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Cooperativa Frísia realiza 6ª edição da Noite da Soja

Evento apresenta portfólio para a safra 2025/2026, com destaque para alta produtividade e novas biotecnologias.

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Foto: Divulgação/Frísia

A Sementes Batavo, marca da Cooperativa Frísia, promove no dia 18 de fevereiro a 6ª edição da Noite da Soja, evento técnico que já se tornou tradição no setor. Realizado no Pavilhão de Exposições Frísia, anexo ao Parque Histórico de Carambeí (PR), o encontro reunirá cerca de 500 agricultores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além de clientes e cooperados. O evento será ainda mais especial por ocorrer durante o ano do centenário da Cooperativa. As inscrições já estão abertas.

Durante a programação, os participantes poderão conhecer os principais cultivares da marca para a safra 2025/2026, sendo 10 lançamentos. O evento terá a participação dos principais obtentores de genética, que apresentarão cultivares desenvolvidas para altas produtividades, respondendo às tecnologias empregadas na região, além de maior tolerância a condições adversas de clima.

“Esse é um modelo que faz sucesso desde a primeira edição. Reunimos cooperados, produtores e clientes que estão diretamente envolvidos com sementes de soja, um público direcionado que produz e consome as nossas sementes e toma decisões estratégicas em todas as safras, com o objetivo de obter o melhor da lavoura”, destaca o gerente de Negócios Sementes da Frísia, João Victor Rodrigues da Silva.

Uma das atrações deste ano será a palestra do doutor Rogério Coimbra, professor titular da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e referência nacional em sementes. Ele abordará boas práticas de produção, reforçando a importância da qualidade das sementes para o sucesso da lavoura.

João Victor explica que a Noite da Soja trará as principais cultivares produzidas pela Batavo. “Temos um portfólio completo para atender às diferentes necessidades do agricultor, incluindo cultivares de alto teto produtivo, assim como opções tolerantes a diversidades climáticas, adaptadas do sul do Rio Grande do Sul ao sul de Minas Gerais”, afirma.

Os participantes também terão a oportunidade de observar cada cultivar a campo e conhecer mais sobre suas características por meio dos obtentores de genética, interagir com as principais empresas de biotecnologia do mercado e soluções para o tratamento industrial de sementes.

Com mais de 50 anos de inovação, a Sementes Batavo – conhecida como a “semente do plantio direto”, devido à sua origem – está presente nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e, recentemente, Tocantins. Seu lema reflete seu compromisso com a excelência: “Plante qualidade, colha sucesso!”.

Fonte: Assessoria Frísia

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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