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Coopavel recebe reconhecimento da DSM por redução de CO2 em granjas
A premiação aconteceu durante o encontro da DSM Monogástricos, realizado em Foz do Iguaçu, Paraná

Produzir alimentos com sustentabilidade é a missão da Coopavel, cooperativa com 52 anos de trajetória e considerada uma das 15 maiores em atividade no Brasil. A Coopavel acaba de receber reconhecimento da DSM, uma das maiores empresas do mundo em nutrição animal, pela redução de emissão de CO2 em suas granjas de frangos.
A entrega do reconhecimento foi feita ao presidente Dilvo Grolli, durante a Convenção de Vendas da DSM Monogástricos, realizado, recentemente em Foz do Iguaçu. O vice-presidente para a América Latina da DSM Monogástricos, Luiz Magalhães, informa que a empresa faz reconhecimento por sustentabilidade aos clientes pelo uso de enzimas nutricionais na cadeia produtora de aves e suínos.
A redução na emissão de gás carbônico alcançada pela Coopavel nos anos de 2021 e 2022 foi de 84.653 toneladas, equivalente a tirar de circulação 18.201 veículos ou ao plantio, ao longo de dez anos, de 1.396.770 árvores.
O presidente Dilvo Grolli agradeceu a homenagem e destacou o compromisso da Coopavel, desde o início de suas atividades em 1970, de levar informações sobre proteção ambiental e sustentabilidade aos seus cooperados. A Coopavel é uma das cooperativas brasileiras já integradas aos conceitos da ESG (Governança, Social e Ambiental).
Vidas melhores
Luiz Magalhães destacou que a DSM tem como propósito criar vidas melhores para todos por meio da ciência e inovação. “Há mais de uma década reconhecemos clientes e parceiros que contribuem de forma excepcional para a construção desse futuro de uma cadeia de produção animal cada vez mais sustentável”. A Coopavel é um parceiro importante da DSM nessa jornada, segundo Magalhães, buscando soluções de alta performance e inovadoras que reduzem a pegada ambiental e asseguram uma produção mais rentável.

Dilvo Grolli recebe o reconhecimento – Foto: Divulgação/Coopavel
O prêmio entregue pela DSM tem como objetivo reconhecer o grande impacto em emissões que a utilização de soluções de enzimas tem, medidas com metodologias que foram desenvolvidas pela empresa com tecnologia de ponta ao longo dos anos. “O reconhecimento evidencia os esforços da Coopavel para buscar um agronegócio cada vez mais sustentável”, destaca o vice-presidente da América Latina da DSM Monogástricos. “Temos certeza que juntos seguiremos construindo um futuro mais brilhante e sustentável para todos”, afirma Luiz Magalhães.
C02Reduce
A DSM, empresa holandesa, tem uma meta desafiadora de reduzir emissões diretas de gás do efeito estufa da empresa em 50% e utilizar 75% de eletricidade renovável até 2030. Em 2020, ela já tinha alcançado diminuição de 25% em suas emissões de gás do efeito estufa e 60% de seu consumo de energia já vinha de fontes renováveis. O objetivo de longo prazo é atingir emissões líquidas zero até 2050.
A empresa estabeleceu também redução de intensidade de carbono de 28% de suas emissões de cadeia de valor. O CO2Reduce é o programa de engajamento de fornecedores que começou em 2018. Ele estimula a troca de informações e criação de roteiros para alcançar objetivos de diminuição de emissão.

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Seapi abre inscrições para Salão de Iniciação Científica com foco em bioinsumos e inovação no agro
Evento será realizado de forma online nos dias 23 e 24 de setembro e receberá trabalhos de estudantes, pesquisadores e servidores nas áreas animal, vegetal e de desenvolvimento rural.

Estão abertas as inscrições para o 15º Salão de Iniciação Científica e de Inovação Tecnológica (Sicit), promovido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi), por meio do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA). O evento será realizado nos dias 23 e 24 de setembro, em formato totalmente online, com transmissão pelo canal do DDPA no YouTube.
A programação inclui também o 10º Workshop de Pós-Graduação e a Mostra de Pesquisa 2026. Durante os dois dias serão apresentados resultados de estudos nas áreas de produção animal, produção vegetal e desenvolvimento rural. A abertura do evento terá como tema “Bioinsumos: Legislação e Aplicações na Agropecuária”.

Foto: Matheus Flalanga
As inscrições são gratuitas. Podem submeter trabalhos bolsistas regularmente matriculados em instituições de ensino superior que desenvolvam atividades de pesquisa e inovação tecnológica. Os participantes deverão encaminhar um resumo e realizar apresentação oral, gravada previamente, conforme as vagas disponíveis.
Os resumos devem ser enviados pela plataforma Even3 até 24 de agosto, seguindo o modelo previsto no edital. A divulgação dos trabalhos aprovados está prevista para 08 de setembro, enquanto o prazo para envio dos vídeos das apresentações encerra em 13 de setembro. Serão aceitos apenas resumos com resultados parciais, preliminares ou finais de pesquisas.
O evento também é aberto ao público interessado. As inscrições para ouvintes permanecem disponíveis até 22 de setembro, véspera do início da programação.

Foto: Divulgação
Segundo a Seapi, o Salão de Iniciação Científica, o Workshop de Pós-Graduação e a Mostra de Pesquisa têm como objetivo ampliar o espaço para apresentação de pesquisas desenvolvidas por estudantes do ensino médio, graduação e pós-graduação, além de pesquisadores e servidores da secretaria.
A iniciativa também busca estimular o interesse pela pesquisa científica, incentivar o desenvolvimento de produtos e processos inovadores e promover a geração e a transferência de conhecimento e de novas tecnologias para a agropecuária gaúcha.
Para mais informações, incrições e edital clique aqui.
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Governo atualiza preços mínimos para as safras 2026/27 e 2027
Novos valores servirão de referência para as operações da PGPM e abrangem leite, milho, soja, sorgo e outras culturas de verão e produtos regionais.

O governo federal publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (13) a Portaria nº 934, que atualiza os preços mínimos dos produtos de verão e regionais das safras 2026/27 e 2027. Definidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), os novos valores servirão de referência para as operações da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), mecanismo que assegura remuneração mínima aos produtores quando os preços de mercado ficam abaixo do piso estabelecido.

Foto: Shutterstock
Entre os principais produtos contemplados estão leite, milho, soja e sorgo, culturas de grande relevância para a agropecuária brasileira. Os preços mínimos também foram fixados para algodão, arroz, feijão, mandioca e seus derivados, cacau, borracha natural cultivada, caroço de algodão, juta/malva e outros produtos regionais.
A vigência dos preços mínimos varia entre julho de 2026 e junho de 2028, conforme o produto.
A portaria também estabelece os preços mínimos para sementes de culturas de verão e regionais das safras 2026/27 e 2027. Estão incluídas sementes de algodão, arroz, feijão, juta/malva, milho, soja e sorgo, com vigência entre novembro de 2026 e junho de 2028.
O que é a PGPM?
A Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) é um instrumento de apoio à comercialização agrícola. Por meio dela, o governo estabelece preços de referência para diversos produtos agropecuários, buscando reduzir os impactos das oscilações de mercado sobre a renda dos produtores.
As propostas de preços mínimos são elaboradas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com base nos custos de produção e nas condições dos mercados interno e externo, conforme determina o Decreto-Lei nº 79/1966. Os valores são posteriormente aprovados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
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Colheita de milho fica abaixo da média de 5 safras
Cepea aponta baixa liquidez no mercado spot e compradores aguardam maior oferta da segunda safra.

As cotações do milho continuam firmes em boa parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o mercado spot segue com baixa liquidez, influenciado pelo ritmo das negociações entre vendedores e compradores.
De acordo com o Cepea, muitos produtores priorizam os trabalhos de campo neste período, enquanto os compradores permanecem cautelosos e aguardam o avanço da colheita da segunda safra, que deve ampliar a oferta do cereal. As altas registradas nas cotações internacionais também contribuem para sustentar os preços no mercado interno.

O Centro de Pesquisas informa que, embora fossem esperadas quedas nas cotações durante o período de colheita, as condições climáticas reduziram temporariamente a oferta de milho. A colheita da segunda safra segue em ritmo semelhante ao registrado no ano passado, mas permanece abaixo da média das últimas cinco safras.
Outro fator apontado pelo Cepea é a valorização da soja, que levou parte dos produtores a priorizar a comercialização da oleaginosa, adiando as vendas de milho à espera de melhores oportunidades de mercado.
Para as próximas semanas, o Cepea destaca que a previsão de menor volume de chuvas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste deve favorecer o avanço da colheita. Com isso, os produtores poderão avaliar com maior precisão a produtividade da segunda safra, considerando os impactos das geadas no Paraná, da seca em Goiás e das condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras em Mato Grosso.



