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Notícias Suinocultura

Coopavel expande a área de suínos e abre oportunidades a novos integrados

Com os investimentos de R$ 220 milhões, a cooperativa amplia estruturas, aumenta a produção de suínos e eleva o volume de abate no frigorífico

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Atenta ao cenário mundial de carnes e às oportunidades que ele oferece, a Coopavel investe há cinco anos em um meticuloso projeto de ampliação da área de suínos. Com os investimentos em curso, que alcançarão a cifra de R$ 220 milhões, a cooperativa amplia estruturas, aumenta a produção de suínos e eleva o volume de abate no frigorífico.

A ampliação na estrutura da UPL (Unidade de Produção de Leitões) chega a cem mil metros quadrados e, com isso, a Coopavel passa ainda neste ano a abrigar 12,6 mil matrizes que garantirão produção superior a 400 mil animais por ano. Em 2023, a cooperativa contará com 20 mil matrizes alojadas, com capacidade para produzir mais de 660 mil animais/ano.

Com operação em dois turnos, o frigorífico eleva o abate diário de 1,8 mil para 3 mil cabeças por dia. “A suinocultura experimenta um momento especial e a tendência é de crescimento, por isso estamos investindo no setor”, diz o presidente Dilvo Grolli.

Integração

A Coopavel atua na área de integração e abate de suínos desde a década de 1980. Atualmente, mantém parceria com 110 integrados estabelecidos em um raio de 80 quilômetros. Para fazer frente a esse novo momento da suinocultura na cooperativa, ela amplia e abre oportunidades a novos produtores rurais interessados em investir na atividade. “Queremos incorporar pelo menos mais 100 propriedades, já que precisamos abrir espaço para pelo menos 100 mil leitões por ano”, diz o médico veterinário Gustavo Bernart, da área de Fomento à Suinocultura da Coopavel.

Gustavo informa que inúmeros investimentos e melhorias têm sido feitos nos últimos anos para levar a Coopavel à condição de excelência na produção de suínos. “Quando o projeto de expansão estiver concluído, a UPL contará com 20 mil matrizes alojadas que então terão capacidade para produzir mais de 660 mil animais por ano”. A cooperativa observa também cuidados com normas sanitárias, ambientais, sustentabilidade e otimização de resultados. “Queremos atender o mercado com excelência e abrir novas oportunidades aos nossos associados”, afirma o gerente da UPL Marcos Jovani Sipp.

A Coopavel entra na parceria com assistência técnica (construção – são dois sistemas: convencional com comedouro funil e outro mais moderno com tratador robotizado -, financiamento e orientações técnicas), fornecimento de leitões, rações, medicamentos e insumos, e transporte. O criador consegue tirar até três lotes por ano e o retorno vem da conversão alimentar e do controle de mortalidade.

Ao participar do projeto suinícola da Coopavel o cooperado encontra melhor potencial genético, sistemas integrados de criação, execução de um processo de excelência, animais saudáveis de alta qualidade, suporte técnico completo e assistência veterinária durante todo o ciclo, ressalta Gustavo Bernart. Para saber mais sobre o projeto de expansão da suinocultura e de como participar basta entrar em contato pelos telefones (45) 3218-5098 ou 3218-5060.

Fonte: Assessoria
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Notícias Leite

Produtores e técnicos de cooperativa participam de capacitação do Programa Balde Cheio

Nessa capacitação inicial foi realizada uma entrevista com os quatro produtores envolvidos que participaram juntamente com o técnico da cooperativa que vai fazer o acompanhamento

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Técnicos e produtores rurais vinculados à Cooperativa Mista de Pequenos Agricultores da Região Sul, (Coopar) participaram de capacitação do Programa Balde Cheio na última quinta-feira (29/07). A capacitação foi realizada de forma virtual e contou com a presença do instrutor do programa, Juliano Alarcon Fabrício, e com os coordenadores do Balde Cheio no Rio Grande do Sul (RS), a pesquisadora Renata Suñé, da Embrapa Pecuária Sul, e o analista Sergio Bender, da Embrapa Clima Temperado.

A Coopar, sediada em São Lourenço do Sul, é mais uma entidade a participar do Balde Cheio e terá o acompanhamento técnico de quatro produtores de leite da região. Para Estevão Kunde, diretor técnico da Coopar, o projeto chega em um momento em que a atividade cresce na região, mas que precisa de mais tecnologia e conhecimento para avançar. “O projeto propicia uma aproximação entre técnicos e produtores, com grandes possibilidades de desenvolvimento para ambos”. Já o analista da Embrapa, Sérgio Bender, ressaltou que o Balde Cheio ajuda a mudar a realidade de produtores familiares, sempre com a estreita participação dos próprios produtores e dos técnicos.

Nessa capacitação inicial foi realizada uma entrevista com os quatro produtores envolvidos que participaram juntamente com o técnico da cooperativa que vai fazer o acompanhamento. O instrutor do programa no RS, Juliano Fabrício, fez diferentes perguntas sobre a atividade nas propriedades, como o tamanho da área utilizada para a produção de leite, número de vacas em lactação, tipos de pastagens utilizadas no inverno e no verão, entre outras. Segundo o instrutor, um primeiro passo é o próprio produtor conhecer melhor a atividade e o meio é fazer o registro de todas as questões relacionadas à produção e comercialização. “É preciso ter dados econômicos, dados sobre a produção leiteira, da produtividade de cada vaca, dados climáticos e tudo mais que tem relação direta com a atividade”.

No Rio Grande do Sul o programa foi retomado há mais de dois anos e hoje já está presente em várias propriedades de diferentes regiões. De acordo com a pesquisadora Renata Suñé, cada uma das unidades atendidas tem suas metas e objetivos, que são detectadas e priorizadas entre os técnicos e os produtores. “Já temos observados ganhos em várias propriedades, sempre de acordo com os objetivos de cada produtor, seja o aumento da oferta de forragem, aumento da produtividade por vaca, a qualidade do leite, entre outras questões relacionadas à atividade”.

Balde Cheio

O Balde Cheio é uma metodologia de transferência de tecnologia que tem o objetivo de capacitar profissionais da assistência técnica, extensão rural e pecuaristas em técnicas, práticas e processos agrícolas, zootécnicos, gerenciais e ambientais. As tecnologias são adaptadas regionalmente em propriedades que se transformam em salas de aula. Sem apresentar um modelo pronto, o programa leva em conta as características de cada propriedade e o perfil de cada produtor.

A metodologia parte de um diagnóstico do estabelecimento rural e, a partir daí, com o acordo do técnico e do produtor, estabelece metas e um planejamento para alcançá-las. Estes ajustes ou mudanças vão desde a melhoria na produção de forragem para os animais até o controle zootécnico do rebanho e um melhor gerenciamento e organização da propriedade.

Fonte: Assessoria
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Notícias Suinocultura

Nova instrução normativa de bem-estar animal nas granjas brasileiras é tema de evento on-line promovido pela ASES e ABCS

O evento aconteceu na última quinta-feira (29), e contou com a participação dos associados da ASES, técnicos, profissionais da área de suinocultura e demais interessados.

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A nova instrução normativa (IN 113/2020) que visa as adequações de manejo e as instalações para o bem-estar animal nas granjas suinícolas brasileiras foi tema de um evento on-line promovido pela ASES, em parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), na última quinta-feira (29).

Sendo promovido por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS) e tendo o apoio dos frigoríficos Cofril, Mosquini e Zuculoto, a abertura do encontro contou com as falas do presidente da ASES, Jayme Meroto, da diretora técnica da ABCS, Charli Ludtke, através de um vídeo enviado, e da coordenação do evento ficou por conta do diretor executivo da ASES, Nélio Hand.

Em seguida, o público participante, que foi composto por associados da ASES, técnicos, profissionais da área de suinocultura e demais interessados, pôde acompanhar a palestra do médico-veterinário e consultor de Mercado da ABCS, Iuri Machado, que, logo de início, destacou a importância de se promover o bem-estar animal (BEA).

Iuri também apresentou um histórico recente da situação do bem-estar animal no Brasil, explicou as exigências mínimas de manejo e instalação nas granjas – enfatizando os prazos para adequações, e fez um comparativo entre as exigências da normativa e as tendências de exigências do varejo. Além disso, o palestrante explanou sobre a portaria Nº 365/2021, que foi recentemente publicada, que regulamenta o manejo pré-abate e de abate.

O público pôde participar do evento por meio de perguntas que foram endereçadas e respondidas pelo palestrante. Nélio fez um balanço do evento e destacou a parceria com a ABCS que vem resultando em diversos eventos e treinamentos para os associados da ASES.

“Muito importantes essas parcerias entre a ABCS e a ASES para que possamos levar a informação precisa ao suinocultor capixaba. Esse, a propósito, tem sido um dos focos do trabalho da associação: levar informação, e orientação aos associados da ASES para que possam estar atentos e acompanhem a realidade e evolução da suinocultura em muitos aspectos, inclusive em relação ao bem-estar animal, que vem sendo alvo de amplas discussões nos últimos anos e que foi muito bem detalhado pelo palestrante Iuri Machado em nosso treinamento”, encerrou Nélio.

Fonte: Assessoria
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Notícias Cooperativismo

C.Vale e Cooatol oficializam processo de incorporação

Anuncio foi feito após aprovação em assembleia na manhã dessa sexta (30)

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Em assembleia geral extraordinária realizada em conjunto na manhã dessa sexta(30), foi aprovado a incorporação da Cooatol a Cooperativa C. Vale.

Sede da Cooatol em Toledo-PR

O objetivo dessa união visa potencializar as atividades operacionais das 19 unidades de recebimento da Cooatol, garantindo maior escala na originação de grãos, oferta de insumos e bens de produção aos seus cooperados e clientes.

Outra vantagem para os associados da Cooatol é uma garantia de crescimento contínuo e sustentável, com garantia de assistência técnica, fomento e ampliação na matriz de negócios.

 

Veja na integra, o que diz o comunicado emitido pelas cooperativas:

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