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Avicultura

Coopavel premia os 10 melhores avicultores de 2025 durante Show Rural

Reconhecimento aos produtores integrados com os melhores índices de conversão alimentar evidencia o papel decisivo do manejo, da inovação e do trabalho em equipe na avicultura.

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Foto: Divulgação/Show Rural

O setor de Fomento Avícola da Coopavel fez na quarta-feira (11), durante a 38ª edição do Show Rural, a entrega de premiação aos melhores colocados da avicultura de 2025, integrados da cooperativa. A cerimônia movimentou o auditório do Centro Tecnológico da Avicultura com a presença de diversos produtores, familiares, técnicos e representantes do setor avícola.

Para o gerente do Fomento Avícola e do Frigorífico de Aves da Coopavel, Noraldino Borborema, a premiação dos melhores do ano estimula os produtores a buscar melhores resultados. “A diferença de 50 centavos por frango entre os melhores e a média representa um retorno de R$125 mil/ano para o produtor. A chave para o sucesso é investimento e melhorias no aviário, pois é o mesmo pintinho, a mesma ração e o mesmo suporte técnico. Por isso o Show Rural oferece possibilidades de inovação, novos equipamentos, fatores que envolvem o trabalho de manejo e as condições para buscar melhores resultados”, salienta Borborema.

Foto: Divulgação/Show Rural

Segundo ele, a Coopavel busca aumentar o número de produtores de alta performance este ano, visando acima de R$ 2 de média por frango em 2026, com foco no aprimoramento técnico e no trabalho em equipe para alcançar os resultados desejados, beneficiando todos os envolvidos da cadeia.

Premiação – A classificação dos melhores do ano leva em conta o melhor índice de conversão alimentar, que é calculado pela quantidade de quilos de ração que o frango come para produzir um quilo de carne, um quilo de peso vivo. Como melhores produtores de 2025 ficaram: Arlindo Ferneda (Guaraniacu), com 1.480; Giliardi Andreolla (Guaraniacu), com 1.481; e Genesio Gregolon (Campo Bonito), com 1.500.

Fernando Ferneda, representou o pai na premiação, e atribui o sucesso ao cuidado diário, incluindo atenção aos frangos, apoio familiar e a colaboração da assistência técnica da Coopavel. “A gente fica faceiro, feliz por receber um resultado desse, mas tudo depende do cuidado do dia a dia. O resultado é uma junção do incentivo e experiência da família, dos conhecimentos e orientações que nos passam, de você entender o que a veterinária tá falando, além de aceitar novas ideias, é importante abrir a tua mente para novas ideias”, relata com satisfação Ferneda ao dizer que espera repetir o feito este ano.

Genesio Gregolon conquistou o terceiro lugar no ranking dos melhores avicultores de 2025. Ele expressou grande felicidade e gratidão, destacando a recompensa pelo trabalho, o incentivo para melhorar e a importância do evento promovido pela Coopavel. Ele atribuiu o sucesso ao trabalho árduo, dedicação e fé, além do suporte técnico da cooperativa, especialmente da equipe veterinária.

Confira os 10 melhores do ano, do primeiro ao décimo colocados:

  • Arlindo Ferneda – Guaraniacu
  • Giliardi Andreolla – Guaraniacu
  • Genesio Gregolon – Campo Bonito
  • Altevir Ferneda – Guaraniacu
  • Gladistone Cominetti – Santa Lúcia
  • Milton Neckel – Cascavel
  • Daniel Salvatti/ Tiago Salvatti – Cascavel
  • Adilson Rodrigues Leite/Vilamir Tussi/ Delir Rosset – Cascavel
  • Leomar Casarolli – Corbélia
  • João Piovesan/ Amilton Piovesan – Corbélia

Fonte: Assessoria Show Rural

Avicultura

Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura

Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

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A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock

A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.

Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.

A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.

Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock

que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.

Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Noroeste do Estado

Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência

Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

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Foto: Divulgação/Ilustração

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação

A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.

De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.

Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi

A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.

A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura

São Paulo confirma caso de gripe aviária em ave silvestre

Diagnóstico foi feito em ave resgatada em área urbana de Guaíra. Defesa Agropecuária iniciou investigação epidemiológica e reforçou medidas sanitárias.

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Pato irerê - Imagem criada por Emili Schneider/ChatGPT/OP Rural

O estado de São Paulo registrou o primeiro caso de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) de 2026. A confirmação foi feita pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA-SP) após análise de amostras coletadas de uma irerê (Dendrocygna viduata), ave silvestre resgatada em uma área urbana e encaminhada ao zoológico de Guaíra, no Departamento Regional de Barretos.

O material foi coletado pela Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), no dia 8 de julho. A IAAP é uma forma grave da gripe aviária, que pode provocar elevada mortalidade entre as aves.

Após a confirmação do diagnóstico, a Defesa Agropecuária adotou uma série de medidas sanitárias. O trânsito de animais no zoológico de Guaíra foi interditado, e teve início uma investigação epidemiológica para avaliar possíveis riscos de disseminação do vírus.

A vigilância também foi intensificada em três granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco. Segundo a Secretaria da Agricultura, duas dessas propriedades estão em período de vazio sanitário e não possuem aves alojadas. Além do monitoramento, equipes técnicas prestaram orientações aos responsáveis pelas granjas.

As autoridades reforçam que o consumo de carne de aves e ovos não transmite a gripe aviária. A recomendação é que a população não manipule aves doentes ou encontradas mortas e comunique imediatamente qualquer suspeita à Defesa Agropecuária. Caso seja necessário o contato com esses animais, o procedimento deve ser realizado apenas com o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs).

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que acompanha o caso em conjunto com a Secretaria da Agricultura e Abastecimento (SAA) e a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil). A pasta também monitora as pessoas envolvidas na ocorrência.

De acordo com a SES, São Paulo não registrou casos de gripe aviária em humanos até o momento. A secretaria destaca que a infecção em pessoas ocorre, principalmente, por meio do contato direto com aves infectadas.

Para orientar a resposta a esse tipo de ocorrência, o estado mantém um Plano de Contingência para Influenza Aviária em Humanos, elaborado em 2023 e atualizado em 2025 pela Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD).

Fonte: O Presente Rural
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