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Avicultura

Coopavel investe R$ 30 milhões para ampliar produção de ovos férteis no Oeste do Paraná

Construção de 28 novos aviários em Santa Tereza do Oeste elevará a capacidade para 10 milhões de ovos por mês e criará 60 novos empregos até 2028.

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A Coopavel está investindo R$ 30 milhões na ampliação de seu complexo de matrizeiros em Santa Tereza do Oeste, no Oeste do Paraná. O projeto prevê a construção de 28 novos aviários, o que permitirá elevar a produção de 6,5 milhões para 10 milhões de ovos férteis por mês até 2028.

Presidente da Coopavel, Dilvo Grolli: “Esse investimento demonstra a importância da avicultura para as atividades da Coopavel, que abastece o mercado interno e exporta proteínas para mais de 40 países” – Fotos: Jaqueline Galvão/OP Rural

A expansão contempla oito aviários de recria e 20 aviários de produção, que acrescentarão 3,5 milhões de ovos mensais à capacidade atual da cooperativa. Com a conclusão das obras, o complexo passará a contar com 85 aviários, sendo 25 de recria e 60 de produção.

Além do aumento da capacidade produtiva, o investimento terá impacto direto na geração de empregos. O número de colaboradores passará de 240 para 300, com a criação de 60 novas vagas para a operação da unidade.

Segundo o presidente do Conselho de Administração da Coopavel, Dilvo Grolli, a expansão reforça a estratégia da cooperativa de fortalecer sua cadeia agroindustrial. “Esse investimento demonstra a importância da avicultura para as atividades da Coopavel, que abastece o mercado interno e exporta proteínas para mais de 40 países”, afirmou.

A ampliação da estrutura foi discutida durante reunião entre Grolli e o prefeito de Santa Tereza do Oeste, Amarildo Rigolin. No encontro, o prefeito confirmou a pavimentação da estrada rural que dá acesso ao complexo de matrizeiros, na região de Gonçalves Dias.

A obra deve melhorar as condições de transporte de insumos e do escoamento da produção, além de beneficiar moradores da comunidade rural.

Segundo Rigolin, o investimento da Coopavel fortalece a economia local e amplia as oportunidades de desenvolvimento do município, impulsionado por uma das principais cadeias produtivas do Oeste paranaense.

Fonte: Assessoria Coopavel

Avicultura

Paraná reforça liderança na avicultura com novos investimentos de R$ 475 milhões da Seara

Empresa quer tornar o Estado autossuficiente em toda a cadeia de produção de frangos, da genética ao abate, enquanto reúne 2 mil produtores para discutir tecnologia e produtividade.

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Foto: Roberto Dziura Jr/AEN

O Paraná, líder nacional na produção e exportação de carne de frango, deve ampliar ainda mais seu protagonismo na avicultura. Durante a primeira edição da Feira Aves Seara, realizada na sexta-feira (26), em Arapongas, a empresa reafirmou investimentos de R$ 475 milhões no Estado, incluindo a implantação de uma granja de genética em Cerro Azul e recursos para financiar a construção e modernização de aviários.

Foto: Roberto Dziura Jr/AEN

O evento reuniu cerca de 2 mil produtores integrados de frangos de corte e matrizes do Paraná e de Mato Grosso do Sul, além de especialistas, fornecedores de tecnologia e representantes do setor.

Segundo dados apresentados durante a feira, o Paraná responde por 34% da produção nacional e 36% das exportações brasileiras de carne de frango. Em 2025, o Estado registrou um recorde de 2,29 bilhões de aves abatidas. “Empresas como a Seara e a JBS, além das nossas cooperativas, fazem com que o Paraná seja o maior produtor de carne de frango do País, respondendo por mais de um terço de todo o volume nacional”, afirmou o governador em exercício, Darci Piana, ressaltando: “Mais de 180 países compram a nossa produção. Feiras como esta ajudam o produtor a melhorar a qualidade e aumentar a capacidade de produção, podendo conquistar novos mercados.”

Um dos principais projetos da Seara é a construção de uma granja de genética em Cerro Azul, na Região Metropolitana

Foto: Roberto Dziura Jr/AEN

de Curitiba, com investimento de R$ 175 milhões. A unidade será responsável pela produção de matrizes e integra a estratégia da empresa de concentrar no Paraná todas as etapas da cadeia produtiva. “O Paraná é muito importante para nós. Estamos fazendo um investimento relevante para trazer o topo da cadeia de aves para cá, com a construção de uma granja de genética. Com isso, faremos do Estado um cluster autossuficiente, desde a avó, a matriz e o frango”, afirmou o diretor-executivo de Agropecuária da Seara, José Antonio Ribas Júnior.

Os outros R$ 300 milhões anunciados pela companhia serão destinados ao FIDC Paraná II, fundo estruturado em parceria com a Fomento Paraná para financiar investimentos em aviários de frangos de corte e matrizes. Desse montante, R$ 240 milhões serão aportados pela Seara e R$ 60 milhões pela instituição estadual.

Além dos anúncios, a Feira Aves Seara promoveu painéis técnicos e uma exposição com mais de 40 empresas fornecedoras de equipamentos, genética, nutrição, bem-estar animal e outras tecnologias voltadas à produção avícola. O objetivo foi apresentar soluções para aumentar a eficiência das granjas e ampliar a competitividade da cadeia produtiva.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura

Infraestrutura de frio e energia limpa reforçam liderança de Paranaguá nas exportações de frango

Ampliação do maior pátio de contêineres refrigerados do país e investimentos em eletrificação fortalecem a capacidade do porto para atender à crescente demanda internacional por proteína animal.

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Foto: Cláudio Neves/Portos do Paraná

A liderança do Porto de Paranaguá na exportação nacional de frango congelado ganhou um novo impulso nos primeiros cinco meses deste ano. O complexo portuário paranaense registrou uma mega movimentação do produto, consolidando o estado como o principal corredor de escoamento dessa proteína para o mercado global. Um dos critérios fundamentais para sustentar esse volume histórico é a robusta infraestrutura de frio disponível dentro do porto, que passou por importantes ampliações voltadas à eficiência e à sustentabilidade.

Foto: Cláudio Neves/Portos do Paraná

Parte da estrutura que dá suporte às exportações do agronegócio é o pátio do terminal, equipado com 5.280 tomadas elétricas dedicadas aos contêineres refrigerados utilizados para acondicionar os mais variados tipos de proteínas de origem animal.

Toda a operação de refrigeração dessa estrutura é integralmente sustentada por energia elétrica de origem renovável, certificada internacionalmente por meio do sistema I-REC, que atesta o uso de fontes limpas. O modelo contribui diretamente para a redução da pegada de carbono no porto e reforça a política de sustentabilidade capitaneada pela empresa pública Portos do Paraná.

O diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia da Silva, destaca que a expansão reflete o compromisso

Foto: Cláudio Neves/Portos do Paraná

da autoridade portuária em dar suporte ao crescimento sustentável das operações. “A consolidação do maior pátio reefer do país em Paranaguá demonstra a nossa capacidade de responder rapidamente às exigências do mercado internacional. Unir essa eficiência logística ao uso de energia 100% renovável eleva o padrão de competitividade do nosso estado, garantindo uma cadeia de exportação mais limpa e segura”, afirma.

No campo da transição energética da infraestrutura, foi implementado um projeto-piloto de eletrificação de equipamentos de pátio, com a conversão de três RTGs (guindastes sobre pneus utilizados na movimentação de contêineres) de operação a diesel para energia elétrica na área ferroviária. O terminal conta com 40 equipamentos desse tipo em operação, e a iniciativa representa a primeira etapa de testes para eventual ampliação do modelo sustentável no complexo.

Foto: Cláudio Neves/Portos do Paraná

A infraestrutura energética do porto inclui ainda uma nova subestação do tipo GIS (Gas Insulated Substation), tecnologia de alta confiabilidade isolada a gás para distribuição elétrica. O terminal, controlado pelo grupo CMPort, mantém um histórico recente de investimentos da ordem de R$ 500 milhões aplicados em expansão e modernização operacional. Um novo ciclo de aportes, estimado em cerca de R$ 1,5 bilhão, encontra-se em fase de estruturação e deverá ser formalizado junto à autoridade portuária em etapa futura.

Garcia reforça que esse volume de investimentos consolida o planejamento estratégico desenhado para o complexo. “A modernização energética e os aportes estruturantes que acompanhamos no porto mostram que Paranaguá se antecipa às demandas globais. Nosso papel como autoridade portuária é garantir que essa expansão técnica aconteça em total sintonia com a eficiência operacional e o respeito ambiental, mantendo o Paraná na vanguarda da infraestrutura

Foto: Cláudio Neves/Portos do Paraná

portuária nacional”, salienta

Certificação ISO 50001

Alinhado à gestão eficiente de energia, o terminal possui certificação ISO 50001 e mantém metas relacionadas à redução de emissões de gases de efeito estufa e ao aumento da eficiência operacional, em consonância com os padrões internacionais de sustentabilidade adotados pelo porto.

A movimentação logística do complexo atende uma das principais cadeias exportadoras do país, com destaque para o setor de proteínas animais destinadas a mercados da Ásia, América do Norte, Oriente Médio e Europa.

As iniciativas fazem parte das ações de modernização da infraestrutura portuária de Paranaguá e ampliam a competitividade do sistema logístico paranaense no cenário internacional, com foco em eficiência, sustentabilidade e integração às cadeias globais de comércio.

Fonte: AEN-PR
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Avicultura

Queda da demanda pressiona preços dos ovos na segunda quinzena de junho

Com consumo enfraquecido no fim do mês, produtores reduzem valores para manter o escoamento e já avaliam ajustes na oferta para o período de férias escolares.

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Foto: Giovanna Curado

Após um período de estabilidade na primeira metade de junho, o mercado de ovos registrou desaceleração nas negociações e voltou a apresentar queda nas cotações nas regiões monitoradas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Foto: Shutterstock

Segundo o centro de pesquisas, a retração da demanda pela proteína, comportamento comum na segunda quinzena do mês, aumentou a pressão sobre os preços. Diante do ritmo mais lento das vendas, produtores passaram a conceder descontos para garantir o escoamento da produção.

A atenção do setor agora se volta para julho, quando o período de férias escolares costuma reduzir ainda mais o consumo de ovos. Com expectativa de demanda enfraquecida, agentes de mercado acompanham de perto a evolução das vendas e avaliam estratégias para equilibrar a oferta.

Em algumas regiões, produtores já relatam a programação do descarte de poedeiras mais velhas como forma de reduzir a disponibilidade de ovos no mercado interno e minimizar quedas mais acentuadas nas cotações nas próximas semanas, conforme apontam pesquisadores do Cepea.

Fonte: O Presente Rural
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