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Notícias 23 a 25 de Agosto

Coopavel traz novidades e condições diferenciadas para os triticultores no Show Rural de Inverno

Terceira edição do Show Rural de Inverno acontece entre os dias 23 e 25 de agosto. Haverá novidades, como programações específicas às áreas da inovação, avicultura e também dedicada às mulheres.

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Área onde será realizada a terceira edição de inverno, na BR-277 no Km-577, na saída para Curitiba - Foto: Divulgação/Coopavel

A Coopavel vai participar com força total da terceira edição do Show Rural de Inverno, de 23 a 25 de agosto. A cooperativa contará com a participação de uma equipe ampla e especializada para atender aos produtores rurais, para apresentar produtos de suas linhas industriais e para oferecer condições diferenciadas de olho nas próximas safras de trigo.

“Estaremos presentes com todas as nossas marcas de sementes, fertilizantes e linhas de fertilizantes foliares Nutriagro e Biocoop, bem como com as participações da Coopclean, Credicoopavel, Espaço Impulso, Centro Tecnológico de Avicultura e Unicoop”, informa Anderson Granville, gerente de Comercialização e Produção de Sementes da UBS (Unidade de Beneficiamento de Sementes) da Coopavel.

Anderson informa que a cooperativa vai levar aos visitantes informações sobre manejo eficiente para a cultura do trigo, tanto em qualidade de sementes quanto em genética. Haverá a apresentação de lançamentos para as safras de 2023 e 2024. Em seu estande, a Coopavel promoverá palestras voltadas à fertilidade do solo e manejo para altas produtividades, mostrando a viabilidade econômica da cultura (custo de produção médio e a rentabilidade), e benefícios com economia de herbicidas, com palhada que melhora a penetração de água no solo, combate à erosão, ciclagem de nutrientes e rotação de culturas.

A Coopclean vai apresentar suas linhas de produtos agrícolas, principalmente para a limpeza de áreas de ordenha e de maquinários. A área comercial estará presente com campanha com condições especiais aos cooperados e produtores rurais interessados em investir na cultura do trigo. O estande da Coopavel contará com áreas para a família e para convivência. Acontecerão ainda momentos de degustação de produtos e lançamentos da área de suínos da Coopavel.

Maior do Brasil

O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, afirma que o Show Rural de Inverno, embora jovem, transforma-se no maior evento brasileiro destinado à cultura do trigo. “Estamos muito otimistas com o avanço dessa cultura e com a possibilidade de o Brasil se tornar, pela primeira vez, autossuficiente na produção do grão em cinco anos”. Hoje, a produção chega a nove milhões de toneladas e a demanda interna é de 13 milhões, ou seja o País ainda precisa exportar quatro milhões de toneladas todos os anos.

Com o avanço da pesquisa e das tecnologias, o trigo e as culturas de inverno se mostram como boas opções de renda e de rentabilidade aos produtores rurais. O Paraná, segundo Dilvo Grolli, assumirá já a partir deste ano a dianteira nacional na produção do cereal, com quatro milhões de toneladas. Quarenta cultivares destinados aos meses frios serão apresentados, dessas 29 de trigo, além de aveia, triticale e plantas de cobertura.

Haverá novidades, como programações específicas às áreas da inovação e avicultura e também dedicada às mulheres. Vlamir Brandalizze, agrônomo e analista de mercados de renome internacional, fará três palestras especiais durante o Show Rural Coopavel de Inverno, diariamente às 15h, no prédio do Paraná Cooperativo. O acesso ao parque, o uso do estacionamento e a participação nas palestras serão gratuitos.

Fonte: Ascom Coopavel

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Exportadores terão acesso a R$ 15 bilhões em crédito para ampliar competitividade

Recursos poderão financiar capital de giro, expansão da produção, inovação e adequação às exigências sanitárias, ambientais e de rastreabilidade dos mercados internacionais.

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Fotos: Claudio Neves

Empresas exportadoras da agropecuária, da agroindústria e de outros setores produtivos poderão acessar até R$ 15 bilhões em linhas de crédito destinadas a reduzir os impactos das instabilidades no comércio internacional e de medidas comerciais unilaterais adotadas por outros países. O Plenário do Senado aprovou, na última quarta-feira (08), o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 7/2026, originado da Medida Provisória (MP) 1.345/2026. O texto segue para sanção presidencial.

A proposta amplia o alcance da política oficial de crédito às exportações e autoriza a utilização de recursos do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) para respaldar as operações de financiamento. A medida dá continuidade às ações adotadas pelo governo federal desde 2025 para enfrentar os efeitos do aumento de tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros e de outras restrições ao comércio internacional.

Além da agroindústria, passam a ser contempladas empresas dos setores da agricultura, pecuária, florestas plantadas, pesca, aquicultura e recursos minerais. Cooperativas e associações também poderão acessar as linhas de crédito, desde que atendam aos critérios de elegibilidade estabelecidos na proposta.

Os financiamentos poderão ser destinados ao capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos, ampliação da capacidade produtiva e investimentos em inovação tecnológica. Os recursos também poderão financiar a adaptação de produtos, serviços e processos às exigências dos mercados internacionais, incluindo requisitos sanitários, fitossanitários, ambientais, de rastreabilidade e de conformidade regulatória.

O limite autorizado é de até R$ 15 bilhões, provenientes principalmente do superávit financeiro do Fundo de Garantia à Exportação (FGE), apurado em 31 de dezembro de 2025, além de outras fontes orçamentárias. As operações serão realizadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou por instituições financeiras habilitadas, enquanto o Conselho Monetário Nacional (CMN) ficará responsável por definir encargos, prazos e critérios para concessão dos financiamentos.

O texto aprovado também reorganiza o modelo de compartilhamento de riscos entre os fundos garantidores, com o objetivo de fortalecer a segurança das operações de crédito e ampliar o acesso ao financiamento para empresas exportadoras.

Fonte: O Presente Rural
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Programa Milho 100% amplia distribuição de sementes no Rio Grande do Sul

Número de agricultores atendidos cresceu 41% em relação à safra anterior. Iniciativa terá investimento de R$ 96,2 milhões e alcançará 472 municípios gaúchos.

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Foto: Divulgação

O Programa de Recuperação das Lavouras de Milho e Sorgo (Milho 100%) registrou recorde de adesão para a safra 2026/2027 no Rio Grande do Sul. Ao todo, 57 mil agricultores familiares solicitaram participação na iniciativa, número 41% superior ao registrado na edição anterior.

A Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) também confirmou a participação de 850 entidades na operacionalização do programa, entre prefeituras, sindicatos, cooperativas e associações. As instituições atuarão em 472 municípios gaúchos, ampliando a distribuição das sementes aos produtores cadastrados.

O aumento da adesão ocorreu após a ampliação do limite de sementes disponibilizadas por agricultor, que passou a permitir o acesso a até quatro sacas por beneficiário. Na safra anterior, o programa tinha alcance menor.

Para atender a demanda desta edição, o governo estadual destinou R$ 96,2 milhões, provenientes do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper), com recursos do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs). O investimento permitirá a aquisição de 134.416 sacas de sementes de milho e sorgo, com média de 2,35 sacas por produtor.

Segundo a SDR, a área cultivada com milho no Estado terá cerca de 11% de participação direta do programa nesta safra. As entregas das sementes estão previstas para começarem ainda em julho.

Ampliação da rede de atendimento

Além do número de agricultores beneficiados, a edição 2026/2027 ampliou a rede de entidades envolvidas. São 850 organizações responsáveis por receber e distribuir as sementes aos produtores, em uma estrutura que envolve municípios, cooperativas, sindicatos e associações rurais.

O secretário de Desenvolvimento Rural, Gustavo Paim, afirmou que a expansão do programa está relacionada à articulação com as entidades locais. “O crescimento do Milho 100% comprova a importância do programa para a agricultura familiar gaúcha. Chegar a 850 entidades envolvidas e atender praticamente todo o Estado demonstra a capilaridade desta política pública e o trabalho realizado pela SDR na construção de parcerias com municípios, cooperativas e associações”, declarou.

O diretor do Departamento de Agricultura Familiar e Pecuária Familiar (DAFA), Jonas Wesz, atribuiu o resultado ao trabalho de planejamento e execução da equipe técnica da secretaria. “Esse resultado é fruto do trabalho permanente da equipe do Departamento, que atua desde o planejamento até a execução do programa, sempre buscando aperfeiçoar a política pública e ampliar o atendimento aos agricultores e pecuaristas familiares”, afirmou.

Nesta edição, os produtores também terão acesso a diferentes grupos de sementes, fornecidos por 11 empresas, permitindo a escolha de materiais conforme as características das propriedades. “O agricultor poderá escolher a tecnologia mais adequada à realidade de sua propriedade”, disse o coordenador do programa, Vicenti Ney.

Programa sem custo para produtores

Criado para apoiar a recuperação das lavouras de milho e sorgo, o Milho 100% prevê o fornecimento gratuito das sementes aos agricultores familiares cadastrados. A iniciativa faz parte das ações do Plano Rio Grande voltadas à recuperação produtiva do meio rural após eventos climáticos que afetaram o Estado.

A regulamentação da safra 2026/2027 está prevista na Resolução Feaper nº 05/2026. Entre os objetivos do programa estão ampliar a área cultivada, reduzir custos de implantação das lavouras e contribuir para a produção de milho e sorgo no Rio Grande do Sul.

Fonte: Assessoria Seapi
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USDA projeta produção mundial de trigo menor para safra 2026/27

Estimativa de 819,969 milhões de toneladas representa queda de 2,8% frente à temporada anterior.

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Foto: Fábio Carvalho

Os preços do trigo registraram avanço, influenciados pela expectativa de menor oferta global após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduzir a projeção para a safra norte-americana, que pode alcançar o menor volume desde 1970/71.

Foto: Breno Lobato

De acordo com o Cepea, no mercado brasileiro, a disponibilidade limitada da safra anterior (“velha”) contribuiu para a sustentação dos preços. Por outro lado, a desvalorização do dólar frente ao Real favoreceu as importações e reduziu o espaço para altas mais intensas no mercado doméstico.

Em seu relatório mais recente, o USDA estimou a produção mundial de trigo da safra 2026/27 em 819,969 milhões de toneladas, uma redução de 0,01% em relação à previsão divulgada em junho. Na comparação com a temporada 2025/26, a produção global deve recuar 2,8%.

Segundo o órgão norte-americano, a redução está relacionada principalmente às menores projeções para as safras dos Estados Unidos e do Canadá. O movimento foi parcialmente compensado por revisões positivas nas estimativas de produção da Rússia e da Ucrânia.

Para os Estados Unidos, o USDA reduziu a previsão de produção em 0,5% na comparação com o relatório anterior e em 22,6% frente à safra 2025/26, para 41,81 milhões de toneladas. Caso a estimativa seja confirmada, o volume será o menor registrado pela triticultura norte-americana desde a temporada 1970/71.

Fonte: O Presente Rural com Cepea
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