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Coopavel comemora 48 anos no sábado

Cooperativa foi criada em 15 de dezembro de 1970 por um grupo formado por 42 produtores rurais

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Sede administrativa da Coopavel, localizada no km 591 da BR-277, em Cascavel - Foto: Assessoria

A Coopavel Cooperativa Agroindustrial comemora no sábado seus 48 anos de constituição. Ela foi criada em 15 de dezembro de 1970 por um grupo formado por 42 produtores rurais. O desafio era oferecer uma nova opção aos produtores rurais, que na época dependiam integralmente de grandes empresas nacionais e estrangeiras do setor de grãos, diz o segundo presidente da Coopavel, Roberto Wipych.

Os agricultores definiram em assembleia pela criação da cooperativa, uma das mais antigas e bem-sucedidas do Oeste do Paraná, escolheu Adolfo Cortese como primeiro presidente. A Cortese e a Wipych, juntamente com suas diretorias, coube a missão de iniciar o processo de estruturação física e industrial da Coopavel, que segue em ritmo intenso desde então.

“Na época da fundação o conceito de cooperativismo era ainda muito jovem na região e tudo era novidade aos agricultores convidados a cooperar. Felizmente, a mensagem foi entendida e a Coopavel prosperou”, lembra Wipych. O modelo de cooperação, baseado em sete princípios, tem origem na cidade inglesa de Rochdale, em 1844. O projeto dos tecelões ganhou o mundo e atualmente há mais de 1,2 bilhão de cooperados nos cinco continentes, com movimentação anual de riquezas superior a R$ 20 trilhões.

 

Desenvolvimento

O crescimento da economia do Oeste do Paraná está fortemente ligado à trajetória da Coopavel, que sempre teve plano estratégico de fortalecimento e de sustentação aos produtores rurais e à economia regional, afirma o atual presidente, Dilvo Grolli. Ele lembra que, atualmente, a Coopavel é uma das maiores empregadoras do Paraná (tem 5,2 mil colaboradores e 5,5 mil cooperados) e está entre as 50 maiores empresas do Sul do Brasil e entre as 250 maiores do País. A riqueza gerada pela cooperativa, na casa de R$ 2,5 bilhões por ano, fica toda na região Oeste do Paraná, ressalta Dilvo.

A cooperativa iniciou suas atividades na área de grãos e, gradualmente, diversificou suas atividades. Atualmente, ela atua nos setores da avicultura, suinocultura, indústrias de óleo, de trigo, de fertilizantes e têm quatro fábricas de ração, além de 28 unidades espalhadas por municípios do Oeste e do Sudoeste do Paraná. Um dos eventos para o campo mais conhecidos e conceituados do mundo, o Show Rural Coopavel, é organizado pela cooperativa. Criado em 1989, a missão deve é aproximar os agricultores de novas tecnologias que, colocadas em prática, aumentam a produtividade e a qualidade das safras, com mais rentabilidade à família rural.

O presidente da cooperativa é o agropecuarista Dilvo Grolli – Foto: Assessoria

Fonte: Assessoria
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Notícias Oportunidade de Negócios

Instituições financeiras oferecerão R$ 3 bi em crédito no Show Rural

Organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões

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Divulgação

Os bancos e as cooperativas de crédito que estarão presentes no Show Rural Coopavel 2019 vão disponibilizar R$ 3 bilhões aos produtores rurais que desejarem financiar máquinas, implementos ou fazer outros investimentos em suas propriedades. As taxas e prazos oferecidos serão os melhores do mercado.

O 31º Show Rural Coopavel terá a presença do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander,. BRDE e as principais cooperativas de crédito do País, entre elas Sicredi, Sicoob, Cresol e Credicoopavel. Os organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões.

O Show Rural Coopavel será de 4 a 8 de fevereiro e contará com 520 expositores. O público esperado é 250 mil pessoas. Uma das principais novidades desta 31ª edição é o Show Rural Digital, que contará com a participação de algumas das maiores empresas do mundo de tecnologia e inovação.

Fonte: Assessoria
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Notícias Tudo sobre avicultura

FACTA lança edição ampliada e revisada do livro “Produção de matrizes de frangos de corte”

Exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves

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Divulgação/Assessoria

A Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas (FACTA) lança a 3ª edição do livro “Produção de matrizes de frango de corte”, ampliada e com conteúdo revisado. A obra envolveu mais de 35 profissionais, sendo alguns colaboradores de empresas fortemente comprometidas com o setor avícola, bem como pesquisadores do mundo acadêmico.

O exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves, como o entendimento dos aspectos fisiológicos dos machos e das fêmeas, o manejo alimentar, as principais doenças e formas de tratamento, a relevância da casca dos ovos, ambiência, biosseguridade, o dimensionamento e gerenciamento das granjas de produção, dentre outros assuntos, que são abordados com profundidade, mas de forma didática, com ilustrações, tabelas e figuras, que facilitam o entendimento do texto.

O livro foi editado pelos membros da FACTA: Marcos Macari, Elisabeth Gonzales, Inaldo Sales Patrocínio e Neyre Norie Shiroma, com apoio da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e das empresas Alltech do Brasil, Biocamp, Cargill Alimentos, Cobb-Vantress Brasil, Nutriquest Technofeed Nutrição Animal, Ceva Saúde Animal e Zoetis Indústria de Produtos Veterinários.

O livro pode ser adquirido no site da FACTA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Externo

Cinco unidades de frango do Brasil são desabilitadas a exportar a sauditas

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial

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Arquivo/OP Rural

Na segunda-feira (21) o serviço sanitário da Arábia Saudita apresentou o relatório das empresas brasileiras habilitadas a exportar para o país. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) a autorização se mantém para 25 plantas frigoríficas brasileiras de carne de frango. Atualmente, 58 plantas são habilitadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a exportar, mas somente 30 embarcam produtos efetivamente.

A ABPA informou em nota oficial que o impacto da decisão, portanto, é sobre cinco plantas frigoríficas, que deixam de exportar para o país. “As empresas autorizadas constam em uma lista divulgada pelas autoridades sauditas. As razões informadas para a não-autorização das demais plantas habilitadas decorrem de critérios técnicos. Planos de ação corretiva estão em implementação para a retomada das autorizações”, diz a nota.

A Associação comunicou que está em contato com o Governo Brasileiro para que, em tratativa com o Reino da Arábia Saudita, sejam resolvidos os eventuais questionamentos e incluídas as demais plantas. “Além disto, as plantas que hoje não estão habilitadas contarão com o apoio do Ministério para obter a autorização para exportar a este mercado”, afirma a ABPA.

Segundo o MAPA, o grupo habilitado respondeu no ano passado por 63% do volume das exportações brasileiras de carne de frango – porcentagem que correspondeu a 437 mil toneladas – para a Arábia Saudita.

Além do mais, o Ministério ainda está examinando o relatório e encaminhará aos estabelecimentos as recomendações apresentadas.

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial.

Fonte: O Presente Rural
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