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Cooperativas de crédito valorizam os objetivos dos associados e transformam realidades
No Sicredi, mais de 3,6 milhões de associados sonham e prosperam juntos
No calendário das cooperativas de crédito, outubro tem uma data especial. Na terceira quinta-feira do mês é celebrado o Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito. “Os sonhos prosperam aqui” é o tema anunciado pelo Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (World Council of Credit Unions – Woccu, na sigla em inglês) para marcar a comemoração neste ano, que será no dia 19. O objetivo é destacar a contribuição das cooperativas de crédito para tornar realidade os sonhos pessoais e profissionais dos associados e que valorizar propósitos faz parte da essência das cooperativas de crédito.
A abrangência internacional das cooperativas de crédito é evidenciada pelo Woccu. Em 2016, a entidade internacional representativa registrou 235 milhões de associados, 68 mil cooperativas de crédito, localizadas em 109 países de seis continentes. A taxa de penetração do segmento – que é calculada dividindo o número total de membros de cooperativas de crédito pela população em idade economicamente ativa – é de 74,47% na Irlanda, 52,61% nos Estados Unidos, 46,71% no Canadá, 19,65% na Austrália e 3,42% no Brasil.
Embora pequena, quando comparada a outros países, a participação das cooperativas de crédito no Sistema Financeiro Nacional (SFN) tem registrado crescimento constante. Segundo o Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo 2016, divulgado pelo Banco Central recentemente, o segmento passa por um processo de consolidação. Em dezembro de 2016, registrou 8,9 milhões de associados, 5,3 milhões a mais do que o número de 2007. As 1.017 cooperativas em atividade, no final do ano passado, estavam presentes em cerca de metade das cidades brasileiras, com 4.679 agências.
O documento do Banco Central também aponta que o percentual de participação das cooperativas de crédito aumentou em relação ao Sistema Financeiro Nacional (SFN). Em ativos totais, os R$ 154,1 bilhões corresponderam a 1,87% do SFN, os R$ 83,6 bilhões da carteira de crédito equivalem a 2,41% e nos depósitos o percentual é de 4,26% com R$ 90,9 bilhões.
Inserido nesse contexto, o Sicredi – instituição financeira com mais de 3,6 milhões de associados em 21 estados brasileiros, tem contribuído para o crescimento sólido e sustentável do cooperativismo de crédito. As raízes do Sicredi estão no surgimento do cooperativismo de crédito no Brasil, em 1902, como uma forma de organização coletiva de pequenos agricultores no Sul do país. Pioneiro e referência nacional e internacional pela organização em Sistema, com padrão operacional e utilização de marca única, o Sicredi conta, atualmente, com 116 cooperativas de crédito filiadas, presentes em 1.185 cidades. Em 197 municípios é a única instituição financeira.
De acordo com Demonstrações Financeiras Combinadas do primeiro semestre de 2017, o resultado líquido do Sicredi cresceu 36,4%, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 1,2 bilhão. Os ativos atingiram R$ 72,8 bilhões, crescimento de 17,2% no comparativo com o primeiro semestre de 2016. Já o patrimônio líquido do Sicredi mostrou expansão de 19,3%, atingindo R$ 11,8 bilhões.
Na captação, o Sicredi obteve um crescimento de 18,0% em depósitos totais. No mesmo período, a poupança, um dos focos da instituição financeira cooperativa, teve um aumento de 32,9%, atingindo R$ 7,8 bilhões. No primeiro semestre de 2017, a carteira de crédito do Sicredi registrou R$ 37,0 bilhões, um incremento de 16,8% em relação ao mesmo período de 2016. Deste montante, 67% está em cidades de pequeno porte (até 50 mil habitantes) e 51% do crédito comercial para pessoa jurídica foi concedido para micro e pequenas empresas (faturamento de até R$ 3,6 milhões anuais), evidenciando o suporte que a instituição financeira cooperativa proporciona a este segmento.
A carteira de crédito rural e direcionados fechou em R$ 15,9 bilhões, com crescimento de 22,8% em comparação ao mesmo período de 2016. No Plano Safra 2016/2017, foram liberados R$ 12,4 bilhões, 41% mais do que na safra anterior que foi R$ 8,8 bilhões, totalizando 175 mil operações e 104 mil associados atendidos e abrangendo mais de 1.500 municípios brasileiros.
Mesmo com o crescimento da carteira de crédito, o índice de inadimplência do Sicredi manteve-se baixo, com 2,08.
Expansão nacional
Na região Sul/Sudeste, além de ampliar a presença em Santa Catarina, a instituição financeira cooperativa chegará a Minas Gerais neste ano.
No Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro a expansão do Sicredi também se destaca. Em 2017 serão abertas aproximadamente 30 novas agências em cidades como Campinas, Ribeirão Preto, Santos, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Volta Redonda e Resende, entre outras.
Na região Centro Norte, que abrange os estados de Mato Grosso, Rondônia, Pará e Acre, foram inauguradas duas agências no Acre, em Acrelândia (maio) e Rio Branco (junho), marcando a expansão do Sicredi para 21 estados brasileiros. Também está prevista a abertura de quatro agências no Mato Grosso neste segundo semestre.
Na região Central, o foco é a expansão para o estado de Goiás e chegada a Brasília em 2018.
Na região Norte Nordeste, o Sicredi está presente em 53 cidades, de 10 estados, abrangendo uma área de atuação de 955 municípios.
Fonte: Ass. de Imprensa

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COOASGO acelera a transição para a suinocultura de baixo carbono com inovação, ciência e geração de valor no campo
Com apoio e patrocínio de players do agronegócio, como a Cargill Nutrição e Saúde Animal, a cooperativa lidera uma nova etapa da suinocultura sustentável.

A Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) está liderando um movimento inédito na suinocultura do Centro-Oeste ao implementar o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono, uma iniciativa estruturada em parceria com Cargill Nutrição e Saúde Animal, Instituto BioSistêmico (IBS) e Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
O programa reúne ciência aplicada, gestão ambiental, tecnologia e capacitação para transformar a forma como os dejetos da suinocultura são manejados, abrindo caminho para um modelo produtivo mais eficiente, sustentável e economicamente vantajoso para os cooperados.
Segundo informações da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Mato Grosso do Sul (Semadesc), a cadeia suinícola do Estado ocupa a 6ª posição nacional no efetivo de rebanho e registra uma produção anual de 315 mil toneladas de carne suína.
Os dados demonstram que o Estado avança como polo estratégico do setor. Isso torna ainda mais urgente a adoção de práticas que reduzam impactos ambientais e permitam ganhos de produtividade, competitividade e reputação, exatamente o que o projeto tem objetivo de entregar.
Pilares do projeto “Suinocultura de baixo carbono”
A iniciativa é fundamentada em três pilares centrais que envolvem, inicialmente, o estudo e definição de rotas seguras para o tratamento de resíduos líquidos, com foco em conformidade ambiental, redução de custos, reaproveitamento de nutrientes e potencial de geração de biogás ou metano.
Considerada uma das iniciativas mais inovadoras da agenda ambiental do Centro-Oeste, o estudo foi liderado pelo IBS e investiga como a produção de biogás na suinocultura pode se transformar em créditos de carbono. A partir de critérios internacionais (como VCS e Gold Standard), a investigação identifica elegibilidade, riscos, volume potencial de créditos e estratégias de certificação, criando uma nova fronteira de oportunidades para produtores e para a cooperativa.
Na área de pesquisa científica, o projeto conta com a parceria de pesquisadores da UFGD. Este eixo estabelece diagnósticos, coletas periódicas, análises laboratoriais e diretrizes técnicas para aplicação correta dos dejetos como biofertilizantes.
É importante reforçar que o objetivo do projeto é reduzir riscos ambientais, ampliar produtividade, diminuir custos com insumos e baixar a pegada de carbono com segurança científica e adaptação à realidade local.
Na avaliação do gerente de produção da COOASGO, Marcos Piaia,”a Suinocultura de Baixo Carbono representa uma virada de chave para nossos cooperados. “Estamos unindo inovação, ciência e responsabilidade ambiental para construir um modelo produtivo mais eficiente, limpo e competitivo”, explica.
Sustentabilidade como impulsionador de produtividade
A proposta da Suinocultura de Baixo Carbono integra produtividade e responsabilidade socioambiental, permitindo que os dejetos deixem de ser um passivo e se tornem um ativo com valor econômico, energético e ecológico.
O reaproveitamento de nutrientes via fertirrigação, a produção de biogás e a possibilidade de créditos de carbono contribuem para a redução na emissão dos gases de efeito estufa. Além disso, há economia com energia e insumos, diminuição de passivos ambientais e maior competitividade e reputação da suinocultura sul-mato-grossense no mercado.
Para Flávia Tayama, diretora de Responsabilidade Corporativa Latam da Cargill, iniciativas como o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono demonstram como a sustentabilidade pode ser integrada de forma concreta aos modelos produtivos do agronegócio.
“Acreditamos que a sustentabilidade no campo precisa estar conectada à geração de valor real para produtores, cooperativas e para toda a cadeia. Ao apoiar projetos baseados em ciência, inovação e gestão ambiental, contribuímos para reduzir impactos, aumentar eficiência produtiva e fortalecer a competitividade do agro de forma responsável”, pontua.
Sobre o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono
O Projeto Suinocultura de Baixo Carbono é uma iniciativa inédita no Centro-Oeste brasileiro, desenvolvida pela Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) em parceria com a Cargill, o Instituto BioSistêmico (IBS) e a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
Com foco em inovação, sustentabilidade e eficiência produtiva, o programa integra ações estratégicas em três pilares: manejo e valorização dos resíduos da suinocultura (Resíduos UPL), desenvolvimento de boas práticas de fertirrigação e estudo de viabilidade para geração de créditos de carbono por meio da produção de biogás.
Estruturado a partir de diagnóstico técnico realizado em 2024, o projeto iniciou sua implementação em 2025 em 62 propriedades cadastradas na região de São Gabriel do Oeste e entorno e mantém, com protocolos técnicos e governança estruturada, suas atividades ao longo de 2026, consolidando um modelo de suinocultura de baixo carbono ambientalmente responsável, produtivo e economicamente viável para os cooperados.
Sobre a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO)
Fundada em 1993, a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) é uma das mais representativas do agronegócio em Mato Grosso do Sul, reunindo atualmente mais de 1.000 cooperados e aproximadamente 460 colaboradores.
Com atuação diversificada nas áreas de suinocultura, industrialização, insumos agrícolas, cereais, varejo e serviços, a cooperativa possui uma das maiores estruturas produtivas do setor no Estado, com unidades próprias e volumes anuais que superam 800 mil suínos destinados ao abate, consolidando-se como referência regional em produção, gestão e desenvolvimento sustentável.
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Agrifirm destaca soluções sustentáveis durante a IPPE 2026
Quem visitar o estande da empresa poderá conversar com a equipe local, junto a especialistas globais da empresa sobre tendências de mercado com uma equipe qualificada e conhecer, em detalhes, as soluções do portfólio da companhia.

Eficiência produtiva com sustentabilidade aplicada. Durante a IPPE 2026, a Agrifirm, cooperativa global de nutrição animal, reforça que sustentabilidade não é um conceito isolado, mas uma prática contínua e estratégica que orienta o desenvolvimento do seu portfólio. Entre eles, os ácidos graxos de cadeia média e linha de adsorventes de micotoxinas estarão em destaque.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM
De acordo com Rodrigo Miguel, 47% da receita da Agrifirm LATAM já vem de soluções ligadas à sustentabilidade ambiental.
“São soluções responsáveis, que conectam desempenho produtivo, cuidado com o meio ambiente e viabilidade econômica, gerando valor real para o produtor”, afirma.
Segundo o executivo, quando bem aplicada, a sustentabilidade não representa custo adicional nem compromete a rentabilidade. Pelo contrário, contribui para o uso mais eficiente dos recursos, aumenta a segurança de renda e torna os sistemas produtivos mais resilientes ao longo do tempo.
Esse compromisso também se reflete nas operações internas. Nos últimos seis anos, a Agrifirm reduziu em 73% as emissões de CO₂ nas próprias atividades, adotando critérios rigorosos de rastreabilidade e verificação da origem das matérias-primas.
Soluções Responsáveis e o futuro do agro
A construção de um portfólio voltado ao futuro do agro está no centro da estratégia da companhia. As chamadas Soluções Responsáveis da Agrifirm são desenvolvidas a partir de critérios integrados, que combinam eficiência nutricional com foco em desempenho animal consistente, redução de impactos ambientais como emissões, perdas nutricionais e desperdícios, além de segurança alimentar, com atenção à saúde intestinal, qualidade dos ingredientes e controle de riscos, como micotoxinas.

Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil
Para Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil, esse direcionamento é ainda mais relevante no contexto brasileiro.
“O mercado nacional é diverso, competitivo e exposto a desafios específicos, como clima tropical, variabilidade de matérias-primas, pressão por eficiência de custos e maior exigência por práticas sustentáveis. Por isso, nossas Soluções Responsáveis precisam ser mensuráveis, aplicáveis e rentáveis, sempre conectadas à realidade do campo”, destaca.
IPPE 2026
A IPPE 2026 acontece de 27 a 29 de janeiro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta. No estande da Agrifirm, os visitantes poderão conhecer em detalhes como o portfólio da companhia integra performance produtiva, responsabilidade ambiental e visão de longo prazo para a cadeia de proteína animal.
Para mais informações, acesse o site da Agrifirm.
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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.
