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Cooasgo inicia povoamento da Granja Rio Verde, uma das mais modernas do Brasil

Com investimentos de R$ 55 milhões, a unidade instalada em Rio Verde de Mato Grosso (MS), terá capacidade para alojar 5 mil fêmeas, operando com o uso de sistemas de alta eficiência em biossegurança e com tecnologias de ponta para a multiplicação de material genético Agroceres PIC.

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Foto: Divulgação COOASGO

A Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (Cooasgo) deu início ao povoamento da Granja Rio Verde, uma das mais modernas unidades de produção de suínos do País. Resultado de um investimento de R$ 55 milhões, a Granja Rio Verde vai operar como Núcleo Filial de Rebanho Fechado e será uma das maiores unidades desse tipo dentro da rede de Multiplicação da Agroceres PIC. Ao todo, serão cinco mil fêmeas alojadas, entre avós e bisavós, e capacidade para produzir um volume superior a 160 mil animais por ano, dentre os quais 40 mil matrizes Camborough.

“Esse novo investimento é muito importante para a Cooasgo. Trata-se de um marco para nosso negócio de suínos. Temos absoluta convicção de que esse empreendimento vai ajudar a desenvolver ainda mais a suinocultura de nossa região, oferecendo aos suinocultores produtos e soluções genéticas de ponta”, afirma Sergio Luiz Marcon, presidente da Cooasgo.

Já Rainer Goehr, diretor secretário da cooperativa, ressalta que a Cooasgo tem planos muito bem definidos para sua área de suinocultura e que a Granja Rio Verde é uma “peça-chave” nessa estratégia. “A Granja Rio Verde é o primeiro passo de um modelo pensado para garantir competitividade e lucratividade aos nossos associados e para dar sustentação a expansão de nossa área de suinocultura nos próximos anos”, afirma o diretor.

 

Alto padrão tecnológico e sanitário

Com 40,5 mil m² de área construída, a Granja Rio Verde tem como principal característica o elevado padrão tecnológico e sanitário. Todos os processos produtivos são automatizados e as instalações climatizadas. O local escolhido para a construção da unidade foi definido a partir de um criterioso estudo. Tudo para garantir o mais elevado status sanitário.

A unidade da Cooasgo irá operar com sistema de monitoramento genético para produção fechada AGPIC Plus. Com o foco voltado à máxima sanidade, o programa promove a auto reposição do plantel por meio da Genética Líquida Agroceres PIC, minimizando o risco de introdução de agentes infecciosos, além de proporcionar um progresso genético consistente, aumentando a eficiência produtiva dos plantéis.

Para Alexandre Rosa, diretor Superintendente da Agroceres PIC, essa nova granja núcleo não apenas fortalece a atuação da Cooasgo na suinocultura do Centro-Oeste, como agrega valor aos produtos e resultados do segmento de suínos da cooperativa. “A Cooasgo realiza um trabalho muito importante para o desenvolvimento da suinocultura. Com essa unidade de produção, que possui altíssimo nível tecnológico e sanitário, a cooperativa dá um grande salto e inaugura uma nova etapa em seu negócio de suínos”, afirma o executivo. “Para nós da Agroceres PIC é motivo de grande orgulho participar desse projeto. Além de reforçar a parceria que temos com a Cooasgo, a Granja Rio Verde é parte essencial de nosso planejamento estratégico de ampliar nossa capacidade de produção de matrizes Camborough para atender o mercado brasileiro”, observa.Com investimentos de R$ 55 milhões, a unidade instalada em Rio Verde de Mato Grosso (MS), terá capacidade para alojar 5 mil fêmeas, operando com o uso de sistemas de alta eficiência em biossegurança e com tecnologias de ponta para a multiplicação de material genético Agroceres PIC.

Criada há 28 anos, a Cooasgo tem sua atuação centrada na recepção de grãos (milho, soja e sorgo), produção de ração, comercialização de combustíveis e bovinocultura. A maior força da Cooasgo, entretanto, está na produção e comercialização de suínos. A cooperativa conta, atualmente, com 14 mil matrizes em produção, sendo 10 mil matrizes próprias e 4 mil de seus associados. Com a inauguração da Granja Rio Verde, a Cooasgo amplia sua base produtiva para 19 mil matrizes em produção. De olho no futuro, a cooperativa projeta novos investimentos nos próximos 5 anos. Entre eles, a construção de três modernas Unidades de Produção de Desmamados (UPDs), que elevará o plantel reprodutivo da Cooasgo para 35 mil matrizes.

Fonte: Assessoria

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Cobb premia empresas do Brasil e da América Latina por excelência em eclosão e produção de ovos

Reconhecimento aconteceu durante o Encontro Empresarial 2026, realizado em Atibaia (SP)

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Avícola Warnes foi destaque na categoria índice de eclosão, com resultado de 87% - Fotos: Assessoria

A GTF conquistou o reconhecimento pelo melhor índice de eclosão do Brasil.

As empresas brasileiras GTF e Alvorada foram homenageadas com o prêmio Melhores Lotes Cobb do Brasil, referente aos resultados obtidos em 2025, durante o Encontro Empresarial Cobb 2026. A cerimônia também reconheceu a empresa CMI Honduras e a boliviana Avícola Warnes pelos melhores desempenhos registrados em seus respectivos mercados. A entrega dos troféus ocorreu em 14 de maio, em Atibaia (SP).

A GTF conquistou o reconhecimento pelo melhor índice de eclosão do Brasil. A empresa alcançou índice de 85,5% e foi representada pelos diretores Cesar Assmann, Rafael Tortola, Leonardo Tortola e Ciliomar Tortola.

Alvorada registrou a maior média de produção de ovos por fêmea do Brasil

Já a Alvorada registrou a maior média de produção de ovos por fêmea do Brasil, com resultado de 197,4 ovos. O troféu foi recebido pelos diretores Nura Bichara, André Pessamilio, Eliane Silva e Fernando Vieira.

Pela América Central, a CMI Honduras recebeu reconhecimento duplo ao registrar os melhores resultados da região tanto em índice de eclosão quanto em produção total de ovos por fêmea. A companhia alcançou 89,2% de eclosão e média de 207,1 ovos, foi representada na premiação pelos diretores Emilio Porta e Jorge Duque.

CMI Honduras recebeu reconhecimento duplo ao registrar os melhores resultados da região tanto em índice de eclosão quanto em produção total de ovos por fêmea

Pela América do Sul, a Avícola Warnes foi destaque na categoria índice de eclosão, com resultado de 87%. Os diretores Nestor Manuel Oropeza Talamas, Alejandra Beatriz Oropeza Talamas e Marcelo Villa Quiroga receberam o troféu durante o encontro, que reuniu lideranças da avicultura latino-americana.

“Vivemos dias de troca de experiências, aprendizado e fortalecimento de parcerias durante o Encontro Empresarial 2026. A premiação dos Melhores Lotes Cobb é um reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelas empresas e equipes que alcançam resultados de excelência com nossos produtos. São indicadores que servem de referência para toda a indústria e demonstram o potencial de desempenho que pode ser alcançado com foco em gestão, genética e excelência operacional”, afirmou Cassiano Bevilaqua, diretor-associado de Marketing e Serviço Técnico da Cobb.

A entrega dos troféus foi realizada por Bernardo Gallo, vice-presidente da Cobb Latam, ao lado de Vitor Hugo Brandalize, diretor de Vendas e Serviço Técnico, Eduardo Loewen, diretor-associado de Serviço Técnico da Cobb no Brasil, Paulo Magro, gerente-sênior de Vendas para contas-chaves e Marketing, Luis Bellido, diretor comercial da Cobb para América Latina, e Cassiano Bevilaqua.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Unifrango investe mais de R$ 20 milhões em nova ampliação do centro de distribuição

Empresa reinveste lucro operacional para triplicar capacidade inicial da unidade, inaugurada em 2013, em Apucarana (PR), e atingir meta original de 24 mil posições até setembro.

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Foto: Divulgação/Unifrango

A Unifrango S/A está investindo mais de R$ 20 milhões em recursos próprios na nova etapa de ampliação do seu Centro de Distribuição (CD) em Apucarana (PR). Com 50% de execução, a obra vai agregar 4 mil posições pallets ao segundo maior CD do Paraná e um dos dez maiores do Brasil, consolidando o projeto original de 24 mil posições para produtos congelados, resfriados e secos.

A intervenção triplica a capacidade inicial de 8 mil posições, quando o local foi inaugurado, em 2013. Desde 2020, o espaço já passou por três ampliações para incrementar o número de posições. Pelo cronograma, a previsão de inauguração é para setembro, quando a Unifrango completa 25 anos de atuação como pool de empresas referência na comercialização, intermediação, logística e armazenamento de proteínas animais e produtos do agronegócio.

Segundo o presidente da Unifrango, Hugo Bongiorno, a projeção é aumentar em 20% o faturamento do CD com a ampliação de 20% da capacidade operacional, realizada apenas com reinvestimento de lucro operacional e sem financiamento bancário. “O mercado global demanda serviços de estocagem de forma crescente”, justifica, ressaltando que o CD atende tanto os acionistas da Unifrango quanto parceiros comerciais em uma localização estratégica, “no coração do Paraná”. “Essa ampliação acompanha o crescimento da indústria, que vem fazendo investimentos para ter mais espaço de armazenagem e ganha mais flexibilidade para atender aos clientes de congelados, resfriados e secos, tanto no atacado quanto no varejo, já que a estrutura conta com bases móveis”, detalha.

De acordo com o gerente de expansão da empresa, Roberto Pelle, atualmente, 30 a 40% do CD armazena produtos que não são proteína animal, como suco de laranja, polpa de açaí, margarina e gordura vegetal. Ele ressalta que a localização estratégica da unidade, situada entre vias rodoviárias e próxima a uma linha férrea, também favoreceu a decisão da expansão.

Enquanto aguarda licenças para implantação do terminal intermodal, a operação do CD de Apucarana é realizada por transporte rodoviário com conexão ao terminal intermodal de Cambé. “A Unifrango S/A diversificou sua atuação para incluir o varejo, utilizando caminhões menores para distribuição, e estuda a criação de armazéns para produtos secos, voltados aos setores de nutrição animal ou pet, para aproveitar a alta demanda desses segmentos”, revela Pelle.

Eficiência e tecnologia

O investimento superior a R$ 20 milhões na ampliação do CD engloba fundação, sistemas de prevenção de incêndio, licenciamentos, pavimentação e salas de máquinas. “O custo de construção por posição pallet tem sofrido ajustes ao longo dos anos, subindo de R$ 2,5 mil nas etapas iniciais para R$ 5 mil na atual”, compara o gerente de expansão.

A estrutura é moderna, altamente tecnológica e automatizada. Como exemplo, o gerente cita a utilização de gases refrigerantes, que são menos agressivos ao meio ambiente do que a amônia.

Além disso, a empresa usa energia autogerada para otimizar custos operacionais. “A eficiência energética é um ponto crítico, com a empresa possuindo energia comprada até 2029 a um custo competitivo e implementando sistemas de cogeração. A adoção da técnica de ´grid zero´ permite que a empresa consuma toda a energia gerada internamente”, aponta.

Sobre a Unifrango

Criada em 2001, para dar melhores oportunidades de negócios a pequenos e médios avicultores do Paraná e alguns municípios do Brasil, a Unifrango fornece suporte na comercialização, armazenamento, logística nacional e internacional, exportação, inteligência negocial, entre outros serviços.

Tornou-se uma das maiores empresas do agronegócio com toda a cadeia de produtos cárneos, atuando fortemente no segmento de bovinos, suínos, aves e peixes. Em 2013, abriu o Centro de Distribuição em Apucarana (PR), espaço em que oferece uma gama de serviços customizados voltados a atender às diferentes demandas do segmento. A empresa conta com um escritório em Maringá (PR) para suporte às operações.

Fonte: Assessoria Unifrango
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Empresas

Conselho global da Topigs Norsvin visita o Brasil para consolidar planejamento estratégico até 2030

Comitiva internacional cumpriu agenda em cooperativas e núcleos genéticos da região Sul para projetar expansão de mercado e novos investimentos na América do Sul

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O Brasil figura como o terceiro maior exportador mundial de carne suína e registrou uma produção superior a cinco milhões de toneladas de carne suína no ano de 2025. Além disso, o País oferece grande disponibilidade de grãos e uma forte base cooperativista e agroindustrial. Esse é o cenário que compôs a visita do conselho global da Topigs Norsvin, no início de junho.

Formado por quatro integrantes da Holanda e três da Noruega, assim como o board de diretores globais da companhia, com o CEO, o diretor técnico e o diretor financeiro, o grupo cumpriu uma agenda focada no relacionamento com o cliente em diferentes polos produtivos da região Sul.

“O Brasil é um dos países-chaves para a empresa, juntamente com Estados Unidos, Espanha e China”, explicou o diretor Presidente da Topigs Norsvin no Brasil e diretor Regional para América Central, Caribe e América do Sul, André Costa. O roteiro incluiu reuniões estratégicas com a Aurora Coop na cidade de Chapecó e visitas às empresas Master Agroindustrial e Carboni Agropecuária no município catarinense de Videira.

Costa detalhou que o objetivo dessa visita era conhecer um pouco mais a respeito do mercado brasileiro, entender onde a Topigs Norsvin do Brasil atua, qual é a estratégia no País e quais são as necessidades da empresa dentro do planejamento estratégico que está sendo construído para os próximos 5 anos. “Pudemos discutir a perspectiva para a suinocultura brasileira frente aos crescimentos que nós estamos observando nos últimos anos”, resumiu.

O roteiro também contemplou uma imersão técnica na INOVARE Núcleo Genético, localizada em Lages (SC). A unidade, que recebeu um investimento de quase sete milhões e meio de euros e possui capacidade para abrigar mil matrizes, foi estruturada para sustentar o avanço da demanda e acelerar a entrega do progresso genético aos clientes.

“Eles tiveram a oportunidade de conhecer estruturas de produção, como a granja INOVARE, que nós inauguramos há quase três anos e que está começando a abastecer o mercado brasileiro com animais de alto valor genético e de alto status sanitário”, acrescentou o executivo e continuou: “Com quase 210 milhões de habitantes, temos um potencial bastante grande de crescimento do nosso consumo interno e as vantagens competitivas que possuímos, baixo custo de produção, alto status sanitário, reforçam a posição do Brasil no mercado externo, frente aos principais países produtores e exportadores de carne suína”.

A força da produção local transforma a filial em uma plataforma estratégica para o crescimento comercial em toda a América Latina.  “Eles puderam entender toda a nossa estratégia, tanto na linha fêmea, com a TN70 quanto na linha macho, com o TN Duroc, para desenharmos juntos as formas de trabalhar o mercado brasileiro. Discutimos a consolidação do Brasil como um hub para exportação de material genético de alto valor genético para os países da América do Sul onde atuamos”, afirmou o diretor.

As lideranças encerraram a semana de visitas com um encontro na cidade de Curitiba (PR) para tratar do plano de negócios. O momento de alinhamento focou nas ações práticas e no balanço do atual cenário da companhia.  “Tivemos uma semana intensa de visitas, viagens e discussões. Pudemos finalizar o roteiro na sexta-feira consolidando o nosso planejamento estratégico e definindo quais são as necessidades de investimentos para que a Topigs Norsvin continue crescendo no Brasil e na América do Sul”, finalizou Costa.

Fonte: Ass. de Imprensa
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