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Notícias Avicultura

Cooperativa Lar projeta dobrar faturamento e nº de funcionários

Para 2030, a Lar tem como objetivo chegar a 38 mil funcionários

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Diretor-presidente da Lar Cooperativa Agroindustrial, Irineo da Costa Rodrigues: “Essa mão de obra não existe na região e terá que vir de fora. Aí vem todo desafio de moradia, saúde, educação, infraestrutura”- Foto: O Presente Rural

Quarta maior empresa de abate de frango do país, a Lar Cooperativa Agroindustrial conta, atualmente, com 22.212 funcionários, dos quais aproximadamente 16 mil atuam na área da avicultura. É, hoje, a cooperativa que mais emprega no país.

Para 2030, a Lar tem como objetivo chegar a 38 mil funcionários.

“Essa mão de obra não existe na região e terá que vir de fora. Aí vem todo desafio de moradia, saúde, educação, infraestrutura”, pontuou o diretor-presidente da cooperativa, Irineo da Costa Rodrigues, por ocasião do 1º Dia do Avicultor O Presente Rural, realizado na última sexta-feira (27).

 

Desafios à frente

Foto: Divulgação

Ele frisa que somente a Lar terá demanda por mais 15 mil funcionários, sem contar as demais empresas. Portanto, a mão de obra será algo desafiador nos próximos anos. “A região vai ter que se despertar muito para a questão habitacional. Estamos vendo que existe um processo inflacionário também, inclusive em aluguéis de casa. É um desafio, assim como é um desafio a questão de energia elétrica e da água”, afirma, emendando: “Em Marechal Cândido Rondon, pelo que conversamos com outras empresas como a Frimesa e a Sooro, e diante do nosso próprio crescimento, o desafio da água também será grande aqui”, aponta.

 

Faturamento

A meta da Lar Cooperativa para 2021 era atingir um faturamento de R$ 13,7 bilhões. No entanto, a empresa vai fechar o ano com faturamento de R$ 15 bilhões.

Para 2030, conforme Irineo da Costa Rodrigues, a Lar deve faturar R$ 32 bilhões.

 

Fonte: O Presente Rural
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2 Comentários

2 Comments

  1. Junior Alemão

    9 de setembro de 2021 em 14:15

    Ué, como é a maior Cooperativa? E a Aurora, que já emprega diretamente mais de 40 mil pessoas?

    • Editor

      4 de outubro de 2021 em 17:12

      A Aurora é considerada uma junção de várias cooperativas, uma central…..diferente da Lar….

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Notícias Análise do Cepea

Com desvalorização dos ovos, relação de troca por milho é a pior da história

Na média parcial de janeiro, o avicultor pôde comprar 38,3 quilos do insumo (mercado de lotes da região de Campinas) com a venda de uma caixa de ovos brancos, a menor quantidade em um ano, considerando-se a série mensal, e ainda 20,8% menor que a média de dezembro.

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Arquivo OP Rural

Com os ovos desvalorizados e os preços do milho e do farelo de soja em alta, o poder de compra do avicultor de postura recuou na parcial deste mês (até o dia 20).

Considerando-se o milho, especificamente, a relação de troca em janeiro é a mais desfavorável ao avicultor em toda a série histórica do Cepea, iniciada em 2013 – na média parcial do mês, foi possível ao produtor de Bastos (SP) a compra de 65,9 quilos do cereal com a venda de uma caixa de 30 dúzias de ovos brancos tipo extra, considerando-se o preço do milho na região de Campinas (SP) – Indicador ESALQ/BM&FBovespa.

Esse volume é o menor da série e ainda 14,9% inferior ao registrado em dezembro.

Segundo pesquisadores do Cepea, as cotações do milho estão em forte alta neste mês, impulsionadas pela restrição de vendedores – devido às incertezas quanto à produtividade das lavouras – e pela demanda elevada.

Quanto ao farelo de soja, após o recuo dos preços na maior parte do segundo semestre de 2021, os valores passaram a subir em dezembro, principalmente por conta do alto valor da matéria-prima e da firme procura.

Assim, na média parcial de janeiro, o avicultor pôde comprar 38,3 quilos do insumo (mercado de lotes da região de Campinas) com a venda de uma caixa de ovos brancos, a menor quantidade em um ano, considerando-se a série mensal, e ainda 20,8% menor que a média de dezembro.

Fonte: Cepea
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Notícias Incertezas da produção nacional

Diferença entre preços pedidos e ofertados limita comercialização da soja no Brasil 

Agentes do Cepea indicam a possibilidade de maiores demandas doméstica e internacional nesta temporada, o que tem deixado produtores reticentes nas negociações do remanescente da safra 2020/2021 e também de contratos a termo da safra 2021/2022.

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Arquivo OP Rural

Incertezas quanto à produção nacional de soja, expectativas de maior demanda e a recente desvalorização cambial (US$/R$) ampliaram a disparidade entre os preços pedidos e ofertados pela oleaginosa, limitando a liquidez no mercado brasileiro.

De um lado, produtores, especialmente os da região Sul, relatam grandes perdas na produção devido à escassez hídrica no principal período de desenvolvimento das lavouras.

De outro, agentes consultados pelo Cepea apontam que as produções nas demais regiões do Brasil devem ser volumosas, compensando boa parte das perdas no Sul.

Agentes também indicam a possibilidade de maiores demandas doméstica e internacional nesta temporada, o que tem deixado produtores reticentes nas negociações do remanescente da safra 2020/2021 e também de contratos a termo da safra 2021/2022.

Consumidores também estiveram cautelosos nos últimos dias, diante da desvalorização do dólar e da expectativa da entrada da nova safra.

No spot nacional, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná subiu 1,5% entre 14 e 21 de janeiro, a R$ 177,33/sc de 60 kg na sexta-feira (21).

O Indicador ESALQ/BM&FBovespa Paranaguá (PR) registrou alta de 2%, no mesmo comparativo, a R$ 180,15/sc de 60 kg no dia 21.

Dentre as regiões brasileiras, entretanto, os preços registraram direções distintas.

O dólar registrou queda de 1,17% entre as duas últimas sextas-feiras, a R$ 5,457 no dia 21.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Cepea

Ritmo de negócios é lento, mas cotações do milho seguem em alta

As consecutivas valorizações têm preocupado compradores, que reportam dificuldades para recompor estoques.

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Arquivo OP Rural

Os preços do milho continuam em alta no mercado físico nacional, mesmo com o início da colheita da primeira safra no Sul.

Segundo colaboradores do Cepea, as consecutivas valorizações têm preocupado compradores, que reportam dificuldades para recompor estoques.

No Estado de São Paulo, especificamente, mesmo com o aumento da oferta do Centro-Oeste, demandantes têm preferido comprar o cereal paulista, que estava nos armazéns desde a colheita da segunda safra.

Porém, menores volumes – a preços mais altos – têm sido adquiridos, mas com entrega rápida.

Entre 14 e 21 de janeiro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), subiu 1,6%, fechando a R$ 98,33/saca de 60 kg na sexta-feira (21), acumulando 15 dias consecutivos de alta e voltando aos patamares de agosto de 2021.

Fonte: Cepea
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