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Notícias Avicultura

Coopavel é premiada por multinacional em genética de aves

Lote da cooperativa de 193,05 ovos por fêmea ficou entre os quatro melhores da América do Sul e segundo melhor do Brasil

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Placa em reconhecimento entregue pela Cobb à Coopavel - Fotos: divulgação

A Coopavel é destaque em recente anúncio feito pela Cobb, empresa norte-americana que é uma das maiores do mundo em genética para aves. A cooperativa apresentou o melhor desempenho em produtividade no lote de número 115, com produção total por fêmea de 193,05 ovos. Essa performance coloca a Coopavel entre os quatro melhores lotes da América do Sul, o segundo melhor do Brasil e o melhor do Paraná. O reconhecimento, conquistado pela primeira vez pela cooperativa com sede em Cascavel, refere-se a desempenho alcançado no ano de 2019.

Há muito tempo a multinacional conta com um trabalho de acompanhamento, junto aos seus clientes, para aferir anualmente a performance na produção. “É um reconhecimento importante, que demonstra que os investimentos e o método de trabalho empregado pela cooperativa nessa área, que é tão concorrida, estão na direção certa”, diz o presidente Dilvo Grolli. A Coopavel investe na avicultura em escala comercial há quase 23 anos e exporta para mais de 30 países.

 

Junção de fatores

O gerente de Matrizes e Incubatório da Coopavel, o médico veterinário Marcos Adriano Scalco, informa que o desempenho do lote premiado pela Cobb é o resultado de uma junção de fatores. “Devido ao manejo dedicado da equipe em cuidar das aves desde o primeiro dia, ao bom acompanhamento da fornecedora de genética, que mantém pessoal técnico de alto nível sempre à disposição, e ao esforço coletivo para buscar o melhor desempenho e performance de cada lote”.

Marcos afirma que o reconhecimento da Cobb é uma conquista importante para a Coopavel. “Trabalhamos muito e de forma intensa de olho no aumento da produtividade gerando, consequentemente, mais lucratividade para a Coopavel e também aos seus integrados, que receberão aves ainda melhores para o processo de confinamento”. Quanto mais ovos se produz, mais diluem os custos e mais pintinhos são entregues ao cooperado de fomento de frango da cooperativa, conforme o gerente.

 

Autossuficiente

Pintinhos de um dia, que são fornecidos aos cooperados da área de fomento e também comercializados a terceiros

A Coopavel é uma das cooperativas que dominam todo o ciclo da avicultura, da produção dos pintinhos de um dia ao abate diário de milhares de cabeças em seu frigorífico. Na parceria, a Cobb envia para a cooperativa a matriz de um dia, que vai se transformar na produtora de ovos de um dia e pintinhos. Machos e fêmeas são alojados em aviários separados e com 22 semanas a matriz, que até então estava nas granjas de crescimento, são transferidas para os aviários de produção da própria cooperativa, onde permanecerão por mais 44 semanas.

A produção de ovos dessas matrizes, segundo Marcos Scalco, começa na 25ª semana e se estende até a 66ª. Além de ser autossuficiente para produção de ovos e de pintinhos de um dia, a cooperativa também faz a comercialização para terceiros, principalmente de ovos. De olho no cenário futuro e boas perspectivas à atividade, a Coopavel investe na ampliação de estruturas físicas de seus matrizeiros de aves. Isso permitirá, segundo o gerente, ampliar ainda mais a produção.

 

Fonte: Ass. Coopavel
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Notícias Análise do Cepea

Com desvalorização dos ovos, relação de troca por milho é a pior da história

Na média parcial de janeiro, o avicultor pôde comprar 38,3 quilos do insumo (mercado de lotes da região de Campinas) com a venda de uma caixa de ovos brancos, a menor quantidade em um ano, considerando-se a série mensal, e ainda 20,8% menor que a média de dezembro.

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Arquivo OP Rural

Com os ovos desvalorizados e os preços do milho e do farelo de soja em alta, o poder de compra do avicultor de postura recuou na parcial deste mês (até o dia 20).

Considerando-se o milho, especificamente, a relação de troca em janeiro é a mais desfavorável ao avicultor em toda a série histórica do Cepea, iniciada em 2013 – na média parcial do mês, foi possível ao produtor de Bastos (SP) a compra de 65,9 quilos do cereal com a venda de uma caixa de 30 dúzias de ovos brancos tipo extra, considerando-se o preço do milho na região de Campinas (SP) – Indicador ESALQ/BM&FBovespa.

Esse volume é o menor da série e ainda 14,9% inferior ao registrado em dezembro.

Segundo pesquisadores do Cepea, as cotações do milho estão em forte alta neste mês, impulsionadas pela restrição de vendedores – devido às incertezas quanto à produtividade das lavouras – e pela demanda elevada.

Quanto ao farelo de soja, após o recuo dos preços na maior parte do segundo semestre de 2021, os valores passaram a subir em dezembro, principalmente por conta do alto valor da matéria-prima e da firme procura.

Assim, na média parcial de janeiro, o avicultor pôde comprar 38,3 quilos do insumo (mercado de lotes da região de Campinas) com a venda de uma caixa de ovos brancos, a menor quantidade em um ano, considerando-se a série mensal, e ainda 20,8% menor que a média de dezembro.

Fonte: Cepea
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Notícias Incertezas da produção nacional

Diferença entre preços pedidos e ofertados limita comercialização da soja no Brasil 

Agentes do Cepea indicam a possibilidade de maiores demandas doméstica e internacional nesta temporada, o que tem deixado produtores reticentes nas negociações do remanescente da safra 2020/2021 e também de contratos a termo da safra 2021/2022.

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Arquivo OP Rural

Incertezas quanto à produção nacional de soja, expectativas de maior demanda e a recente desvalorização cambial (US$/R$) ampliaram a disparidade entre os preços pedidos e ofertados pela oleaginosa, limitando a liquidez no mercado brasileiro.

De um lado, produtores, especialmente os da região Sul, relatam grandes perdas na produção devido à escassez hídrica no principal período de desenvolvimento das lavouras.

De outro, agentes consultados pelo Cepea apontam que as produções nas demais regiões do Brasil devem ser volumosas, compensando boa parte das perdas no Sul.

Agentes também indicam a possibilidade de maiores demandas doméstica e internacional nesta temporada, o que tem deixado produtores reticentes nas negociações do remanescente da safra 2020/2021 e também de contratos a termo da safra 2021/2022.

Consumidores também estiveram cautelosos nos últimos dias, diante da desvalorização do dólar e da expectativa da entrada da nova safra.

No spot nacional, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná subiu 1,5% entre 14 e 21 de janeiro, a R$ 177,33/sc de 60 kg na sexta-feira (21).

O Indicador ESALQ/BM&FBovespa Paranaguá (PR) registrou alta de 2%, no mesmo comparativo, a R$ 180,15/sc de 60 kg no dia 21.

Dentre as regiões brasileiras, entretanto, os preços registraram direções distintas.

O dólar registrou queda de 1,17% entre as duas últimas sextas-feiras, a R$ 5,457 no dia 21.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Cepea

Ritmo de negócios é lento, mas cotações do milho seguem em alta

As consecutivas valorizações têm preocupado compradores, que reportam dificuldades para recompor estoques.

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Arquivo OP Rural

Os preços do milho continuam em alta no mercado físico nacional, mesmo com o início da colheita da primeira safra no Sul.

Segundo colaboradores do Cepea, as consecutivas valorizações têm preocupado compradores, que reportam dificuldades para recompor estoques.

No Estado de São Paulo, especificamente, mesmo com o aumento da oferta do Centro-Oeste, demandantes têm preferido comprar o cereal paulista, que estava nos armazéns desde a colheita da segunda safra.

Porém, menores volumes – a preços mais altos – têm sido adquiridos, mas com entrega rápida.

Entre 14 e 21 de janeiro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), subiu 1,6%, fechando a R$ 98,33/saca de 60 kg na sexta-feira (21), acumulando 15 dias consecutivos de alta e voltando aos patamares de agosto de 2021.

Fonte: Cepea
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