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Notícias Coronavírus

Manifesto da Cooperalfa para esta fase do Coronavirus no Brasil

Segundo a nota, atendendo orientações legais, a cooperativa funciona normalmente, por ser produtora e ofertadora de alimentos

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A Cooperalfa encaminhou uma nota nesta sexta-feira (20) informando que continuará funcionando normalmente e que já adotou as medidas necessárias para evitar a infecção e proliferação do Coronavírus (COVID-19). A ação vai ao encontro da atitude de outras cooperativas e empresas agropecuárias, que também continuam com as atividades normalmente.

De acordo com a nota, assinada pela diretoria Executiva da Cooperalfa, a estrutura administrativa, operacional e de vendas da cooperativa (lojas agropecuárias, supermercados, centros de distribuição, pontos de recebimento de grãos, silos, UBS’s, UPL’s, postoa de resfriamento de leite e indústrias), atendendo orientações legais, funcionam normalmente, por serem produtores e ofertadores de alimentos.

Além disso, em todos os ambientes públicos da Cooperalfa, a circulação de pessoas é restrita, com no máximo 50% da capacidade, evitando aglomerações. “A Cooperalfa reforça a importância de restringir ao máximo a circulação de pessoas. Ideal é ficar em casa, com rigidez nas orientações já conhecidas sobre os perigos do coronavírus”, diz a nota.

O documento ainda ressalta que associados, fornecedores e clientes devem priorizar contatos com a cooperativa via e-mail, telefone, WhatsApp ou outras formas virtuais.

A cooperativa ainda tomou algumas medidas na quinta-feira (19) que serão adotadas, como a suspensão de viagens interestaduais de colaboradores e terceirizados a trabalho, com exceção daquelas necessárias para trânsito e/ou alimentação de animais ; todos os transportadores, ao chegarem nas dependências da Alfa, devem adotar procedimentos de boa higiene pessoal e do caminhão, além de usarem máscaras; fica proibido o chimarrão em todas as dependências da Alfa; o uniforme dos colaboradores deve estar sempre higienizado; usar água com sabão e/ou álcool em gel, sempre que tocar em objetos compartilhados, como teclados, canetas, pranchetas, entre outros. Não socializar copos e talheres; o pico do coronavírus no Brasil, deverá acontecer nos próximos 10 ou 15 dias. Por isso, sempre que possível, permanecer em casa. Buscar serviço médico apenas se apresentar tosse intensa e persistente, febre alta e dificuldade respiratória. Em casos de gripe comum, deve-se buscar o ambulatório da Alfa ou resguardo em casa, sempre com excelente ventilação dos ambientes; a Cooperalfa disponibilizará máscaras a funcionários que atendem ao público, caso alguém solicite. O uso é obrigatório em áreas de risco de “contaminação comunitária”; e pacientes de risco – mesmo sendo algum familiar -, além de funcionários idosos, gestantes, diabéticos, cardiopatas e recém-operados, negociam suas situações particulares (como home office e/ou férias) com suas gerências setoriais.

Fonte: O Presente Rural com informações da Assessoria
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Notícias Mercado

Preços do boi dispararam em junho com oferta curta e Fator China

Preços do boi gordo dispararam no mercado físico em junho, e continuaram subindo nos primeiros dias de julho

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Arquivo/OP Rural

Os preços do boi gordo dispararam no mercado físico em junho, e continuaram subindo nos primeiros dias de julho. ” Há dois motivos que explicam toda essa situação, o primeiro deles e mais relevante é do acentuado apetite chinês no mercado internacional, comprando volumes bastante substanciais de proteína animal”, disse o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

A China continua com um significativo déficit no mercado local de proteínas animais, provocado pelo surto de Peste Suína Africana (PSA) que dizimou o rebanho suíno doméstico.

Ao mesmo tempo, no Brasil a oferta de animais terminados, prontos para o abate, avaliando a ausência de incentivos para o pecuarista confinar as boiadas no primeiro giro (a decisão de confinamento no primeiro giro começa em março, período em que o mercado atingiu seu ponto de mínima no ano).

Com isso, os preços a arroba do boi gordo na modalidade à prazo nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 02 de julho:

  • São Paulo (Capital) – R$ 220,00 a arroba, contra R$ 193,00 a arroba em 30 de abril, subindo 14%.
  • Goiás (Goiânia) – R$ 211,00 a arroba, ante R$ 185,00 a arroba (14%).
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 214,00 a arroba, contra R$ 187,00 a arroba (14,4%).
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 212,00 a arroba, ante R$ 178,00 a arroba (19%).
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 200,00 a arroba, contra R$ 174,00 a arroba (+15%).

Exportação

As exportações de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada do Brasil renderam US$ 655,475 milhões em junho (21 dias úteis), com média diária de US$ 31,213 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 152,476 mil toneladas, com média diária de 7,260 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.298,90.

Na comparação com junho de 2019, houve ganho de 34,14% no valor médio diário, alta de 20,47% na quantidade média diária e avanço de 11,35% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Plantio de trigo teve bom avanço no Brasil e na Argentina em junho

Comercialização neste primeiro semestre foi lenta no mercado interno

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Cleverson Beje

O foco do mercado brasileiro de trigo no mês de junho permaneceu sobre os trabalhos de plantio e o clima para as lavouras. Para este final de semana, há possibilidade de geadas em algumas regiões que, dependendo da intensidade, podem prejudicar o desenvolvimento e afetar a produtividade.

A comercialização neste primeiro semestre foi lenta no mercado interno. A oferta foi reduzida e o câmbio elevou os preços de importação do grão. A indústria está bem abastecida e não deve voltar às compras até a entrada da safra nova. Com o início da colheita, os preços devem começar a cair.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que o plantio da safra 2020 de trigo do estado atinge 94% da área estimada de 1,13 milhão de hectares, contra 1,028 milhão de hectares em 2019, alta de 10%. Segundo o Deral, 89% das lavouras estão em boas condições 9% em situação média e 2% em condições ruins. As lavouras se dividem entre as fases de germinação (7%), crescimento vegetativo (84%), floração (8%) e frutificação (1%).

A produção deve ficar em 3,672 milhões de toneladas, 72% acima das 2,141 milhões de toneladas colhidas na temporada 2019. A produtividade média é estimada em 3.250 quilos por hectare, acima dos 2.205 quilos por hectare registrados na temporada 2019.

Rio Grande do Sul

O plantio de trigo atinge 87% da área, estimada em 915.712 hectares. Na semana passada, os trabalhos atingiam 74%. Em igual período do ano passado, o implante cobria 84% da área. A média para os últimos cinco anos é de 83%. Todas as lavouras estão em fase de germinação ou desenvolvimento vegetativo.

Argentina

O plantio de trigo atinge 79,1% da área na Argentina. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, os trabalhos avançaram 7,8 pontos percentuais na semana e estão 5,3 pontos adiantados em relação ao ano passado. A projeção de área foi cortada para 6,5 milhões de hectares. Até o momento, os trabalhos cobrem 5,142 milhões de hectares.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Segundo Safras

Comercialização de soja perde ritmo, mas segue bem acima da média

Comercialização da safra 2019/20 de soja do Brasil envolve 92,9% da produção projetada

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Divulgação/MAPA

A comercialização da safra 2019/20 de soja do Brasil envolve 92,9% da produção projetada, conforme relatório de SAFRAS & Mercado, com dados recolhidos até 3 de julho. No relatório anterior, com dados de 5 de junho, o número era de 88,7%.

Em igual período do ano passado, a negociação envolvia 71,1% e a média para o período é de 74,8%. Levando-se em conta uma safra estimada em 124,609 milhões de toneladas, o total de soja já negociado é de 115,806 milhões de toneladas.

A venda antecipada para 2020/21 pulou de 35,6% no início de junho para 39,8%. Como SAFRAS ainda não tem projeção de safra para a próxima temporada, a base para cálculo foi a de uma produção igual a desse ano. Ou seja, cerca de 49,6 milhões de toneladas já foram comprometidas.

A comercialização da safra futura está bem acelerada na comparação com o ano anterior, quando o índice era de 14,7%, e também supera a média normal para o período, de 12,4%.

O analista de SAFRAS, Luiz Fernando Roque, ressalva que a perda no ritmo dos negócios no período é reflexo dos grandes volumes já comercializados, tanto para a safra disponível como para a safra nova.

Fonte: Agência SAFRAS
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