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Cooperativas do Paraná preveem faturamento de bilhões

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O clima favorável e a valorização da soja contribuíram para que a C.Vale ampliasse seu faturamento em aproximadamente 25% em 2013. A receita global deve alcançar R$ 4,1 bilhões contra R$ 3,22 bilhões de 2012. Os números, inclusive, já foram apresentados pelo presidente da cooperativa, Alfredo Lang, nesta semana, durante encontro com lideranças. “Foi um ano bom, tanto em produtividade quanto em produção, principalmente no caso da soja. No caso do milho, a qualidade e os preços foram mais complicados”, avaliou Lang. Ele antecipou que os associados vão receber sobras “significativamente maiores” no início de 2014 em relação aos valores pagos em 2013.
Ao falar para cerca de 450 líderes, na Asfuca de Palotina, Lang voltou a reafirmar os investimentos para melhorar o recebimento de cereais. Serão aplicados R$ 350 milhões para agilizar a entrega da produção. Parte das melhorias deve estar pronta para a próxima safrinha de milho. O ano de 2014 também começa com a ampliação do abate de frangos. Em janeiro a cooperativa alcançará a marca de 400 mil aves/dia e seguirá aumentando a produção até chegar a 600 mil frangos/dia em 2017.
Copacol 
No próximo dia 16 de dezembro, a Copacol vai alcançar uma marca histórica: de acordo com estudos técnicos, a cooperativa estima que, nesta data, alcançará os R$ 2 bilhões em faturamento. A expectativa é fechar o ano de 2013 faturando R$ 2,031 bilhões, crescimento de 24,5% em comparação ao obtido em 2012. No ano em que completa 50 anos, a cooperativa colhe os frutos da estratégia de industrializar e diversificar sua atuação, que hoje abrange os setores de commodities agrícolas (soja, milho e trigo), avicultura, piscicultura, suinocultura e pecuária de leite. Bons indicadores de safra e mercado na área de grãos e conjuntura favorável no segmento de carne de frango impulsionaram os resultados. “Em especial na avicultura tivemos um ano muito positivo, com boas condições de remuneração aos cooperados. O frango já representa 55% do faturamento da cooperativa”, explica o presidente da Copacol, Valter Pitol.  “O crescimento também é consequência de um forte trabalho na redução de custos em todas as fases do processo de industrialização”, prossegue. Para Pitol, por meio da diversificação, a cooperativa consegue dar mais segurança e estabilidade aos seus cooperados. 
Segundo Pitol, o foco em 2014 continuará sendo apostando na expansão das atividades em que a cooperativa atua, tendo como objetivo a agregação de valor. Já definidos estão os investimentos de R$ 300 milhões na área de armazenagem e secagem de grãos e no setor de frangos e suínos. 

Fonte: O Presente Rural com Assessoria

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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