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Copacol atinge R$ 10,6 bilhões em faturamento; cooperados recebem sobra histórica de R$ 270 milhões
Com maior distribuição de sobras da história e crescimento em todas as atividades, a cooperativa reforça a força da cooperação e impulsiona o desenvolvimento em sua área de abrangência.

Os desafios superados demonstram o potencial da cooperação gerada pela Copacol que alcançou novos recordes. O faturamento teve um aumento de 8% na comparação com o exercício anterior, chegando a R$ 10,6 bilhões: resultado que proporciona oportunidades para cooperados, colaboradores e toda a comunidade, por meio da preservação das riquezas naturais, profissionalização da mão de obra e projetos culturais e educacionais.
O resultado foi apresentado pelo diretor-presidente, Valter Pitol, durante AGO (Assembleia Geral Ordinária) realizada nesta sexta-feira (31), em Cafelândia, com expressiva participação dos cooperados, além do presidente da Ocepar (Organização das Cooperativas do Estado do Paraná), José Roberto Ricken. “Tivemos safras recordes, com excelente desempenho a campo. Comemoramos avanços em cada uma das atividades, com conhecimento compartilhado e melhoramento de tecnologias. Alcançamos esses resultados graças a união de todos. Seguimos determinados para ‘Gerar valor para cooperados, colaboradores, clientes e parceiros através da cooperação no agronegócio’. Esse é o nosso propósito, que garante segurança necessária para produzir com excelência e transformar realidades”, afirma Pitol.
O tradicional pagamento de sobras da Copacol foi o maior nos 61 anos de história: R$ 270 milhões repassados aos cooperados, 64% de aumento na comparação com o exercício anterior, conforme a participação de cada um nas atividades da Cooperativa. Após a antecipação de 50% do montante em dezembro do ano passado, a Cooperativa anunciou durante AGO o pagamento da parcela restante, na próxima terça-feira (4).

Diretor-presidente, Valter Pitol: ” Seguimos determinados para ‘Gerar valor para cooperados, colaboradores, clientes e parceiros através da cooperação no agronegócio'”
A avicultura é a atividade com maior participação no faturamento bruto da Copacol, correspondendo a 52,2% do montante. Com safras recordes, a produção atingiu 2 milhões de toneladas de grãos recebidos nas Unidades Copacol. Com 9,6 mil cooperados e 16,2 mil colaboradores, toda a movimentação da Cooperativa, da produção de cereais até a comercialização dos alimentos, contribui para o desenvolvimento das cidades que fazem parte desse ciclo de oportunidades, e também recebem acréscimo no volume de impostos. Em 2024, a Copacol repassou R$ 390 milhões em tributos, que refletem em investimentos em obras, educação e saúde de toda a área de abrangência. “Esse resultado positivo é fruto de uma gestão competente e também da união dos cooperados. Quando todos atuam em conjunto há um fortalecimento do propósito comum e a Copacol é exemplo no que faz, com um expressivo crescimento que reflete a importância do nosso setor”, afirma Ricken.
Com sete Filiais de Vendas (Bebedouro, SP; Cafelândia, PR; Campo Grande, MS; Brasília, DF; Curitiba, PR; São Paulo, SP; e Rio de Janeiro, RJ), a Copacol a está presente com 40 Unidades de Grãos, Insumos e Sementes no Paraná e Rio Grande do Sul.
Distribuição de sobras
Ao todo, os cooperados receberão R$ 2 por saca de soja, R$ 1 por saca de milho, R$ 0,50 por saca de trigo e R$ 15 por saca de café fixadas na Cooperativa. Também haverá pagamento de 3,6% sobre o que foi comprado em insumos e 2,7% em supermercado e rações. As sobras contemplam ainda 0,10 centavos por litro de leite, R$ 9,13 por leitão e R$ 0,36 por quilo de suíno (referência R$ 99/cabeça) entregues à Central Frimesa.
Por ave, o total é de R$ 0,1960 (cabeça), ovos Cobb 0,089 centavos a unidade e ovos AP 0,078 centavos por unidade. Na piscicultura, o valor repassado é de R$ 0,0227 por unidade de juvenil e R$ 0,3315 por quilo de peixe.
Conselho Fiscal
A AGO também elegeu o novo Conselho Fiscal para o exercício de 2025. Os membros efetivos são Alex Bini Ferreira (Jesuítas), Paulo Oenning (Nova Aurora) e Jelci Lucia de Ré Motta (Cafelândia); os membros suplentes são Nélida Mara Guerreiro (Formosa do Oeste), Paulo José da Silva (Formosa do Oeste) e Célio Baldussi (Cafelândia).

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China, Paraguai e Palau abrem mercados para produtos agropecuários brasileiros
Novos acordos sanitários ampliam oportunidades para exportação de cálculos biliares bovinos, suínos vivos e carnes de diferentes espécies.

As autoridades sanitárias da China, do Paraguai e de Palau aprovaram novos requisitos que permitem a entrada de produtos agropecuários brasileiros nesses mercados. As medidas envolvem a exportação de cálculos biliares bovinos para o mercado chinês, suínos vivos destinados ao abate para o Paraguai e carnes bovina, ovina, caprina e suína para Palau.
Com a China, o Brasil assinou um protocolo sanitário que estabelece as condições para exportação de cálculos biliares bovinos. O produto, utilizado principalmente pela indústria de Medicina Tradicional Chinesa, passa a ter regras definidas para inspeção, certificação e controle das remessas entre os dois países.
O acordo amplia o comércio de um subproduto da cadeia pecuária brasileira e cria uma nova possibilidade de aproveitamento econômico de materiais provenientes da produção bovina. A China é um dos principais destinos das proteínas animais brasileiras e tem papel estratégico para a expansão das exportações do agronegócio nacional.
No Paraguai, as autoridades sanitárias aprovaram o modelo de Certificado Sanitário Internacional (CSI) para a exportação de suínos vivos brasileiros destinados ao abate. A medida estabelece o padrão documental necessário para os embarques e abre uma nova alternativa comercial para a cadeia suinícola nacional.
Já Palau aprovou os modelos de CSI para importação de carnes bovina, ovina, caprina e suína produzidas no Brasil. Com a aprovação dos certificados, empresas brasileiras poderão iniciar os procedimentos de habilitação e atender aos requisitos sanitários exigidos pelo país insular.
As aberturas fazem parte da estratégia brasileira de ampliar o acesso a mercados internacionais por meio de acordos sanitários. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), uma abertura de mercado ocorre quando o país importador reconhece que as garantias sanitárias oferecidas pelo Brasil atendem aos seus requisitos para determinado produto.
Impacto para o agro
A ampliação de destinos comerciais reduz a dependência de poucos compradores e aumenta as possibilidades de comercialização para diferentes cadeias produtivas. No caso das carnes, a abertura de novos mercados ocorre em um momento de busca por maior diversificação das exportações brasileiras de proteína animal.
Além dos produtos tradicionais, como carne bovina e suína, o avanço de negociações envolvendo subprodutos de origem animal mostra a tentativa da indústria de ampliar o aproveitamento econômico da produção pecuária brasileira.
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Brasil e China discutem avanço de acordo comercial e cooperação em tecnologia
Negociações para um acordo Mercosul-China entram na agenda bilateral, que também inclui parcerias em inteligência artificial, satélites, minerais críticos e fertilizantes.

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Inscrições para prêmio de inovação em fertilizantes terminam nesta segunda-feira
Associação Nacional para Difusão de Adubos vai reconhecer pesquisas acadêmicas sobre fertilizantes, manejo do solo e tecnologias para o agronegócio, vencedor será anunciado em agosto, durante o Congresso Nacional de Fertilizantes.

Estudantes de graduação e pós-graduação das áreas de agronomia e cursos correlatos têm até esta segunda-feira (27) para se inscrever na 5ª edição do Prêmio Carlos Florence, promovido pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA). A iniciativa busca estimular a produção de pesquisas e trabalhos acadêmicos voltados à inovação e ao desenvolvimento do setor de fertilizantes.

Foto: Hedeson Alves/Tecpar
Podem concorrer artigos científicos, ensaios, monografias, dissertações e teses desenvolvidos em instituições de ensino superior brasileiras. Os trabalhos devem abordar temas relacionados ao tratamento e uso do solo, inovação e desenvolvimento de produtos, além de gestão e tecnologias de aplicação de fertilizantes.
Nesta edição, o regulamento também contempla pesquisas alinhadas ao movimento internacional Nutrientes para a Vida (Nutrientes for Life), que destaca a importância biológica, ambiental e econômica dos fertilizantes para a produção de alimentos e para a sustentabilidade da agricultura.
Os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora com base em quatro critérios. Inovação e viabilidade de aplicação terão peso 40 cada, enquanto objetividade e clareza receberão peso 20 cada na composição da nota final.
O vencedor será conhecido durante o 13º Congresso Nacional de Fertilizantes, marcado para 25 de agosto.

Foto: Hedeson Alves/Tecpar
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas no site da ANDA, onde também estão disponíveis o edital e as orientações para envio dos trabalhos.
Criado para homenagear Carlos Florence, um dos principais especialistas brasileiros no setor de fertilizantes, o prêmio leva o nome do ex-diretor-executivo da Associação dos Misturadores de Adubos do Brasil (AMA), falecido em 2021. Florence acompanhou as principais transformações da indústria de fertilizantes no país e também se destacou como cronista e escritor.





