Notícias
Cooperalfa celebra 58 anos de história com olhar voltado ao futuro do cooperativismo
Fundada em Chapecó em 1967, cooperativa reúne mais de 23 mil famílias, aposta na sucessão rural e planeja alcançar R$ 10 bilhões em faturamento até 2025.

Em 29 de outubro, a Cooperalfa celebra 58 anos de fundação. Mais do que uma data comemorativa, esse marco é símbolo de uma história construída com base na cooperação, no trabalho coletivo e na confiança mútua entre milhares de famílias do campo.
Nascida em Chapecó, no oeste catarinense, em 1967, a Cooperalfa surgiu da necessidade de fortalecer a comercialização da produção agropecuária dos seus associados. Desde então, nossa trajetória tem sido marcada por crescimento sustentado, inovação constante e um firme compromisso com a excelência.
Ao longo dessas quase seis décadas, consolidamo-nos como uma das maiores cooperativas agroindustriais do Brasil, com presença em 282 municípios e atuação nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul. Hoje, são mais de 23 mil famílias cooperadas, sendo que 55,64% delas estão enquadradas no perfil da agricultura familiar — um dado que reforça a relevância da base produtiva que sustenta o nosso modelo.
Acreditamos que o verdadeiro desenvolvimento rural acontece quando há protagonismo do agricultor e apoio contínuo à sua atividade. A Cooperalfa atua, justamente, como essa parceira de confiança, oferecendo assistência técnica especializada, programas de capacitação, iniciativas de gestão e liderança, além de garantir canais estruturados e justos de comercialização.
Programas como Alfa Jovem, Alfa Mulher, Alfa Casal, Qualidade Rural e diversas ações formativas, voltadas à sucessão familiar e ao desenvolvimento humano, são reflexo do nosso compromisso com o futuro. Olhar para as próximas gerações e criar oportunidades para que permaneçam no campo, com qualidade de vida e viabilidade econômica, é um dever estratégico — e uma responsabilidade que assumimos com orgulho.
Nossa governança é pautada por valores sólidos: integridade, transparência, responsabilidade e foco no coletivo. Muito antes da consolidação de conceitos como ESG, já praticávamos o tripé da sustentabilidade — social, econômica e ambiental — por compreender que o futuro da cooperativa está diretamente ligado à saúde das comunidades em que atuamos.
A Cooperalfa planeja alcançar R$ 10 bilhões em faturamento em 2025, com o apoio de 4.500 colaboradores e uma estrutura robusta de atendimento aos cooperados. Mais do que números, esse crescimento representa o fortalecimento de um modelo de negócio que coloca as pessoas no centro das decisões e que gera impacto direto na segurança alimentar, na geração de emprego e renda e na dinamização das economias locais.
Reafirmamos, assim, nossa essência cooperativa: somos milhares de famílias conectadas por valores e objetivos comuns, formando um grande empreendimento coletivo. A Cooperalfa é feita de pessoas, para pessoas. E é essa força que nos move a seguir em frente — com humildade, visão de futuro e compromisso com o desenvolvimento do agro brasileiro.

Notícias
Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.
De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
Notícias
Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
Notícias
Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.





