unidade de armazenagem de grãos de Otacílio Costa, na serra catarinense, após um amplo processo de modernização que recebeu investimentos superiores a R$ 16 milhões. A estrutura, implantada originalmente em 2012, ganhou nova moega, secador, instalação de tombador, caixa de carregamento e silo de armazenagem, garantindo mais eficiência, segurança e rapidez no fluxo de recebimento.

Com as melhorias, a unidade passa a ter capacidade estática de 380 mil sacos de 60 kg, além de maior agilidade operacional durante a safra, reduzindo filas e otimizando a logística dos associados da região.

Segundo o presidente da Copercampos, Luiz Carlos Chiocca, a obra atende uma necessidade prática do produtor, principalmente pelo ritmo acelerado da colheita no município. “Hoje estamos aqui em Otacílio inaugurando uma obra de suma importância para o produtor, que vai agilizar a sua colheita e o descarregamento, evitando filas e transtornos. Aqui a safra ocorre muito rápido devido ao clima e isso traz um grande benefício”.

Para o Diretor Superintendente da Copercampos e também produtor associado Lucas de Almeida Chiocca, que atua na região há mais de 15 anos, o investimento reforça a proximidade da cooperativa com quem produz. “Eu, como produtor há mais de 15 anos em Otacílio Costa, saio daqui com o coração cheio de alegria. A Copercampos mais uma vez está do lado do produtor, fazendo um grande investimento para resolver o problema do momento. O mais importante é o recolhimento do grão.”

O crescimento também foi destacado pelo prefeito de Otacílio Costa, Fabiano Baldessar, que ressaltou a transformação produtiva do município ao longo dos anos. “Otacílio Costa saiu de 700 a 800 hectares de lavoura entre 2009 e 2011 para hoje mais de 17 mil hectares, segundo dados da Epagri. Essa reinauguração é mais uma conquista e representa uma segunda virada de chave no agro do nosso município”, comentou.

A estrutura ampliada já será fundamental para a safra 2026, cuja previsão de recebimento é de aproximadamente 500 mil sacos de soja e 100 mil sacos de milho, volume que demonstra o novo patamar produtivo regional.

Fonte: Assessoria Copercampos
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Preços agropecuários caem 3,75% em janeiro, aponta Cepea

Todas as categorias registraram queda, com hortifrutícolas e grãos liderando a retração mensal.

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Foto: Shutterstock

Em janeiro, o Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários (IPPA/CEPEA) registrou queda nominal de 3,75% em relação ao mês anterior.

O resultado mensal se deve à retração observada para todos os subgrupos do Índice, com destaque para o IPPA- Hortifrutícolas (-7,69%) e o IPPA-Grãos (-5,44%), seguidos pelo IPPA-Pecuária (-2,74%) e pelo IPPA-Cana-Café (-0,63%).

Já o IPA-OG-DI apresentou leve alta de 0,92% no mês, indicando que, em janeiro, os preços agropecuários tiveram desempenho inferior ao dos industriais.

No cenário internacional, os preços dos alimentos em dólares avançaram 0,33%, enquanto o Real se valorizou 2,11%, o que resultou em queda de 1,79% dos preços internacionais de alimentos medidos em reais.

Na comparação anual (janeiro/26 frente a janeiro/25), o IPPA/CEPEA caiu expressivos 8,19%, com quedas em todos os grupos: IPPA-Hortifrutícolas (-17,68%), IPPA-Cana-Café (-8,78%), IPPA-Grãos (-7,85%) e IPPA-Pecuária (-7,09%). No mesmo período, o IPA-OG-DI se desacelerou 2,21%, e os preços internacionais de alimentos acumulam queda de 19,12% em Reais e de 8,76% em dólares, refletindo também a valorização de 11,36% do Real em um ano.

 

Fonte: Assessoria Cepea
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Cooperativas fortalecem cadeias de aves, suínos e leite em Santa Catarina

Dados apresentados mostram que 70% dos avicultores da cooperativa já possuem sucessão familiar definida, garantindo continuidade no campo.

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Fotos: Bruna Leticia/MB Comunicação

Reflexões estratégicas sobre o futuro do cooperativismo, o protagonismo jovem e a força das cadeias produtivas catarinenses. Assim iniciou a programação do Sebrae/SC no terceiro dia do 27º Itaipu Rural Show em Pinhalzinho. O evento reuniu duas palestras que dialogaram diretamente com os desafios e as oportunidades do agronegócio: União que Gera Valor: Engajamento e Cooperativismo no Campo, com Dieisson Pivoto, e Cadeia de Aves e Suínos em SC, com Marcos Zordan.

Diretor vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, Marcos Zordan

Pivoto destacou como o cooperativismo transforma união em desenvolvimento econômico e social. Ele apresentou a trajetória da Cooper Itaipu como exemplo de organização e visão estratégica. Também abordou a atuação da Aurora Coop, formada por 14 cooperativas, com mais de 850 produtos no portfólio e presença em mais de 80 países, a cooperativa demonstra a dimensão que o modelo pode alcançar quando há integração e gestão eficiente.

Entre as contribuições da cooperativa aos seus sócios e à comunidade, Pivoto ressaltou a geração de renda ao cooperado, a assistência técnica no campo, a industrialização da produção e a criação de oportunidades que fortalecem toda a região. “Somos parte importante na alimentação do mundo. O cooperativismo gera valor quando fortalece o produtor, apoia a comunidade e prepara as próximas gerações para dar continuidade a esse legado”, afirmou.

Com foco especial na juventude, a palestra abordou a necessidade de incentivar o cooperativismo desde cedo, aproximando os jovens do modelo e reforçando seu papel na tradição e na inovação. O futuro do cooperativismo, segundo ele, depende diretamente do engajamento das novas gerações.

O diretor técnico do Sebrae/SC, Fábio Zanuzzi, aprofundou o debate ao falar sobre sucessão e permanência no campo. “Um dos grandes desafios é a continuidade não só do jovem na propriedade rural, mas também no modelo cooperativista. Temos percebido mudanças de comportamento entre as gerações, e isso exige uma comunicação mais próxima e estratégica. Precisamos ouvir o jovem, entender seus anseios e reconhecer que a velocidade dele é diferente da geração anterior”.

Cadeia de aves e suínos

Complementando a programação, a palestra “Cadeia de Aves e Suínos em SC”, ministrada pelo vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, Marcos Zordan, trouxe uma análise sobre a importância estratégica dessas cadeias produtivas para a economia catarinense e nacional. “Conectamos a cadeia de suínos, aves e leite ao cooperativismo, seja por meio da Aurora Coop ou das cooperativas filiadas. Precisamos mostrar ao produtor o que estamos fazendo e o que o futuro nos espera nessas atividades”, explicou.

Zordan esclareceu a diferença entre os sistemas de integração, como ocorre na suinocultura, avicultura e na produção independente do leite, ressaltando a importância da segurança para o produtor na tomada de decisão. “Precisamos que esses produtores sintam firmeza ao decidir investir nessas atividades. O futuro aponta para aumento do consumo de alimentos e isso exige produtividade. E produtividade é a única forma de melhorar a rentabilidade”, enfatizou.

O vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop expôs dados relevantes da avicultura regional. “Atualmente, cerca de 70% dos avicultores ligados a Aurora Coop já têm sucessão familiar encaminhada. No Brasil, esse índice gira entre 3% e 5%. Isso é resultado de um trabalho contínuo das cooperativas, das filiadas, da cooperativa e de todos que fortalecem o setor. Quando o produtor tem renda compatível, o filho fica na propriedade. Se o filho fica, a sucessão está garantida”, salientou.

Capacitação

Palestrante Dieisson Pivoto – Foto: Karina Ogliari/MB Comunicação

“Encerramos a rodada de palestras desta sexta-feira (20), demonstrando a importância do desenvolvimento regional com iniciativas como o Programa Encadeamento Produtivo. Quando estruturamos as cadeias de aves, suínos e leite dentro de uma lógica cooperativista, estamos fortalecendo todos os elos, da produção primária à industrialização, da assistência técnica ao acesso ao mercado. Isso gera previsibilidade, competitividade e sustentabilidade econômica para o produtor”, concluiu Zanuzzi.

A atuação do Sebrae/SC qualifica esses elos, promove integração, gestão eficiente, inovação e planejamento estratégico. O desenvolvimento não ocorre apenas pelo aumento de produção, mas pela organização sistêmica da cadeia, adoção de tecnologia, ganho de produtividade e agregação de valor.

Fonte: Assessoria Sebrae
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